quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

ESSÊNCIA DE CRISTO

Precisamos ter a essência de Cristo para exalarmos do seu amor. Apenas uma gota já é suficiente para difundirmos este aroma especial!
Somos o bom perfume de Cristo (II Co.2:15). Temos que ter a nossa vida espiritual reavivada pelo Espírito Santo.
Outrora cheirávamos mal, estávamos mortos espiritualmente. Mas quando Cristo nos resgatou, nos vivificou, deixamos de ser ossos secos (Ez.37). Transformamo-nos em novas criaturas!
As coisas velhas se passaram, eis que tudo se fez novo !
Temos um novo Pai, uma nova filiação, uma nova procedência. Passamos da morte para a vida.
Paulo dizia: Não sou eu quem vivo, mas Cristo vive em mim. A carne totalmente submetida ao controle do Espírito Santo de Deus.
Constituímos uma nação santa, um povo separado para as boas obras de Deus.
Não retenha em frasco este bom perfume. Não armazene sem distribuí-lo para que todos possam sentir este cheiro tão especial! Faça como a pecadora que quebrou seu vaso de alabrasto cheio de nardo puro e o utilizou para perfumar Jesus, como uma forma de impregná-lo do bom perfume, anunciando sua ressurreição – Seu corpo não teria o cheiro da morte, mas do bom perfume de Cristo.

domingo, 27 de dezembro de 2009

SENSAÇÃO DE INJUSTIÇA

Pv.28:1a. – “Os ímpios fogem sem que haja ninguém para persegui-los.”
Quantas vezes já nos ocorreu esta sensação de injustiça, esta sensação de que a vida premia a quem não merece?
Vemos cotidianamente esta incoerência de que os que andam retamente são prejudicados pela inoperância dos que deveriam defendê-los.
Pv.28:4 – “Os que deixam a lei louvam os ímpios; porém os que guardam a lei contendem com eles”.
Asafe, um levita compositor nomeado por Davi, descreve este tema no salmo 73.
Sl.73:12 – “Eis que estes são os ímpios, e prosperam no mundo; aumentam suas riquezas”.
Ele reconheceu que sentia inveja por ver o quanto os ímpios prosperavam:
Sl.73:3 “Pois eu tinha inveja dos soberbos, ao ver a prosperidade dos ímpios”.
Ele salienta a arrogância de seu poder e seu desdém por Deus.
Sl.73:11 – “E eles dizem: Como o sabe Deus? Ou há conhecimento no Altíssimo?”.
Nossa vida não pode ser baseada no que acontece com os ímpios, porque o sol nasce sobre o justo e sobre o injusto (Mt.5:45).
A presença de Deus nunca deve ser comparada aos benefícios de que os ímpios gozam. Deus é justo, e se o nosso destino está selado no céu, não podemos basear nossas vidas pelas injustiças programadas pelo inferno!
Neste salmo, Asafe coloca toda a sua dor e frustração, até que o Senhor lhe mostra o destino dos ímpios:
Sl.73:17,18 – “Até que entrei no santuário de Deus e então entendi o fim deles. Certamente tu o puseste em lugares escorregadios; tu o lanças em destruição”.
O destino dos ímpios sempre será um terreno escorregadio, e a sensação de segurança não é real, pois não desfrutam da paz, da verdadeira paz que o mundo não dá.
Asafe compreendeu isto e começou o salmo com esta afirmação:
Sl.73.1 – “Verdadeiramente bom é Deus com Israel, para com os limpos de coração“.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

JESUS, O CONVIDADO ESPECIAL

Is.9:6 – “Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; e o principado está sobre seus ombros, e seu nome será Conselheiro Maravilhoso, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz”.
Com a proximidade do Natal, voltamos a esta profecia de Isaías, cumprida há 2000 anos.
Jesus, nosso Salvador, veio ao mundo como menino, nascido de uma virgem, identificando-se conosco e crescendo em estatura, conhecimento e graça (Lc.2:52).
Sua trajetória e seu ministério foram revelados a partir de seus 30 anos. Até então, permaneceu incógnito, vivendo de uma forma simples, como qualquer outra pessoa. Sua obra e seus milagres demonstrariam que era ele o Messias esperado.
Maravilhoso Conselheiro – Deus personificado em sua sabedoria.
Deus Forte – Através de sua humanidade, demonstrou sua deidade.
Pai da Eternidade – Como Filho de Deus, revelou sua eternidade.
Príncipe da Paz – Somente Ele foi capaz de nos trazer a Paz, a paz que o mundo não tem.
Jo.14:27 – “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vô-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize”.
Foi através de sua morte e ressurreição que recebemos a salvação.
O Natal vem se aproximando... E com ele, os preparativos para as festas: ceia, presentes para os familiares, amigo oculto e uma azáfama para que tudo saia perfeito...
Mas tivemos tempo para nosso convidado especial? Aquele que não pode faltar a esta reunião? Lembramo-nos daquele que é Onipotente, Onipresente e Onisciente?
Ele é o único que não invade o seu espaço. Precisa ser convidado para entrar.
Ap.3:20 – “Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e com ele cearei, e ele comigo”.
Faça uma reflexão e veja se esta pessoa, que deveria ser seu principal convidado, está incluso em sua lista!

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

PERDENDO A VISITAÇÃO DE DEUS

Jó:33;14,15 – “Antes, Deus fala uma, duas vezes, porém ninguém atenta para isso. Em sonhos, em visão noturna, quando cai o sono profundo sobre os homens e adormecem na cama.”
Somos desatentos à voz do Senhor, e perdemos a sua visitação, mesmo quando nos instrui através de sonhos e visões, e ficamos sem entender seus propósitos.
São muitas as oportunidades que o Senhor nos apresenta: sua visitação é constante, mas poucas vezes a sentimos ou a entendemos.
Lc.10:38 – “E, aconteceu que, indo eles de caminho, entrou numa aldeia; e certa mulher, de nome Marta, o recebeu em sua casa.”
Vemos aqui um exemplo clássico: Marta recebeu Jesus em sua casa, mas quem se assentou aos seus pés foi Maria, sua irmã. A ocupação de Marta fez com que perdesse o melhor: a visitação de Jesus.
O mesmo aconteceu com os fariseus que oravam pela vinda do Messias. Jesus, no entanto, já estava no meio deles, e perderam sua visitação porque não o reconheceram.
Jesus chorou e se lamentou pelo fato:
Mt.23:37 – “Jerusalém, Jerusalém, que matas os seus profetas e apedrejas os que te são enviados, quantas vezes quis eu ajuntar os teus filhos, como a galinha ajunta seus pintos debaixo de suas asas, e tu não quiseste.”
Em Oséias (4:7), lemos que o povo perece pela falta de conhecimento. Quando não conhecemos a palavra de Deus, perdemos a oportunidade de receber sua visitação. O Senhor não desiste de nós, mas respeita nossa limitação e nossa falta de entendimento.
Deus nunca invade o nosso espaço: espera que abramos a porta para que nos visite, para, então, fazer em nós sua eterna morada.
Ap.3:20 – “Eis que estou à porta e bato, se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei e ele comigo.”
Precisamos aprimorar nossa visão e nossa audição espiritual para não recusarmos a sua visitação.