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quarta-feira, 17 de setembro de 2014

O CAMINHO PERFEITO



Mq.7:18 – “Quem, ó Deus é semelhante a ti, que perdoas a iniqüidade e esquece da rebelião do restante de tua herança? O Senhor não retém sua ira para sempre porque tem prazer na benignidade.”
Desde a criação do homem o Senhor tem lidado com a desobediência e a rebelião. O homem está sempre procurando prevalecer contra tudo o que procede de Deus, sem perceber o que seria melhor para sua vida terrena.
A palavra do Senhor é perfeita, e muitos no anseio de atingir à perfeição, erram. Erram pela desobediência, pela rebelião, pela falta de discernimento e pelo desconhecimento de QUEM estão seguindo.
Sl.19:7 – “A lei do Senhor é perfeita, e refrigera a alma; o testemunho do Senhor é fiel e dá sabedoria aos símplices.”
Sl.18:30 – “O caminho do Senhor é perfeito, a palavra do Senhor é provada.”
A predisposição de Deus é sempre de nos perdoar para nos reconciliar com ele. Não devemos ter dúvidas quanto a este fato!
Precisamos estar alerta neste final dos tempos, pois falsos profetas e falsos juízes estarão à solta para fazer com que o povo de Deus seja induzido ao erro e se afaste de suas veredas.
Mq.3:5 – “Assim diz o Senhor contra os profetas que fazem errar meu povo, que mordem com seus dentes e clamam: Paz!  Mas contra aquele que nada lhes mete na boca preparam a guerra.”
Essa falsa paz anunciada é para aqueles que aceitam o suborno e participam de suas corrupções. Para estes, os falsos profetas anunciam a proteção, quanto aos demais, declaram a guerra para seu extermínio completo.
São estes os indutores do mal que levam as pessoas a duvidarem do grande amor de Deus.
Mq.3:2 – “A vós que aborreceis o bem e amais o mal, que arrancais a pele de cima deles, e lhes esmiúçam os ossos.”
A situação é de calamidade e se não estivermos alicerçados na palavra de Deus, certamente não resistiremos.
O chamado está no coração de Deus:
Is.2:3 – “Vinde, subamos a casa do Senhor e a casa do Deus de Jacó, para que ensine os seus caminhos, e nós andemos pelas suas veredas, porque de Sião sairá a lei e a palavra do Senhor de Jerusalém.”
Esta é a convocação do exército de Deus. É para o monte que Deus está congregando seus escolhidos para que provem do sobrenatural de Deus: este monte é Jesus Cristo de Nazaré – A Rocha Eterna.

segunda-feira, 28 de abril de 2014

SENSAÇÃO DE NUDEZ


Gen.3:9 – “E chamou o Senhor Deus a Adão e disse-lhe: Onde estás? E ele disse: Ouvi o soar de tua voz no jardim, e temi, porque estava nu, e escondi-me.”
A autoconsciência de Adão foi despertada através da desobediência, e ele perdeu a inocência e a santidade que era comparável à santidade de Deus, pois o Senhor o havia criado à sua imagem e semelhança. Como se enxergasse diante do espelho, Adão viu sua nudez, e sentindo-se culpado pela sua desobediência, não só tentou se esconder como também encobrir seu corpo. Este sentimento de culpa foi transferido a todo homem desde então, e, geralmente, quando nos olhamos em um espelho, não nos agradamos do que vemos, e tentamos nos esconder...
Culpa é o resultado de nossos pecados, é um estado interior negativo; e o pecado é o caminho oposto ao da direção de Deus. Precisamos aprender através de nossos erros a nos aceitar e nos perdoar.
O pecado nos torna insensíveis às determinações da Palavra de Deus.
O Pai-Nosso nos apresenta a fórmula: perdoai os nossos pecados, assim como nós perdoamos aos pecadores.
Não podemos lidar com o pecado por nossos esforços pessoais; necessitamos da intervenção de nosso único mediador entre Deus e os homens, Jesus, para retomarmos a nossa antiga posição.
Rom. 3:23 – “Todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus.”
O sentimento de culpa tenta arraigar-se em nossos corações e muitas vezes queremos manter este peso extra em nossas vidas em vez de confessar nossos pecados, nos arrepender e nos desvencilhar desta carga. Isto é uma estratégia do inimigo para nos subjugar e assim nos distanciar cada vez mais de Deus.
Quando recebermos uma ordem expressa de Deus, precisamos nos apressar em atendê-lo, porque o Senhor só dá ordens especificas àqueles com quem tem intimidade, e se o seu grau de comunhão com Deus é este, não se recuse em responder, porque as consequências virão: isto se constitui em desobediência, que podemos chamar de síndrome de Adão.
Lc.12:47 – “E o servo que soube a vontade do seu Senhor, e não se aprontou e nem fez conforme a sua vontade será castigado com muitos açoites.”
Adão perdeu o conforto da vida no Éden, onde se encontrava com Deus todo fim de tarde, foi banido do paraíso e precisou trabalhar para obter seu sustento.

