Muitas tradições dos povos primitivos foram e continuam sendo passadas para as novas gerações através da oralidade. Usos e costumes são mantidos ordenados pelos ancestrais destas tribos, mesmo por aqueles que andam errantes pelo mundo, como os ciganos. Manter suas tradições é um importante fator para continuidade das novas gerações, sem perderem a sua identidade.
No dito popular, a melhor divulgação é a que é feita boca a boca. E Deus, conhecedor profundo da alma humana; também usa deste recurso e nos deixou a instrução:
Mc.16:15 – Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda a criatura.”
Toda a criatura está subentendido que todos terão oportunidade de ouvir as boas-novas, até que chegue o momento de sua segunda vinda.
Enquanto este momento não chega, temos que manter o padrão desta divulgação, transmitindo o evangelho a quem quiser ouvir!
Ap.3:6 – “Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas.”
Mc.16:16 – “Quem crer e for batizado, será salvo; mas quem não crer, será condenado.”
Crer no evangelho e aceitar Jesus Cristo como salvador pessoal é uma questão individual e de livre-arbítrio.
Poderá surgir uma indagação: Porque partilhar nossa fé com incrédulos?
Há muitas razões, e vamos destacar algumas:
1 - Obediência à Palavra de Deus
At.1:8 – “Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém, como em toda a Judéia e Samaria, até os confins da terra.”
Ap.22:17 – “E o Espírito e a esposa (igreja) dizem: Vem. E quem ouve, diga: Vem. E quem tem sede, venha, e quem quiser: tome de graça da água da vida.”
2 - Amor a Deus
Jo.14:15 – “Se me amais, guardai os meus mandamentos.”
3 - Por ser a vontade de Deus
Jo:6:39 – “E a vontade do Pai que me enviou é esta: Que nenhum daqueles que me deu se perca, mas que o ressuscite no último dia.”
A missão principal de Jesus era o reavivamento das promessas e dos mandamentos de Deus, que foram transmitidos por ele pessoalmente. O povo precisava ser relembrado do primeiro pacto e se alinhar novamente com a Palavra de Deus, pois estavam perdidos em suas próprias tradições, inventadas de acordo com interesses comuns.
O momento da segunda vinda está sendo adiado para que haja oportunidade de conversão para todos.
I Tess.5:9 – “Porque Deus não nos destinou para a ira, mas para a salvação, por Nosso Senhor Jesus Cristo.”
Assim como Ló foi retirado da cidade pecadora antes de sua destruição, Deus retirará sua igreja antes de derramar sua ira sobre a terra.
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
FALANDO SOBRE AS ÁGUIAS
Is.40:31 – “Mas os que esperam no Senhor renovarão as suas forças, subirão com asas, como as águias; correrão e não se cansarão, caminharão e não se fatigarão.”
As águias nos dão um exemplo de força, poder e agilidade. Sua visão é ampla e aproveitam para voar, dependendo da força do vento, permanecem planando durante várias horas, não desafiando as forças contrárias. As águias têm determinação, vontade de viver e não teme desafios.
Quando chega o tempo da troca das penas, se aproximam do sol até que as suas penas estejam crestadas e dão um mergulho no oceano, para soltá-las, para que sejam renovadas, depois se choca contra os rochedos para que suas garras e seu bico se tornem novamente afiados, pois estas são suas armas de defesa e sobrevivência.
Este processo dolorido dura até 150 dias, mas sua transformação é radical, pois se não se submetessem a este processo, não teriam como sobreviver.
Sl.103:5 – “Quem enche tua boca de bens, de sorte que a sua mocidade se renova como as águias.”
Precisamos ser constantemente renovados, e este processo muitas vezes também é dolorido, pois temos que nos submeter a desafios que não queremos enfrentar: abandonar o pecado, perdoar quem nos ofendeu, voltar atrás em algumas decisões.
As águias têm um cuidado especial com seus filhotes, faz seus ninhos nos altos montes, para evitar os predadores. Estes lugares são inacessíveis para a maioria das aves, tornando-se próprio para sua proteção e a de seus filhotes. Os ninhos são compostos de três tipos de material: folhas, ou algo macio, pedras e espinhos. Seus filhotes são protegidos até que adquiram maturidade para voar e sobreviver. À medida que seus filhotes crescem, o material macio é retirado, até sentirem o desconforto dos espinhos, pois é chegado o momento de criarem sua autonomia. Para ensiná-los a voar, empurra-os do ninho e dá vôos rasantes para evitar qualquer tipo de queda.
A proteção de Deus por nós é incomparável, mas se deu esta intuição de cuidado para as águias, o quanto mais fará por nós?
