quarta-feira, 12 de agosto de 2015

AVAREZA


Hb.13:5 – “Sejam os vossos costumes sem avareza, contentando-vos com o que tendes, porque Ele disse: não te deixarei nem te abandonarei.”
Vivemos numa época em que o consumismo toma conta de multidões, a insatisfação de nunca ter o suficiente, e querer sempre mais, levam a esquecer que Deus existe e está no controle de todas as coisas.
A avareza prende não só a alma, mas também o espírito. O jovem rico é um grande exemplo, aprisionado pelos seus bens materiais, foi embora triste, por não seguir às determinações de Jesus.
O Senhor sempre supre as nossas necessidades, as aflições estão sempre cercando nossas vidas, mas a nossa confiança em Deus nos impulsiona a esperar sempre o melhor, nossas esperanças não podem ser anuladas.
Fil.4:11 –“Não digo isto como por necessidade, porque já aprendi a viver com o que tenho, sem estar abatido e sem ter abundância.”
Nós aprendemos verdadeiramente através das experiências e precisamos ser um sobrevivente em qualquer crise que tenhamos que enfrentar. È nas horas difíceis que a nossa fé é exercitada.
Fil.4:13 – “Posso todas as coisas naquele que me fortalece”.
O reino de Deus não é apenas para se ter uma vida abundante. Aprenda a ser feliz com o que teu Deus proveu. Nosso maior valor é saber andar de acordo com seus princípios.
Gen.28:20 – “E Jacó fez um voto: Se Deus for comigo nesta viagem que faço, guardar, dar o pão para comer, vestido para vestir, e eu em paz tornar a casa de meu pai,  o Senhor será o meu Deus.”
Nossa vida é passageira e nosso destino é a casa do Pai, nossa morada celestial.
Jesus, antes de sua partida falou:
Jo.14:2 – “Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim eu vo-lo teria dito; vou preparar-vos lugar.”
Jacó colocou uma pedra fundamental como um compromisso com o Senhor.
Lc.12:13 – “E disse-lhe um na multidão: Mestre, dize ao meu irmão que reparta comigo a herança. Jesus respondeu: Quem vos colocou de juiz entre vós?
Cuidado com a avareza, porque a vida não consiste nos bens que se possui. A insatisfação toma conta do coração de quem é avaro, que fica de olho gordo naquilo que os outros tem. Não podemos inverter os alvos, a nossa energia precisa estar direcionada para as coisas lícitas, não devemos andar de mãos dadas com o pecado, as coisas materiais não podem nos afastar de Deus.

sábado, 8 de agosto de 2015

O TOQUE DAS TROMBETAS


I Co.14:7,8 – “Se as coisas inanimadas, que fazem som, seja flauta, seja cítara, não formarem sons distintos, como se conhecerá o que toca flauta, ou com a cítara? Porque se a trombeta der sonido incerto, quem se preparará para a batalha?”
As trombetas serviam para sinalizar um evento, despertar para a guerra, festa, culto e anunciar a chegada de tropas inimigas. Os sacerdotes a usavam para a marcha de guerra e para o serviço no templo.
Na peregrinação do deserto o som da trombeta convidava o povo a levantar acampamento.
A trombeta também era utilizada para anunciar um novo rei.
A trombeta precisa ter o som preciso para iniciar a batalha. A ordem incisiva é para ser obedecida, segundo o comando dado.
Nm.10:2 – “Faze duas trombetas de prata, de obra batida a farás, e te serão para a com vocação da congregação, para a partida dos arraiais.”
Nossos ouvidos não podem estar agravados, precisam estar atentos ao toque das trombetas, pois é uma convocação para na reunião do povo de Deus, e o apelo atual é não só para ouvirmos a voz do Senhor, como também combatermos em oração
Nm.10:9 – “Quando sairdes para peleja com o inimigo, tocareis a trombeta retinindo.”
Existem várias formas de orar, mas precisamos saber escolher a que dá mais certo. O conceito de autoridade espiritual é sério e não pode ser incerto. A ordem espiritual precisa de uma sequência correta. A palavra tem que ser a expressão da verdade de Deus. Siga sempre a direção que o Espírito Santo lhe der, não ore errado, determine a vitória para que o poder de Deus entre em ação.
É o Espírito Santo que nos habilita a enfrentarmos todas as batalhas e não podemos estar desprovidos de autoridade.
No deserto enfrentamos extremos de frio e de calor, todas as intempéries são enfrentadas quando estamos revestidos de autoridade.
Ao som da trombeta levante-se contra toda as forças malignas que tentam calar o povo de Deus.