segunda-feira, 28 de junho de 2010

DOUTRINA DE BALAÃO

Ap.2:14 – “Mas algumas poucas coisas tenho contra ti, porque tens lá os que seguem a doutrina de Balaão, o qual ensinava a Balaque lançar tropeços diante dos filhos de Israel, para que comessem dos sacrifícios da idolatria e se prostituíssem.”
O que significa a doutrina de Balaão? Significa a mistura do santo com o profano.
Ez.44:23 – “A meu povo ensinarão a distinguir entre o santo e o profano e o farão discernir entre o imundo e o limpo.”
O Senhor nos adverte de que não podemos servir a dois senhores:
Mt.6:24 – “Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de odiar um e amar o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e a Mamom.”
Se quisermos andar nos caminhos que nos levam às veredas eternas, precisamos fazer a opção certa. Precisamos buscar o reino de Deus e a sua justiça.
Balaão, filho de Beor, era um profeta muito usado por Deus. Por este motivo, foi procurado pelo rei dos moabitas, Balaque, que, temendo a conquista de suas terras pelo povo de Deus, foi pedir a Balaão que lançasse maldições contra os israelitas.
Js.24:9 – “Levantou-se também Balaque, filho de Zipor, rei dos moabitas, e pelejou contra Israel: e enviou e chamou a Balaão, filho de Beor, para que os amaldiçoasse.”
Conhecendo a fidelidade de Deus para com seu povo, Balaão se recusou a amaldiçoá-lo, mas, devido à insistência do rei e ao suborno que lhe oferecia, dispôs-se a fazê-lo. O Senhor, porém, vetou seu propósito, pois a cada vez que Balaão tentava amaldiçoar, era levado pelo Espírito Santo a bendizer o povo de Deus. Isto causou muita irritação a Balaque, que exigia que Balaaão cumprisse sua parte no trato.
Balaão, então, encontrou um meio de cumprir o combinado: instigou os filhos de Deus a se misturar com os moabitas, casando-se com suas mulheres e prostrando-se diante de seus ídolos.
Diante deste pecado, o povo abriu uma brecha, atando as mãos de Deus que não pôde agir, pois Ele não divide sua glória com ninguém, porque é Santo.
Js.24:19 – “Então Josué falou ao povo: Não podereis servir ao Senhor, porquanto Deus é Santo, é Deus zeloso.”
II Pe.2:15 – “Os quais deixando o caminho direito, erraram seguindo o caminho de Balaão, filho de Beor, que amou o prêmio da injustiça.”
Precisamos estar alerta para não sermos induzidos ao erro de misturar o santo e o profano, pois seríamos rejeitados por Deus. Um coração puro e contrito jamais é desprezado. Se errarmos, há sempre uma oportunidade de retornarmos através do arrependimento e servirmos a Deus com fidelidade.
A instrução foi dada através de Josué:
Js.24:23 – “Deitai, pois, fora os deuses estranhos que há no teu meio e inclinai o vosso coração ao Senhor Deus de Israel. E disse o povo a Josué: Serviremos ao Senhor nosso Deus e obedeceremos a sua voz.”

