sábado, 18 de maio de 2019

ACEITE AS MUDANÇAS



 Mc.5:14,15 – “E os que apascentavam os porcos fugiram, e o anunciaram na cidade e nos campos; e saíram muitos a ver o que havia acontecido: e foram ter com Jesus, e viram o endemoninhado, o que tivera a legião; assentado, vestido e em perfeito estado, e temeram.”
Ao expulsar os demônios do gadareno, Jesus os transferiu para a manada de porcos, que se precipitaram no abismo. A evidência da libertação deste homem foi tremenda, e transformou-o num homem são, bem vestido e em perfeito juízo. Mas, os porqueiros, ao anunciar o ocorrido, não se ativeram ao milagre, enxergaram apenas o seu prejuízo, exigindo que Jesus se retirasse da cidade.
Precisamos enxergar da forma correta!
A visão distorcida pode nos distanciar de Deus e atrapalhar ou interromper o que Ele quer fazer em sua vida. O medo de não aceitar as mudanças e transformações impedem que muitos milagres aconteçam.
Quando retemos as migalhas, é porque estamos paralisados diante do medo de alçar vôos maiores. Quando juntamos apenas as moedas em cofrinhos (geralmente com forma de um porco), esquecemos que Jesus veio para nos dar vida abundante. Quem se contenta com migalhas, age como mendigo, que teme perder o pouco que tem.
O cego Bartimeu teve a visão restaurada e deixou de mendigar à beira do caminho, pois escolheu o melhor caminho: seguir Jesus e crer que receberia uma nova visão.
Não podemos nos contentar apenas com as sobras, precisamos almejar o melhor que Deus tem para nos oferecer.
A mulher que se contentava com as migalhas (Mc.7:28) era porque se achava excluída do rebanho de Deus, mas Jesus honrou sua fé.
Mudanças nos dão novos estímulos para prosseguir, rumo ao destino previamente preparado por Deus.
Fil3:14 –“ Irmãos, quanto a mim, não julgo que o haja alcançado; mas uma coisa eu faço, é que, esquecendo-me das coisas que para trás ficam, e avançando para as coisas que estão diante de mim, prossigo o alvo, pelo prêmio da soberana vocação em Cristo Jesus.




 

segunda-feira, 13 de maio de 2019

MULTIFOME SABEDORIA DE DEUS




Ef.3:10 – “Para que agora, pela igreja, a multiforme sabedoria de Deus seja conhecida pelos principados e potestades  nos céus”.
Somos propriedade particular do Senhor, dotados das mais diversas qualidades, sem que com isso tenhamos os focos desviados do autor e consumador de nossa fé: Jesus Cristo.
Embora diferenciados, pertencemos a esta grande família, destinados a cumprir o mandato de Deus, que é a proclamação do Santo Evangelho. Sabemos que pertencemos a um mesmo corpo, e que cada membro tem sua própria função.
Rom.12:4 – “Porque assim como o corpo, temos diversos membros e nem todos os membros têm a mesma operação, assim nós, que somos muitos, somos um só corpo, mas individualmente, somos membros uns dos outros”.
Não podemos viver em conflito com os que não pensam e nem agem como nosso ego deseja, nem esperar que os outros tenham a mesma forma de agir; precisamos adquirir equilíbrio e racionalidade. Como Nelson Rodrigues diria: “A unanimidade não significa unidade”.
Precisamos compreender que a rejeição do povo de Deus nos deu a oportunidade de sermos inseridos em seu projeto de salvação, para todos os que creem.
Rom.11:15 – “Porque a sua rejeição é a reconciliação com o mundo, qual será a sua admissão, senão a vida entre os mortos?”.
Atualmente ouvimos muito sobre a diversidade de gêneros; tentam nos impingir a vontade humana de aceitar grandes aberrações como se foram um projeto natural de transformação. Esta não é a metanoia que nos aproxima de Deus, mas uma tentativa de Satanás de aceitarmos passivamente o que ele deseja: o destino do inferno. Não podemos nos confundir com aquilo que o mundo nos tem levado a crer: que tudo é permitido. Não podemos confundir com humildade a aceitação dos preceitos mundanos, para que não seja motivo de nossa queda, afastando-nos dos princípios determinados pela Palavra de Deus. A sua misericórdia só está disponível a quem de fato tem como alvo a aproximação do corpo de Cristo para a salvação.
Rom.11:32 – “Porque Deus encerrou todos debaixo da desobediência, para com todos usar da misericórdia”.
Aqui fica o grande questionamento entre a realidade vivenciada através de nosso espírito e a realidade virtual que nos tem sido apresentada através da carnalidade. De Deus não se zomba, e se temos a esperança de sermos considerados seus filhos, precisamos aprender a viver dentro dos seus padrões e discernir entre o santo e o profano.
Rom.11;33,34 – “Ó profundidade das riquezas, tanto da sabedoria, como da ciência de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos e inescrutáveis os seus caminhos. Porque quem compreendeu o intento do Senhor? Ou quem foi seu conselheiro?”.
A resposta a tais questionamentos está em nosso interior; a escolha é nossa, por termos o livre-arbítrio. Não podemos ter um pé no céu e outro no inferno; temos o direito de escolher entre um ou outro.
Ef.3:16 – “Para que segundo as riquezas da sua glória, vos conceda que sejais corroborados com poder pelo seu Espírito no homem interior”.
Este será nosso grande testemunho perante os principados e potestades.