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

CAMINHANDO NA LUZ

Jo:11:9 "Jesus respondeu: Não há doze horas no dia? Se alguém andar de dia não tropeça, porque vê a luz do mundo".
Precisamos trabalhar enquanto existe luz! Esta luz é a revelação da Palavra de Deus. Quando andamos na luz, evitamos tropeços, muitos deles criados pelo inimigo de nossas almas. Sem esta luz, é melhor ficarmos no compasso de espera, aguardando a direção de Deus.
Jo.8:12 "Falou-lhes pois Jesus outra vez, dizendo: Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida".
Se quisermos ter vitória em nossa caminhada cristã, temos que buscar a luz verdadeira, que vem dos céus.
Jo.9:4,5 "Convém que eu faça as obras daquele que me enviou enquanto é dia; a noite vem, quando ninguém pode trabalhar. Enquanto estou no mundo eu sou a luz do mundo (não há trevas)".
Quando andamos na luz, as trevas são dissipadas. Jesus também nos falou que somos a luz do mundo, isto é, deixou-nos encarregados de fazer com que sua luz, refletida em nós, propague-se a outros.
Mt.5:14 "Vós sois a luz do mundo; não se esconde uma cidade edificada sobre um monte".
Não podemos permitir que esta luz que está em nós se apague! Precisamos estar sempre renovando o combustível através da Palavra de Deus.
I Jo.1:7 "Mas se andarmos na luz como Ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus nos purifica de todo o pecado".
Esta luz, além de seu poder perdoador e inovador, nos aponta a direção correta: amor e comunhão com nossos irmãos.
Mt.5:16 "Assim resplandeça a sua luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras, e glorifiquem ao nosso Pai, que está nos céus".

terça-feira, 28 de julho de 2015

MIRIÃ, A GUARDIÃ DE MOISÉS


Cena da novela "Os Dez Mandamentos", da Rede Record


Ex.1:22 – “Então faraó ordenou a todo o seu povo: todos os filhos que nascerem dos hebreus lançareis no rio, mas todas as filhas guardareis com vida.”
Esta ordem expressa de faraó era uma estratégia para diminuir a população dos homens hebreus, por temor de uma rebelião desencadeada pelos maus tratos infligidos a esse povo escravizado.
Miriã, a irmã mais velha de Moisés, quando foi anunciada esta ordem, teve a feliz ideia de colocar seu irmão num cestinho betumado, isto é, impermeabilizado, e, pousando-o na água, direcionou-o ao local onde a princesa, filha de faraó, se banhava diariamente (Ex.2:48). Podemos dizer que Miriã foi uma grande estrategista ao salvaguardar a vida de Moisés. Ela ainda convenceu a princesa, depois de recolhido o bebê, a providenciar uma ama de leite para amamentá-lo. Esta ama de leite seria sua mãe, Joquebede. Assim, Moisés foi amamentado por sua mãe verdadeira, com quem aprendeu não só sua língua de origem, como foi instruído nos princípios básicos da lei de Deus – do único Deus verdadeiro.
Nm.26:59 – “Descendente da tribo de Levi, Joquebede (mãe de Arão, Miriã e Moisés)."
Miq.6:4 – "Certamente te fiz subir da terra do Egito e da casa da servidão, te remi e pus diante de ti Moisés, Arão e Miriã."
Desde seu chamado diante da sarça ardente, Moisés tomou à frente a libertação do povo de Deus, e Miriã foi uma companhia constante de seu irmão. Ela também era considerada profetisa.
Ex.15:20 – “Então Miriã, a profetisa irmã de Arão, tomou o tamboril na sua mão e todas as mulheres saíram atrás dela com danças.”
Estas danças acompanhadas de cantos de louvor ao Senhor ficaram conhecidas como “o cântico de Miriã”.
Sendo considerada uma líder, rebelou-se contra o irmão quando este tomou como mulher uma cusita (etíope), que era fora da linhagem (Nm.12:1.2).
Por sua atitude de rebelião, também compartilhada por seu irmão Aarão, foi atacada por lepra e ficou afastada durante sete dias da congregação. Mas a intercessão de Moisés diante de Deus a curou, e depois do período de purificação, voltou ao convívio de todos.
Miriã era muito estimada por Moisés, que ficou muito abalado com sua morte no deserto de Cades.