Col.4:6 – “Que a nossa palavra seja sempre agradável, temperada com sal, para que saibais como convém responder a cada um.”
O livro de Colossences nos exorta a buscar sabedoria para viver bem, principalmente com os que ainda não tem uma grande intimidade com a palavra de Deus; isto demonstra uma atitude de humildade e temperança.
Mt.5:13 –“Vós sois o sal da terra, e se o sal for insípido, com que se há de salgar?”
Se somos sal da terra, temos que ter o tempero dentro de um equilíbrio, porque temperança é ter domínio próprio, pois todo o excesso é prejudicial.
Mt.12:29 – “Ou, pode alguém entrar na casa do valente e furtar seus bens, sem primeiro manietá-lo?”
O destempero é uma fortaleza que precisa ser desativada, mas resistimos quando Deus quer invadir este espaço, que em princípio nos parece ser arma de defesa. No mundo, esta característica é conhecida pela seguinte frase: “A melhor defesa é o ataque”, mas não é bem assim...
Os estragos causados por esta má opção, pode se transformar numa guerra um oferecimento de ajuda, que, quando mal interpretado se transforma em afronta.
Muitos males podem ser evitados quando somos coerentes com o que a palavra de Deus nos ensina. É desnecessário lutar com quem quer nos socorrer.
Pv.25:28 – “Como cidade derribada, que não tem muros; assim é o homem que não consegue conter seu espírito.”
Quem não controla seu espírito não tem limites e dá livre acesso ao inimigo; não enxergando os ardis de Satanás, e exageram na dose, e este é o valente que precisa ser manietado, porque sempre sofreremos a consequência do destempero.
Seus muros podem até balançar, mas quando recobramos a razão, através de um ponto de equilíbrio, retomamos o controle.
A calma desfaz grandes erros, dominar nossas emoções é deixar a mediocridade de lado, porque mediocridade é atribuir aos outros aquilo que não soubemos tomar conta, e que é da nossa responsabilidade.
quarta-feira, 30 de março de 2011
segunda-feira, 14 de março de 2011
O EXTRAORDINÁRIO DE DEUS
At.19:11 – “E Deus, pelas mãos de Paulo fazia maravilhas extraordinárias.”
Em sua terceira viagem missionária, Paulo foi usado poderosamente por Deus, movido pela fé, através da ação do Espírito Santo.
Ordinário significa comum, mas extraordinário e fora do comum, verdadeiros milagres acontecem, que nos levam a crer no Deus do impossível, porque o possível, ou o comum, não precisam da manifestação do poder de Deus.
At.19:12 – “De sorte que até os lenços e aventais se levavam do seu corpo aos enfermos, e as enfermidades fugiam deles, e os espíritos malignos saiam.”
Até a sombra de Paulo serviu para que muitos fossem curados.
Mc.16:17 – “Estes sinais seguirão aos que crerem.”
Esta autoridade nos foi passada por Jesus. Podemos presenciar grandes milagres se crermos verdadeiramente.
Mt.9:17 – “E um da multidão, respondendo disse: Mestre, trouxe-te meu filho que tem um espírito mudo.”
Este jovem lunático sofria na mão do maligno e os discípulos de Jesus não conseguiram expulsar o demônio, mesmo orando e repreendendo.
- Tudo é possível ao que crê (Mc.9:23) e a incredulidade também havia tomado conta dos discípulos. Para alcançar total libertação deste jovem, Jesus levou este pai a refletir onde ele também precisava ser curado, e a incredulidade era a barreira para que seu filho não recebesse esta benção, porque os pais são responsáveis pelos seus filhos.
Mc.9:24 – “E logo o pai do menino, clamando com lágrimas disse: Eu creio Senhor, ajuda a minha incredulidade.”
Sabemos que sem fé é impossível agradar a Deus, porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe, e que é galardoador dos que o buscam (Hb.11:6).
Os caminhos de Deus são inescrutáveis e Ele usa quem quer e do jeito que quer, sua ação atinge o improvável, o extraordinário.
Em sua terceira viagem missionária, Paulo foi usado poderosamente por Deus, movido pela fé, através da ação do Espírito Santo.
