Muitas vezes achamos que Deus não está ouvindo nossas orações. Pensamos que o Senhor se ausentou e que não se importa de nos atender.Posso lhe afirmar que esta é uma estratégia do inimigo para desestruturar nossa fé e impedir que recebamos aquilo que Deus já nos tem reservado.
Lc.18:9 – “E Deus não fará justiça aos seus escolhidos, que clamam a ele dia e noite, ainda que tardio para com eles?”
O tempo de espera é predeterminado por Deus, para nos firmar em suas promessas. Sua demora em nos responder pode reverter em salvação para outras pessoas, porque pode gerar em arrependimento do mal que foi praticado contra nós.
Na parábola do juiz iníquo vemos claramente isto!
Lc.18.2,3 – “Havia numa cidade um certo juiz, que nem a Deus temia, nem respeitava o homem. Havia também naquela cidade, uma certa viúva, que ia ter com ele, dizendo:Faze-me justiça contra meu adversário.”
O juiz ponderou: Mesmo que não temo a Deus, vou fazer justiça a esta mulher, para que não me importune mais (Lc.4,5).
A insistência da viúva produziu efeito no coração do juiz, mesmo fazendo justiça a contragosto, reverteu em bem para ambos.
A importunação não deve ser motivo para deixarmos de buscar ao Senhor e, em muitas ocasiões, precisamos lançar mão deste recurso.
Lc.11.9,10 –“Eu vos digo a vós: Pedi e dar-se-vos-á, buscai e achareis, batei e abrir-se-vos-á. Porque qualquer que pede, recebe, quem busca acha; e a quem bate abrir-se-lhes-á.”
Deus nunca desiste de nós. A nossa desistência é causada pela nossa falta de fé e respeito humano, pensando que estamos aborrecendo a Deus pela nossa insistência! É isto que levanta um muro que nos separa de Deus.
Sl.37:4 –“Agrada-te do Senhor e ele satisfará o desejo do teu coração.”
Qual o pai que não quer agradar seu filho? Todo o pai que recebeu esta vocação divina deseja satisfazer seus filhos, embora muitas vezes não possa atender de imediato.
Lc.11:11,13 – “E qual o pai dentre vós que se seu filho lhe pedir pão lhe dará uma pedra? Ou também se lhe pedir um peixe, lhe dará por peixe uma serpente? Ou se lhe pedir um ovo, lhe dará um escorpião? Pois se vós, sendo maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais dará o vosso Pai celestial o Espírito Santo aqueles que o pedirem.”
Podemos ter certeza que aquilo que pedirmos ao nosso Pai celestial, será atendido se estiver de acordo com a sua vontade.
sábado, 7 de fevereiro de 2009
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
CONSCIÊNCIA
Consciência – suneidesis no grego, é a nossa voz interior aprovando ou nos acusando do bem ou do mal que praticamos.
At.23:1 – “E, pondo Paulo os olhos no conselho, disse: Varões irmãos, até o dia de hoje tenho andado diante de Deus com toda boa consciência.”
Podemos ter uma boa ou uma má consciência; enquanto tivermos a faculdade de discernirmos entre o bem e o mal, estaremos vivos para Deus.
Rom.6:11 – “Assim também vos considerai-vos mortos para o pecado, mas vivos para Deus, em Cristo Jesus nosso Senhor.”
Nossa consciência aponta aonde erramos, mas não nos impede de fazer o mal. O querer e o efetuar está em nós, pois temos livre-arbítrio. A inclinação do homem, depois da queda, foi sempre para o mal, sendo responsável por isto.
A partir do momento em que nos acharmos inculpáveis de nossos erros estaremos com nossas mentes cauterizadas.
I Tim.4:2 – “Pela hipocrisia de homens que falam mentiras, tendo cauterizada sua própria consciência.”
Vemos com freqüência depoimento de ladrões, homicidas, estupradores, seqüestradores, relatando os fatos de que foram participantes, como se nada daquilo tivesse a menor importância, porque se sentem inculpáveis pelo mal que fizeram. É como se aquela situação fosse irrelevante, mesmo em relação às suas vidas, pois viver ou morrer, tanto faz...
Pv.13:19 – “Apartar-se do mal é abominação para os loucos”
A consciência é nosso relógio interior para nos despertar para boas obras. Precisamos estar alerta para ouvir o que Deus tem para nos revelar, precisamos estar sensíveis ao que o Espírito Santo quer nos segredar.