quinta-feira, 13 de maio de 2010

A SOBERBA DE UZIAS

II Cr.26:1 – “Então todo o povo tomou Uzias, que tinha dezesseis anos, e o fizeram rei em lugar de Amazias, seu pai.”
Uzias foi um dos reis que permaneceu mais tempo no poder: reinou durante cinquenta e dois anos e fez o que era reto diante de Deus, enquanto recebia e aceitava os conselhos de Zacarias, que lhe serviu de tutor e o acompanhou desde sua mocidade.
Alcançou prestígio e fez prosperar suas riquezas. Possuía um exército valoroso e conquistou muitas terras, até que todos estes empreendimentos lhe subiram à cabeça, e tornou-se um homem soberbo e arrogante.
II Cr.26,19 – “Mas, havendo-se fortificado, exaltou-se o seu coração até se corromper e transgrediu contra o Senhor seu Deus, porque entrou no templo do Senhor para queimar incenso, no altar do incenso.”
Queimar o incenso era uma prerrogativa sacerdotal decretada pelo Senhor, e ninguém pode interferir nas ordens expressas de Deus. Os limites da palavra de Deus não podem ser ultrapassados!
Esta situação assemelha-se ao que acontece atualmente, quando saímos da simplicidade e deixamos que o “status” prevaleça...
Ao ser repreendido pelo sacerdote Azarias, Uzias muito se indignou e atirou o incensário sobre os sacerdotes: no mesmo instante foi tomado pela lepra.
A sua arrogância e presunção foram a causa de sua exclusão e de sua lepra!
Quando tudo parecia estar rumando para um fim próspero, a sua infidelidade o levou ao desterro e à separação da casa de Deus.
II Cr.26:21 – “Assim ficou leproso o rei Uzias até o dia de sua morte; e morou, por ser leproso, numa casa separada, porque foi excluído da casa do Senhor.”
Ecl.7:8 – “Melhor é o fim das coisas do que o princípio delas, melhor é o paciente do que o altivo.”
Para finalizarmos bem, não podemos abandonar a simplicidade e os princípios de Deus; não podemos deixar que a arrogância invada nosso coração. Embora o rei Uzias tenha sido tremendamente abençoado em seu longo reinado, terminou mal quando se afastou dos princípios predeterminados por Deus.

terça-feira, 4 de agosto de 2009

LIGUE-SE NO CÉU

Mt.18:18a – “Tudo o que ligardes na terra será ligado no céu.”
Se você está incomodado com o que acontece em sua vida, sem entender a razão, algo está faltando!
O Senhor sempre está no comando de qualquer situação. Para Ele, não existem surpresas, nem mesmo no momento de grandes calamidades.
Sl.57:1 – “Tem misericórdia de mim, ó Deus, tem misericórdia de mim, porque minha alma confia em ti, e à sombra de tuas asas me abrigo até que passem as calamidades."
A vontade de Deus está expressa em todas as Escrituras. Sua vontade é absoluta e está totalmente dentro do seu controle.
Is.45:6,7 – “Para que se saiba desde o nascente do sol e desde o poente que fora de mim não há outro. Eu formo a luz, e crio as trevas, eu faço a paz, e crio o mal; eu, o Senhor, faço todas estas coisas.”
Jonas tentou contestar as ordens de Deus e foi parar no ventre de uma baleia Quando percebeu seu erro, clamou ao Senhor e foi devolvido ao mar para que o propósito de Deus para sua vida fosse cumprido.
Queremos estar sempre no controle de nossas vidas, somos rebeldes e insistimos nas nossas próprias decisões, e, como conseqüência, reclamamos de nossa infelicidade. Pagamos um alto preço pela desobediência e pela falta de um compromisso sério com nosso Deus.
Se analisarmos as Escrituras, veremos que Deus é o Oleiro, e nós, o barro; somos servos, e Ele é o Mestre; somos ramos, e Ele, a Videira. Por que não deixarmos nossas vidas entregues na mão daquele que nos criou?
Nada acontece por acaso: o Senhor não nos criou para sermos joguetes em suas mãos. Dentro de sua vontade absoluta, sempre tem o melhor reservado para nós, mas muitas vezes, o melhor de Deus não é o melhor sonhado por nós.
Rom.8:28 – “E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados por seu decreto.”
Os planos de Deus não devem ser alterados porque Sua vontade absoluta apresenta quatro qualidades:
- é incontestável
- é imutável
- é incondicional
- é perfeita
Quando nos submetemos totalmente à Vontade divina, não somos frustrados, porque Sua vontade é santa, justa, boa e perfeitamente adequada para nós.
Rom.12:2 – “E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.”

