Os.11:1 – “Quando Israel era menino, eu o amei, e do Egito o chamei a meu filho. Todavia, eu o ensinei a andar a Efraim: tomei-os pelos seus braços, mas não entenderam que eu os curava. Atrai-os com cordas humanas, com cordas de amor, e fui para eles como os que tiram o jugo de sobre as queixadas; e lhes dei mantimento.”
Quando reconhecemos Jesus como nosso salvador pessoal, renascemos espiritualmente. Diante de Deus somos apresentados como meninos recém-nascidos. Esta experiência foi relatada a Nicodemos, quando buscou ao Senhor Jesus na calada da noite, para entender o que ele representava diante de Deus.
Jo:3,3 – “Na verdade, na verdade vos digo que aquele que não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus.”
O Senhor quer nos formar, nos ensinar, mas para conhecê-lo, precisamos partir do ponto zero, como uma criança recém-nascida, desde o primeiro choro, da comunicação do olhar, das primeiras palavras, do andar e receber e obedecer as primeiras ordens.
Mc.10:15 – “Em verdade vos digo que qualquer que não receber o reino de Deus como menino, de maneira nenhuma entrará nele.”
A criança sempre se espelha no pai, querendo se assemelhar a ele. O pai será sempre o modelo que o menino quer seguir.
I Co:13:11 – “Quando era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino.”
A criança é dependente e precisa de certos cuidados até poder caminhar por si mesmo. Deus nos quer crescidos, mas sem perder a essência da criança dentro de nós. A inocência, a pureza, a confiança e a dependência D’Ele, isto é, a sua direção correta.
Sl.37:5 – “Entrega teu caminho ao Senhor; confia nele, e ele tudo fará.”
Quando somos independentes, desprezamos o caminho de Deus.
I Pe.2:2,1 – “Desejai ardentemente, como meninos novamente nascidos, o leite racional, não falsificado para que por ele vades crescendo. Deixando toda a malícia, e todo o engano e fingimentos, e invejas e todas as murmurações.”
Todo pai corrige ao filho que ama, e se formos submissos ao Senhor, aceitaremos a disciplina, sem questionamentos.
Hb.12:6 – “Porque o Senhor corrige ao que ama e disciplina a qualquer que recebe por filho.”
Quem ama deseja o melhor para seu filho, não podemos deixar que as mazelas cotidianas nos afastem daquele que nos escolheu para sermos a geração eleita, comprada por alto preço. Um coração puro e contrito, Deus jamais rejeitará.
Mc.9:35.36 – “E lançando mão de um menino, pô-lo no meio deles e tomando-o nos braços, disse-lhes: Qualquer que receber um destes meninos em meu nome a mim recebe; e qualquer que a mim receber, recebe, não a mim, mas a quem me enviou.”
sábado, 24 de janeiro de 2009
domingo, 4 de janeiro de 2009
EVITANDO A MURMURAÇÃO
Fil,2:14,15 – “Fazei todas as coisas sem murmuração nem contendas, para que sejais irrepreensíveis e sinceros filhos de Deus.”
A vigilância de nossos lábios é muito importante, pois nos afasta da murmuração e da fofoca.
Temos que evitar este mal que nos separa de Deus. Um dos maiores pecados durante a travessia do deserto foi a murmuração!
O povo judeu havia presenciado sinais e maravilhas desde sua saída do Egito, mas mesmo assim continuava preso ao passado, insatisfeito, sentido falta dos alhos e das cebolas (Nm.11:5).
A insatisfação nos leva à murmuração!
Deus se mostrara presente em todos os momentos: durante os 40 anos em que o povo permaneceu no deserto, não houve um doente, seus calçados e suas roupas não se estragaram, e ainda tinham sua porção diária de alimento. Mesmo assim, continuaram reclamando, esquecendo-se de todas as bênçãos já recebidas.
Nm.21:5 – "E o povo falou contra Deus e contra Moisés: Por que nos fizeste subir do Egito, para que morrêssemos no deserto? Pois aqui nem pão e nem água há, e a nossa alma tem fastio deste pão vil.”
