quarta-feira, 8 de outubro de 2014

FALTA DE MINISTRAÇÃO


Pv.29:18 – “Não havendo profecia o povo se corrompe.”
Quando nos afastamos de Deus e de sua palavra, nos conformamos com o mundo e tudo o que ele nos oferece, e nos tornamos frios, egoístas, porque caminhamos em direção oposta aos ensinamentos de Deus.
Ex.24:12 – “O Senhor disse a Moisés: Sobe ao monte, e fica lá e dar-te-ei tábuas de pedra, e a lei e os mandamentos que tenho escrito, para ensinar.”
Moisés ordenou ao povo que aguardasse até a sua volta e designou seu irmão, Aarão, responsável pelo cuidado deste povo que não podia ficar sem orientação.
Por quarenta dias Moisés ficou envolvido com a glória de Deus recebendo suas instruções para ministrar ao povo escolhido. Por sua demora, o inconformismo, a incerteza, a indiferença e a idolatria tomaram novamente conta deste povo, que voltou a se corromper e exigiu que Araão fizesse um bezerro de ouro.
Para aplacar a ira dos insatisfeitos, Araão recolheu ouro para a confecção do ídolo para adoração.
Ex.32:23 – “E eles disseram: Faze-nos um deus que vá adiante de nós, porque não sabemos o que sucedeu a este homem, Moisés, a este homem que nos tirou da terra do Egito.”
Satanás age rapidamente quando falta a profecia; e quando Moisés desceu do monte, deparou com uma verdadeira orgia diante do bezerro de ouro, e, aturdido, cobrou de seu irmão, Araão:
Ex.32:19 – “O que passou pela tua cabeça?”
Se não fosse a intervenção de Moisés diante de Deus, nem Araão nem o povo seria poupado.
A falta de ministração transforma as pessoas em descrentes, e o reino das trevas tenta dominar os que se afastam da palavra de Deus.


domingo, 5 de outubro de 2014

UM LUGAR ESPECIAL



Mt.6:5 – “E, quando orardes, não sejais como os hipócritas, pois se comprazem em orar em pé nas sinagogas e nas esquinas das ruas, para serem vistos pelos homens. Em verdade vos digo, que já receberam o seu galardão.”
No Sermão do Monte, Jesus estava instruindo seus discípulos como receber resultados positivos para as suas orações.
Mt.6:6 – “Mas tu, quando orardes entra no teu aposento, e fechando a tua porta, ora a teu Pai que está em oculto, e teu Pai, que te vê secretamente, te recompensará.”
Há três passos importantes para orarmos com eficácia:
1 – Entre no teu quarto.
2 -  Feche a porta.
3 – Ore e receba a recompensa.
São estas regras básicas, para termos respostas de Deus. Precisamos deste lugar apropriado, sem interferência, para adentrarmos na intimidade do Senhor.
Sl.25:4 – “A intimidade do Senhor é revelada aos que o temem.”
Moisés almejava um conhecimento maior de quem era esse Deus tremendo e lhe fez este pedido:
Ex.33:18 – “Rogo-te que me mostres a tua glória.”
O Senhor lhe respondeu:
Ex.33:21 – “Eis aqui um lugar junto a mim; ali te porás sobre a penha. E acontecerá que quando a minha glória passar, te porei numa fenda da penha e te cobrirei com a minha mão, até que haja passado.”
A glória de Deus passa por um lugar especial, separado para este encontro com Deus. A oração não pode ser dispersa, e se isolar num lugar separado é se isolar do mundo, sem interferência dos ruídos exteriores.
II Re.4:8 a 21 – “E subiu ela e o deitou na cama do homem de Deus e fechou a porta e saiu.”
Esta é a história da sunamita que abrigava em sua casa o profeta Eliseu, o qual lhe profetizou que teria um filho. No momento em que este menino, depois de uma forte dor de cabeça, veio a falecer; sua mãe em silêncio orou e colocou-o deitado no quarto do profeta, e, fechando a porta, foi a seu encontro.
Satanás sempre vai procurar argumentos para abalar sua fé, e deixarmos uma porta aberta. Quando fechamos a porta para o inimigo enfraquecemos seus ardis e sua sustentação, para nos atacar.
Busque este lugar especial, e creia que receberá as respostas certas, vindo diretamente do trono de Deus.