Na Bíblia vemos exemplos de homens cuja consciência de seu pecado ficou exposta:
Adão, ao descobrir sua nudez, escondeu-se quando Deus o procurou. (Gn.3:9).
Caim, ao matar Abel, temeu quando foi inquerido por Deus (Gn.4:10), recebeu o castigo que seria errante pela terra, mas não mudou de atitude.
Os irmãos de José, em seu projeto de tirar-lhe a vida (Gn.37:18), temeram quando precisaram de sua ajuda no Egito.
Davi, ao pecar com Bate-Seba, teve seus olhos abertos para seu pecado e temeu ao ser confrontado pelo profeta Natã (II Sam.12:9).
Jefté, ao fazer um voto que levou sua filha única ao sacrifício (Jz.11:30,40).
O que estas pessoas dariam para modificar tais situações...
Em alguns casos, vemos que estes homens, ao serem confrontados com a Verdade, tiveram suas consciências despertadas e se redimiram... Outros, porém, tiveram remorso, mas permaneceram na sua atitude errada, como no caso de Judas, que preferiu se enforcar.
Hb.9:14 – “Quanto mais o sangue de Cristo, que pelo Espírito eterno se ofereceu a si mesmo imaculado a Deus, purificará as vossas consciências das obras mortas.”
At.23:1 – “E, pondo Paulo os olhos no conselho, disse: Varões irmãos, até o dia de hoje tenho andado diante de Deus com toda boa consciência.”
Podemos ter uma boa ou uma má consciência; enquanto tivermos a faculdade de discernirmos entre o bem e o mal, estaremos vivos para Deus.
Rom.6:11 – “Assim também vos considerai-vos mortos para o pecado, mas vivos para Deus, em Cristo Jesus nosso Senhor.”
Nossa consciência aponta aonde erramos, mas não nos impede de fazer o mal. O querer e o efetuar está em nós, pois temos livre-arbítrio. A inclinação do homem, depois da queda, foi sempre para o mal, sendo responsável por isto.
A partir do momento em que nos acharmos inculpáveis de nossos erros estaremos com nossas mentes cauterizadas.
I Tim.4:2 – “Pela hipocrisia de homens que falam mentiras, tendo cauterizada sua própria consciência.”
Vemos com freqüência depoimento de ladrões, homicidas, estupradores, seqüestradores, relatando os fatos de que foram participantes, como se nada daquilo tivesse a menor importância, porque se sentem inculpáveis pelo mal que fizeram. É como se aquela situação fosse irrelevante, mesmo em relação às suas vidas, pois viver ou morrer, tanto faz...
Pv.13:19 – “Apartar-se do mal é abominação para os loucos”
A consciência é nosso relógio interior para nos despertar para boas obras. Precisamos estar alerta para ouvir o que Deus tem para nos revelar, precisamos estar sensíveis ao que o Espírito Santo quer nos segredar.
Na Bíblia vemos exemplos de homens cuja consciência de seu pecado ficou exposta:
Adão, ao descobrir sua nudez, escondeu-se quando Deus o procurou. (Gn.3:9).
Caim, ao matar Abel, temeu quando foi inquerido por Deus (Gn.4:10), recebeu o castigo que seria errante pela terra, mas não mudou de atitude.
Os irmãos de José, em seu projeto de tirar-lhe a vida (Gn.37:18), temeram quando precisaram de sua ajuda no Egito.
Davi, ao pecar com Bate-Seba, teve seus olhos abertos para seu pecado e temeu ao ser confrontado pelo profeta Natã (II Sam.12:9).
Jefté, ao fazer um voto que levou sua filha única ao sacrifício (Jz.11:30,40).
O que estas pessoas dariam para modificar tais situações...
Em alguns casos, vemos que estes homens, ao serem confrontados com a Verdade, tiveram suas consciências despertadas e se redimiram... Outros, porém, tiveram remorso, mas permaneceram na sua atitude errada, como no caso de Judas, que preferiu se enforcar.
Hb.9:14 – “Quanto mais o sangue de Cristo, que pelo Espírito eterno se ofereceu a si mesmo imaculado a Deus, purificará as vossas consciências das obras mortas.”
sábado, 24 de janeiro de 2009
SAINDO DA MENINICE
Os.11:1 – “Quando Israel era menino, eu o amei, e do Egito o chamei a meu filho. Todavia, eu o ensinei a andar a Efraim: tomei-os pelos seus braços, mas não entenderam que eu os curava. Atrai-os com cordas humanas, com cordas de amor, e fui para eles como os que tiram o jugo de sobre as queixadas; e lhes dei mantimento.”
