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quarta-feira, 22 de julho de 2015

PUBLICANOS E FARISEUS


Lc.18:10 – “Dois homens subiram ao templo a orar: um era fariseu, e o outro, publicano.”
Fariseu: esta palavra significa separado para Deus. Os fariseus pertenciam a uma das principais seitas judaicas; eram também conhecidos como hasidini, ou seja, os santos de Deus. Reconhecidos e temidos pelo povo, transformaram-se em legalistas, exigindo que a severidade do Antigo Testamento, do “olho por olho, dente por dente”, fosse cumprida literalmente. Mas, quando eles mesmos tinham que cumpri-la por seus próprios delitos, tentavam contorná-la. Foi por este motivo que o Senhor Jesus os chamou de hipócritas.
Os publicanos pertenciam à classe dos cobradores de impostos: eram agentes do governo romano. Muitas vezes cobravam juros extorsivos, e por este motivo eram odiados pelo povo.
Esta parábola em que os dois homens se apresentam no Templo mostra o penitente publicano em contraste com o orgulhoso fariseu. Vemos que o fariseu estava se exaltando de suas boas qualidades, enquanto o publicano reconhecia sua própria miséria como pecador.
Qual destas orações atingiram o coração de Deus?
Para o Senhor, não existem dois pesos e duas medidas. Quando reconhecemos nossas fraquezas, certamente recebemos o perdão.
Rom.3:23 – “Todos pecaram e destituídos estão da gloria de Deus.”
A glória de Deus só se manifesta quando pedimos perdão e, ao sermos perdoados, agradecemos a Deus por sua graça e misericórdia. O Senhor nos aceita em qualquer situação, mas um coração sincero e agradecido jamais será rejeitado (Sl.51:17).
Mt.6:5 – “E, quando orardes, não sejais como os hipócritas, pois se comprazem em orar em pé nas sinagogas, e nas esquinas das ruas para serem vistos pelos homens. Em verdade vos digo que já receberam o seu galardão.”
Quando somos arrogantes e confiamos em nossa justiça própria, podemos receber a exaltação dos homens, mas somente Deus sonda os corações (Sl;139:1).
Esta era a situação do fariseu: sua auto-estima estava sendo alimentada por homens, não por Deus.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

ANDANDO EM NOVIDADE DE VIDA



Ef.1:17 – “Para que o Deus de Nosso Senhor Jesus Cristo, o pai da glória, vos dê em seu conhecimento, o espírito de sabedoria e revelação.”
Deus tem sempre novas revelações para nos dar, mesmo através da mesma palavra que já meditamos. Isto é andar em novidade de vida. O que Deus quer revelar a você, através de sua palavra, ninguém pode prever.
Rom:6:4 – “De sorte que fomos sepultados com ele pelo batismo na morte; para que, como Cristo ressuscitou dos mortos, para a glória de Deus Pai, assim andemos nós em novidade de vida.”
A presença de Deus em nós é a nossa maior riqueza, a solução e a resposta de nossos problemas. Quando confessamos a sua palavra, crendo, estamos sendo levados para a direção dos propósitos que o Senhor nos tem reservado.
Os fariseus e os escribas também viviam suas vidas baseados nas leis do Antigo Testamento, procurando um meio de constranger Jesus a opinar sobre o que ali estava prescrito.
A Bíblia nos relata a história da mulher flagrada em adultério; os escribas e fariseus foram questionar Jesus acerca dp procedimento correto a ser adotado.
Jo.8:4,5 – “E pondo-a no meio, disseram-lhe: Mestre, esta mulher foi apanhada no próprio ato, adulterando, e na lei nos mandou Moisés, que tais sejam apedrejadas. Tu, pois, o que dizes?”
Jesus tinha subido ao monte para orar e de manhã retornara ao templo para ensinar. Os escribas e fariseus insistiram para que Jesus lhes desse uma resposta.
Ex. 31:18 – “E deu a Moisés (quando acabou de falar com ele no monte do Sinai), as tábuas do testemunho, tábuas de pedra escritas pelo dedo de Deus.”
As leis de Deus imprimidas por seu dedo em tábuas de pedra significam a rigidez e a ordem disciplinadora exigida por Deus ao povo escolhido.
Jesus veio para expressar o amor do Pai, e, ao escrever na terra com seu dedo, estava adicionando um novo mandamento, além de estar se revelando como Filho de Deus.
Jo:13:34 – "Um novo mandamento vos dou: Que vos ameis uns aos outros, como eu vos amei a vós, que também vós ameis uns aos outros e vos ameis.”
Escrever com seu próprio dedo tinha um significado: Jesus, o Filho de Deus encarnado adicionava uma nova medida, mais um novo mandamento: um mandamento de amor.
O legalista só cumpre a lei, esquecendo-se do perdão e do amor.
Jesus então falou: Aquele que dentre vós está sem pecado, seja o primeiro que atire a primeira pedra (Jo.8:7).
Houve uma dispersão geral, começando pelos mais velhos restando apenas Jesus e a pecadora.
Jo:8:10 – “Mulher onde estão os teus acusadores? Ninguém te condenou?”
A própria consciência daqueles que a acusavam foi despertada através da revelação da palavra de Deus!
E Jesus então falou a aquela mulher:
Nem eu te condeno. Vai-te e não peques mais.



