segunda-feira, 26 de março de 2018

GLOBALIZAÇÃO - A UNIFORMIDADE QUE NÃO TRAZ UNIDADE


 No presente momento a palavra de ordem é globalização. Mas o que isto significa?
No meu ponto de vista é o principio do fim.
Os sinais estão aí para quem quer ver:
- abalos, tremores, guerras, pestes.O amor esfria...
A televisão, a cada dia nos mostra mais filmes de terror, crimes e violência, inclusive nos programas infantis, para que estas coisas perversas tornem-se populares e cotidianas, cauterizando as mentes e tornando-as receptivas ao mal.
Através da Nova Era milhares de pessoas estão sendo gerenciadas para que suas mentes vazias recebam o comando da nova ordem (nova religião) mundial. O ecumenismo nada mais é do que uma mistura de religião onde tudo é permitido! Esta falsa religião disfarçada de espiritualidade está sendo introduzida nas igrejas, inclusive nas cristãs.
A nova Torre de Babel está sendo alicerçada! O esforço do homem tentando alcançar Deus com suas próprias mãos, ou mesmo sua vontade de ser um deus independente.
No capitulo 11 de Gênesis, vemos quais foram os motivos desta rebelião contra Deus:
1] – a uniformidade – todos falavam a mesma língua.
2] – a democracia – o propósito de uma liberdade sem Deus.
3] – o orgulho – conseguir alcançar o céu com seus esforços.
4] – a tentativa da auto-salvação – todos seriam deuses.
Gn.11:4 – Então disseram: Vinde, edifiquemos para nós uma cidade e uma torre cujo cume toque no céu, e façamo-nos um nome, para que não sejamos espalhados sobre a face da terra.
Esta torre representava o orgulho e a vaidade dos homens, além de seu desejo de ter uma vida completamente separada de Deus, pois ainda queriam um nome para sua própria exaltação.
Gn.11:3 – “Então disseram: Vinde, façamos tijolos, e queimemo-los bem. Os tijolos lhe serviram de pedra e o betume de cal.”
Gn.11.1 – “Ora, a terra toda tinha uma só língua, uma só maneira de falar.”
Nestes dois versículos vemos claramente a uniformidade de uma só língua e dos tijolos feitos todos do mesmo padrão. Na construção do Templo, determinado por Deus, foram usadas pedras lavradas!
Ter, poder e prazer: o homem globalizado se permite desfrutar imediatamente de tudo o que pensa. Não há espaço para conquistas, esperas e lutas. Muito menos para os fracos: – o imediatismo não permite sonhar. Procuram alcançar seus objetivos mesmo que para isso tenha que derrubar seu próximo.
Os pobres tornam-se miseráveis e os ricos; cada dia mais ricos: Tudo isto significa desobediência ao nosso Criador.
- Amar a Deus sobre todas as coisas e o próximo como a ti mesmo, mandamento de Deus, não passa de um simples jargão!
II Tim.3:1,5 – “Sabe, porém isto: Nos últimos dias sobrevirão tempos difíceis; pois os homens serão amantes de si mesmos, gananciosos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos, sem afeição natural, irreconciliáveis, caluniadores, sem domínio de si, cruéis, sem amor para com os bons, traidores, atrevidos, orgulhosos, mais amigos dos prazeres do que de Deus, tendo aparência de piedade, mas negando-lhe o poder.”
Hoje já temos uma linguagem universal e imediata através dos computadores e a tradução instantânea!
Na Europa já circula o Euro, moeda corrente entre todos os seus países. Muito provavelmente, logo também teremos algo semelhante neste lado do mundo! Não teremos mais nossa identidade pessoal, faremos parte da dita aldeia global, seremos apenas um número.
Precisamos estar em estado de alerta para que não sejamos também seduzidos por toda esta modernidade, que nos leva à separação do nosso Deus.
I Tim.1:17 – “Ora, ao Rei eterno, imortal, invisível, mas real, ao Único Deus, seja a honra a glória para todo sempre. Amém.”