Acharam desprezível o sustento de Deus e a direção de Moisés. É muito mais fácil transferirmos a culpa de nossas dificuldades para os outros. Temos receio de assumir nossos erros. Crer que no passado a vida sem Deus era melhor é uma grande mentira!
Ex.16:3 – "E os filhos de Israel disseram-lhes: Quem dera nós morrêssemos por mão do Senhor na terra do Egito, quando estávamos assentados junto às panelas de carne, quando comíamos pão até nos fartar!"
Não permita que sua alma sinta fastio de Deus. Quando nos lamentamos e murmuramos, abrimos uma brecha para o inimigo inocular seu veneno. Se não vigiamos, morremos em razão de seu efeito maligno. Afastar-se de Deus é nadar, nadar e morrer na praia.
Quando admitimos nossos pecados, voltamos a trilhar o caminho da salvação. Precisamos olhar para o alto, para o autor e consumador de nossa fé: Jesus – este é o grande segredo.
A vigilância de nossos lábios é muito importante, pois nos afasta da murmuração e da fofoca.
Temos que evitar este mal que nos separa de Deus. Um dos maiores pecados durante a travessia do deserto foi a murmuração!
O povo judeu havia presenciado sinais e maravilhas desde sua saída do Egito, mas mesmo assim continuava preso ao passado, insatisfeito, sentido falta dos alhos e das cebolas (Nm.11:5).
A insatisfação nos leva à murmuração!
Deus se mostrara presente em todos os momentos: durante os 40 anos em que o povo permaneceu no deserto, não houve um doente, seus calçados e suas roupas não se estragaram, e ainda tinham sua porção diária de alimento. Mesmo assim, continuaram reclamando, esquecendo-se de todas as bênçãos já recebidas.
Nm.21:5 – "E o povo falou contra Deus e contra Moisés: Por que nos fizeste subir do Egito, para que morrêssemos no deserto? Pois aqui nem pão e nem água há, e a nossa alma tem fastio deste pão vil.”
Acharam desprezível o sustento de Deus e a direção de Moisés. É muito mais fácil transferirmos a culpa de nossas dificuldades para os outros. Temos receio de assumir nossos erros. Crer que no passado a vida sem Deus era melhor é uma grande mentira!
Ex.16:3 – "E os filhos de Israel disseram-lhes: Quem dera nós morrêssemos por mão do Senhor na terra do Egito, quando estávamos assentados junto às panelas de carne, quando comíamos pão até nos fartar!"
Não permita que sua alma sinta fastio de Deus. Quando nos lamentamos e murmuramos, abrimos uma brecha para o inimigo inocular seu veneno. Se não vigiamos, morremos em razão de seu efeito maligno. Afastar-se de Deus é nadar, nadar e morrer na praia.
Quando admitimos nossos pecados, voltamos a trilhar o caminho da salvação. Precisamos olhar para o alto, para o autor e consumador de nossa fé: Jesus – este é o grande segredo.
sexta-feira, 26 de dezembro de 2008
CONVOCADOS POR DEUS
Ed.1:2 –" Assim diz Ciro, rei da Pérsia: O Senhor Deus dos céus me deu todos os reinos da terra e ele me encarregou de lhe edificar uma casa em Jerusalém, que é em Judá."
Deus levanta para fazer sua obra quem estiver disponível, e, para reerguer o templo em Jerusalém, deu ordens expressas à Ciro, rei da Pérsia:
Is.44:8 – "Quem diz de Ciro: É meu pastor, e cumprirá tudo o que me apraz, dizendo também a Jerusalém: Sê edificada; e ao templo: Funda-te."
Depois de grandes conquistas a Pérsia foi nação dominante, e Ciro, o grande, permitiu que os judeus libertados do seu cativeiro, retornassem às suas terras e reconstruíssem o templo, dando-lhes para tanto toda a provisão necessária.
Is.45:1 – “Assim diz o Senhor ao seu ungido Ciro, a quem tomo pela mão direita, para abater as nações diante de sua face; eu soltarei os lombos dos reis, para abrir diante dele as portas, e as portas não se fecharão.”
