quinta-feira, 5 de julho de 2012

PROCESSO DE CONVERSÃO

Lc.22:32 – “Mas eu roguei ao Pai para que a tua fé não desfaleça; e tu, quando te converterdes, confirma teus irmãos.”
Estamos em constante aprendizado: a cada dia novas situações se apresentam e temos que encontrar formas de lidar com os novos fatos.
No versículo acima, Jesus estava alertando a Pedro sobre os próximos acontecimentos. Apesar de Pedro ter acompanhado Jesus por três anos, seu aprendizado não havia atingido o processo de total conversão.
Conversão significa transformação, mudança, domínio perfeito do equilíbrio sobre todos os desejos da alma. Podemos até seguir Jesus, mas não sermos totalmente convertidos e precisamos estar alerta, pois certamente Satanás estará de olho para tirar proveito, se tropeçarmos. A autoconfiança pode ser uma pedra de tropeço, porque Pedro, em seguida a este aviso, falou ao Senhor:
Lc.22:33 – “Senhor, estou pronto para ir contigo até a prisão e a morte.”
A falsa sensação de bem-estar provocada por quem se acha superior em sua fé pode provocar a queda.
Pv.13:13 – “O que despreza a palavra perecerá, mas o que teme o mandamento será galardoado.”
Jesus estava assinalando a Pedro o perigo que estava lhe rondando; e, quando recebemos uma palavra vinda de Deus, precisamos aceitá-la e obedecer.
Lc.22:40 – “Orai para que não entreis em tentação.”
Deixar de orar quando somos tentados é abrir uma brecha para a atuação do maligno.
Lc.22:45 – “E levantando-se da oração, veio aos discípulos, achando-os dormindo de tristeza.”
Dormitar em momentos cruciais é a oportunidade para que o inimigo invada e aja contra nossa saúde, nossos bens, ou atinja nossos queridos, através de suas setas inflamadas.
Quando tudo está bem, deixamos de orar. Precisamos ter disciplina de oração!
Lc.22:50 – “E um deles feriu o servo do sumo sacerdote e cortou-lhe a orelha.”
Sabemos que foi Pedro que tomou esta atitude (Jo.18:10). A ordem não partiu de Jesus, mesmo que ainda seguisse o Antigo Testamento ('olho por olho,dente por dente'). Logo a seguir, Jesus foi preso, e mais uma vez percebemos que Pedro assistiu a sua prisão, seguindo-o de longe.
Pedro estava caindo, pois sua alma não estava completamente submetida ao espírito, e o temor tomou conta de seu coração, o que o levou a negar seu comprometimento com o Mestre.
Lc.22:57 – “Porém ele negou-o dizendo: Mulher, não o conheço.”
Ao cantar o galo, Pedro percebeu que já havia negado a Jesus por três vezes, como o Senhor previra.
Lc.22:34 – "Digo-te, Pedro, que não cantará o galo antes que três vezes me negues.”
A falta de comprometimento e de fé e o medo fizeram com que Pedro chorasse amargamente. Diante de tais fatos, vemos que só estaremos prontos e completos para seguirmos o Mestre quando nossa alma estiver totalmente submetida à ação do Espírito Santo sobre o nosso espírito, o que significa a completa conversão.

terça-feira, 3 de julho de 2012

PERFEIÇÃO DE DEUS

Sl.19:7 – “A lei de Deus é perfeita e refrigera a alma.”
Para realizarmos a vontade de Deus, precisamos obedecer a seus mandamentos e para isso pagamos um preço! Sacrifique a sua vontade para que a vontade perfeita de Deus prevaleça.
Nossa carne tem que morrer; o grão de trigo precisa morrer!
Jo.12:24 – “Na verdade, na verdade vos digo que, se o grão de trigo não morrer, fica ele só; mas se morrer, dá muito fruto.”
A perfeição de Deus só entra em nossas vidas quando somos capazes de dizer, como Paulo:
Gl.2:20 – “Logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim.”
Nicodemos buscava cumprir a vontade de Deus quando foi ao encontro de Jesus no meio da noite e ouviu do Senhor: “Necessário vos é nascer de novo” (Jo.3:7).
A vida espiritual após o novo nascimento passa por diversas fases. Ninguém nasce adulto e, para receber alimento sólido, precisamos crescer. À medida que crescemos, deixamos de lado as coisas de criança.
I Co.14:20 – “Irmãos, não sejais meninos no entendimento, mas sede meninos na malícia e adultos no entendimento.”
I Co.13:11 – “Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino.”
Foi só depois que Moisés se tornou adulto que percebeu a escravidão de seu povo. Até então, se conformava com o que via, mas quando a realidade dos acontecimentos lhe foi aclarada em seu entendimento, tomou a decisão de satisfazer à vontade de Deus.
Neemias viu os muros da cidade caídos e tomou a decisão de fazer parte de sua reconstrução.
No meio de uma geração corrompida, Noé, movido pelo desejo de agradar a Deus, construiu a arca e foi poupado do dilúvio.
Rom.12:1,2 – “Rogo-vos pois irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, e não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação de vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.”
Para que a vontade de Deus seja boa, agradável e perfeita, ela tem que ser compatível com a nossa vontade. Se nosso desejo de satisfazê-la não for real, não correspondemos à perfeição de Deus.
Os questionamentos têm que ficar de fora, para que o Senhor possa adentrar nossos corações com sua vontade perfeita. Necessário é que nossas mentes sejam renovadas, para podermos experimentar as maravilhas propostas por Deus.
Novo coração, novo entendimento, nova vida: é uma grande meta a ser realizada, que depende exclusivamente da nossa vontade.