GLOBALIZAÇÃO – A UNIFORMIDADE QUE NÃO TRAZ UNIDADE.


No presente momento a palavra de ordem é globalização. Mas o que isto significa?
No meu ponto de vista é o principio do fim.
Os sinais estão aí para quem quer ver:
- abalos, tremores, guerras, pestes.O amor esfria...
A televisão, a cada dia nos mostra mais filmes de terror, crimes e violência, inclusive nos programas infantis, para que estas coisas perversas tornem-se populares e cotidianas, cauterizando as mentes e tornando-as receptivas ao mal.
Através da Nova Era milhares de pessoas estão sendo gerenciadas para que suas mentes vazias recebam o comando da nova ordem (nova religião) mundial. O ecumenismo nada mais é do que uma mistura de religião onde tudo é permitido! Esta falsa religião disfarçada de espiritualidade está sendo introduzida nas igrejas, inclusive nas cristãs.
A nova Torre de Babel está sendo alicerçada! O esforço do homem tentando alcançar Deus com suas próprias mãos, ou mesmo sua vontade de ser um deus independente.
No capitulo 11 de Gênesis, vemos quais foram os motivos desta rebelião contra Deus:
1] – a uniformidade – todos falavam a mesma língua.
2] – a democracia – o propósito de uma liberdade sem Deus.
3] – o orgulho – conseguir alcançar o céu com seus esforços.
4] – a tentativa da auto-salvação – todos seriam deuses.
Gn.11:4 – Então disseram: Vinde, edifiquemos para nós uma cidade e uma torre cujo cume toque no céu, e façamo-nos um nome, para que não sejamos espalhados sobre a face da terra.
Esta torre representava o orgulho e a vaidade dos homens, além de seu desejo de ter uma vida completamente separada de Deus, pois ainda queriam um nome para sua própria exaltação.
Gn.11:3 – “Então disseram: Vinde, façamos tijolos, e queimemo-los bem. Os tijolos lhe serviram de pedra e o betume de cal.”
Gn.11.1 – “Ora, a terra toda tinha uma só língua, uma só maneira de falar.”
Nestes dois versículos vemos claramente a uniformidade de uma só língua e dos tijolos feitos todos do mesmo padrão. Na construção do Templo, determinado por Deus, foram usadas pedras lavradas!
Ter, poder e prazer: o homem globalizado se permite desfrutar imediatamente de tudo o que pensa. Não há espaço para conquistas, esperas e lutas. Muito menos para os fracos: – o imediatismo não permite sonhar. Procuram alcançar seus objetivos mesmo que para isso tenha que derrubar seu próximo.
Os pobres tornam-se miseráveis e os ricos; cada dia mais ricos: Tudo isto significa desobediência ao nosso Criador.
- Amar a Deus sobre todas as coisas e o próximo como a ti mesmo, mandamento de Deus, não passa de um simples jargão!
II Tim.3:1,5 – “Sabe, porém isto: Nos últimos dias sobrevirão tempos difíceis; pois os homens serão amantes de si mesmos, gananciosos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos, sem afeição natural, irreconciliáveis, caluniadores, sem domínio de si, cruéis, sem amor para com os bons, traidores, atrevidos, orgulhosos, mais amigos dos prazeres do que de Deus, tendo aparência de piedade, mas negando-lhe o poder.”
Hoje já temos uma linguagem universal e imediata através dos computadores e a tradução instantânea!
Na Europa já circula o Euro, moeda corrente entre todos os seus países. Muito provavelmente, logo também teremos algo semelhante neste lado do mundo! Não teremos mais nossa identidade pessoal, faremos parte da dita aldeia global, seremos apenas um número.
Precisamos estar em estado de alerta para que não sejamos também seduzidos por toda esta modernidade, que nos leva à separação do nosso Deus.
I Tim.1:17 – “Ora, ao Rei eterno, imortal, invisível, mas real, ao Único Deus, seja a honra a glória para todo sempre. Amém.”

