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domingo, 5 de julho de 2015

SALVAÇÃO FAMILIAR


Hb.11:6 – “Ora, sem fé é impossível agradar a Deus, porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus, creia que Ele existe, e que é galardoador dos que o buscam.”
Deus sempre recompensa quem nele confia. Noé foi divinamente avisado sobre as coisas que ainda não se viam (Hb.11:7), e preparou a arca para salvar sua família, e foi feito herdeiro da justiça, através de sua fé.
Antes que as coisas aconteçam, Deus avisa!
Somos divinamente alertados para salvar nossa família quando temos uma comunhão com Deus. Não podemos perder esta graça, que só ocorre quando caminhamos por fé e não por vista. O propósito do Senhor é sempre evitar o mal, para a salvação e proteção dos nossos queridos.
O intuito de Deus nunca é a destruição, mas é a oportunidade para que todos o reconheçam como o único Deus verdadeiro.
Gen.6:6 – "Noé, porém, achou graça aos olhos do Senhor."
Em meio de uma geração completamente corrompida, Deus se arrependeu de sua criação, e apesar de Noé passar duzentos anos na construção da arca, ninguém quis dar-lhe ouvidos. Noé fez a diferença nesta geração pervertida, permanecendo justo e fiel e recebendo seu galardão.
Precisamos manter nossa retidão e fidelidade se quisermos andar no mesmo compasso do Senhor. Pela fidelidade, seremos alertados quando estivermos em situação de risco.
Am.3:3 “Porventura andarão dois juntos se não estiverem de acordo?”
Havia uma concordância entre Noé e Deus: por isso sua família foi preservada.
Mt.18:19 – “Também vos digo que, se dois de vós concordarem na terra acerca de qualquer coisa que pedirem, isso será feito por meu Pai, que está nos céus."
Feliz é o pai e a mãe que caminham em concordância com Deus. Assim, terão a oportunidade de livrar e salvar toda a sua família.

sexta-feira, 30 de julho de 2010

DONS DISTRIBUÍDOS POR DEUS

Tg.1:17 – “Toda a boa dádiva e todo o dom perfeito vem do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não há sombra, nem variação.”
Não temos nada especial que não tenhamos recebido de Deus. Se remetermo-nos à parábola dos talentos (Mt.25:15,30), veremos que o Senhor os distribuiu para que se fizesse bom uso deles: os dons nos foram distribuídos para que investíssemos em Seu reino.
O que Deus nos dá tem sempre um propósito, uma utilidade.
Ef.4:7 – “A graça foi dada a cada um de nós segundo a medida do dom de Cristo.”
Apóstolos, mestres, profetas, pastores e evangelistas são qualificações recebidas de Deus (Ef.4:11).
Os dons recebidos são irrevogáveis, porque o Senhor não nos dá nada para depois retirar; não se trata de um empréstimo, é dádiva, mesmo quando não é usada corretamente.
Rom.11:29 – “Porque os dons e a vocação de Deus são sem arrependimento.”
Como portadores de tal graça, precisamos ter o zelo de aplicá-la corretamente, para não corrermos o risco de perder a salvação.
I Co.10:23 – “Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas me convém: todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas edificam.”
Na primeira Carta aos Corintos, no capítulo 12, Paulo nos dá uma verdadeira aula ilustrativa sobre a diversidade dos dons espirituais:

Dons de revelação: 
a) Sabedoria
b) Ciência
c) Discernimento de Espíritos

Dons de poder: 
a) Fé (sobrenatural)
b) Cura
c) Operação de Maravilhas

Dons de locução: 
a) Profecia
b) Revelação
c) Interpretação de línguas

Estes dons distribuídos por Deus completam o corpo de Cristo: são a representação da Igreja, e o agente de distribuição é o Espírito Santo que habita em nós e nos dá a habilitação e a capacitação.

