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quinta-feira, 6 de outubro de 2011

ANANIAS E SAFIRA


Mt.6:19 – “Não ajunteis tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem tudo consomem, e os ladrões minam e roubam.”

A grande preocupação com o mundo e aquilo que ele pode nos oferecer, a busca incessante de ter mais e mais, nos distanciam da vida espiritual e do conhecimento de Deus. Preocupamo-nos com as coisas temporais e esquecemo-nos das eternas.
At.5:1,2 – “Mas um certo homem chamado Ananias, com Safira, sua mulher, vendeu uma propriedade e reteve parte do preço, sabendo-o também a sua mulher, e levando uma parte, depositou aos pés dos apóstolos.”
Na vida comunitária, junto com os apóstolos, tudo o que possuíam era repartido entre os irmãos.
At.4:32 – “E era um só coração, e a alma dos que criam, e ninguém dizia que coisa alguma que possuía era sua própria, mas todas as coisas lhes eram comuns.”
Esta atitude de repartir todos os bens não era obrigatória, o problema gerado por Ananias e Safira era com seu voto de distribuí-los com toda a comunidade!
Ec.5:4 – “Quando a Deus fizeres algum voto, não tardes a cumpri-lo, porque Deus não se agrada de tolos, o que votares, paga-o”
O resultado trágico da falta de cumprimento deste voto foi a morte de ambos diante de todos da comunidade.
Mc.10:17 – “Que farei para obter a vida eterna?”
A vida deste jovem rico era aparentemente correta, mas a sua fraqueza era o amor ao dinheiro. No momento que Jesus tocou neste ponto e pediu que se desfizesse de todas as suas riquezas este jovem se afastou tristemente, revelando assim o que dominava a sua vida. O interior das pessoas só vem à tona quando é revelado por Deus, por isso nunca diga precipitadamente: é santo.
O que lhe falta para seguir Jesus? Faltando uma só coisa não estaremos aptos a servi-lo. Há mandamentos específicos e determinados por Deus pessoais e intransferíveis, e a relutância em abandoná-los nos prende ao mundo na chamada de entrega. Se o nosso coração não estiver preparado para a entrega, não teremos integridade total de nossos sentimentos para servi-lo.
- Onde está o teu tesouro, aí está o seu coração.
Nada retenha, entrega teus caminhos ao Senhor e o mais Ele fará (Sl.37:5).
Os.4:6 - “Meu povo perece por falta de conhecimento de Deus.”

sábado, 1 de outubro de 2011

ONDE ESTÁ TEU TESOURO?


Is.45:3 – “E te darei os tesouros das escuridades, e as riquezas encobertas para que possas saber que eu sou o Senhor, o Deus de Israel, que te chama pelo nome.”
Como nosso Pai Celestial, que nos conhece pelo nome, Deus tem reservas abundantes para que prosperemos em todas as áreas de nossas vidas: física, espiritual e material. Mas qual destes tesouros tem maior valor?
É a salvação de nossa alma. Seu valor é imensurável e é uma fonte de riqueza inesgotável.
Este tesouro escondido foi pago com alto preço através da crucificação e morte do Senhor Jesus.
Mt.13:44 – “O reino dos céus é semelhante a um tesouro escondido.”
Um dia partiremos e daqui nada levaremos, mas a salvação de nossa alma está guardada em Cristo Jesus. O dia de amanhã está fora de nosso alcance, pois somos peregrinos nesta terra.
Mt.6:20,21 – “Mas ajuntai tesouros nos céus, onde nem a traça nem a ferrugem consomem, e onde os ladrões não minam nem roubam. Porque onde estiver vosso tesouro, aí estará também o vosso coração.”
Quais são os teus tesouros?
Sua prioridade são seus filhos, seus pais ou seus bens?
Abraão foi provado para saber qual era sua prioridade e o filho desejado e esperado não foi negado, porque seu coração estava entregue nas mãos de Deus.
Gn. 22:2 – "E disse Deus a Abraão: Toma agora o teu filho, o teu filho único, Isaque, a quem amas, e vai-te a terra de Moriá, e oferece-o em holocausto sobre uma das montanhas, que eu te direi.”
Quando não titubeamos diante de ordens expressas de Deus, sua provisão não tardará. No momento em que estava dispondo seu filho para sacrificá-lo, um anjo do céu bradou:
Gn.22:12 – “Não estendas a tua mão sobre o moço, e não lhe faças nada; porquanto agora sei que temes a Deus, e não me negaste teu filho, teu filho único.”
Deus tem coisas grandiosas para nossas vidas quando estamos maleáveis em suas mãos.
Gn.22:16,18 – “E disse: Por mim mesmo jurei, diz o Senhor: Porquanto fizeste esta ação, e não me negaste teu filho, o teu único, que deveras te abençoarei, e grandissimamente multiplicarei a tua semente como as estrelas do céu, e como a areia que está na praia do mar, e a tua semente possuirá a porta de teus inimigos. E em tua semente serão benditas todas as nações da terra, porquanto obedeceste a minha voz.”
Os tesouros escondidos e todas as bênçãos já estão reservadas para nós, e Deus pode nos surpreender num de seus de repentes!