quinta-feira, 7 de maio de 2009

TOMADA DE JERICÓ

Js.6:1 – “Ora, Jericó cerrou-se, e estava cerrada por causa dos filhos de Israel: nenhum saía ou entrava.”
A cidade de Jericó estava cercada: para conquistá-la, Josué dependia da direção de Deus. Primeiro, preparou o povo, circuncidando-o, pois nenhum dos filhos nascidos durante a peregrinação no deserto fora circuncidado. Depois disso, celebraram a Páscoa.
As estratégias dadas por Deus muitas vezes parecem loucura: em Jericó, determinou que a cidade fosse rodeada pelos homens de guerra durante seis dias. No sétimo dia, após rodearem a cidade, soariam as buzinas e gritariam...
Mesmo que as estratégias pareçam incomuns, o sobrenatural de Deus nos alcança!
Js.6:16 – “E sucedeu que, tocando os sacerdotes a sétima vez as buzinas, disse Josué ao povo: gritai porque o Senhor vos tem dado a cidade."
A ordem de Deus era para que somente Raabe e seus familiares fossem poupados, e dos despojos da cidade a prata, o ouro, o metal e o ferro fossem aproveitados e oferecidos a Deus, pois estes materiais não se destroem quando passados pelo fogo.
Assim se passará com nossos galardões: se forem feitos de ouro, prata ou bronze não serão destruídos pelo fogo. A vitória tem que nos estruturar para não perdermos o que já foi conquistado, porque a palha e o feno não se aproveitam. Ao passarmos pelo fogo de Deus, somos purificados, saem todas as escórias, e são lançadas fora todas as maldições.
Js.6:18 – “Tão somente guardai-vos do anátema, para que não vos metais em anátema tomando dela, e assim façais maldito o arraial de Israel, e o turveis.”
Js.7.1 – “Prevaricaram os filhos de Israel no anátema, porque Acã, filho de Carmi, filho de Zabdi, da tribo de Judá, tomou do anátema, e a ira do Senhor se acendeu contra os filhos de Israel.”
Anátema significa maldição; prevaricar significa omitir ou ultrapassar as ordens de Deus. Quando permitimos que maldições façam parte de nossas vidas, prevaricamos contra as ordens de Deus. Acã cobiçou e guardou a capa babilônica, duzentos siclos de prata, cunhas de ouro (Js.7:21). Este ato de desobediência interferiu na conquista da cidade de Aí.
– “Israel pecou": essa foi a resposta de Deus a Josué quando não entendeu o que estava ocorrendo!
Precisamos tirar de nosso meio todos os despojos ordenados por Deus, mesmo que sejam atraentes. Flertar com o pecado traz sérias conseqüências. Não esconda nenhum despojo. O inimigo tenta nos seduzir para nos distanciar da palavra de Deus. Qualquer coisa que ocupe lugar em nossa “tenda” que não seja direcionado por Deus é anátema!
Em I Samuel 15, é relatada a desobediência do rei Saul, que deveria destruir todos os amalequitas, desde o rei até crianças e o gado do rebanho. Mas Saul poupou o rei Agague e as melhores ovelhas e gado, e acabou perdendo seu mandato.
Não podemos nos deixar seduzir nem pelas capas babilônicas, nem pelas vacas gordas, para não atrair anátema para nossas vidas. Não podemos atropelar os planos de Deus. Se alguém recebe a direção de Deus e não a cumpre, torna-se responsável por sua atitude: a responsabilidade é individual.
Deus é um Deus de graça e misericórdia e os planos traçados por Ele, quando obedecidos, são concretizados e são para uma vida abundante!