sábado, 18 de outubro de 2014

CUIDADO COM AS APARÊNCIAS


II Re.20:12,13  – “Naquele tempo enviou Berodaque Baladã, filho de Baladã, rei da Babilônia, carta e um presente para Ezequias; porque ouvira que Ezequias tinha estado doente. Ezequias lhes deu ouvidos, e lhes mostrou a casa de seu tesouro...
Ezequias, fragilizado pela sua doença, achou que a atitude do rei da Babilônia era positiva, mostrando por ele grande estima e consideração e, lisonjeado com isso, se expôs mostrando toda a sua riqueza.
Muitas vezes somos enganados com falsas atitudes. Neste caso, o inimigo queria descobrir todas as riquezas do rei de Israel, que era motivo de sua inveja e alvo de suas maquinações para tomar posse de tudo o que o rei possuía.
Temos que saber para quem devemos abrir nossas portas, não só de nossa casa, mas também de nosso coração.
Gl.2:6b –“Deus não aceita a aparência do homem.”
Companheiros - Esta palavra significa aqueles com quem dividimos nosso pão. Um hábito comum entre os judeus até o dia de hoje é que para assentar-se em sua mesa e partilharem de seu pão, são convidados somente aqueles que merecem desfrutar de sua intimidade.
Sl.25:14 – “A intimidade do Senhor é para aqueles que o temem, a eles fará saber o seu segredo.”
Muitas vezes, por razões desconhecidas, somos levados a dividir nossas lutas
ou nossas conquistas com quem não é digno de tal confiança. Precisamos estar alertas para não sofrermos os danos. Não se deixe impressionar pelas aparências!
Jesus nos ensina que é pelos frutos que conhecemos aqueles que são dignos de nossa confiança. Frutos são ações e atitudes que nos revelam quem é cheio do Espírito Santo.
Os fariseus e saduceus eram religiosos e foram chamados por João Batista de “raça de víboras”.
Mc.11:12 – “E vendo de longe uma figueira que tinha folhas , foi ver se nela achara alguma coisa; e chegando a ela, não achou senão folhas, porque não era tempo de figos.”
Mesmo não sendo tempo de figos a figueira estava cheia de folhas, presumindo-se assim que deveria ter frutos temporões. Apesar da bela folhagem, era uma figueira estéril.
I Sam.16:7 – “Porém o Senhor disse a Samuel: Não atentes para a sua aparência nem para a altura de sua estatura, porque o tenho rejeitado, porque o Senhor não vê como vê o homem, pois o homem vê o que está diante dos olhos, porém o Senhor olha para o coração.”
Samuel achou que Eliabe, o filho mais velho de Jessé, seria o escolhido para substituir o rei Saul. Mas não, o escolhido foi Davi, o homem segundo o coração de Deus.
Jo.7:24 – “Não julgueis segundo a aparência, mas julgai segundo a reta justiça.”
Se buscarmos a direção do Senhor, saberemos em quem deveremos confiar. Lembre-se de que entre ser um verdadeiro cristão e estar no meio de cristãos há grande diferença.