Ordinário significa comum, mas extraordinário e fora do comum, verdadeiros milagres acontecem, que nos levam a crer no Deus do impossível, porque o possível, ou o comum, não precisam da manifestação do poder de Deus.
At.19:12 – “De sorte que até os lenços e aventais se levavam do seu corpo aos enfermos, e as enfermidades fugiam deles, e os espíritos malignos saiam.”
Até a sombra de Paulo serviu para que muitos fossem curados.
Mc.16:17 – “Estes sinais seguirão aos que crerem.”
Esta autoridade nos foi passada por Jesus. Podemos presenciar grandes milagres se crermos verdadeiramente.
Mt.9:17 – “E um da multidão, respondendo disse: Mestre, trouxe-te meu filho que tem um espírito mudo.”
Este jovem lunático sofria na mão do maligno e os discípulos de Jesus não conseguiram expulsar o demônio, mesmo orando e repreendendo.
- Tudo é possível ao que crê (Mc.9:23) e a incredulidade também havia tomado conta dos discípulos. Para alcançar total libertação deste jovem, Jesus levou este pai a refletir onde ele também precisava ser curado, e a incredulidade era a barreira para que seu filho não recebesse esta benção, porque os pais são responsáveis pelos seus filhos.
Mc.9:24 – “E logo o pai do menino, clamando com lágrimas disse: Eu creio Senhor, ajuda a minha incredulidade.”
Sabemos que sem fé é impossível agradar a Deus, porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe, e que é galardoador dos que o buscam (Hb.11:6).
Os caminhos de Deus são inescrutáveis e Ele usa quem quer e do jeito que quer, sua ação atinge o improvável, o extraordinário.
quinta-feira, 3 de março de 2011
SENDO BOM OUVINTE
Tg.1:19 – “Todo homem seja pronto para ouvir, tardio para falar e tardio para se irritar.”
O bom ouvinte administra corretamente aquilo que ouve. Pensar antes de falar, é usar de sabedoria. Ouvir, sem se irritar é uma qualidade, uma virtude. Não podemos perder a justiça de Deus, através de nossa irritação.
Saber filtrar o que ouvimos, nos leva a falar apenas o necessário ou até nos faz permanecer em silêncio.
Para tanto, precisamos reforçar nossas estruturas espirituais e nos prepararmos para ser um bom ouvinte.
João Batista estava preparado para ouvir que Jesus estava fazendo milagres. Ele como anunciador das boas-novas, poderia ter tido uma reação contrária, mas sua resposta foi:
Jo:3:30 – “É necessário que ele cresça e eu diminua.”
Não adiantou a provocação!
Ecl.5:2 – “Não te precipites com tua boca. Nem o teu coração apresse a falar palavra alguma diante de Deus; porque ele está nos céus e tua estás na terra, pelo que sejam poucas as tuas palavras.”
Não é através de nosso muito falar que recebemos as respostas vindas do céu.
Lc.6:45 – “A boca fala do que o coração está cheio.”
Nosso coração pode estar cheio de ressentimento, de ódio, mágoas e dores e quando damos vazão a estes sentimentos, certamente proferiremos palavras que discordam da Palavra de Deus.
Pv.21:23 – “ O que guarda a sua boca e a sua língua, guarda das angústias a sua alma.”
Para mantermos o equilíbrio entre o ouvir e o falar precisamos do Espírito Santo; é ele que guardará nossa alma de pecar.
Ef.4:20 – “Não saia de vossa boca nenhuma palavra torpe, mas só a que for boa para promover a edificação, para que dê graça aos que ouvem.”
São poucas as pessoas que sabem ouvir, a maioria quer falar para se auto-afirmar, para estar sempre com a razão, transformando conversas em monólogos, mas como é bom quando nos acercamos de alguém que é um bom ouvinte, disposto a ouvir e também a dialogar.
O bom ouvinte administra corretamente aquilo que ouve. Pensar antes de falar, é usar de sabedoria. Ouvir, sem se irritar é uma qualidade, uma virtude. Não podemos perder a justiça de Deus, através de nossa irritação.
Saber filtrar o que ouvimos, nos leva a falar apenas o necessário ou até nos faz permanecer em silêncio.
Para tanto, precisamos reforçar nossas estruturas espirituais e nos prepararmos para ser um bom ouvinte.
