II Cr.26:1 – “Então todo o povo tomou Uzias, que tinha dezesseis anos, e o fizeram rei em lugar de Amazias, seu pai.”
Uzias foi um dos reis que permaneceu mais tempo no poder: reinou durante cinquenta e dois anos e fez o que era reto diante de Deus, enquanto recebia e aceitava os conselhos de Zacarias, que lhe serviu de tutor e o acompanhou desde sua mocidade.
Alcançou prestígio e fez prosperar suas riquezas. Possuía um exército valoroso e conquistou muitas terras, até que todos estes empreendimentos lhe subiram à cabeça, e tornou-se um homem soberbo e arrogante.
II Cr.26,19 – “Mas, havendo-se fortificado, exaltou-se o seu coração até se corromper e transgrediu contra o Senhor seu Deus, porque entrou no templo do Senhor para queimar incenso, no altar do incenso.”
Queimar o incenso era uma prerrogativa sacerdotal decretada pelo Senhor, e ninguém pode interferir nas ordens expressas de Deus. Os limites da palavra de Deus não podem ser ultrapassados!
Esta situação assemelha-se ao que acontece atualmente, quando saímos da simplicidade e deixamos que o “status” prevaleça...
Ao ser repreendido pelo sacerdote Azarias, Uzias muito se indignou e atirou o incensário sobre os sacerdotes: no mesmo instante foi tomado pela lepra.
A sua arrogância e presunção foram a causa de sua exclusão e de sua lepra!
Quando tudo parecia estar rumando para um fim próspero, a sua infidelidade o levou ao desterro e à separação da casa de Deus.
II Cr.26:21 – “Assim ficou leproso o rei Uzias até o dia de sua morte; e morou, por ser leproso, numa casa separada, porque foi excluído da casa do Senhor.”
Ecl.7:8 – “Melhor é o fim das coisas do que o princípio delas, melhor é o paciente do que o altivo.”
Para finalizarmos bem, não podemos abandonar a simplicidade e os princípios de Deus; não podemos deixar que a arrogância invada nosso coração. Embora o rei Uzias tenha sido tremendamente abençoado em seu longo reinado, terminou mal quando se afastou dos princípios predeterminados por Deus.
quinta-feira, 13 de maio de 2010
domingo, 9 de maio de 2010
QUERO MINHA MÃE!
Quantas vezes em nosso interior, mesmo depois de adultos, temos este clamor. Reconhecemos a impossibilidade, devido às circunstâncias da perda, ou da distância, mas mesmo assim, invocamos o seu nome.
Li em algum lugar, que paz é ter colo de mãe.
Mãe tem uma capacidade infinita de amar, proteger e se doar, não se importando com o resultado de sua entrega. Através do seu amor, aprendemos a amar, ela sempre será uma força espiritual que regerá nossas vidas.
Sua capacidade de gerar filhos fez toda a diferença entre um homem e uma mulher.
O amor de uma mãe é maior do que a dor, por isso, na maioria das vezes, tem mais que um filho.
Quando Faraó, rei do Egito, determinou que as crianças fossem mortas, por que as parteiras não matavam? Porque eram mães.
A mãe de Moisés, Joquebede, colocou seu filho em um cesto no rio, para que fosse encontrado e assim, preservar-lhe a vida.
Ana, a mãe de Samuel, muito se angustiou enquanto Deus não lhe deu um filho, que o entregou de volta para servi-Lo.
Maria, mãe de Jesus, mesmo correndo o risco de ser difamada e apedrejada, aceitou com alegria esta dádiva vinda de Deus.
Isto é ser mãe!
Não importa a raça, a cor ou o nível social. Este projeto saiu diretamente do coração de Deus, para que a mãe expressasse uma parte do seu amor.
Li em algum lugar, que paz é ter colo de mãe.
Mãe tem uma capacidade infinita de amar, proteger e se doar, não se importando com o resultado de sua entrega. Através do seu amor, aprendemos a amar, ela sempre será uma força espiritual que regerá nossas vidas.
Sua capacidade de gerar filhos fez toda a diferença entre um homem e uma mulher.
O amor de uma mãe é maior do que a dor, por isso, na maioria das vezes, tem mais que um filho.