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

O PACTO DO SAPATO

Sl.60:8 – “Moabe é a minha bacia de lavar; sobre Edom, lançarei o meu sapato; alegra-te, ó Palestina, por minha causa.”
Este salmo nos fala da excelência das promessas de Deus e das vitórias que obtemos quando estamos alicerçados em sua Palavra.
Lançar o sapato, no versículo acima, significa retomar a posse dos bens perdidos. Edom andou errante, mas Deus aqui se compromete em resgatá-lo.
Era costume em Israel que, quando alguém cedia seu direito de terras ou possessão a um parente, tirava o sapato e o entregava ao parente como testemunho do acordo.
Um exemplo disto se encontra no livro de Rute, a qual, apesar de moabita, casou-se com um dos filhos de Israel. Ao ficar viúva, em vez de retornar ao seu povo de origem, preferiu seguir com sua sogra para servir ao Deus que conhecera e no qual crera. Esta estrangeira, através de sua fé, conseguiu resgatar, por intermédio de Boaz, as terras que haviam sido abandonadas por seu sogro em ocasião de aperto e fome.
Rt.4:7 – “Havia, pois, já há muito tempo este costume em Israel, quando a remissão e contrato, para confirmar todo o negócio, que o homem descalçava o sapato e o dava ao seu próximo: e isto era por testemunho em Israel.”
Para que um nome de família tivesse continuidade, era comum que a mulher que enviuvasse antes de ter um filho casasse com o cunhado: desse modo, o nome do marido morto não seria apagado da história. Se o cunhado se recusasse a assumir este compromisso, a viúva, diante dos anciãos, descalçaria o cunhado e lhe cuspiria na cara, chamando-o de “o descalçado”.
Era um ato de humilhação contra aquele que se rebelava ante os mandamentos de Deus.
Deut.25:9,10 – “Então sua cunhada se chegará a ele na presença dos anciãos, e lhe descalçará o sapato do pé, e lhe cuspirá no rosto, e protestará, e dirá: Assim se fará ao homem que não edificar a casa de seu irmão; e o seu nome se chamará em Israel: A casa do descalçado.”
Tirar os sapatos também significa submissão, como ao entrar em lugares santos. Moisés foi alertado pelo Senhor quando tentou se aproximar da sarça ardente:
Ex.3:5 –“Não te chegues para cá; tira os sapatos de teus pés; porque o lugar em que tu estás é terra santa.”
Josué, antes da tomada de Jericó, foi avisado de que antes de receber as instruções do anjo do Senhor deveria tirar as sandálias:
Js.5:15 – “Então disse o príncipe do exército do Senhor a Josué: Descalça os sapatos de teus pés, porque o lugar em que estás é santo.”
O gesto de descalçar-se também denota respeito às autoridades superiores. Na casa de indivíduos abastados era comum haver um criado designado para desatar as sandálias de convidados, participantes de banquetes ou visitantes. Para entrar no Tabernáculo e no Templo, os sacerdotes tiravam os sapatos, pois estavam pisando em território santo.
João Batista, o precursor de Jesus, declarou:
Mc.1:7 – "Após mim vem aquele que é mais forte que eu, do qual não sou digno de, abaixando-me, desatar a correia de suas alparcas.”
Diante da presença de Deus, em seus lugares santos, precisamos estar descobertos e descalços.