João Batista estava preparado para ouvir que Jesus estava fazendo milagres. Ele como anunciador das boas-novas, poderia ter tido uma reação contrária, mas sua resposta foi:
Jo:3:30 – “É necessário que ele cresça e eu diminua.”
Não adiantou a provocação!
Ecl.5:2 – “Não te precipites com tua boca. Nem o teu coração apresse a falar palavra alguma diante de Deus; porque ele está nos céus e tua estás na terra, pelo que sejam poucas as tuas palavras.”
Não é através de nosso muito falar que recebemos as respostas vindas do céu.
Lc.6:45 – “A boca fala do que o coração está cheio.”
Nosso coração pode estar cheio de ressentimento, de ódio, mágoas e dores e quando damos vazão a estes sentimentos, certamente proferiremos palavras que discordam da Palavra de Deus.
Pv.21:23 – “ O que guarda a sua boca e a sua língua, guarda das angústias a sua alma.”
Para mantermos o equilíbrio entre o ouvir e o falar precisamos do Espírito Santo; é ele que guardará nossa alma de pecar.
Ef.4:20 – “Não saia de vossa boca nenhuma palavra torpe, mas só a que for boa para promover a edificação, para que dê graça aos que ouvem.”
São poucas as pessoas que sabem ouvir, a maioria quer falar para se auto-afirmar, para estar sempre com a razão, transformando conversas em monólogos, mas como é bom quando nos acercamos de alguém que é um bom ouvinte, disposto a ouvir e também a dialogar.
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
GLORIFICANDO A DEUS
Porque glorificarmos a Deus diante de causas que nos parecem impossíveis?
No momento que entendermos a importância deste ato, podemos ter certeza que todos os problemas a serem resolvidos ficarão a cargo daquele que tudo pode. Precisamos estar comprometidos com a glória de Deus e com seu poder para avançarmos em fé.
Rom.6:20 – “E não duvidou da promessa de Deus por incredulidade, mas foi fortificado na fé, dando glórias a Deus.”
Abraão tinha todos os motivos para duvidar do cumprimento da palavra que lhe fora dada por Deus de que sua descendência seria multiplicada como as estrelas do céu, e que seria “Pai de Nações”. Era velho e sua esposa também. Seus corpos já estavam amortecidos, conforme está escrito na palavra.
Mas a fé que movia o coração de Abraão era a “fé de Deus”, e não a “fé em Deus.”
Para termos este tipo de fé, que move o poder criativo de Deus e o sobrenatural, existe três princípios básicos:
- O primeiro é glorificar a Deus, porque quando glorificamos a Deus já podemos antever a concretização daquilo que pedimos.
- O segundo é crer que o impossível é possível, se realmente estivermos lançando nossas expectativas na realização daquilo que desejamos.
- O terceiro ponto é saber esperar o tempo de Deus.
Na carta aos Hebreus está escrito que a fé é a esperança daquilo que cremos antes da sua realização. Porque o que podemos ver é palpável e foge do princípio da esperança.
Hb.11:1 – “Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que não se vêem.”
Mas as promessas muitas vezes nos parecem tardias, não queremos aguardar o “kairós” – o tempo de Deus.
Hb.10:36 – “Porque necessitais de paciência, para que,depois de haverdes feito a vontade de Deus, possais alcançar a promessa.”
A paciência é a virtude daqueles que sabem esperar!
Sl.40:1 –“Esperei com paciência no Senhor, e Ele se inclinou para mim, e ouviu o meu clamor!”
Podemos imaginar um Deus Santo, Onipotente, se inclinando para ouvir nosso clamor?
E é assim que Deus faz, Ele se inclina para ouvir nosso grito de socorro e nos responde no tempo oportuno. Às vezes necessitamos deste tempo de espera, para exercitarmos a esperança. A glória de Deus é que nos aproxima de seu trono, por isso precisamos glorificar ao Senhor para adentrarmos em seus átrios e atingirmos o trono da graça!
Rom.5:1,3 – “Tendo sido, pois justificados pela fé, temos paz com Deus, por Nosso Senhor Jesus Cristo; pelo qual temos acesso pela fé a esta graça, na qual estamos firmes e nos gloriamos na esperança da glória de Deus. E não somente isto, também nos gloriamos nas tribulações, sabendo que a tribulação produz paciência e a paciência, a experiência e a experiência a esperança.”
