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domingo, 12 de outubro de 2014

EM QUEM NOS ESPELHAMOS?


II Cr.21:20a – “Jorão começou a reinar com 32 anos, reinou oito anos.”
Jorão era filho de Josafá, que fez o que era reto diante do Senhor e neto de Asa, rei de Judál, que também havia procedido retamente diante de Deus.
II Cr.21:4 – “E subindo Jorão ao reino de seu pai, e havendo-se nele fortificado, matou seus irmãos à espada, como também a alguns príncipes de Israel.”
O que levou este rei a praticar o fratricídio? Não foi certamente o exemplo de seus antecedentes, mas sua maldade foi gerada não só pelo ciúme, pela inveja, pelo desejo do poder, mas por sua convivência com Acabe e Jezabel, seus sogros. Nós nos tornamos semelhantes àqueles em quem nos espelhamos.
II Cr.21:12 – “Então lhe veio um escrito por parte de Elias, o profeta que lhe dizia: Porquanto não andaste nos caminhos de seu pai Josafá, teu pai, e nem nos caminhos de Asa, rei de Judá, mas andastes nos caminhos dos reis de Israel e fizeste corromper a Judá e aos moradores de Jerusalém, segundo a corrupção da casa de Acabe e também mataste teus irmãos, da casa de teu pai, melhores que tu.”
Vemos que muitos traços de violência são gerados pela convivência com pessoas corruptas e inescrupulosas. O ditado é antigo: diz-me com quem andas e te direi quem és.
Precisamos evitar o convívio com pessoas malignas e a palavra “não”  dita aos nossos filhos é necessária para desviá-los dos maus caminhos, que na grande maioria das vezes são caminhos de morte.
Cotidianamente vemos adolescentes sendo mortos pelos excessos cometidos pelas drogas, álcool, rachas e assaltos. Isto é fruto da falta de disciplina e da concordância de pais que não se preocupam com quem seus filhos estão andando.
Jorão teve sua morte prematura anunciada pelo Senhor (IICr.21:15).
II Cr.21:20b – “E foi-se sem deixar de si saudades alguma, e sepultaram na cidade de Davi, porém não nos sepulcros dos reis.”
Esta é a trágica história de um rei que não soube governar e ainda praticou atrocidades inumeráveis que ninguém queria lembrar.
Sl.34:16 – “A face do Senhor está contra os que fazem mal, para desarraigar da terra a memória deles.”

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

COMODISMO


I Co.2:5 – “Para que a vossa fé não se apoiasse em sabedoria dos homens, mas no poder de Deus.”
Comodismo é um perigo para a vida cristã, acomodados não obedecemos a voz de Deus. Outro perigo é nos apoiarmos na fé dos outros, pois isto pode impedir nosso crescimento espiritual, mas é difícil sair da zona de conforto!
Moisés precisou de um sinal visível de Deus, e para isto a vara lhe serviu de apoio.
Ex.4:1 –“ Então respondeu Moisés e disse: Mas eis que não me crerão, nem ouvirão a minha voz, porque dirão: O Senhor não te apareceu. E o Senhor lhe disse: que é isto que tens na mão? E ele disse: uma vara.”
Nossa dependência precisa ser de Deus, e não de varas. No primeiro momento do teste de Moisés a vara se transformou em cobra e o Senhor lhe pediu que a segurasse pela cauda... Quem pega uma cobra pela cauda corre o risco de ser picado, mas pela Palavra de Deus estaremos sempre seguros.
Elias foi um instrumento valioso nas mãos de Deus e depois de ter desafiado os falsos profetas eliminando-os através do fogo consumidor, ficou depressivo e amedrontado com as ameaças de Jezabel, mulher de  Acabe, e refugiou-se em uma caverna e foi alimentado pelos corvos até que as águas dos ribeiros secassem... Era hora de sair de sua zona de conforto. Deus permite que os ribeiros sequem para recebermos novas instruções.
Na vida secular, na infância, quando aprendemos a andar de bicicleta, as rodinhas laterais nos servem de apoio, mas quando adquirimos equilíbrio, precisamos seguir, sem apoio.
Como resultado da pregação de Jonas, a cidade de Nínive foi poupada dos juízos de Deus, mas em seu coração Jonas preferia que o Senhor exercesse o juízo sobre aquele povo! Abrigou-se na sombra de uma aboboreira e quando esta secou pediu a Deus  que o matasse. (Jn.4:8)
Precisamos aprender com as dificuldades e muitas vezes com o que não concordamos aparentemente, mas muita gente prefere a escravidão á libertação.
A prova disto são os israelitas que vagaram por quarenta anos em torno da Terra Prometida, por saudades dos alhos e das cebolas.
Sl.139.6 – "Sua ciência é tão alta que não posso atingir.”
O Senhor cuida de nós; e quando precisamos nos apresenta formas materiais de apoio, mas seu desejo é que caminhemos com nossos próprios pés rumo à Cidade Celestial.  Portanto, nada de comodismo, saia da zona de conforto, para atingir o seu destino.