domingo, 1 de novembro de 2020

O PESO DO PECADO

Sl.32:3,5 – “Enquanto me calei eu mantinha escondido os meus pecados, o meu corpo definhava de tanto gemer.”

Procuramos maneiras de não expor nossos pecados e esquecemos que  medida que os confessamos, através de nosso sincero arrependimento, podemos ser beneficiados com o perdão recebido de Deu

Uma boa medida para livrar-nos do peso do pecado é a confissão. O alívio de nossa carga dividida diminui a tensão, pois a carga repartida nos restaura a comunhão com Deus.

Examine-se o homem a si mesmo, a verdade dos erros cometidos não pode ficar oculta, e a medida que o Espírito Santo testifica nossa transgressão, recebemos o antídoto da nossa confissão: o perdão.

O pecado nos assedia diariamente através de nossos pensamentos, palavras e ações. Nunca reaja negativamente quando enxergar a sua miséria, precisamos enfrentá-la e expô-la ao Misericordioso.

I Jo.1:9 – “Se confessarmos nossos pecados Deus é fiel e justo para nos perdoar.”

Adotar o hábito de mostrar ao Senhor o que produz peso em nosso coração, isto proporciona o retorno à casa do Pai.

Sl.139: 23,24 – “Sonda-me ó Deus e conhece as minhas transgressões, vê se em minha conduta algo te ofende e dirige-me ao caminho eterno.”

Olhar para o espelho é uma tarefa difícil, mas não impossível.

Sl.19:14 – Que as palavras da minha boca e a meditação do meu coração sejam agradáveis a ti, Senhor, minha Rocha e meu Resgatador.

Somente com as mãos limpas e o coração puro poderemos adentrar na sala do trono.

Sl15:12 – “ Senhor quem habitará no tu santuário? Quem morará no teu Santo Monte? Aquele que é integro em sua conduta e pratica o que é justo, que de coração fala a verdade.”

quinta-feira, 29 de outubro de 2020

RESGATADOS POR DEUS

 Mc.10:42 – “Sabeis que os que julgam os príncipes das gentes, delas se assenhoreiam, e os seus grandes usam de autoridade sobre elas.”

Antes dos discípulos partirem para cumprir sua missão evangelística, Jesus os revestiu de autoridade:

Lc.10:19 – “Eis que vos dou o poder para pisar serpentes escorpiões, e toda a força do inimigo, e nada vos fará dano.”

Para enfrentarmos as ações contrárias, precisamos estar preparados e sabermos quem está no comando.

Qual é a sua autoridade? Qual é a sua base?

Nossa autoridade só poderá ser exercida se vier diretamente daquele que nos está dirigindo: Deus.

Não adianta se comprometer com o Senhor se não estiver disposto a obedecer seus mandamentos.

Desde criança somos rebeldes e, quando os pais relaxam, não conseguem exercer sua autoridade, que é afrouxada pela desobediência e quando não é dada a correção, seu poder é inválido e não adianta suas advertências.

Pv.22:6 – “Instrui ao menino o caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele.”

Filho precisa aprender a obedecer e entender a quem deve respeitar: primeiramente a Deus, aos seus pais, e governadores. Precisam levar a sério as ordens recebidas, mesmo não estando de acordo com as exigências e contra a sua vontade.

Atualmente estamos assistindo a um desencontro de vontades e verdades, entre mandos e desmandos, que nos transformam em seres descaracterizados, sem conseguirmos discernir entre o bem e o mal.

O que é falso? O que é verdadeiro?

Isto se transforma em um verdadeiro turbilhão para nos dirigir a um beco sem saída. Ninguém se compromete, mas o distúrbio comportamental do homem está sendo sentido por todos, vemos a anomia instalada em todas as bases de direito.

Meu prognóstico não é dos melhores, e, se não buscarmos a direção de Deus com nosso clamor, estaremos participando desta insanidade mundial, que afeta todos os nossos princípios de moral, de ética e de amor a Deus e ao próximo. Este é um sinal do princípio do fim, porque estamos sendo levados por este falso movimento de exigências e intolerância.

Mesmo em época de grandes guerras e das grandes epidemias não se viram tantos disparates.

Estamos sendo manipulados de tal forma que perdemos nossa disposição de vivermos em paz.

Porque tantas imposições: toque de recolher, será que o vírus tem hora certa para atacar e nos contaminar? Vacina em teste, sendo obrigatória, dois metros de distância para aproximação. A que ponto iremos chegar?

Há restrições em todas as partes e todas as medidas protetivas e tanto tempo de cárcere privado, estão resultando em nada e com o perigo de reinfecção. O que é isto?

Será que só eu e mais alguns poucos pensamos  desta maneira, ou as pessoas estão tão aterrorizadas que se prostam diante de tantas ameaças?

O mundo precisa ser resgatado e tirado das mãos de seus ditadores revestidos de democratas.

Deus precisa ser levado a sério.