Quando reconhecemos Jesus como nosso salvador pessoal, renascemos espiritualmente. Diante de Deus somos apresentados como meninos recém-nascidos. Esta experiência foi relatada a Nicodemos, quando buscou ao Senhor Jesus na calada da noite, para entender o que ele representava diante de Deus.
Jo:3,3 – “Na verdade, na verdade vos digo que aquele que não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus.”
O Senhor quer nos formar, nos ensinar, mas para conhecê-lo, precisamos partir do ponto zero, como uma criança recém-nascida, desde o primeiro choro, da comunicação do olhar, das primeiras palavras, do andar e receber e obedecer as primeiras ordens.
Mc.10:15 – “Em verdade vos digo que qualquer que não receber o reino de Deus como menino, de maneira nenhuma entrará nele.”
A criança sempre se espelha no pai, querendo se assemelhar a ele. O pai será sempre o modelo que o menino quer seguir.
I Co:13:11 – “Quando era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino.”
A criança é dependente e precisa de certos cuidados até poder caminhar por si mesmo. Deus nos quer crescidos, mas sem perder a essência da criança dentro de nós. A inocência, a pureza, a confiança e a dependência D’Ele, isto é, a sua direção correta.
Sl.37:5 – “Entrega teu caminho ao Senhor; confia nele, e ele tudo fará.”
Quando somos independentes, desprezamos o caminho de Deus.
I Pe.2:2,1 – “Desejai ardentemente, como meninos novamente nascidos, o leite racional, não falsificado para que por ele vades crescendo. Deixando toda a malícia, e todo o engano e fingimentos, e invejas e todas as murmurações.”
Todo pai corrige ao filho que ama, e se formos submissos ao Senhor, aceitaremos a disciplina, sem questionamentos.
Hb.12:6 – “Porque o Senhor corrige ao que ama e disciplina a qualquer que recebe por filho.”
Quem ama deseja o melhor para seu filho, não podemos deixar que as mazelas cotidianas nos afastem daquele que nos escolheu para sermos a geração eleita, comprada por alto preço. Um coração puro e contrito, Deus jamais rejeitará.
Mc.9:35.36 – “E lançando mão de um menino, pô-lo no meio deles e tomando-o nos braços, disse-lhes: Qualquer que receber um destes meninos em meu nome a mim recebe; e qualquer que a mim receber, recebe, não a mim, mas a quem me enviou.”
Quando reconhecemos Jesus como nosso salvador pessoal, renascemos espiritualmente. Diante de Deus somos apresentados como meninos recém-nascidos. Esta experiência foi relatada a Nicodemos, quando buscou ao Senhor Jesus na calada da noite, para entender o que ele representava diante de Deus.
Jo:3,3 – “Na verdade, na verdade vos digo que aquele que não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus.”
O Senhor quer nos formar, nos ensinar, mas para conhecê-lo, precisamos partir do ponto zero, como uma criança recém-nascida, desde o primeiro choro, da comunicação do olhar, das primeiras palavras, do andar e receber e obedecer as primeiras ordens.
Mc.10:15 – “Em verdade vos digo que qualquer que não receber o reino de Deus como menino, de maneira nenhuma entrará nele.”
A criança sempre se espelha no pai, querendo se assemelhar a ele. O pai será sempre o modelo que o menino quer seguir.
I Co:13:11 – “Quando era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino.”
A criança é dependente e precisa de certos cuidados até poder caminhar por si mesmo. Deus nos quer crescidos, mas sem perder a essência da criança dentro de nós. A inocência, a pureza, a confiança e a dependência D’Ele, isto é, a sua direção correta.
Sl.37:5 – “Entrega teu caminho ao Senhor; confia nele, e ele tudo fará.”
Quando somos independentes, desprezamos o caminho de Deus.
I Pe.2:2,1 – “Desejai ardentemente, como meninos novamente nascidos, o leite racional, não falsificado para que por ele vades crescendo. Deixando toda a malícia, e todo o engano e fingimentos, e invejas e todas as murmurações.”
Todo pai corrige ao filho que ama, e se formos submissos ao Senhor, aceitaremos a disciplina, sem questionamentos.
Hb.12:6 – “Porque o Senhor corrige ao que ama e disciplina a qualquer que recebe por filho.”
Quem ama deseja o melhor para seu filho, não podemos deixar que as mazelas cotidianas nos afastem daquele que nos escolheu para sermos a geração eleita, comprada por alto preço. Um coração puro e contrito, Deus jamais rejeitará.
