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sábado, 28 de fevereiro de 2015

CONFIANÇA


Fil.4:13 – “Posso todas as coisas naquele que me fortalece.”
Em qualquer situação podemos confiar com a força de Deus que nos ajuda a enfrentar as intempéries da vida. O Apóstolo Paulo foi experimentado em situações de grandes adversidades, mas ele tinha uma fé inabalável e, através dela, obteve o livramento. Sem murmurar ou desistir, em prisões, naufrágios, ciladas e açoites.
Precisamos almejar este tipo de fé que remove obstáculos, e nos deixam firmes em nossas lutas: isto é batalhar pela fé (Jd.6).
Satanás estava presente na reunião convocada por Deus e, quando o Senhor elogiou o tipo da fé de Jó, Satanás retrucou:
- Será que se ele não tivesse tudo o que tem ele seria fiel?
Foi isto que levou o Senhor permitir que Jó fosse tentado (Jó:2,3 e7) .
Mesmo ameaçado pelo fogo ardente os três jovens não se submeteram à vontade do rei (Dn.3:16).
Jesus  alertou Pedro da pretensão de Satanás cirandá-lo, e a sua oração foi para que a sua fé não desfalecesse.
Rom.8:35 – "Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação, a angústia, a perseguição, a fome, a nudez, perigo ou espada."
Somos expostos à morte todos os dias. A árvore da vida foi preservada por Deus para não vivermos eternamente no pecado. Nossa segunda chance está na ressurreição para a vida eterna.
As circunstâncias não podem diminuir ou abalar a nossa fé, que precisa estar firmada em Deus.
Sl.78:40,42 – “Quantas vezes o provocaram no deserto e não se lembraram do poder de sua mão.”
O povo escolhido que atravessou o deserto esqueceu-se de todas as maravilhas que haviam presenciado e recebido durante todo o trajeto.
Somos levados a murmurar mesmo quando muitos milagres já aconteceram em nossas vidas. A insatisfação toma conta de nossos corações, e não somos diferentes desse povo.
Os livramentos que o Senhor nos deu não podem ser esquecidos, pois isto nos leva à incredulidade. Não ofenda à Deus quando estiver enfrentando o deserto.
Deserto é a preparação para o serviço do Senhor.
Moisés permaneceu quarenta anos no deserto antes de ser guia desse povo.
Jesus por quarenta dias foi tentado no deserto e foi aprovado.
Não é fácil enfrentar o deserto, pois a solidão pode nos levar a murmurar e ofender a Deus.
Ex.16:2 – “E toda a congregação dos filhos de Israel, murmurou contra Moisés e contra Aarão.”
Para alcançar a promessa na travessia do deserto não se pode murmurar.
Até passar pela provação no deserto Jesus  não havia feito nenhum milagre. O deserto foi a preparação para seu ministério terrestre, e o diabo não conseguiu fazê-lo duvidar do Pai, mesmo usando a Palavra de Deus de uma forma distorcida.
Estarei convosco todos os dias. – Esta é a promessa para os que confiam.