Portanto, que possamos aprender com as águias que sabem aproveitar o tempo de espera e renovar nossas forças para alçar altos vôos.
Deus não pode nos usar quando estamos enfraquecidos ou cansados, nossa forças precisam ser renovadas!
“Os que confiam no Senhor são como os montes de Sião, que jamais se abalam, são como as águias, que com suas asas estendidas, alcançam as alturas, pela correnteza do Espírito.” (este é o refrão de um lindo cântico, comparando nossa firmeza de fé)
As águias nos dão um exemplo de força, poder e agilidade. Sua visão é ampla e aproveitam para voar, dependendo da força do vento, permanecem planando durante várias horas, não desafiando as forças contrárias. As águias têm determinação, vontade de viver e não teme desafios.
Quando chega o tempo da troca das penas, se aproximam do sol até que as suas penas estejam crestadas e dão um mergulho no oceano, para soltá-las, para que sejam renovadas, depois se choca contra os rochedos para que suas garras e seu bico se tornem novamente afiados, pois estas são suas armas de defesa e sobrevivência.
Este processo dolorido dura até 150 dias, mas sua transformação é radical, pois se não se submetessem a este processo, não teriam como sobreviver.
Sl.103:5 – “Quem enche tua boca de bens, de sorte que a sua mocidade se renova como as águias.”
Precisamos ser constantemente renovados, e este processo muitas vezes também é dolorido, pois temos que nos submeter a desafios que não queremos enfrentar: abandonar o pecado, perdoar quem nos ofendeu, voltar atrás em algumas decisões.
As águias têm um cuidado especial com seus filhotes, faz seus ninhos nos altos montes, para evitar os predadores. Estes lugares são inacessíveis para a maioria das aves, tornando-se próprio para sua proteção e a de seus filhotes. Os ninhos são compostos de três tipos de material: folhas, ou algo macio, pedras e espinhos. Seus filhotes são protegidos até que adquiram maturidade para voar e sobreviver. À medida que seus filhotes crescem, o material macio é retirado, até sentirem o desconforto dos espinhos, pois é chegado o momento de criarem sua autonomia. Para ensiná-los a voar, empurra-os do ninho e dá vôos rasantes para evitar qualquer tipo de queda.
A proteção de Deus por nós é incomparável, mas se deu esta intuição de cuidado para as águias, o quanto mais fará por nós?
Portanto, que possamos aprender com as águias que sabem aproveitar o tempo de espera e renovar nossas forças para alçar altos vôos.
Deus não pode nos usar quando estamos enfraquecidos ou cansados, nossa forças precisam ser renovadas!
“Os que confiam no Senhor são como os montes de Sião, que jamais se abalam, são como as águias, que com suas asas estendidas, alcançam as alturas, pela correnteza do Espírito.” (este é o refrão de um lindo cântico, comparando nossa firmeza de fé)
sábado, 15 de novembro de 2008
UM CORAÇÃO AGRADECIDO
II Cr.31:2b – “Estabeleceu Ezequias as turmas dos sacerdotes e levitas para ministrarem, louvarem e cantarem as portas dos arraiais do Senhor.”
Em nossa vida de oração precisamos enfatizar nossas orações de ações de graças. Um coração agradecido jamais será rejeitado!
Fil.4:6 – Não estejais inquietos por cousa alguma; antes que as vossas petições sejam em tudo conhecidas diante de Deus, pela oração e súplica, com ação de graças.
A medida de nossa grandeza espiritual é proporcional a nossa atitude de gratidão.
Lc.17:12 – “E, entrando numa certa aldeia, saíram-lhe de encontro dez homens leprosos, os quais pararam de longe. E levantaram a voz dizendo: Jesus, Mestre, tem misericórdia de nós.”
Neste versículo está explícito que estes dez homens buscaram a Jesus para receberem cura. Jesus curou a todos, mas somente um deles voltou-se para agradecer e louvar a Deus por sua cura.
Lc.17:16 – “E caiu aos seus pés, com o rosto em terra, dando-lhe graças, e este era um samaritano.”
Esta atitude de gratidão anda tão esquecida que achamos que aquilo que recebemos não passa de obrigação que os outros ou Deus nos deve! O único leproso agradecido era um samaritano. Este estrangeiro tinha esta pré-disposição de dar graças em tudo, um princípio básico recebido de seus pais. Podemos compará-lo ao bom samaritano da parábola, ao qual acudiu o homem que estava ferido caído a beira do caminho por ter sido assaltado. Mesmo pertencente ao grupo dos excluídos, usou de misericórdia, pois em tudo era agradecido a Deus, por isso manifestava sua compaixão ao próximo, como uma maneira de agradecer a Deus uma oportunidade de se doar naquilo que já havia recebido.