sexta-feira, 10 de maio de 2019

QUERO MINHA MÃE




Quantas vezes em nosso interior, mesmo depois de adultos, temos este clamor:
Quero minha mãe!
Reconhecemos a impossibilidade, devido às circunstâncias da perda, ou da distância, mas mesmo assim, invocamos o seu nome.
Li em algum lugar, que paz é ter colo de mãe.
Mãe tem uma capacidade infinita de amar, proteger e se doar, não se importando com o resultado de sua entrega. Através do seu amor, aprendemos a amar, ela sempre será uma força espiritual que regerá nossas vidas.
Sua capacidade de gerar filhos fez toda a diferença entre um homem e uma mulher.
O amor de uma mãe é maior do que a dor, por isso, na maioria das vezes, tem mais que um filho.
Quando Faraó, rei do Egito, determinou que as crianças fossem mortas, por que as parteiras não matavam? Porque eram mães.
A mãe de Moisés, Joquebede, colocou seu filho em um cesto no rio, para que fosse encontrado e assim, preservar-lhe a vida.
Ana, a mãe de Samuel, muito se angustiou enquanto Deus não lhe deu um filho, que o entregou de volta para servi-Lo.
Maria, mãe de Jesus, mesmo correndo o risco de ser difamada e apedrejada, aceitou com alegria esta dádiva vinda de Deus.
Isto é ser mãe!
Não importa a raça, a cor ou o nível social. Este projeto saiu diretamente do coração de Deus, para que a mãe expressasse uma parte do seu amor.

sábado, 4 de maio de 2019

DEUS PODE MUDAR DE IDÉIA Á SEU ESPEITO


  Gen.6:5,6 – “E viu o Senhor que a maldade do homem se multiplicara sobre a terra, e que toda a imaginação dos pensamentos de seu coração era só má, continuamente. Então arrependeu-se o Senhor de haver feito o homem sobre a terra, e pesou-lhe o coração.”
No meio desta geração perversa e perdida Noé se destacava mantendo-se fiel, mesmo diante de toda a corrupção e violência.
O sentimento de Deus nos revela sua frustração diante de sua criação, mas, ao
olhar para Noé, não pode realizar seu intento de destruição total.
Gn.6:8 – “Noé porém achou graça aos olhos do Senhor, pois era justo e reto.”
O dilúvio representou uma lavagem completa desta geração completamente perdida, e a separação de Noé, sua casa e os pares dos animais era uma nova oportunidade para o recomeço e uma nova aliança.
Gen.9:9 – “Eis que estabeleço o meu concerto convosco e a vossa semente depois de vós.”
Deus também pode mudar de idéia à seu respeito! Por mais pecador que seja, Ele pode se compadecer e restabelecer sua comunhão com Ele.
Quando Moisés estava recebendo as leis que conduziriam o povo à Terra Prometida, novamente o povo se corrompeu durante o período de espera e obrigaram à Aarão, seu irmão, a confeccionar um bezerro de ouro para adoração à deuses estranhos.(Ex.32:11,13)
Somente através da intercessão de Moisés, que também era agradável aos olhos de Deus, por ser o homem mais manso da terra, que esta geração não foi exterminada; e ainda obteve a promessa que a presença de Deus os acompanharia durante toda a travessia do deserto.
Ex.32:14 – “Então o Senhor se arrependeu do mal que dissera que haveria de fazer ao povo.”
Nínive também recebeu uma sentença de destruição total,  mas movidos pela pregação de Jonas o povo se arrependeu e esta sentença foi protelada.
Jn.1:2 – “Levanta-te e vai a grande cidade de Nínive e clama contra ela porque sua malícia subiu até mim.”
A ordem também era para destruição, mas o resultado do arrependimento foi o perdão.
Jn.4:11 – “E não hei de ter compaixão da grande cidade de Nínive?
Este foi o argumento usado por Deus a Jonas,  para explicar o porquê de não haver  destruído a cidade  com seus moradores.
As decisões de Deus podem ser alteradas através de nossas atitudes, muitas vezes somos submetidos a testes para que nossa fidelidade seja aprovada.