Quando Faraó, rei do Egito, determinou que as crianças fossem mortas, por que as parteiras não matavam? Porque eram mães.
A mãe de Moisés, Joquebede, colocou seu filho em um cesto no rio, para que fosse encontrado e assim, preservar-lhe a vida.
Ana, a mãe de Samuel, muito se angustiou enquanto Deus não lhe deu um filho, que o entregou de volta para servi-Lo.
Maria, mãe de Jesus, mesmo correndo o risco de ser difamada e apedrejada, aceitou com alegria esta dádiva vinda de Deus.
Isto é ser mãe!
Não importa a raça, a cor ou o nível social. Este projeto saiu diretamente do coração de Deus, para que a mãe expressasse uma parte do seu amor.
quinta-feira, 22 de abril de 2010
PALAVRA DA JUSTIÇA
Is.45:23 – “Por mim mesmo tenho jurado, saiu da minha boca a palavra da justiça, e não tornará atrás: que diante de mim se dobrará todo o joelho, e por mim jurará toda a língua.”
Deus tem um compromisso irrevogável com a sua Palavra!
Is.55:11 – “Assim será a palavra que sair da minha boca: ela não voltará para mim vazia, antes fará o que me apraz, e prosperará naquilo para que a enviei.”
Um dia, todos nós seremos julgados, porque nada está oculto diante de Deus, nem nossos pensamentos, ações ou obras, o bem e o mal que praticamos já está descortinado diante de nosso Justo Juiz.
A palavra enviada por Ele, desde o princípio será mantida, e nem um jota ou um til pode ser tirado ou acrescentado.
Mt.5:18 – “Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, nem um jota ou um til se omitirá da lei, sem que tudo seja cumprido.”
Diante desta evidência até os demônios crêem e temem. (Tg.2:19)
Rom.14:11 – “Porque está escrito: diante de mim todo o joelho se dobrará e toda a língua confessará a Deus.”
Está escrito, é determinante! Todos haveremos de comparecer ante o tribunal de Cristo. (Rom.14:10b)
Na palavra todos, está implícito: não há exceção!
Sl.96:13 – “Ante a face do Senhor, porque vem, porque vem a julgar toda a terra e julgará o mundo com justiça e os povos com a sua verdade.”
Prostrar de joelhos significa total rendição, é a aceitação dos desígnios que nos está proposto.
Fil.2:10 – “Para que ao nome de Jesus se dobre todo o joelho dos que estão nos céus, e na terra e debaixo da terra.”
Aqui está a prova! Vivos ou mortos, anjos ou demônios, o julgamento atinge a toda criação.
É tempo de reflexão, é tempo de limparmos todos os canais de acesso ao trono de Deus, porque todo aquele que se arrepende e confessa que Jesus é o Senhor receberá o veredito:
Mt.25:34 – “Vinde benditos de meu Pai, possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo.”
Temos livre-arbítrio, somos nós que escolhemos onde queremos passar a eternidade.
Deus tem um compromisso irrevogável com a sua Palavra!
Is.55:11 – “Assim será a palavra que sair da minha boca: ela não voltará para mim vazia, antes fará o que me apraz, e prosperará naquilo para que a enviei.”
Um dia, todos nós seremos julgados, porque nada está oculto diante de Deus, nem nossos pensamentos, ações ou obras, o bem e o mal que praticamos já está descortinado diante de nosso Justo Juiz.
A palavra enviada por Ele, desde o princípio será mantida, e nem um jota ou um til pode ser tirado ou acrescentado.
Mt.5:18 – “Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, nem um jota ou um til se omitirá da lei, sem que tudo seja cumprido.”
Diante desta evidência até os demônios crêem e temem. (Tg.2:19)
Rom.14:11 – “Porque está escrito: diante de mim todo o joelho se dobrará e toda a língua confessará a Deus.”
Está escrito, é determinante! Todos haveremos de comparecer ante o tribunal de Cristo. (Rom.14:10b)
Na palavra todos, está implícito: não há exceção!
Sl.96:13 – “Ante a face do Senhor, porque vem, porque vem a julgar toda a terra e julgará o mundo com justiça e os povos com a sua verdade.”