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

O GRANDE AMOR DE DEUS

Jó 7:16,17 – “Que é o homem para que tanto o estimes, e ponhas nele o teu cuidado, e a cada manhã o visites, e a cada momento o ponhas à prova?”
O principal foco de Deus ao nos criar era a nossa permanente comunhão com ele. Em seu projeto, fomos feitos à sua imagem e semelhança, para seu louvor e glória.
Sl.8:5,6 – “Fizeste-o, no entanto, um pouco menor do que os anjos, e de glória e honra o coroaste, dando-lhe domínio sobre toda a obra de tua criação, tudo puseste debaixo de seus pés”.
Apesar deste projeto, o Senhor nos criou com livre-arbítrio, isto é, podemos agir de acordo com nossa vontade própria. Este livre-arbítrio nos distanciou de Deus, pois enredados pelo desejo e pela desobediência, submetemo-nos à vontade de Satanás, entregando-lhe o domínio que nos havia sido outorgado.
Sl.115:16 – “Os céus são os céus do Senhor, mas a terra ele a deu aos filhos dos homens.”
O homem, por desobediência, perdeu seu direito de dominá-la. Para que houvesse reconciliação entre Deus e os homens, foi enviado Jesus, para que através dele fôssemos resgatados e purificados de todos os pecados.
Fil2:7,8 – “Esvaziou-se a si mesmo. Tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens. E, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até a morte, e morte de cruz.”

Jesus foi humilhado:
1 – pela nação
2 – pelos religiosos
3 pelos discípulos
4 – pelos gadarenos
5 – pelo povo de Nazaré
6 – pelos ricos e fazendeiros
7 – por seus familiares

Será que podemos avaliar a grandeza deste amor?
Jesus deixou seu trono de glória e magnitude e todos seus atributos celestiais para poder se identificar conosco em todos os sentidos, até mesmo nas nossas fraquezas.
Hb.2:5 – “Porque não foi aos anjos que sujeitou o mundo futuro.”
Os anjos não suportariam passar o que Jesus passou para a restauração do homem.
Hb.1.4,5 – “Feito tanto mais excelente que os anjos, quanto herdou um nome mais excelente que o deles. Porque, a qual dos anjos disse jamais: Tu és meu Filho, hoje te gerei. E outra vez: Eu lhe serei por pai e tu serás meu filho.”
Jesus também foi submetido à ação de Satanás:
Mt.4.2 – “E, tendo jejuado quarenta dias e quarenta noites, depois teve fome; e chegando-se a ele o tentador, disse: Se tu és o Filho de Deus, mande que estas pedras se transformem em pães. Ele, porém, respondeu-lhe: Nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que procede da boca de Deus.”
Jesus foi tentado em todas as áreas: corpo, alma e espírito, mas em todas foi vencedor!
Tg.1:12 – “Bem-aventurado o varão que sofre a tentação, porque quando for provado, receberá a coroa da vida, a qual o Senhor tem prometido aos que o amam.”
Na refinaria de Deus, só permanecem os provados e aprovados. Mas muitas vezes os homens preferem ser escravos de Satanás a servir ao Senhor.
Mc.10:45 – “Porque o Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a vida em resgate de muitos.”
Jesus enfrentou todos os níveis de guerra, pois era o Príncipe da Paz e seu projeto é o resgate em nível mundial.
Antes de retornar à Casa do Pai, deixou-nos exemplos:
Jo.13:4,5 – "Levantou-se da ceia, tirou os vestidos, e, tomando uma toalha, cingiu-se; depois deitou água numa bacia, e começou a lavar os pés aos discípulos."
Jo.13:16 – “Na verdade, na verdade vos digo que não é o servo maior do que o seu senhor, nem o enviado maior do que aquele que o enviou.”
Ao morrer na cruz, Jesus declarou: “Está consumado”... Tetelestai – esta palavra grega referia-se ao carimbo colocado no documento de compra de um escravo...
O escravo que tivesse este documento não poderia ser vendido novamente.
O preço de nosso resgate foi pago de uma vez para sempre!
Jo.3:15 – “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu Filho unigênito, para aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.”