Quando temos um coração agradecido temos esta disponibilidade para atendermos aos que se encontram a beira do caminho e com necessidades específicas.
Ação de graças envolve todas as benesses que temos recebido de Deus, veja esta oração de Davi:
I Cr.29:10,14n – “Bendito és Senhor, tu, Senhor Deus de Israel, nosso pai de eternidade em Eternidade. Tua é, Senhor, a magnificência, e o poder, e a honra e a vitória, e a majestade; porque teu é tudo quanto há nos céus e na terra; teu é, Senhor o reino, e tu te exaltaste por cabeça sobre todos. E riquezas e glória vêm diante de Ti, e tu dominas sobre tudo, e na tua mão há força e poder; e na tua mão está o engrandecer e o dar força a tudo. Agora, pois, ó Deus nosso, graças te damos, e louvamos o nome da tua glória. Porque quem sou eu, e quem é meu povo, para que pudéssemos oferecer voluntáriamente coisas semelhantes? Porque tudo vem de ti, e do que é teu te damos.”
Que nossas orações de ação de graças possam se assemelhar a esta oração de Davi, o homem segundo o coração de Deus.
Em nossa vida de oração precisamos enfatizar nossas orações de ações de graças. Um coração agradecido jamais será rejeitado!
Fil.4:6 – Não estejais inquietos por cousa alguma; antes que as vossas petições sejam em tudo conhecidas diante de Deus, pela oração e súplica, com ação de graças.
A medida de nossa grandeza espiritual é proporcional a nossa atitude de gratidão.
Lc.17:12 – “E, entrando numa certa aldeia, saíram-lhe de encontro dez homens leprosos, os quais pararam de longe. E levantaram a voz dizendo: Jesus, Mestre, tem misericórdia de nós.”
Neste versículo está explícito que estes dez homens buscaram a Jesus para receberem cura. Jesus curou a todos, mas somente um deles voltou-se para agradecer e louvar a Deus por sua cura.
Lc.17:16 – “E caiu aos seus pés, com o rosto em terra, dando-lhe graças, e este era um samaritano.”
Esta atitude de gratidão anda tão esquecida que achamos que aquilo que recebemos não passa de obrigação que os outros ou Deus nos deve! O único leproso agradecido era um samaritano. Este estrangeiro tinha esta pré-disposição de dar graças em tudo, um princípio básico recebido de seus pais. Podemos compará-lo ao bom samaritano da parábola, ao qual acudiu o homem que estava ferido caído a beira do caminho por ter sido assaltado. Mesmo pertencente ao grupo dos excluídos, usou de misericórdia, pois em tudo era agradecido a Deus, por isso manifestava sua compaixão ao próximo, como uma maneira de agradecer a Deus uma oportunidade de se doar naquilo que já havia recebido.
Quando temos um coração agradecido temos esta disponibilidade para atendermos aos que se encontram a beira do caminho e com necessidades específicas.
Ação de graças envolve todas as benesses que temos recebido de Deus, veja esta oração de Davi:
I Cr.29:10,14n – “Bendito és Senhor, tu, Senhor Deus de Israel, nosso pai de eternidade em Eternidade. Tua é, Senhor, a magnificência, e o poder, e a honra e a vitória, e a majestade; porque teu é tudo quanto há nos céus e na terra; teu é, Senhor o reino, e tu te exaltaste por cabeça sobre todos. E riquezas e glória vêm diante de Ti, e tu dominas sobre tudo, e na tua mão há força e poder; e na tua mão está o engrandecer e o dar força a tudo. Agora, pois, ó Deus nosso, graças te damos, e louvamos o nome da tua glória. Porque quem sou eu, e quem é meu povo, para que pudéssemos oferecer voluntáriamente coisas semelhantes? Porque tudo vem de ti, e do que é teu te damos.”
Que nossas orações de ação de graças possam se assemelhar a esta oração de Davi, o homem segundo o coração de Deus.
terça-feira, 11 de novembro de 2008
A REVELAÇÃO DA PALAVRA DE DEUS
Deut.29:29 – “As cousas encobertas são para o Senhor nosso Deus; as reveladas são para nós e para nossos filhos para sempre, para cumprirmos toda a palavra desta lei.”
Revelação é o método que Deus usa para comunicar ao homem suas verdades que não seriam entendidas de outra forma. Uma vez revelada, a palavra de Deus tem o poder de liberar a vontade perfeita de Deus.
Deut.30:11 – “Porque este mandamento que hoje eu te ordeno, te não é encoberto, e tão pouco está longe de ti.”
O meio mais usado é a sua Palavra escrita, que homens, divinamente inspirados, registraram as instruções reveladas por Deus.