sábado, 29 de novembro de 2014

COMBATENDO O BOM COMBATE


II Sam.22:35 – “Adestrou minhas mãos para o combate, de maneira que um arco de cobre se quebra pelos meus braços.”
A vida nos leva à uma luta diária e precisamos estar preparados para  este combate; para tanto, precisamos escolher quem deve batalhar conosco.
Um exército bem preparado está destinado à vitória, e o exército dos filhos de Deus é composto de homens valorosos, fortes no espírito e fortes na fé. A seleção não pode ser apenas física!
Jl.3:9,10 – “Proclamai isto entre as nações, santificai uma guerra: suscitai os valentes; cheguem-se, subam todos os homens de guerra. Forjai espadas das vossas enxadas, e lanças das vossas foices: diga o fraco: Eu sou forte.”
Neste texto podemos fazer uma comparação com a instrução deixada por Jesus para a propagação do evangelho, pois os instrumentos para semeadura foram transformados em armas de combate.
A batalha ferrenha nos dá a oportunidade de Deus mostrar que ele é o Senhor dos Exércitos, e  ele quer ser glorificado através disto.
Quando Gideão foi convocado para enfrentar o exército inimigo selecionou trinta e dois mil homens, mas o Senhor falou:
Jz.7:2 – “Muito é o povo que está contigo, para eu dar os midianitas em sua mão: a fim de que Israel não se glorie contra mim, dizendo: a minha mão me livrou.”
Desta primeira peneirada, vinte e dois mil retrocederam, restando ainda dez mil homens, que foram submetidos a um teste, sobrando apenas trezentos valentes que lamberam a água, pois estavam de prontidão para qualquer ataque surpresa.
Nas batalha do Senhor não participam os medrosos, os tímidos e os covardes.
II Tim.1:7 – “Porque Deus não nos deu o espírito de temor, mas de fortaleza, e de amor, e de moderação.”
Temos que ser ousados quando estamos servindo ao Senhor, a ação rápida, mesmo que às vezes pareça irracional é o que determina a vitória. A prontidão faz a diferença!
O medo nos paralisa, repreenda este espírito de medo em sua vida!
Golias era um gigante e foi derrotado por Davi, que estava apoiado no Senhor.
I Sam.17:47 – “E saberá esta congregação que o Senhor salva, não com espada, nem com lança; porque do Senhor  é a guerra, ele vos entregará na nossa mão.”
Eu e o Senhor formamos um todo e estamos aptos a enfrentar qualquer batalha.
O poder de Deus está sempre disponível para enfrentarmos qualquer dificuldade e não devemos questionar sobre a sua fidelidade.
Que possamos dizer como Paulo:
II Tim.4:7 – “Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé.”



quinta-feira, 13 de março de 2014

HUMILDADE PRECEDE A HONRA


II Co.3,4,5 – “E por Cristo temos tal confiança por nós,não que sejamos capazes por nós, de pensar alguma coisa, como de nós mesmos; mas a nossa capacidade vem de Deus. O qual nos fez participantes de ser ministro do novo testamento, não da letra, mas do espírito, porque a letra mata, mas o espírito vivifica.”
Paulo era um homem extremamente letrado, instruído pelos melhores mestres, e mesmo assim se considerava incapaz a menos que fosse instruído pelo Espírito Santo de Deus.
Pv.15.33 – “O temor do Senhor é a instrução da sabedoria, e diante da honra vai a humildade."
Para conduzir o povo à Terra Prometida, o Senhor escolheu Moisés, que havia sido preparado em todas as ciências para ser o sucessor de faraó. Paulo foi escolhido para levar aos gentios a salvação.
Apesar de serem homens tão qualificados, o Senhor os submeteu a um tratamento no deserto, onde poderiam depender única e exclusivamente Dele.
Ao chegar à Terra Prometida, Moisés mandou doze espias para mapear Canaã: antes de tomar posse da terra, os novos proprietários precisavam conhecer os povos que ali habitavam. O relatório dos espias foi desanimador:
Num.13,31 – “Não poderemos subir contra aquele povo, porque é mais forte que nós.”
Porém, Josué e Calebe não se deixaram abater e replicaram:
Num.13:30 – “Subamos animosamente, e possuímo-la, porque certamente prevaleceremos contra ela.”
Quando entendemos que as coisas não dependem de nós nem de nossa capacitação, mas de Deus, não recuamos diante dos grandes desafios. O inimigo procura colocar impedimentos para nos sentirmos incapazes e desistirmos de seguir o propósito de Deus.
Pv.3:5 – “Confia no Senhor de todo o coração e não te estribes em seu próprio entendimento.”
Quando entendemos que nossas habilidades procedem do Senhor, não desanimamos diante das vozes externas que tentam colocar obstáculos para impedir o trabalho de Deus em nossas vidas.