 

quarta-feira, 28 de outubro de 2020

CON SELHOS E CONSELHEIROS

 Pv.11:14 – “Não havendo sábia direção o povo cai, mas na multidão de conselheiros há segurança.”

Questiono seriamente se conselho é bom. No dito popular se prega que “se conselho fosse bom não se dava, vendia-se.”

Existem dois tipos de conselhos, e obviamente, dois tipos de conselheiros: os bons e os maus.

Se passearmos pela bíblia, veremos que havia uma montanha conhecida como a Montanha do Mau Conselho, formada num dos picos do Monte das Oliveiras, onde Caifás, o sumo-sacerdorte, se reuniu para determinar a morte de Jesus.

Quando ouvimos e seguimos os maus conselhos, certamente estamos nos distanciando de Deus, e existem muitos conselheiros cuja finalidade é a destruição e o afastamento dos propósitos que o Senhor tem para nossas vidas.

Exemplificamos pela vida de Jó, em sua luta ferrenha entre a luz e as trevas e suas queixas contra seus conselheiros que o afligiam dia e noite.

Jó 12:5 – “Tocha desprezível é na opinião do que está descansado, aquele que está pronto a tropeçar com os pés.”

Em sua angústia, Jó percebe que aqueles a quem considerava seus amigos o estava conduzindo a uma depressão ainda maior do que a que já estava passando com a perda de sua família, seus bens e de sua saúde, levando-o a uma culpa exacerbada, quando ele mesmo reconhecia que estava sendo provado por Deus, e ele aponta como seria um bom conselheiro:

O bom conselheiro usaria de sabedoria, dando força e entendimento, livraria dos aprisionamentos, transtornaria os poderosos (Jó:12:12,23).

Neste caso, seriam os anciãos que julgariam a causa retamente, não impondo nenhum castigo ao inocente.

Sl.41:9 – “Até meu próprio amigo íntimo, em quem eu tanto confiava, que comigo comia do meu pão, levantou contra mim seu calcanhar.”

Os argumentos usados por Jó indignaram Elifaz, seu amigo, que com arrogância lhe diz:

Jó 15:7,8 – “És tu porventura o primeiro homem que foi nascido, ou foste gerado antes dos outeiros? Ou ouviste o secreto conselho de Deus e a ti só limitaste a sabedoria?”

Jó rejeita o conselho de seus amigos e lhes responde:

Jó:21:16b – “Esteja longe de mim o conselho dos ímpios.”

Precisamos pedir a direção do Senhor para nos afastar dos maus conselheiros.

Sl.1:1 – “Bem-aventurado o varão que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se assenta na roda dos escarnecedores.”

A regra determinante é esta: pedir discernimento ao Senhor para entender por quem estamos sendo aconselhados.

Em Isaías 9:6 este conselheiro nos é apresentado:

“Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre seus ombros, e o seu nome será: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade e Príncipe da Paz.”

Este é o Senhor Jesus, que nos aconselha, mesmo quando estamos dormindo.

quarta-feira, 21 de outubro de 2020

PERIGOS DO ISOLAMENTO

E disse o Senhor: Não é bom que o homem esteja só.

Longos períodos de isolamento se transformam em rebelião.

Nossas mentes ficam desajustadas, pois sabemos que a brecha instaurada pela solidão transforma os pensamentos numa cascata de maus presságios, e daí surgem suas principais características: suicídio, fuga, introspecção, medo exacerbado, falta de compaixão e de amor e egoísmo.

Há um ditado que diz: ‘Mente vazia é oficina do diabo’, e realmente esta é uma realidade que estamos vivenciando, na qual o poder da mente é ativado para cometermos atos que em nossa vida cotidiana normal não faríamos.

Na Bíblia temos um exemplo bem apropriado:

I Sam. 11:1ª – “Na primavera, época que os reis saiam para guerra, Davi enviou para a batalha Joabe, com seus oficiais e todo o exército de Israel.”

Vejamos: Davi era um homem de guerra, mesmo sendo um homem segundo o coração de Deus, e estava geralmente à frente de todas as batalhas; o ócio, porém, o levou a pecar.

A primavera era a época apropriada para a conquista de novas terras, e Davi, no isolamento de seu quarto, avistou pela janela uma bela mulher se banhando no lago, e a tentação tomou conta dele e isto o atraiu para o adultério e, por fim, ao homicídio; pois colocou o marido da mulher que cobiçara na linha de frente, com intenção de que fosse morto na guerra. E assim morreu Urias (marido de Beteseba).

Deut. 17:17ª – “O rei não deverá tomar para si mulheres; se o fizer, desviará seu coração.”

Através disto, podemos afirmar que o ócio e o isolamento não são saudáveis nem benéficos, pois podem se transformar em grandes tragédias.

Que este período de isolamento e afastamento dos nossos queridos não provoque uma rebelião interna em nossos corações, e que possamos dedicar mais tempo às orações e intercessão pelos mais fracos na fé.

Deus é compassivo, misericordioso e perdoador, e após a confissão dos seus pecados (Sl.51), Davi se reconciliou com o Senhor.