II Tim.3:16 – “Toda a Escritura divinamente inspirada é proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça.”
O acesso para seu uso é: crer no coração e confessar com sua boca.
Deut.30:14 – “Porque a palavra esta mui perto de ti, na tua boca, e no teu coração para a fazeres.”
Pela voz de comando de Deus o mundo foi reorganizado. Separação das águas, das trevas e da luz, criação das aves, plantas e animais; e sua principal criação: o homem, feito à sua imagem e semelhança. Através disso vemos que todo o processo criativo se originou desta voz, pois o mundo foi criado pela palavra proferida por Deus.
Is.55:11 – “Assim será a palavra que sair da minha boca; não voltará para mim vazia.”
Esta arma nos foi dada para que possamos usá-la como espada afiada, para vencermos qualquer tipo de batalha. Quando usamos corretamente liberamos o poder criativo e o resultado virá, à medida que falarmos.
Somos profetas de Deus, quando usamos a nossa boca para proferir a palavra de Deus convenientemente, portanto, profetizar é usar esta espada aguda, para falarmos a palavra de Deus.
O Velho Testamento nos aponta dois montes: Ebal e Gerezim (Deut.27:12,13) – Ebal, onde eram lançadas as maldições e Gerezim, as bênçãos. Muitas vezes usamos nossa boca para amaldiçoar nossa própria vida e liberamos este mal. Temos que aprender a falar apenas aquilo que Deus quer para nossas vidas: bênçãos, não maldições.
Somos dominados pelo desânimo por muitos barulhos e vozes exteriores que nos induzem a desistir de nossos projetos. Se estivermos submetidos a Palavra de Deus, não temos motivos para recuar, porque o Senhor cumprirá a sua parte – sua palavra não voltará vazia.
Nossa boca tem que ser um instrumento maleável na mão de Deus.
Deus sempre nos livra do mal, mesmo quando estamos enfraquecidos na fé.
Tg.3:2 – “Porque todos tropeçamos em muitas coisas. Se alguém não tropeça na palavra, o tal varão é perfeito e poderoso para refrear todo o corpo.”
Revelação é o método que Deus usa para comunicar ao homem suas verdades que não seriam entendidas de outra forma. Uma vez revelada, a palavra de Deus tem o poder de liberar a vontade perfeita de Deus.
Deut.30:11 – “Porque este mandamento que hoje eu te ordeno, te não é encoberto, e tão pouco está longe de ti.”
O meio mais usado é a sua Palavra escrita, que homens, divinamente inspirados, registraram as instruções reveladas por Deus.
II Tim.3:16 – “Toda a Escritura divinamente inspirada é proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça.”
O acesso para seu uso é: crer no coração e confessar com sua boca.
Deut.30:14 – “Porque a palavra esta mui perto de ti, na tua boca, e no teu coração para a fazeres.”
Pela voz de comando de Deus o mundo foi reorganizado. Separação das águas, das trevas e da luz, criação das aves, plantas e animais; e sua principal criação: o homem, feito à sua imagem e semelhança. Através disso vemos que todo o processo criativo se originou desta voz, pois o mundo foi criado pela palavra proferida por Deus.
Is.55:11 – “Assim será a palavra que sair da minha boca; não voltará para mim vazia.”
Esta arma nos foi dada para que possamos usá-la como espada afiada, para vencermos qualquer tipo de batalha. Quando usamos corretamente liberamos o poder criativo e o resultado virá, à medida que falarmos.
Somos profetas de Deus, quando usamos a nossa boca para proferir a palavra de Deus convenientemente, portanto, profetizar é usar esta espada aguda, para falarmos a palavra de Deus.
O Velho Testamento nos aponta dois montes: Ebal e Gerezim (Deut.27:12,13) – Ebal, onde eram lançadas as maldições e Gerezim, as bênçãos. Muitas vezes usamos nossa boca para amaldiçoar nossa própria vida e liberamos este mal. Temos que aprender a falar apenas aquilo que Deus quer para nossas vidas: bênçãos, não maldições.
Somos dominados pelo desânimo por muitos barulhos e vozes exteriores que nos induzem a desistir de nossos projetos. Se estivermos submetidos a Palavra de Deus, não temos motivos para recuar, porque o Senhor cumprirá a sua parte – sua palavra não voltará vazia.
Nossa boca tem que ser um instrumento maleável na mão de Deus.
Deus sempre nos livra do mal, mesmo quando estamos enfraquecidos na fé.
Tg.3:2 – “Porque todos tropeçamos em muitas coisas. Se alguém não tropeça na palavra, o tal varão é perfeito e poderoso para refrear todo o corpo.”
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