II Pe.3:9 – “O Senhor não retarda a sua promessa, ainda que alguns a têm por tardia; mas é longânimo para convosco, não querendo que alguns se percam, senão que todos venham a se arrepender.”
As bênçãos só chegam quando reconhecemos que somos responsáveis pelo seu atraso. Deus não é indiferente aos nossos sofrimentos, mas a sua interferência ocorre quando estamos aptos a glorificar seu nome, independente da circunstância.
Is.42:8 – “Eu sou o Senhor; este é o meu nome; a minha glória pois, a outro não darei, nem o meu louvor às imagens de escultura.”
O nosso reconhecimento de sua soberania traz a manifestação de sua glória!
No momento que entendermos a importância deste ato, podemos ter certeza que todos os problemas a serem resolvidos ficarão a cargo daquele que tudo pode. Precisamos estar comprometidos com a glória de Deus e com seu poder para avançarmos em fé.
Rom.6:20 – “E não duvidou da promessa de Deus por incredulidade, mas foi fortificado na fé, dando glórias a Deus.”
Abraão tinha todos os motivos para duvidar do cumprimento da palavra que lhe fora dada por Deus de que sua descendência seria multiplicada como as estrelas do céu, e que seria “Pai de Nações”. Era velho e sua esposa também. Seus corpos já estavam amortecidos, conforme está escrito na palavra.
Mas a fé que movia o coração de Abraão era a “fé de Deus”, e não a “fé em Deus.”
Para termos este tipo de fé, que move o poder criativo de Deus e o sobrenatural, existe três princípios básicos:
- O primeiro é glorificar a Deus, porque quando glorificamos a Deus já podemos antever a concretização daquilo que pedimos.
- O segundo é crer que o impossível é possível, se realmente estivermos lançando nossas expectativas na realização daquilo que desejamos.
- O terceiro ponto é saber esperar o tempo de Deus.
Na carta aos Hebreus está escrito que a fé é a esperança daquilo que cremos antes da sua realização. Porque o que podemos ver é palpável e foge do princípio da esperança.
Hb.11:1 – “Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que não se vêem.”
Mas as promessas muitas vezes nos parecem tardias, não queremos aguardar o “kairós” – o tempo de Deus.
Hb.10:36 – “Porque necessitais de paciência, para que,depois de haverdes feito a vontade de Deus, possais alcançar a promessa.”
A paciência é a virtude daqueles que sabem esperar!
Sl.40:1 –“Esperei com paciência no Senhor, e Ele se inclinou para mim, e ouviu o meu clamor!”
Podemos imaginar um Deus Santo, Onipotente, se inclinando para ouvir nosso clamor?
E é assim que Deus faz, Ele se inclina para ouvir nosso grito de socorro e nos responde no tempo oportuno. Às vezes necessitamos deste tempo de espera, para exercitarmos a esperança. A glória de Deus é que nos aproxima de seu trono, por isso precisamos glorificar ao Senhor para adentrarmos em seus átrios e atingirmos o trono da graça!
Rom.5:1,3 – “Tendo sido, pois justificados pela fé, temos paz com Deus, por Nosso Senhor Jesus Cristo; pelo qual temos acesso pela fé a esta graça, na qual estamos firmes e nos gloriamos na esperança da glória de Deus. E não somente isto, também nos gloriamos nas tribulações, sabendo que a tribulação produz paciência e a paciência, a experiência e a experiência a esperança.”
II Pe.3:9 – “O Senhor não retarda a sua promessa, ainda que alguns a têm por tardia; mas é longânimo para convosco, não querendo que alguns se percam, senão que todos venham a se arrepender.”
As bênçãos só chegam quando reconhecemos que somos responsáveis pelo seu atraso. Deus não é indiferente aos nossos sofrimentos, mas a sua interferência ocorre quando estamos aptos a glorificar seu nome, independente da circunstância.
Is.42:8 – “Eu sou o Senhor; este é o meu nome; a minha glória pois, a outro não darei, nem o meu louvor às imagens de escultura.”
O nosso reconhecimento de sua soberania traz a manifestação de sua glória!
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