domingo, 28 de agosto de 2022

DISTRAÇÃO

Jo.10:39  -“E Marta tinha uma irmã, chamada Maria, a qual assentando-se também aos pés de Jesus, ouvia a sua palavra. Marta, porém, andava distraída em muitos serviços, e aproximando-se de Jesus disse: Senhor, não te importas que minha irmã me deixe servir só? Dize-lhe, pois que me ajude.”

Quando somos visitados por Jesus precisamos ouvir atentamente a sua voz e escutar o que Ele tem para nos falar. A distração nos impede de ouvir sua voz e de desfrutarmos de sua presença.

Maria escolheu a melhor parte (Jo.10:41).

Satanás é mestre da distração e na tentação de Jesus ofereceu o pão e até o domínio do mundo, que até aquele momento ainda estava sob seu comando, devido ao pecado original.

Mt.16:26 – “Pois o que aproveita o homem ganhar o mundo inteiro, se perder a sua alma? Ou o que dará o homem em recompensa da sua alma?”

Não adianta ganhar o mundo se perdermos a salvação e a vida eterna. Precisamos estar atentos para observarmos o que realmente é importante para nossas vidas.

Caminhos suaves não n os levam às veredas de Deus. Lembre-se que o caminho é sempre estreito para seguirmos a Jesus. Precisamos ser ousados e destemidos para enfrentarmos as batalhas, e  sairemos mais que vencedores.

O que nos leva a crer que os argumentos lançados pelo inimigo são verdadeiros?

- Nosso desespero de conseguirmos a vitória sem querer sair da área de conforto para procurarmos atalhos que não nos levam a Deus.

Pv.14:12 – “Há caminhos que ao homem parece direito, mas ao fim dele são caminhos de morte.”

Não podemos perder tempo com elocubrações. É hora de agirmos com prontidão ao chamado de Deus, e com fé, crendo no Deus do impossível.

terça-feira, 23 de agosto de 2022

AFASTA-TE DO MAL

I Co.15:33 – “As más conversações corrompem os bons costumes.”

Precisamos estar sempre alertas quando o assunto é a observância da Palavra de Deus, para não concordar com o  que é contrário à Verdade.

Temos que seguir o exemplo dos habitantes de Beréia, que examinavam as escrituras para testificar a verdade (At.17:10).

Apartarmos do mal e separar o precioso do vil, o santo do profano. Só assim tomaremos posse das bênçãos que nos estão reservadas.

Sl.20:7 – “Uns confiam em carros, outros em cavalos, mas nós faremos menção ao nome do Senhor nosso Deus.”

Na sua guerra confie em Deus porque ele é a nossa segurança.

Sl.37:5 – “Entrega teus caminhos ao Senhor, e o mais Ele fará.”

Só entregamos aquilo que é de valor a quem confiamos; e Deus nunca falha!

A vida espiritual é nossa garantia eterna e está atrelada nas mãos do Senhor, ouça a sua voz espere e creia que tudo vai dar certo.

At.27:9 – “Passado muito tempo, e sendo perigosa a navegação, Paulo os admoestava.”

Paulo já havia advertido sobre os riscos de poder enfrentar ventos contrários se prosseguissem a viagem, mas o comandante e o mestre substimaram seu aviso.

Quando nossa decisões são tomadas de acordo com as instruções  do Espírito Santo, sairemos ilesos, não devemos nos expor aos riscos (At.27:11)

At.27:20 – “Fugiu a esperança de se salvarem.”

Ainda há chance de se salvar quando retornamos para Deus. Uma decisão errada nos leva a perder a confiança.

At.27:22 – “Mas agora vos admoesto, tenha bom ânimo, porque não perderá a vida de nenhum de vós, somente o navio.”

Preserve também a sua vida se afastando daquilo que pode lhe trazer dano, pois temos habitando em nós o Espírito Santo da Verdade que nos instruirá e nos habilitará para enfrentarmos qualquer tipo de oposição.

 

sábado, 20 de agosto de 2022

O SILENCIO DE DEUS

Na Bíblia vemos que há um espaço de 400 anos entre o Velho Testamento e o Novo Testamento, que vai desde o último livro Malaquias até o anúncio da vinda do Messias, através de João Batista. Este período intertestamentário é considerado como o silêncio de Deus.

Gn.15:13 – “Então disse o Senhor a Abraão: Sabe com certeza, que peregrina será a tua descendência na terra alheia, e será reduzida à escravidão, e será afligida por 400 anos.”

Desde o chamado feito a Abraão para que saísse de sua terra e de sua parentela (Gn.12:1), o Senhor já determinara este tempo...

Pv.29:18 – Não havendo profecia o povo se corrompe.

Durante este período não houve profetas nem quem tivesse qualquer revelação da vontade do Senhor.

Hc.1:2 – Até quando Senhor, clamarei eu, e tu não me escutaras? Gritarei: Violência! E não me salvarás?

No livro de Malaquias apontam os pecados que levaram Deus a se manter afastado dos sacerdotes e também do povo.

Pecado dos sacerdotes: falta de santidade, ofertas com defeito, infidelidade, ingratidão e desprezo pela palavra de Deus.

Pecado do povo: idolatria, divórcio, dízimos roubados, dúvida sobre o caráter de Deus.

Ex.12:40 – “Ora, o tempo que os filhos de Israel habitaram no Egito foi de 430 anos.”

O juízo de Deus foi trazido por uma nação opressora de Israel: o Egito foi a forma de punição para este povo rebelde e contumaz.

Desde Abraão, Deus já havia advertido sobre o destino deste povo, pois conhece o coração dos homens e na sua onisciência sabe  da sua inclinação  ao pecado!