sábado, 13 de setembro de 2008

A SARÇA ARDENTE

Ex.3:2,3 – “E apareceu-lhe o anjo do Senhor do meio de uma sarça: e eis que olhou e a sarça ardia no fogo e não se consumia. E Moisés disse: Agora me virarei para lá e verei esta grande visão, porque a sarça não se queima.”
Depois de sua fuga para o deserto, durante quarenta anos Moisés viveu a expectativa de que algo de novo lhe aconteceria... Ao deparar com a sarça ardente, sentiu que estava recebendo uma visão de Deus, pois esta não se consumia.
Ao pisar neste território santo, Deus passou a dar-lhe instruções para tirar o povo que estava no cativeiro. A instrução e a autoridade dada a Moisés eram a única forma de vencer o império do Egito.
Ex.3:10 – “Vem agora, pois, e eu te enviarei a Faraó, para que tires o meu povo (os filhos de Israel) do Egito.”
Ao receber esta autoridade, Moisés estava tomando posse da Terra Prometida.
Somente o fogo ardente, que não pode ser apagado, é capaz de destruir o fogo estranho. O império das trevas não pode resistir ao fogo de Deus.
Eli, sacerdote do Senhor, tinha dois filhos que queimavam fogo estranho diante do altar de Deus e eram considerados filhos de Belial.
I Sam.2:12 – “Eram porém os filhos de Eli filhos de Belial, não conheciam ao Senhor.”
O reino das trevas tenta inutilmente imitar com fogo estranho o fogo eterno de Deus. Magos e feiticeiros, durante todo o processo das pragas do Egito, tentaram imitar as pragas enviadas por Deus para que Faraó se submetesse e libertasse o povo do cativeiro.
Ex.10:1 – “Os filhos de Aarão, Nadabe e Abiu, tomaram cada um seu incensário e puseram nele fogo, e colocaram incenso sobre ele e ofereceram fogo estranho perante o Senhor, o que não lhes ordenara.”
Deus não aceita ofertas impuras e não divide sua glória com ninguém. Apesar de os filhos de Aarão pertencerem à classe dos sacerdotes, desobedeceram aos preceitos e foram mortos diante do altar. Não foi sequer permitido a seu pai e irmãos lamentar suas mortes.
Ex.10:6 – “E Moisés disse a Aarão e seus filhos Eleazar e Itamar: não descobrireis as vossas cabeças, nem rasgareis as vossas vestes, para que não morrais nem venha grande indignação sobre toda a congregação; mas vossos irmãos e toda a casa de Israel, lamentem este incêndio que o Senhor acendeu.”
Uma das manifestações de luto era raspar a cabeça e rasgar as vestes. Este caso de grave desobediência mereceu punição severa: a proibição do luto público.
Ex.30:9 – “Não oferecereis sobre ele (o altar) incenso estranho, nem holocausto, nem oferta, nem derramarei sobre ele libações.”
Estas ordens eram dadas a Arão e seus filhos, pois eram sacerdotes da casa de Deus, e os que não cumprissem suas determinações estavam condenados a morte. A punição severa fazia parte da disciplina do povo de Deus, que tinha grande dificuldade com a obediência.
O reino de Deus não pode ser abalado por fogo estranho.
Hb.12:28 – “Por isso, tendo recebido um reino que não pode ser abalado, retenhamos a graça, pela qual servimos a Deus agradavelmente, com reverência e piedade.”
O santo e o profano não podem ser misturados. Diante de um Deus santo e puro, o impuro fica fora de seus arraiais.