sábado, 15 de março de 2008

REFLEXÕES SOBRE A VIDA

Ecl.2:16 – “Pois do sábio, bem como do estulto, a memória não durará para sempre; porquanto de tudo, nos dias futuros, total esquecimento haverá. E como morre o sábio, assim morre o estulto.”
O Senhor não faz acepção de pessoas, e nos criou em igualdade de condições. Em sua justiça, nos fez nascer e morrer da mesma maneira.
Jó: 34:19 – “Quanto menos aquele, que não faz acepção das pessoas de príncipes, nem estima o rico mais que o pobre; porque todos são obras de suas mãos.”
Para nascermos, precisamos de um ventre que nos acolha; para morrermos basta faltar o sopro de vida. Tanto ricos como pobres, estamos sujeitos à mesma lei divina. O que nos diferencia é a forma de viver e entender os desígnios de Deus para nossas vidas. Somos seres individuais, criados à imagem e semelhança de Deus, mas com características peculiares, pois até nossas impressões digitais nos diferenciam de qualquer outra pessoa.
Eliú, repreendendo a atitude de Jó com relação a Deus, faz a seguinte declaração:
Jó:33:14 – “Antes Deus fala uma e duas vezes: porém ninguém atenta para isso.”
Quando atentamos para as instruções dadas por Deus, seremos ensinados e não temeremos mal algum!
Is.40:6b,8 – “Toda a carne é como a erva e toda a beleza como as flores do campo. Seca-se a erva, e caem as flores, soprando nelas o hálito do Senhor. Na verdade, o povo é erva. Seca-se a erva, caem as flores, mas a palavra de nosso Deus subsiste para sempre.”
Diante da situação desesperada de Jó, Eliú lhe apresenta a expectativa de esperança:
Jó – 33:23,25 – “Se pois com ele houver um mensageiro, um intérprete, um entre milhares, para declarar ao homem a sua retidão, então terá misericórdia dele e lhe dirá: Livra-o, que não desça a cova; já achei resgate. Sua carne se reverdecerá mais do que na infância, e tornará aos dias de sua juventude.”
Podemos ter abundância de bens materiais e vivermos uma vida miserável, sem esperança e sem alegria; podemos também não ter nem um teto para morar, mas possuirmos a maior riqueza: que é sermos habitação do Espírito Santo, a presença viva de nosso Deus.
Mt.6:20 – “Mas ajuntai tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem consomem, e onde os ladrões não minam nem roubam.”
Jo.10:10b – “Eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância.”
A vida abundante consiste em cremos que Jesus é o Filho de Deus e veio conviver conosco na terra para que fôssemos resgatados para sua luz maravilhosa.
I Pe.2:9 – “Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz.”
Vivermos em harmonia com a Palavra de Deus sempre nos leva a desfrutar dos pastos verdejantes.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

AMBIÇÃO

Ambição é uma atitude contrária à direção do Espírito Santo e imprópria aos filhos de Deus. Ambição é o parente mais próximo da inveja.
Por ambição de dinheiro, muitos roubam, matam, traem, desviando-se do bom caminho.
A vontade de sobrepujar ao próximo, "puxando seu tapete", é a forma de obter vantagem, levando tais pessoas a praticar grandes maldades.
Mc.4:19 "Mas os cuidados deste mundo, os enganos das riquezas e as ambições doutras coisas, entrando sufocam a Palavra."
Quando nos tornamos ambiciosos, fugimos do foco principal de nossa vida, que é Jesus e a sua Palavra.
Shakespeare escreveu que"Esforçando-nos para conseguir o melhor, com frequência estragamos o que é bom."
Precisamos aprender a nos contentar com o que temos em qualquer situação. Paulo, em sua carta aos Filipenses, nos diz:
Fil.4,11,12a "Não digo isto por necessidade, pois aprendi a contentar-me com o que tenho. Sei estar abatido e sei também ter abundância."
Podemos enfrentar qualquer situação com Deus nos sustentando!
Fil.4:13 "Posso todas as coisas naquele que me fortalece."
Aceitação, gratidão e contentamento são grandes segredos para obter grandes milagres, sem tocarmos na vida de ninguém.
I Tim.6,7 "Mas é grande o ganho e a piedade com contentamento. Porque nada trouxemos para este mundo, e manifesto é que nada podemos levar dele."
O pouco com Deus é muito, e Deus tem poder multiplicador sobre todas as coisas.