quarta-feira, 24 de março de 2010

COMPARANDO O MONTE SINAI AO MONTE SIÃO

Monte é lugar de revelação, de oração, de adoração, de sacrifício e de entrega.
Ex.19:1 – “Ao terceiro mês da saída dos filhos de Israel da terra do Egito, no mesmo dia vieram ao deserto de Sinai.”
Os filhos de Israel, depois de peregrinar pelo deserto, acamparam-se defronte ao Monte Sinai e aí, pela primeira vez, Deus fala a Moisés para transmitir seu recado ao povo.
Ex.19:5 – “Agora, pois, se diligentemente ouvirdes a minha voz, e guardardes o meu concerto, então sereis minha propriedade particular dentre todos os povos.”
Foi no Monte Sinai que Deus, revelando-se a Moisés, ofereceu aos seus eleitos a oportunidade de se aproximar Dele e ser transformado em um povo santo, constituído de reis e sacerdotes.
Ex.19:6 – “E vós me sereis um reino de sacerdotes e um povo santo.”
A dificuldade de se aproximar de Deus é provocada pelo medo, e vemos que a aproximação mesma tinha um limite:
Ex.19:12 – “E marcarás um limite do povo em redor dizendo: Guardai-vos que não subais ao monte nem toqueis o seu termo; todo aquele que tocar no monte certamente morrerá.”
O povo estava disposto a obedecer e todos responderam: Tudo o que o Senhor disser, faremos (Ex.19:8).
Precisamos sempre de limites. Até mesmo em nosso relacionamento secular de pais e filhos, há a necessidade de mantermos uma linha de disciplina.
O povo aguardava a direção de Deus com muito temor: a visão do monte fumegando trovões e relâmpagos, o sonido das buzinas os aterrorizava. Ficaram esperando Moisés descer do Monte Sinai com todas as instruções ditadas por Deus. No Monte Sinai, Deus impôs suas regras. A visão era tão terrível que até Moisés temeu e tremeu (Hb.12:21).
Os israelitas, aterrorizados, não quiseram receber as ordens diretamente de Deus e clamaram:
Ex.20:19,20 – “E todo o povo viu os trovões e relâmpagos, e o sonido da buzina, e o monte fumegando, e o povo vendo isto retirou-se e pôs-se de longe e disseram a Moisés: Fala tu conosco e ouviremos, e não fale Deus conosco para que não morramos.”
A aliança feita no Monte Sinai era para que o povo pudesse identificar a soberania de Deus. As leis impostas preparavam o povo para a disciplina e a observância, cujo objetivo era preparar a salvação que nos é dada através da fé (Hb.12:1,11).
Podemos dizer que as leis transmitidas a Moisés serviram de aio para nos conduzir a Cristo, para que fôssemos justificados pela fé (Gal.3:21,24).
Por isso, para chegarmos ao Monte Sião, precisamos do Nosso Senhor Jesus Cristo.
O Monte Sião representa a Nova Aliança, um novo tempo. Em Sião, Deus não impôs limites para nos aproximarmos do trono da graça: temos o livre acesso que nos foi aberto por Jesus, “o mediador da Nova Aliança”.
A graça de Deus é para quem quer recebê-la; não existe nada que possamos fazer para merecermos sua atenção. Nada nos vem por mérito, mas exclusivamente por graça.
O marco deste novo tempo é o sangue de Jesus derramado na cruz, fato que mudou a nossa história.
Hb.12:22 – “Mas chegaste ao Monte Sião e à cidade do Deus vivo, à Jerusalém Celestial.”
As estruturas mundiais podem ser abaladas pois são transitórias, mas o reino de Deus para seus filhos é inabalável, eterno. O percurso pode ser longo, mas podemos pertencer a este reino, pois assim Deus nos constituiu.
Ap.1:5,6 – “E da parte de Jesus Cristo, que é fiel testemunha, o primogênito dentre os mortos e o príncipe dos reis da terra. Aquele que nos amou e em seu sangue nos lavou de todos os pecados e nos fez reis e sacerdotes para Deus e seu Pai. A ele a glória e o poder para sempre. Amém.”