quarta-feira, 1 de outubro de 2014

SOLIDÃO


Lc.8:15 – “E a semente que caiu em boa terra, esses são os que ouvindo a palavra, a conservou  com um coração honesto e bom, e dão frutos com perseverança.”
Se em nossos corações conservarmos resquícios de mágoas e ressentimento, a Palavra de Deus plantada em nós cessa de produzir frutos.
Quando conservamos raízes de amargura, deixamos de desfrutar as benignidades do Senhor, porque fechamos nossos corações para receber as bênçãos: ficamos encarcerados em nós mesmos, não permitindo que a graça de Deus flua.
Estamos frustrando os desígnios de Deus e os nossos; e nos tornamos solitários espiritualmente, pois perdemos a comunhão com Deus e com os homens, cheios de egoísmo e autopiedade.
Essas atitudes deixam também mania de perseguição e de rejeição. A intolerância e a intransigência nos levam a uma vida solitária.
Jo.12:24 – “Se o grão de trigo não morrer, ele fica só.”
Morrer para o nosso “eu” é uma tarefa árdua, que para ser empreendida precisa de uma boa administração...
Pv.18:1 – “O solitário busca seu próprio interesse e insurge-se contra a verdadeira sabedoria.”
O solitário se abriga num mundo próprio, pois presume que o seu isolamento o protege de novas feridas e também para que ninguém possa confrontar suas falhas, pois não admite críticas.
É isto que sucede com o anacoreta, que se isola do mundo por não concordar com o que o mundo lhe oferece, como as pessoas agem, reagem, e o que pensam. É o seu inconformismo que o leva a esta solidão.
Fica aqui uma pergunta:
– E você, já morreu hoje?





quinta-feira, 25 de setembro de 2014

HIPÓCRITAS


Mt.16:3 – "Hipócritas, sabeis discernir a face do céu, e não conheceis os sinais dos tempos?”
Hipocrisia é aparentar ser que não se é. É mostrar qualidades que não existem em seu interior e ainda cobrar dos outros ações e reações, demonstrando indignação, repúdio e ódio.
Is.9:16 e 17b – “Porque os guias deste povo são enganadores, e os que por eles são guiados são destruídos, porque eles são hipócritas, malfazejos, e toda a boca profere mentiras.”
Atualmente vivemos cercados por pessoas que se consideram tão importantes e tão isentas de erros que chegam a nos confundir. A falsa modéstia, o orgulho, a presunção são partes inerentes de seu caráter. Vivem flauteando sua justiça própria, eximindo-se de qualquer culpa, colocando seu dedo em riste, culpando inocentes.
Em quem acreditar?
A frustração toma conta de nós, pobres mortais, que aturdidos com tais manifestações nos calamos diante de tantas injustiças.
Este tipo de gente tomava conta na época de Jesus. Vemos claramente sua indignação contra os escribas, fariseus e contra os vendilhões do templo. Seu zelo se consumia pela Casa de Oração.
Se isto foi relatado nos evangelhos é porque certamente iríamos enfrentar situações idênticas.
Precisamos trazer de volta os princípios estabelecidos por Deus para nossas vidas e tirarmos o véu, para enxergarmos com nitidez a quem queremos seguir. Não podemos fazer média com o que está acontecendo, temos que ser coerentes com aquilo que pensamos e queremos.
– Seja seu sim, sim e seu não não, o que passar disso procede do maligno (Tg.5:12).
'Hipócritas' foi a palavra que Jesus usou para defini-los.
Somos continuamente expostos à falácia destes infiéis que argumentam sobre lealdade, fidelidade e justiça, mas sabemos que não passam de aves de rapina.
Não podemos nos calar!
Quando Jesus, em sua passagem por Jerusalém foi aclamado pelas crianças, os sacerdotes pediram para que se fizesse silêncio, e Jesus interferiu dizendo:
Mt.21:16 – “Não ouviste dizer: pela boca dos meninos e das criancinhas de peito tiraste o perfeito louvor?”
Em outra passagem Jesus diz: Se calarmos até as pedras clamarão. Nosso silêncio pode ser transformado em concordância, precisamos de mais Joões Batistas para alertarmos sobre o arrependei-vos, pois é chegado o reino de Deus.
Precisamos de vozes que clamam no deserto...