Ciro, por sua virtude e justiça foi o único rei pagão a receber unção e ordens de Deus e ficar à sua direita, lugar privilegiado.
Is.45:13 – “Eu o despertei em justiça, e todos os seus caminhos endireitarei: ele edificará a minha cidade, e soltará os meus cativos, não por preço nem por presente, diz o Senhor dos Exércitos.”
A obra da reconstrução do templo foi iniciada e Esdras, escriba e sacerdote foi convocado para tomar a frente deste trabalho.
Ao término desta reconstrução, Ciro devolveu todos os tesouros que haviam sido tomados pelo rei Nabucodonosor, e Esdras e seus assessores acharam os livros dos grandes feitos e as escrituras e prostrou-se no chão orando, consciente de todos os pecados cometidos por seu povo, envergonhado com tanta transgressão, mas maravilhado com a longanimidade do Senhor.
Ed.9:7,8 – “Desde os dias de nossos pais até o dia de hoje estamos em grande culpa por causa da nossa iniqüidade fomos entregues, nós, os nossos reis, nossos sacerdotes, nas mãos dos reis das terras, à espada, ao cativeiro e ao roubo, e a confusão do rosto, como hoje se vê. E agora, como por um pequeno momento, se nos fez graça da parte do Senhor nosso Deus, para nos deixar que alguns que escapem, e para dar-nos uma estaca no seu santo lugar; para nos alumiar os olhos; ó Deus nosso, e para nos dar uma pouca de vida na nossa servidão.”
Somos um povo separado por Deus e sempre sobreviverá um remanescente fiel, que, embora transgredindo creêm no amor e na fidelidade de Deus.
II Co.5:14 – “O amor de Deus nos constrange.”
Ed.9:9 – “Porque servos somos; porém na nossa servidão não nos desamparou nosso Deus; antes estendeu sobre nós sua beneficência perante os reis da Pérsia, para revivermos, para levantarmos a casa do nosso Deus, e para restaurarmos as suas assolações; e para que tivéssemos uma parede em Judá e em Jerusalém.”
Durante todo o período da reconstrução do templo o povo de Deus foi afrontado pelos inimigos que não queriam que esta obra fosse concluída, mas a determinação de Esdras, juntamente com Neemias, foi preponderante para sua conclusão. Toda a obra que é feita sobre a ordem e a guarda do Senhor nosso Deus tem seu término garantido, porque a fidelidade do Senhor dura para sempre.
Deus levanta para fazer sua obra quem estiver disponível, e, para reerguer o templo em Jerusalém, deu ordens expressas à Ciro, rei da Pérsia:
Is.44:8 – "Quem diz de Ciro: É meu pastor, e cumprirá tudo o que me apraz, dizendo também a Jerusalém: Sê edificada; e ao templo: Funda-te."
Depois de grandes conquistas a Pérsia foi nação dominante, e Ciro, o grande, permitiu que os judeus libertados do seu cativeiro, retornassem às suas terras e reconstruíssem o templo, dando-lhes para tanto toda a provisão necessária.
Is.45:1 – “Assim diz o Senhor ao seu ungido Ciro, a quem tomo pela mão direita, para abater as nações diante de sua face; eu soltarei os lombos dos reis, para abrir diante dele as portas, e as portas não se fecharão.”
Ciro, por sua virtude e justiça foi o único rei pagão a receber unção e ordens de Deus e ficar à sua direita, lugar privilegiado.
Is.45:13 – “Eu o despertei em justiça, e todos os seus caminhos endireitarei: ele edificará a minha cidade, e soltará os meus cativos, não por preço nem por presente, diz o Senhor dos Exércitos.”
A obra da reconstrução do templo foi iniciada e Esdras, escriba e sacerdote foi convocado para tomar a frente deste trabalho.