Prostrar de joelhos significa total rendição, é a aceitação dos desígnios que nos está proposto.
Fil.2:10 – “Para que ao nome de Jesus se dobre todo o joelho dos que estão nos céus, e na terra e debaixo da terra.”
Aqui está a prova! Vivos ou mortos, anjos ou demônios, o julgamento atinge a toda criação.
É tempo de reflexão, é tempo de limparmos todos os canais de acesso ao trono de Deus, porque todo aquele que se arrepende e confessa que Jesus é o Senhor receberá o veredito:
Mt.25:34 – “Vinde benditos de meu Pai, possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo.”
Temos livre-arbítrio, somos nós que escolhemos onde queremos passar a eternidade.
sábado, 17 de abril de 2010
REVESTIDOS DA AUTORIDADE DE DEUS
Ex.3:10 – “Vem agora, pois, e eu te enviarei a Faraó, para que tire meu povo (os filhos de Israel) do Egito.”
Desde o seu chamado para o livramento do povo do cativeiro Moisés, se sentia incapaz de corresponder a esta ordem e disse ao Senhor:
Ex.3:11 – “Quem sou eu, para que vá a Faraó e tire do Egito os filhos de Israel?”
Quando recebemos uma convocação de Deus, não podemos temer, porque Ele nos capacita.
Moisés ainda tentou argumentar:
Ex.4:1 – “Mas eis que não me crerão, nem ouvirão minha voz, porque dirão: O Senhor não te apareceu.”
Então o Senhor apontou-lhe a vara que usava para conduzir o rebanho de seu sogro e lhe disse:
Ex.4:2,3 – “Que é isto que tens na mão? E ele lhe disse:uma vara. E Ele lhe disse: lança-a na terra e ele a lançou e a vara transformou-se numa cobra, e Moisés fugia dela.”
O Senhor nos prepara e nos dá os instrumentos para enfrentarmos o inimigo. A vara representava a autoridade de Deus transferida a Moisés, e quando estamos preparados, não podemos fugir do inimigo, porque temos autoridade para resistir. Nossa resistência é sobre o inferno e nada nos causará dano.
Mc.10:19 –“ Eis que vos dou autoridade para pisardes serpentes, escorpiões e toda a força do inimigo e nada vos fará dano algum.”
Quando somos revestidos do poder de Deus, nada pode nos impedir de realizar sua obra: não existe gagueira (caso de Moisés) nem pouca idade (caso de Jeremias).
Jeremias foi um grande profeta e também foi revestido da autoridade de Deus, apesar de sua pouca idade:
Jer.1:6 – “Ah! Senhor Jeová! Eis que não sei falar, por que sou uma criança!”
A resposta do Senhor foi:
Jer.1:10 – “Olha, ponho-te neste dia sobre as nações e sobre os reinos, para arrancares e para derribares; para destruíres e arruinares; e também para edificares e para plantares.”
A vara do Senhor nos aponta não apenas para a autoridade como também para mostrar a sua fidelidade e o peso de sua palavra.
Jer.1:11 – “Ainda veio a mim a palavra do Senhor dizendo: Que é que vês Jeremias? E eu disse: Vejo uma vara de amendoeira. E disse-lhe o Senhor: Viste bem, porque eu velo pela minha palavra para a cumprir.”
Em qualquer tipo de missão que o Senhor nos alista, ele nos capacita e nos dá seu aval para podermos repreender qualquer tentativa do inimigo, em seu nome.
Ao convocar os setenta discípulos para a propagação do evangelho, quando estes retornaram estavam todos maravilhados.
Lc.10:17 – “E voltaram os setenta com alegria dizendo: Senhor, pelo teu nome até os demônios se nos sujeitam.”
A autoridade também já nos foi dada, mas a atitude tem que partir de cada um de nós, e se o cajado estiver em nossas mãos, temos que corresponder com ação. O inimigo tem enganado a muitos minando a fé e a autoridade que já foi dada.
Na travessia do Mar Vermelho o Senhor falou a Moisés:
Ex.14:16 – “E tu, levanta a tua vara e estende a tua mão sobre o mar.”
Há momentos de oração, mas há momentos de ação.