terça-feira, 20 de março de 2018

RENOVAÇÃO DA MENTE, ALMA E ESPÍRITO


 Mt.9:16,17 – “Ninguém deita remendo de pano novo em vestido velho, porque semelhante remendo rompe o vestido e faz-se maior rotura; nem se deita vinho novo em odres velhos; aliás rompe-se os odres, e entorna-se o vinho, e os odres se estragam; mas deita-se vinho novo em odres novos, e assim ambos se conservam.”
Quando aceitamos Jesus como nosso Salvador, reiniciamos uma nova vida.
II Co.5:17 – “Assim que se alguém esta em Cristo, nova criatura é, as coisas velhas se passaram; eis que tudo se fez novo.”
Nicodemos, quando foi se encontrar com Jesus na calada da noite, queria entender o processo da conversão. Jesus lhe anunciou que era necessário nascer de novo.
 (Jo:3:3) – “Na verdade, na verdade vos digo que aquele que não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus.”
 Embora aturdido com a expectativa de ter que voltar ao ventre materno, Nicodemos entendeu o restante da explicação de Jesus:
Jo. 3:5 –“Na verdade, na verdade vos digo, que aquele que não nascer da água e do espírito, não pode entrar no reino de Deus.
Para entender melhor o processo de renovação da mente, da alma e do espírito, que é a conversão, precisamos entender o paralelo espiritual dos odres velhos:
Os odres eram feitos em couro para armazenar vinhos e outros líquidos. À medida que envelheciam, tornavam-se duros e qualquer liquido novo, principalmente ainda não fermentado, faziam com que os odres estourassem, vazando seu conteúdo. Para reaproveitar os odres velhos era necessário esvaziá-los e deixá-los de molho em água por 15 dias, tornando-os novamente maleáveis. Após este período, passavam uma camada de azeite para completar a renovação  deixando-os novamente flexíveis.
Nosso processo de conversão se dá da mesma forma, somos purificados de nossos pecados, lavados e perdoados, ficamos inundados pela água da Palavra de Deus e ungidos pelo Espírito Santo!
Esta explicação dada por Jesus é tremenda!
O Espírito Santo é o remendo para nossa nova vida. Não basta nascer de novo, precisamos da constância da presença de Deus, através do óleo do Espírito Santo.

segunda-feira, 12 de março de 2018

ABALANDO OS CÉUS



 At.4:31 – “E, tendo orado moveu-se o lugar onde estavam reunidos, e todos ficaram cheios do Espírito Santo, e anunciavam com ousadia a palavra de Deus.”
Quando a igreja primitiva se reunia para orar, o chão tremia e os céus eram abalados, tamanha era a unção derramada naquele lugar. Porque será que nos dias atuais vemos muito pouco tais manifestações?
Segundo a carta à igreja de Éfeso, em Apocalipse (Ap.2:4), é devido ao abandono do primeiro amor. O Senhor quer as nossas primícias: “Buscai primeiro o reino de Deus e a sua justiça e a demais coisas vos serão acrescentadas (Mt.6:33).”
Nos envolvemos com tantas coisas que esquecemos de Deus; e o Senhor está em busca dos verdadeiros adoradores, que o adorem em espírito e em verdade (Jo.4:23).
Mt.18:1 – “Naquela mesma hora chegaram os discípulos ao pé de Jesus dizendo:Qual é o maior no reino de Deus?”
A competição começava a tomar conta do coração dos discípulos, mas Jesus lhes deu uma grande lição de humildade e pureza de espírito:
Mat.18:3 – “E disse: Em verdade vos digo que se não vos converterdes e não fizerdes como meninos, de modo nenhum entrareis no reino dos céus.”
A competição, a inveja, o medo, a arrogância impedem nosso crescimento espiritual e tiram a principal qualidade que nos direciona para o céu: a simplicidade de coração.
Mt.10:16 – “Sede prudentes como as serpentes e símplices como as pombas.”
Prudência,  simplicidade, perseverança, oração e união eram qualidades inerentes da primeira igreja:
At.2:42,43 – “E perseveravam na doutrina dos apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão e nas orações. E em toda alma havia temor e muitas maravilhas e sinais se faziam pelos apóstolos.”
I Pe.2:1,2 – “Deixando todas as malícias, desejai o leite racional, não falsificado.”
Quando recebemos a palavra de Deus com o coração puro, estamos nos preparando para recebermos o alimento sólido, que é dado para os experimentados.
Hb.5:14 – “Mas o mantimento sólido é para os perfeitos, os quais, em razão dos costumes, tem os sentidos exercitados, para discernir tanto o bem como o mal.”
Portanto, precisamos abandonar o que é mau: malícia, engano, fingimento, inveja, críticas maldosas, murmurações, não fazem parte do plano de Deus!
Cuidado com a murmuração, porque é um vírus facilmente transmissível. Não devemos dar ouvidos ou concordar com os murmuradores: as más conversações corrompem os bons costumes (I Co.15:33).
Se quisermos ver os céus serem abalados através de nossa oração, precisamos de um coração puro e submisso à vontade de Deus.