Durante a travessia no deserto já haviam se corrompido, os que permaneceram fiéis da antiga geração foram Josué e Calebe, os demais foram dizimados. Só a geração que nasceu durante este período chegou a Terra Prometida.

Durante o período da escravidão egípcia o motivo principal do silêncio era que Faraó não admitia que ninguém além de seus deuses fosse adorado. O povo escravizado se submetia ao rigor estabelecido por ele. Era trágico o destino de quem se lhe opusesse: fugiam para o deserto e eram perseguidos pelos oficiais e soldados do reino.

Foi o que aconteceu com Moisés: apesar de ser considerado filho de Faraó e preparado para ser seu substituto, foi obrigado a fugir para o deserto, com medo da perseguição e da punição. Os escravos não deixavam sinais nem inscrições, suas tradições eram passadas oralmente.

A escolha de Moisés foi apropriada, pois além de ter recebido a melhor instrução dos egípcios também tinha o conhecimento dos princípios de Deus, que lhe foram dados através de sua ama de leite: sua mãe verdadeira. Foi assim que pode receber todas as instruções recebidas diretamente de Deus e de todos os acontecimentos que estão registrados nos cinco primeiros livros da Bíblia: o Pentateuco.

Este intervalo só foi interrompido quando João Batista começou a conclamar o povo para o arrependimento e anunciar a vinda de Nosso Senhor Jesus Cristo.

 

 

 

 

domingo, 14 de agosto de 2022

DIA DOS PAIS

Ef. 6:2 – “Honra teu pai e a tua mãe ( que é o primeiro mandamento com promessa), para que te vá bem, e sejas de longa vida sobre a terra.”

O quinto mandamento bíblico, após os quatro primeiro que concernem ao caráter de Deus, é, conforme nos fala no versículo acima, com promessa de prosperidade e longevidade.

Honrar significa levar em alta conta (valorizar), respeitar, amar, obedecer, ter responsabilidade financeira e prontidão para servir nossos pais com reverência.

Muitas vezes temos dificuldades em obedecer este mandamento, pois nossos pais, quando chega o peso dos anos vividos, tornam-se difíceis de lidar; com suas dores, intolerâncias e debilidades.

Mas se estivermos sujeitos às leis Deus, não temos sequer o direito de pensar em abandoná-los, a exceção é para aqueles que necessitam de acompanhamento médico 24 horas por dia.

Pv.23:22 – “Ouve a teu pai que te gerou e não desprezes tua mãe, quando vier envelhecer.”

Como vemos, os quatro primeiros mandamentos falam de relacionamento do homem com Deus e seu caráter. Os últimos, do relacionamento do homem em família, e depois, com o homem em seu caráter moral.

Nós temos que  aprender a amar e valorizar nossa família.

Êx.:20,12 –“ HONRA TEU PAI E TUA MÃE, para que se aumentem os teus dias na terra,  que o Senhor teu Deus te dá”. Depois vem os outros:

NÃO MATAR, ROUBAR, ADULTERAR.

Mt.22:37,40 – “Amarás o Senhor teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento. Este é o grande e primeiro mandamento. O segundo, semelhante a este é: amarás o teu próximo como a ti mesmo. Destes dois mandamentos dependem toda a lei e os profetas.”

Esta foi a colocação de Jesus: primeiro o Senhor, segundo o próximo, e este próximo, nosso pai terreno, temos que amar como a nós mesmos.

Embora muitos tenham uma imagem distorcida de seus pais, por não terem recebido um tratamento amoroso, ou por seus pais serem muito disciplinadores, mesmo assim temos que honrá-los, pois não podemos transgredir esta lei de Deus, que nos traz benefícios pessoais, como a prosperidade e a longevidade.

Hb.12:11 – “Toda a disciplina, com efeito, no momento não parece ser motivo de alegria, mas de tristeza; ao depois, entretanto, produz fruto pacífico aos que tem por ela sido exercitados: frutos de justiça.”

Realmente a disciplina não nos agrada, mas qual o pai que não corrige seus filhos?

Não existem pais perfeitos, mas seus erros sempre têm a intenção de acertar, se eles não errassem, tenho certeza de que este mandamento não teria sido dado.

É muito mais fácil honrar nossos pais quando são bons e nos protegem, mas não é assim que Deus considera:

Mat.15:3 – “Ele porém lhes disse: Porque transgredis vós também os mandamentos de Deus por causa da vossa tradição?”

Jesus falou isto aos fariseus e aos escribas, que eram conhecedores de toda a lei, mas trangrediam na lei de dar honra ao seu pai e à sua mãe, desviando sua ajuda para o sustento destes, para pagar dízimos e ofertas!

Desta forma, invalidavam a palavra de Deus; por isso, Jesus os chamou de hipócritas!

Rom.13;7,8 – “Pagai a todos o que lhe é devido; a quem tributo, tributo, a quem imposto, imposto, a quem respeito, respeito, a quem honra, honra. A ninguém fiqueis devedores de coisa alguma, exceto do amor com que vos ameis uns aos outros, pois quem ama ao próximo tem cumprido a lei.”

Se há em seu coração algum resquício de amargura, de ressentimento por traumas vividos no passado, faça uma reflexão e libere o perdão e seu amor para aquele que é tão importante para sua vida, mesmo que esteja ausente, por qualquer motivo. Isto é um ato de amor, que Deus vai aceitar como perfume de suave aroma, e será um refrigério para sua alma!

Não podemos deixar de dar toda assistência necessária aos nossos pais quando eles estiverem no entardecer de suas vidas.