Anteriormente a esta situação, o povo de Deus estava encurralado pelos egípcios e a única rota de fuga era o mar, e o Senhor chamou a atenção de Moisés:
Ex.14:15 – “Por que clamas a mim? Dize aos filhos de Israel que marchem.”
O Senhor já havia revestido Moisés com a sua autoridade e esperava somente a sua ação. Se recebermos a autoridade de Deus precisamos corresponder e fazer bom uso dela nos momentos de dificuldades.
Desde o seu chamado para o livramento do povo do cativeiro Moisés, se sentia incapaz de corresponder a esta ordem e disse ao Senhor:
Ex.3:11 – “Quem sou eu, para que vá a Faraó e tire do Egito os filhos de Israel?”
Quando recebemos uma convocação de Deus, não podemos temer, porque Ele nos capacita.
Moisés ainda tentou argumentar:
Ex.4:1 – “Mas eis que não me crerão, nem ouvirão minha voz, porque dirão: O Senhor não te apareceu.”
Então o Senhor apontou-lhe a vara que usava para conduzir o rebanho de seu sogro e lhe disse:
Ex.4:2,3 – “Que é isto que tens na mão? E ele lhe disse:uma vara. E Ele lhe disse: lança-a na terra e ele a lançou e a vara transformou-se numa cobra, e Moisés fugia dela.”
O Senhor nos prepara e nos dá os instrumentos para enfrentarmos o inimigo. A vara representava a autoridade de Deus transferida a Moisés, e quando estamos preparados, não podemos fugir do inimigo, porque temos autoridade para resistir. Nossa resistência é sobre o inferno e nada nos causará dano.
Mc.10:19 –“ Eis que vos dou autoridade para pisardes serpentes, escorpiões e toda a força do inimigo e nada vos fará dano algum.”
Quando somos revestidos do poder de Deus, nada pode nos impedir de realizar sua obra: não existe gagueira (caso de Moisés) nem pouca idade (caso de Jeremias).
Jeremias foi um grande profeta e também foi revestido da autoridade de Deus, apesar de sua pouca idade:
Jer.1:6 – “Ah! Senhor Jeová! Eis que não sei falar, por que sou uma criança!”
A resposta do Senhor foi:
Jer.1:10 – “Olha, ponho-te neste dia sobre as nações e sobre os reinos, para arrancares e para derribares; para destruíres e arruinares; e também para edificares e para plantares.”
A vara do Senhor nos aponta não apenas para a autoridade como também para mostrar a sua fidelidade e o peso de sua palavra.
Jer.1:11 – “Ainda veio a mim a palavra do Senhor dizendo: Que é que vês Jeremias? E eu disse: Vejo uma vara de amendoeira. E disse-lhe o Senhor: Viste bem, porque eu velo pela minha palavra para a cumprir.”
Em qualquer tipo de missão que o Senhor nos alista, ele nos capacita e nos dá seu aval para podermos repreender qualquer tentativa do inimigo, em seu nome.
Ao convocar os setenta discípulos para a propagação do evangelho, quando estes retornaram estavam todos maravilhados.
Lc.10:17 – “E voltaram os setenta com alegria dizendo: Senhor, pelo teu nome até os demônios se nos sujeitam.”
A autoridade também já nos foi dada, mas a atitude tem que partir de cada um de nós, e se o cajado estiver em nossas mãos, temos que corresponder com ação. O inimigo tem enganado a muitos minando a fé e a autoridade que já foi dada.
Na travessia do Mar Vermelho o Senhor falou a Moisés:
Ex.14:16 – “E tu, levanta a tua vara e estende a tua mão sobre o mar.”
Há momentos de oração, mas há momentos de ação.
Anteriormente a esta situação, o povo de Deus estava encurralado pelos egípcios e a única rota de fuga era o mar, e o Senhor chamou a atenção de Moisés:
Ex.14:15 – “Por que clamas a mim? Dize aos filhos de Israel que marchem.”
O Senhor já havia revestido Moisés com a sua autoridade e esperava somente a sua ação. Se recebermos a autoridade de Deus precisamos corresponder e fazer bom uso dela nos momentos de dificuldades.
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