quinta-feira, 28 de junho de 2012

FORTALECIDOS POR DEUS

Dn.11:32 – “Mas o povo que conhece seu Deus se tornará forte e ativo.”
Conhecer a Deus é crer na força de seu poder. É Ele que nos capacita e nos reveste para resistirmos firmes contra qualquer cilada do inimigo.
Ef.6:10 – “Revesti-vos de toda a armadura de Deus.”
Para suportar qualquer tipo de ataque quando estamos enfraquecidos, podemos contar com o Espírito Santo que habita em nós.
Rom.8:26 – “O espírito de Deus vem em nosso socorro, pois não sabemos orar como convém.”
A vitória na batalha é a consequência da força adquirida através do Espírito Santo.
Jz.14:5 – “Desceu, pois, Sansão com seu pai e com sua mãe a Timnata, e chegando às vinhas de Timnata, eis que um filho de leão, rugindo, lhe saiu de encontro.”
Sansão era um homem revestido do poder de Deu, e quando foi ameaçado pelo leão, através da ação sobrenatural de Deus, despedaçou-o como se fosse um cabrito (Jz.5:6). Sansão exemplifica muito bem o que é andar na força e na unção do Espírito Santo.
Jz.15:12 – “E disseram: Descemos para te amarrar e te entregar nas mãos dos filisteus.”
Sansão foi amarrado com cordas pelos seus irmãos de Judá e entregue aos inimigos. Sabendo disto, os filisteus (cerca de mil homens) aproveitaram-se da situação, crentes de que a vitória estava certa; mas novamente Sansão foi revestido pela força de Deus.
Sl.91.7 – “Mil cairão ao teu lado, e dez mil à tua direita, mas tu não serás atingido.”
Somente quando estamos enfraquecidos espiritualmente é que somos derrubados.
Rom.8:28 – “Todas as coisas contribuem juntamente para o bem daquele que ama a Deus, daqueles que são chamados pelo seu decreto.”
Deus nos escolhe para que cumpramos o seu propósito e nos fortalece através do Espírito Santo, que nos habilita a vencer qualquer tipo de batalha.
A força de Sansão não estava apenas no comprimento de seus cabelos, mas sim na unção do Espírito, quando estava submetido ao controle de Deus. Apesar de todo o zelo de Deus sobre sua vida, transformou-se num crente cego e desfigurado, por ser escravo de seus desejos, mas, mesmo assim, foi revestido de poder nos últimos instantes de vida, cumprindo o propósito de Deus na destruição dos filisteus.
Jz.16:28 – “Então Sansão clamou ao Senhor, e disse: Senhor Deus; peço-te que te lembres de mim, e fortaleça-me agora, só desta vez, ó Deus, para que me vingue dos filisteus, pelos meus dois olhos.”

domingo, 24 de junho de 2012

SINAL DE ALARME

Gal.1:6,7 – “Maravilho-me de que tão depressa passásseis daquele que vos chamou à graça de Cristo para outro evangelho.”
Nesta carta, Paulo estava admoestando aos gálatas sobre a importância de serem vigilantes, não deixando-se inquietar quanto a pregações enganosas.
Estamos enfrentando atualmente situações semelhantes, em que falsos profetas e ensinos errados e confusos proliferam.
Gal.1:6,8 – “Mas ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos tenho anunciado, seja anátema.”
Para evitarmos qualquer tipo de confusão, aceitando falsas doutrinas, precisamos estar vigilantes.
At.10:17 – “Esta, seguindo Paulo e a nós, clamava, dizendo: Estes homens que nos anunciam o caminho da salvação são servos do Altíssimo.”
Esta jovem possuía um espírito de adivinhação (At.16:16), e isto procede do inimigo, embora a informação dada fosse correta.
At.16:18 – “E isto fez ela por muitos dias, mas Paulo, perturbado, voltou-se e disse ao espírito: Em nome de Jesus, te mando que saias dela, e na mesma hora saiu.”
Quando uma coisa nos perturba, geralmente procede do maligno. Por maior verdade que aparente, se não cai bem em nosso coração, estamos recebendo um sinal de alerta.
O Espírito Santo é nosso sinal de alarme, nosso ponto de equilíbrio, e, quando somos perturbados, este nosso relógio interior logo sinaliza.
Pv.16:32 – “Melhor é o que governa o seu espírito do que o que toma a cidade.”
Em todo o tempo precisamos estar com este sinal de alerta ligado!
Mt.26:41 – “Vigiai e orai, para que não caiais em tentação.”
A vigilância é um fator importante para evitarmos brechas.
I Co.10:12 – “Aquele, pois, que cuida estar em pé, olhe que não caia.”
Pequenos descuidos podem nos levar ao fracasso se realmente estivermos envolvidos com o reino de Deus, causando grandes prejuízos.
Ct.2:15 – “Apanhai-me as raposas, as raposinhas que fazem mal às vinhas, porque nossas vinhas estão em flor.”
Quando estamos investindo no reino de Deus, plantando a boa semente, precisamos estar vigilantes, porque um simples descuido pode prejudicar uma boa colheita.