segunda-feira, 19 de outubro de 2020

AUTO=EXAME

Hb.12:5 – “Filho meu, não desprezes a correção do Senhor, e não desmaies quando por Ele fores repreendido.”

Qual foi o dia em que você mesmo se corrigiu

Na verdade não gostamos de ser corrigidos, porque nos falta humildade e aceitação. Somos rebeldes por natureza e a teimosia nos faz andar por caminhos tortuosos. Não queremos nos olhar no espelho.

O certo é você mesmo se corrigir fazendo um auto-exame.

Examine-se o homem a si mesmo. (I Co.11:28).

O pecado nos assedia diariamente e precisamos do entendimento de Deus para nos afastar do mal.

Mt.13;15 – “Porque o coração deste povo e está endurecido e ouviu de mau grado com seus ouvidos e fechou os olhos e ouça com os ouvidos e compreenda em seu coração e eu os converta e os cure.”

O arrependimento sincero, isto é, sem cera (mascarado), nos reconduzem à comunhão com o Altíssimo. É através de sua Palavra que conseguimos o acesso ao Pai, e o perdão dos nossos pecados.

Jesus não quer que nenhum se perca e deixou registrado antes de partir junto ao Pai, em sua oração pelos discípulos e a todos os que forem convertido.

Ecl.10.4 –“Levantando-se contra ti o espírito de governador, não deixes o teu lugar, porque o acordo é um remédio e aquieta grandes pecados.”

O orgulho e a soberba nos afastam do Senhor.

Você quer mudar ?

Suas reclamações não levam a cura e a transformação. Não culpe os outros pelos seus fracassos ou sua infelicidade. A pergunta é pessoal, e é você que tem que se submeter a vontade do Senhor. Levante-se e obedeça à vontade de Deus. Não envenene a sua alma com pensamentos negativos, enfrente seus inimigos interiores.

I Co.11:31,32- “Porque se nos julgarmos a nós mesmos não seremos julgados, mas, quando somos julgados e somos repreendidos pelo Senhor, é para não sermos condenados com o mundo.”

Quem se arrepende muda a sua atitude, e o arrependimento nos dá a absolvição, quando o pecado for confessado.

 

terça-feira, 13 de outubro de 2020

AS ESTRATÉGIAS DE EZEQUIAS

  II Cr.29:1 – “Tinha Ezequias vinte e cinco anos quando começou a reinar e reinou vinte e nove anos em Jerusalém; e era a sua mãe Abia, filha de Zacarias.”

Apesar de Ezequias ter tido um pai ímpio, Acaz, não seguiu o seu exemplo, e fez o que era reto diante do Senhor. Trouxe de volta os sacerdotes e levitas, que purificaram o templo, renovando o concerto com Deus e restabelecendo o culto de adoração,  e através da celebração da páscoa, reuniu todo o povo, convidando-os ao arrependimento.

II Cr.32:1 –“Depois destas cousas e desta fidelidade, veio Senaqueribe, rei da Assíria e entrou em Judá e acampou-se contra as cidades fortes e tentou separá-las para si.”

Ezequias fazia o que era reto perante Deus, mas mesmo assim foi afrontado pelo rei da Assiria!

 Vemos que a fidelidade não o deixou imune diante do inimigo, mas Deus sempre nos dá uma direção quando somos afrontrados; e Ezequias usou destas estratégias com grande sabedoria:

1 – II Cr.32:3 – “Teve conselho com seus príncipes e os seus varões, para que tapassem as fontes de águas, que havia fora da cidade.”

Sem água o exército atacante não sobreviveria ou se enfraqueceria, perdendo o interesse da conquista.

2 – II Cr.32:5 – “E ele se fortificou, e edificou o muro quebrado até as torres, e levantou outro muro para fora, e fortificou a Milo, na cidade de Davi, e fez armas e escudos em abundância.”

A cidade estava vulnerável, com seus muros quebrados, e havia espaço para o inimigo adentrar e, para enfrentarmos qualquer tipo de batalha, precisamos estar preparados, fortificados e bem armados e as brechas reparadas. Temos que usar  de todos os recursos para enfraquecer as forças contrárias, evitando o ataque.

3 – II Cr.32:7 – “Esforçai-vos e tende bom ânimo. Não temais nem vos espanteis por causa do rei da Assíria, nem por toda a multidão que esta com ele, porque há um maior conosco do que com ele.”

Uma palavra positiva e de ânimo sempre nos fortalece, mas quando sabemos quem está à frente de nossas guerras, nos tornamos imbatíveis.

II Cr.32:8 – “Com ele está o braço de carne, mas conosco está o Senhor nosso Deus, para nos ajudar e para guerrear nossas guerras.”

É o Senhor dos Exércitos que vai diante de nós em qualquer batalha e antecipadamente podemos glorificá-Lo por isto!

Sempre há um propósito quando temos qualquer tipo de enfrentamento, seja para nosso aprendizado ou para nosso crescimento, mas podemos prever que teremos bons resultados, quando sabemos em quem confiamos.

O amor de Deus não pode ser medido por aquilo que passamos, porque nunca receberemos uma carga maior do que a que pudermos suportar. Haverá sempre um livramento, uma estratégia dada por Deus para o escape, se nos mantivermos fiéis.

 

 

 

sexta-feira, 9 de outubro de 2020

CONFRONTANDO OS INIMIGOS

  Deut.20:1 – “Quando saíres a peleja contra teus inimigos, e vires cavalos e carros, e povo em maior número do que tu, deles não terás temor; pois o Senhor teu Deus, que te tirou da terra do Egito, está contigo.”

