sexta-feira, 12 de fevereiro de 2021

CRÍTICA

 

CRÍTICA   

A dor da crítica nos leva a tomar uma atitude defensiva, e procuramos nos isolar para não termos que suportar novos ataques.

O agressor, conhecendo nossos pontos fracos, procura intencionalmente nos provocar para ver quanto a nossa resistência agüenta.

Temos que arrumar meios para nos tornar resistentes, e com a ajuda de nosso Deus, exercitarmos o amor e o perdão.

Sabemos que todos pecam, mas quem tem maior entendimento procura não levar em conta a ignorância da falta do amor perdoador do nosso próximo.

Mudar velhos hábitos não é uma tarefa simples, mas o esforço nunca será em vão. Deixe de lado as coisas que para trás ficam.

Mas como conquistar esta condição de perdoador?

I Pe.4:12,13- “Amados, não estranheis o fogo ardente que surge no meio de vós. Destinando a provar-nos, como se alguma coisa extraordinária estivesse acontecendo, pelo contrário, alegrai-vos a medida que sois co-participantes dos sofrimentos de Cristo.”

Nosso melhor argumento para aceitar as críticas injustas é a nossa oração sincera diante de Deus.

Olhe para a cruz e veja quão grande foi o sacrifício de Jesus!

Embora sem pecado, assumiu nosso lugar, tornando-nos merecedores da salvação e um lugar no céu na eternidade.

A sabedoria recebida do alto é pacífica, pura, tratável, indulgente, misericordiosa,frutífera, imparcial e sem fingimento (Tg.3:17).

 

 

terça-feira, 9 de fevereiro de 2021

SONHANDO COM JERUSALÉM

  Sl.137 – “Junto aos rios de Babilônia nos assentamos e choramos lembrando-nos de Sião (Jerusalém).”

Jerusalém, que bonita és, ruas de ouro, mar de cristal.

A cidade de nossos sonhos,  a nova Jerusalém, é a nossa terra prometida, para vivermos na eternidade. Não podemos perder de vista esta promessa messiânica.

Atualmente vivemos na Babilônia, diante de todas as confusões e malignidade que estamos expostos. É nos rios de Babilônia que lamentamos e almejamos nossa vida de paz, pois a terra está sendo saqueada pelos inimigos dos homens, e consequentemente;  de Deus.

Neste processo de destruição em massa, procuram eliminar nossos desejos de uma vida tranqüila.

A esperança retardada resulta na falta de fé (Pv.13:12), tirando o equilíbrio e a racionalidade. Nossas forças se fragilizam e nos sentimos à beira do abismo, que se dermos mais um passo cairemos nas profundezas deste precipício. Podemos também definir esta situação como uma travessia no deserto, privados dos rios de água viva e como uma corça sedenta, então clamamos:

Jer.14:8 – “Ó Esperança de Israel, Redentor no tempo de angústia, porque seria como um estrangeiro na terra, ou como um viandante que se retira a passar a noite?”

Estamos sendo exilados não só da nossa pátria, mas também de nossos familiares e amigos, da comunhão com os demais irmãos, e também da Igreja.

Somos escravos e peregrinos em nossa terra e só podemos ansiar pela pátria celestial, onde não haverá lágrimas nem dor.

Não podemos abandonar nosso sonho, o objetivo de nossa felicidade, e mesclemos os nossos gemidos com  nosso louvor, voltado para a Esperança de Israel, Jerusalém, nossa pátria celestial, onde não haverá pobres para socorrer, desnudos para vestir, nem miséria, sede ou fome.

Continuaremos como peregrinos até chegarmos em Jerusalém, não podemos esquecê-la.

Sl.137:5,6 – “Se eu me esquecer de ti, ó Jerusalém, esqueça-se a minha destra de sua destreza, apegue-se a minha língua ao paladar, se eu não me lembrar de ti, se não preferir Jerusalém à minha maior alegria.”

Toda a cidade é regida por uma lei, Jerusalém é regida por um Rei e a sua lei é o amor, porque Deus é amor (I Jo.4:8).

Jerusalém é a cidade que pertencemos como verdadeiros cristãos.

A nova cidade nos aguarda, e Jesus já preparou nossa morada e apontou o caminho.

Jo:14:6 “Eu sou o caminho, a verdade e a vida.”

 

sábado, 6 de fevereiro de 2021

MEDITAÇÃO

 Silêncio é a sinfonia de nossa alma, para nos deleitar na presença de Deus.