quinta-feira, 8 de março de 2018

COMPANHEIRA IDEAL



 Gn.2:18 – “E disse o Senhor Deus: Não  é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma auxiliar idônea que esteja diante dele”.
Ao criar a mulher, Deus estava dando a Adão uma companheira para que ele não se sentisse só. Deus não nos fez para sermos dependentes, mas sim complemento idôneo e responsável para ajudá-Lo em todos os sentidos. Diante de Deus deve existir amor, não escravidão.
Muitos dizem que o homem foi o rascunho e a mulher o trabalho passado a limpo. Mas a mulher, por ser mais sensível à tentação, pecou, e pecou feio, trazendo consequências até o dia de hoje. Esta transgressão foi muito séria; refletem-se até a atualidade.
Gn.3:16 – “E à mulher disse: Multiplicarei grandemente a tua dor, e a tua conceição; com dor terás filhos, e o teu desejo será para o teu marido, e ele te dominará”.
A responsabilidade de seu ato foi atribuída a Adão, por ter sido omisso para que o inimigo (a serpente, neste caso) levasse adiante seu plano de destruir o homem. Mas contra fatos não há argumentos.
Mas vamos exaltar a mulher diante do ocorrido:
A capacidade da mulher de se doar em sacrifício é bem explícita, demonstrando que o amor suplanta a dor; por isso é capaz de ter mais que um filho.
No nascimento de Moisés, Faraó mandava perseguir e matar toda criança do sexo masculino. Joquebede, mãe de Moisés, preparou um cesto de betume para jogá-lo no rio a fim de que pudesse ser salvo. Miriã acompanhou o percurso do rio, e, quando a filha do Faraó o avistou, logo se encantou com o bebê. Sua irmã (Miriã) se ofereceu para arrumar uma ama de leite para alimentá-lo (Ex.1), que era a mãe verdadeira (Joquebede).
Quem profetizou sobre a vinda de Jesus foi Ana, uma viúva de 84 anos que permanecia no Templo, orando a Deus para que se cumprisse a promessa antes que morresse (Lc.2:37).
Maria, mãe de Jesus, foi a mulher mais submissa no cumprimento das ordens do Senhor, doando seu corpo para ser o receptáculo de Jesus, mesmo sabendo de todos os riscos que corria.
Na descida do Espírito Santo, em Pentecostes, havia muitas mulheres presentes, demonstrando o quanto Jesus já havia transformado o seu viver.
A mulher representa o equilíbrio na vida cristã e em seu relacionamento com o homem.
O homem sempre será “o cabeça”, segundo os princípios bíblicos,  mas a mulher é o pescoço que o apoia, sempre procurando levar ao lugar determinado por Deus.