Mc.9:35.36 – “E lançando mão de um menino, pô-lo no meio deles e tomando-o nos braços, disse-lhes: Qualquer que receber um destes meninos em meu nome a mim recebe; e qualquer que a mim receber, recebe, não a mim, mas a quem me enviou.”
domingo, 4 de janeiro de 2009
EVITANDO A MURMURAÇÃO
Fil,2:14,15 – “Fazei todas as coisas sem murmuração nem contendas, para que sejais irrepreensíveis e sinceros filhos de Deus.”
A vigilância de nossos lábios é muito importante, pois nos afasta da murmuração e da fofoca.
Temos que evitar este mal que nos separa de Deus. Um dos maiores pecados durante a travessia do deserto foi a murmuração!
O povo judeu havia presenciado sinais e maravilhas desde sua saída do Egito, mas mesmo assim continuava preso ao passado, insatisfeito, sentido falta dos alhos e das cebolas (Nm.11:5).
A insatisfação nos leva à murmuração!
Deus se mostrara presente em todos os momentos: durante os 40 anos em que o povo permaneceu no deserto, não houve um doente, seus calçados e suas roupas não se estragaram, e ainda tinham sua porção diária de alimento. Mesmo assim, continuaram reclamando, esquecendo-se de todas as bênçãos já recebidas.
Nm.21:5 – "E o povo falou contra Deus e contra Moisés: Por que nos fizeste subir do Egito, para que morrêssemos no deserto? Pois aqui nem pão e nem água há, e a nossa alma tem fastio deste pão vil.”
Acharam desprezível o sustento de Deus e a direção de Moisés. É muito mais fácil transferirmos a culpa de nossas dificuldades para os outros. Temos receio de assumir nossos erros. Crer que no passado a vida sem Deus era melhor é uma grande mentira!
Ex.16:3 – "E os filhos de Israel disseram-lhes: Quem dera nós morrêssemos por mão do Senhor na terra do Egito, quando estávamos assentados junto às panelas de carne, quando comíamos pão até nos fartar!"
Não permita que sua alma sinta fastio de Deus. Quando nos lamentamos e murmuramos, abrimos uma brecha para o inimigo inocular seu veneno. Se não vigiamos, morremos em razão de seu efeito maligno. Afastar-se de Deus é nadar, nadar e morrer na praia.
Quando admitimos nossos pecados, voltamos a trilhar o caminho da salvação. Precisamos olhar para o alto, para o autor e consumador de nossa fé: Jesus – este é o grande segredo.
A vigilância de nossos lábios é muito importante, pois nos afasta da murmuração e da fofoca.
Temos que evitar este mal que nos separa de Deus. Um dos maiores pecados durante a travessia do deserto foi a murmuração!
O povo judeu havia presenciado sinais e maravilhas desde sua saída do Egito, mas mesmo assim continuava preso ao passado, insatisfeito, sentido falta dos alhos e das cebolas (Nm.11:5).
A insatisfação nos leva à murmuração!
Deus se mostrara presente em todos os momentos: durante os 40 anos em que o povo permaneceu no deserto, não houve um doente, seus calçados e suas roupas não se estragaram, e ainda tinham sua porção diária de alimento. Mesmo assim, continuaram reclamando, esquecendo-se de todas as bênçãos já recebidas.
Nm.21:5 – "E o povo falou contra Deus e contra Moisés: Por que nos fizeste subir do Egito, para que morrêssemos no deserto? Pois aqui nem pão e nem água há, e a nossa alma tem fastio deste pão vil.”
Acharam desprezível o sustento de Deus e a direção de Moisés. É muito mais fácil transferirmos a culpa de nossas dificuldades para os outros. Temos receio de assumir nossos erros. Crer que no passado a vida sem Deus era melhor é uma grande mentira!
Ex.16:3 – "E os filhos de Israel disseram-lhes: Quem dera nós morrêssemos por mão do Senhor na terra do Egito, quando estávamos assentados junto às panelas de carne, quando comíamos pão até nos fartar!"
Não permita que sua alma sinta fastio de Deus. Quando nos lamentamos e murmuramos, abrimos uma brecha para o inimigo inocular seu veneno. Se não vigiamos, morremos em razão de seu efeito maligno. Afastar-se de Deus é nadar, nadar e morrer na praia.
Quando admitimos nossos pecados, voltamos a trilhar o caminho da salvação. Precisamos olhar para o alto, para o autor e consumador de nossa fé: Jesus – este é o grande segredo.
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