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

CORAÇÃO HUMILDE


Sl.138:6 – “Ainda que o Senhor seja excelso, atenta para o humilde.”
Humildade é a inexistência do orgulho, é uma qualidade difícil de ser encontrada atualmente. Humildade não significa incapacidade ou timidez. Podemos ser humildes, mas sólidos em nossas opiniões, não nos deixando levar pelo vento de qualquer doutrina (Ef.4:14).
Uma pessoa humilde está sempre disposta a escutar o que os outros têm a dizer, respeitando suas posições sem ficar irritado e evitando contendas.
Aos humildes está reservada a sabedoria do alto, pois seu coração atendente é despertado para boas ações e seus sentidos estão sempre alerta para perceber quando algo não vai bem com o seu próximo.
Pv.11:2 – “Vindo a soberba, virá também a afronta; mas com o humilde está a sabedoria.”
No Sermão do Monte, está contada entre as bem-aventuranças:
Mt.5:3 – “Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus."
Jesus nos deu muitos exemplos de humildade: lavando os pés de seus discípulos, aceitando sua morte na cruz, chamando de amigo aquele que o traiu. Ele mesmo declarou sua humildade e sua mansidão:
Mat.28,29 “Vinde a mim, todos os que estão cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas.”
Percorrendo a Bíblia podemos apontar gestos de pessoas que exercitaram a humildade:
João Batista – “E pregava dizendo: após mim vem aquele que é mais forte do que eu, ao qual não sou digno de, abaixando-me, desatar as correias de suas alparcas” (Mc.1:7). Ele também afirmou: "Convém que ele cresça e eu diminua.”
Moisés - ao ser convocado por Deus, declarou: “Quem sou eu, que vá ao Faraó e tire do Egito os filhos de Israel? “(Ex.3:11). "Não sei falar", argumentou.
Jeremias – “Então disse eu: Eis que não sei falar; porque sou uma criança” (Jer.1:6).
Paulo – "Sou o menor dos santos" (Ef.3:8), "não sou digno de ser chamado apóstolo" (I Tim.1:13,15).
No salmo 8, Davi declara: “Que é o homem mortal para que te lembres dele, e o filho do homem, para que o visites?” (Sl.8:4).
Esta consciência da dependência de Deus, de sua soberania, mostra-nos o caráter das pessoas que têm um coração humilde.



quarta-feira, 28 de agosto de 2013

VENCENDO AS TEMPESTADES


At.25:10 – “Estou perante o tribunal de César, onde convém que eu seja julgado; não fiz agravo nenhum aos judeus, como tu mesmo o sabes.”
Paulo foi transferido para Roma porque apelou para César (At.25:12). Sua viagem foi muito tumultuada; os passageiros enfrentaram calmaria, desvio de rota e tempestades. Paulo foi divinamente avisado sobre todo o incômodo desta viagem e alertou o centurião, que não lhe deu crédito.
At.27:12,13 – “E, como aquele porto não era cômodo para invernar, os mais deles foram de parecer que se partisse dali, para ver se podiam chegar em Fênix, que é um ponto de Creta que olha para a banda, do vento da África e do Coro, e invernar ali. E soprando o sul brandamente, lhes pareceu terem já o que desejavam, e, fazendo-se à vela, foram muito perto costeando Creta.”
A força da natureza muitas vezes nos surpreende: quando achamos que tudo vai bem, um pé de vento pode mudar toda a paisagem.
At.27:15 – “E, vendo o navio arrebatado, e não podendo navegar contra o vento, abrindo mão de tudo, nos deixamos ir à toa.”
Não podemos disputar contra a natureza, mas deixar-se ir à toa é perder o comando, é desistir. Precisamos lutar contra todas as tempestades para o barco não afundar!
Este relato continua: aliviaram o barco, e fugiram as esperanças de se salvarem. Neste cenário inquietante de trevas, que trouxe grande desespero e frustração, Paulo, por ter uma palavra de Deus, trouxe um novo ânimo a todos os que estavam no navio.
Somos responsáveis pelos que estão caminhando conosco; por isso, não abandone o navio e leve esperança aos que estão no mesmo barco. Não tente abandonar seu posto e se lançar fora dele porque a profundidade das águas pode te afogar.
At.27:37 – “E éramos por todos no navio duzentos e setenta e seis almas.”
Se o Senhor te colocou neste barco, seja motivo de esperança e ânimo para os demais, e Deus honrará a sua fé.
At.27:44 – “E os demais, uns em tábuas e outros em outras coisas do navio. E assim aconteceu e todos foram salvos.”