A alma silenciosa nos aproxima de nosso Pai Celestial e aquieta nosso coração para nosso tet-a-tet com ele.

Invada este espaço espiritual para saber as instruções de Deus para sua vida. Neste átimo de tempo, no desfrute de sua presença, nossa visão é aumentada e aclarada e nos torna receptíveis para recebermos de sua unção, da sua força e do seu poder nos tornando sensíveis e submissos à sua vontade.

O instrumento valioso para este interlúdio é nossa fé, porque sem fé é impossível agradar a Deus.

Não digo que seja uma tarefa fácil calar nossos sentidos, pois estamos constantemente em estado de alerta, devido aos ruídos exteriores.

Mt.6:6 – “E quando orardes, não sejais como os hipócritas, mas tu, quando orardes, entra no teu quarto, e fechando a porta, ora ao teu Pai que está em oculto, e teu Pai, que te vê secretamente, te recompensará.

A beatitude deste momento santo nos anima e aclaram as profundezas de nossa alma.

Sl.25:14 – “A intimidade do Senhor é para os que o temem, a ele lhes fará saber o seu concerto.”

Busque de sua intimidade, assim como as corças buscam as águas para matar sua sede!

Esta foi a oração de Daniel:

Dn.2:20,22- “Seja bendito o nome de Deus para todo o sempre, porque ele dá sabedoria e força; ele muda os tempos e as horas, remove reis e estabelece reis, ele dá sabedoria aos sábios e ciência aos entendidos. Ele revela o profundo e o escondido;conhece o que está em trevas, e com ele mora a luz.”

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2021

PROCESSO CRIATIVO DE DEUS

  Tg.4:8 – “Chegai-os a Deus, e ele chegará a vós, alimpai as mãos, pecadores; e vós de duplo ânimo, purificai os vossos corações.”

Sl.119:113 – “Aborreço a duplicidade, mas amo a tua lei.”

Como toda a criação, há uma dualidade: positiva e negativa:

O bem e o mal

O amor e o ódio

A alegria e a tristeza

A luz e as trevas

A fé e a descrença

O homem e a mulher

Toda a feitura de Deus é organizada, se mantida na forma original. O projeto principal para nossa vida é que pudéssemos resistir às forças negativas. Portanto, o pecado original indica a negação do homem diante do seu Criador.

Tudo o que discorda deste princípio é tido como desobediência e pecado.

Não podemos ficar na coluna do meio, ou seguimos a Deus ou ao diabo, não é uma escolha aleatória.

Enfrentamos um grande desafio quando tentamos confrontar Deus, mesmo que Ele nos tenha dado o livre arbítrio.

Sua cabeça é seu guia, diz o ditado popular, mas quando a cabeça não pensa de forma correta, temos que arcar com as conseqüências. O vilão desta história sempre é a força contrária nos induzindo para o mal.

Adão vivia no paraíso, governante de todas as coisas existentes na terra e com autoridade sobre a Eva, mas a tendência e a curiosidade de poder exercer melhor seu domínio contrapondo ao seu Criador,o que resultou em sua expulsão deste jardim das delícias. Vemos que nos afundamos quando trocamos de lado.

O bem e o mal se digladiam a cada instante, e precisamos manter nosso equilíbrio e racionalidade para mantermos intacta a nossa comunhão com Deus. A força do mal exerce uma atração fatal e coloca em risco a nossa salvação.

Rom.7:18,20 – “Porque eu sei  que em mim, isto é na minha carne não habita bem algum; e com efeito o querer está em mim, mas não consigo realizar o bem. Porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero, este eu faço.”

Vemos que há uma dicotomia neste pensamento, pois Paulo, apesar de todo o seu conhecimento e erudição  precisa lutar contra a força do mal.

I Tes.3:13 – “Não canseis de fazer o bem.”

Mesmo que a tarefa seja exaustiva, em seu interior mantenha sua fé viva, não se deleitando com as obras da carne.

I Pe.1:24 – “Toda a carne é como a erva, e toda a glória do homem é como a flor da erva, secou-se a erva e caiu a sua flor.”

Jesus manifestou na carne para experimentar toda a dualidade do ser humano, mas viveu sem pecar, cumprindo a ordem do Pai.

I Tim. 3:16 – E sem dúvida alguma, grande é o mistério da piedade: Aquele que se manifestou na carne, foi justificado em espírito, visto dos anjos, pregado aos gentios, crido no mundo e recebido na glória.”