Esta era uma das leis de guerra. O sacerdote se colocava ä frente do povo, instando-os a se fortificar na fé, dizendo:

Deut.20:4 – “Não tremais, nem temais, nem vos aterrorizeis.”

Mesmo assim, Deus respeitava os tímidos, e os que não tomavam parte nas batalhas eram:

- Os que haviam construído uma nova casa e não tinham desfrutado desta benção.

- Os que haviam plantado uma vinha e não tinham provado seus frutos.

- Os recém-casados que ainda não haviam co-habitados.

Para o enfrentamento com os inimigos precisamos de coragem crendo que o Senhor está conosco.

Deut.20:4b – “Pois o Senhor vosso Deus é que vai convosco a pelejar contra vossos inimigos, para salvar-vos.”

Gideão, quando foi convocado por Deus para livrar Israel dos midianitas, no primeiro momento, além de se achar incapaz, fez provas com Deus para se certificar que era mesmo o Senhor que o estava convocando para a batalha.

Por achar que precisava de um grande exército convocou um povo composto de 32.000 homens. O Senhor, ao ver esta multidão lhe falou:

Jz.7:3–“Apregoa aos ouvidos deste povo dizendo: Quem for covarde e medroso volte.”

Deste exército sobraram 10.000 homens, 22.000 homens retrocederam.

Jz.7:4 – “E disse o Senhor a Gideão: Ainda há muito povo; faze-os descer äs águas, e ali os provarei.”

Este foi o momento para o Senhor provar que Ele; o Senhor dos Exércitos, vai adiante de nós em todas as batalhas!  Somente 300 homens estavam aptos para a guerra e o Senhor, mais uma vez, demonstrou sua soberania para vencer nossas pelejas.

Por medo de enfrentar os gigantes, para alcançar a terra prometida, milhares foram prostrados no deserto durante 40 anos. Os únicos corajosos foram Josué e Calebe, que alcançaram a terra prometida com a nova geração.

Saul internamente era um rei medroso, e por isso perdeu seu reinado!

Davi demonstrou sua coragem ao enfrentar Golias, foi um rei valente e corajoso, que temia apenas ao Senhor.

Coragem não é não ter medo, é seguir em frente, mesmo com medo, na certeza que o Senhor está na linha de frente conosco.

Jer.20:11 – “Mas o Senhor está comigo como poderoso guerreiro, por isso tropeçarão meus perseguidores, e não prevalecerão, serão sobremodo envergonhados.”

Não devemos temer o mal que não nos sobreveio, Deus só age na nossa medida de fé. A nossa certeza só será restabelecida quando crermos no Deus do impossível.

Is.41:10–Não temas, porque eu sou contigo:não te assombres, eu sou teu Deus.

 

 

 

 

 

terça-feira, 6 de outubro de 2020

PORQUE SONHAMOS

 

POR QUE SONHAMOS

 

 

Jô:33:14,16 – “Antes Deus fala uma e duas vezes; porém ninguém atenta para isso. Em sonho e visão, de noite quando cai o sono profundo sobre os homens e adormecem na cama. Então abre seus ouvidos e lhes sela a instrução.”

Quantas vezes durante nosso sono somos alertados de perigos iminentes? Creio que isto já aconteceu com a maioria das pessoas.

Por que isto acontece?

Acontece porque com as nossas almas em descanso e nossos sentidos entorpecidos, Deus pode se manifestar!

Nossas emoções, quando estamos em alerta, impedem a ação de Deus, e Ele, em sua grande misericórdia, nos mostra soluções através de nossos sonhos. Quando Deus se apresenta durante nosso período de repouso, é para refletir a sua luz, não para trazer confusão.

Quando somos guiados pelos nossos sentimentos, não ouvimos a voz de Deus, e sua instrução não pode ser selada.

Peça sempre a direção de Deus, mesmo que seja através de sonhos, assim estaremos desarmados e não interferiremos na vontade perfeita do Senhor. Nossas armas não são carnais, mas poderosas em Deus para destruir todas as fortalezas e altivez que se levante contra o conhecimento de Deus (II Co.10:4).

José, desposado de Maria intentou abandoná-la quando soube de sua gravidez, mas foi alertado em sonho para não deixá-la.

Mt.1:18,20 – “Ora o nascimento de Jesus Cristo foi assim: Estando Maria, sua mãe, desposada com José, antes de se juntarem, achou-se ter concebido do Espírito Santo. Então José, seu marido, como era justo, e a não queria infamar, intentou deixá-la secretamente. E, projetando ele isto, eis que em sonho lhe apareceu um anjo do Senhor, dizendo: José, filho de Davi, não temas receber Maria tua mulher, porque o que nela está gerado é do Espírito Santo.”

No Antigo Testamento, a maioria dos sonhos tem natureza profética, e homens de Deus eram usados para que transmitisse ao povo ordens específicas vindas de Deus em acontecimentos futuros.

José, filho de Jacó é conhecido biblicamente como José, o sonhador, pois foi assim chamado pelos seus irmãos, mas foi através destes sonhos que pode realizar os desejos do Senhor e preservar sua família em período de fome, para que se cumprissem as promessas de Deus: de ter uma nação tão numerosa como a areia do mar.

Gn.37:19 – “E disseram uns aos outros: Eis lá vem o sonhador-mor.”

Em Joel está escrito sobre a promessa da efusão do Espírito sobre todas as criaturas:

Jl.2:28 – E há de ser que depois derramarei o meu Espírito sobre toda a carne, e vossos filhos e vossas filhas profetizarão, os vossos velhos terão sonhos e vossos mancebos terão visões.”

Portanto, continuamos com a promessa de que Deus continuará falando aos seus filhos, até a consumação dos séculos, através de sonhos, profecias e visões.