Ao término desta reconstrução, Ciro devolveu todos os tesouros que haviam sido tomados pelo rei Nabucodonosor, e Esdras e seus assessores acharam os livros dos grandes feitos e as escrituras e prostrou-se no chão orando, consciente de todos os pecados cometidos por seu povo, envergonhado com tanta transgressão, mas maravilhado com a longanimidade do Senhor.
Ed.9:7,8 – “Desde os dias de nossos pais até o dia de hoje estamos em grande culpa por causa da nossa iniqüidade fomos entregues, nós, os nossos reis, nossos sacerdotes, nas mãos dos reis das terras, à espada, ao cativeiro e ao roubo, e a confusão do rosto, como hoje se vê. E agora, como por um pequeno momento, se nos fez graça da parte do Senhor nosso Deus, para nos deixar que alguns que escapem, e para dar-nos uma estaca no seu santo lugar; para nos alumiar os olhos; ó Deus nosso, e para nos dar uma pouca de vida na nossa servidão.”
Somos um povo separado por Deus e sempre sobreviverá um remanescente fiel, que, embora transgredindo creêm no amor e na fidelidade de Deus.
II Co.5:14 – “O amor de Deus nos constrange.”
Ed.9:9 – “Porque servos somos; porém na nossa servidão não nos desamparou nosso Deus; antes estendeu sobre nós sua beneficência perante os reis da Pérsia, para revivermos, para levantarmos a casa do nosso Deus, e para restaurarmos as suas assolações; e para que tivéssemos uma parede em Judá e em Jerusalém.”
Durante todo o período da reconstrução do templo o povo de Deus foi afrontado pelos inimigos que não queriam que esta obra fosse concluída, mas a determinação de Esdras, juntamente com Neemias, foi preponderante para sua conclusão. Toda a obra que é feita sobre a ordem e a guarda do Senhor nosso Deus tem seu término garantido, porque a fidelidade do Senhor dura para sempre.
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
ENFRENTANDO A TEMPESTADE
Quando estamos no mesmo barco com Jesus e sob o seu comando obedecendo sua palavra, podemos descansar. Bastava que os discípulos repreendessem severamente esta tempestade e haveria bonança. Temos que aprender a exercer a autoridade que já nos foi outorgada.
Mt.10:1 – “E chamando os seus doze discípulos, deu-lhes o poder sobre os espíritos imundos, para os expulsarem, e para curarem toda a enfermidade e todo mal.”
Mc.5:40 – “E disse-lhes: Porque sois tão tímidos? Ainda não tendes fé?”
Quando enfrentamos uma tempestade não devemos chorar e se lamentar, pois isto não resolve. O que resolve é a ação imediata e o poder do nome de Jesus, pois, diante deste nome as forças do inferno não prevalecerão. Quando estamos em desobediência, ficamos sujeitos as intempéries.
Jn.1:12 – “E ele lhes disse: Levantai-me, e lançai-me no mar, e o mar se aquietará; porque sei que por minha causa vos sobreveio esta grande tempestade.”
Vemos neste exemplo de Jonas que ele não quis se submeter a uma ordem do Senhor para que pregar em Nínive, uma cidade destinada a destruição por causa dos pecadores. Jonas fugiu, pegou um navio em direção contrária e foi apanhado por uma grande tempestade e acabou nas entranhas de um peixe. Só foi expelido pela boca do peixe, quando teve consciência de sua desobediência.
Jn.2:9,10 – “Mas eu te oferecerei sacrifício com voz de agradecimento, o que votei pagarei: do Senhor vem a salvação.”
Nossa vida está ligada a presença de Deus, quando nos afastamos e somos desobedientes enfrentamos tempestades, precisamos de Jesus em todas as circunstâncias, mesmo quando enfrentamos dificuldades, somos sustentados, pois com ele o mar se aquietará.
Is.43:2 – “Quando passares pelas águas estarei contigo, e quando pelos rios, eles não te submergirão; quando passares pelo fogo não te queimarás, nem a chama arderá em ti.”
O Senhor é sempre presente quando depositamos total confiança em suas promessas, que possamos agir e falar como Moisés: sem a tua presença, não sairemos daqui.
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