sábado, 3 de setembro de 2011
SENDO ALVO DE PEDRADAS
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
FORTALEZAS
Nossas fortalezas são construídas por nossa falta de humildade para admitirmos nossas fraquezas. Confiamos na força de nossos braços, achando-nos competentes, saudáveis, insubstituíveis.
É nesse momento que o inimigo aproveita esta brecha e nos ataca nas áreas que supomos estar resistentes, porque abrimos este precedente para o uso de sua astúcia!
Nossas fortalezas são resultado da insubmissão e do desejo de satisfazer nosso ego.
II Co.10:4,6 – “ Nossas armas não são carnais, mas poderosas em Deus para a destruição das fortalezas; destruindo os conselhos, e toda a altivez que se levanta contra o conhecimento de Deus, e levando cativo todo o entendimento à obediência de Cristo.”
Fortalezas são como minas terrestres enterradas; ninguém vê, mas no momento que são pisadas podem decepar um membro ou matar.
O inimigo nunca ataca nossas fraquezas confessadas, mas as fortalezas ocultas em nossa arrogância. Geralmente, o ponto em que nos achamos fortes é onde se escondem nossas fraquezas.
Não podemos confiar apenas em nossas aptidões, porque só realizamos com perfeição quando estamos sendo dirigidos pelo Espírito Santo.
Todo cristão tem suas fraquezas e suas fortalezas; devido a nossas lutas diárias, nos esquecemos do Deus que nos conduz em triunfo! (II Co.2:14)
O resultado de nosso desânimo é provocado por nossa falta de fé.
Fé é atirar-se nos braços de Jesus, tendo a certeza de que Ele vai nos segurar.
Não devemos esquecer da bondade de Deus, que supre as nossas necessidades; de sua misericórdia, que apaga nossas transgressões, e de sua graça revitalizadora, que nos fortalece!
Fl.4:13 –“ Tudo posso naquele que me fortalece.”
É no momento que nos sentimos frágeis e incompetentes que podemos gozar da plenitude do amor de Deus!
II Co.12:9,10 – “E disse-me: A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade me gloriarei nas minhas fraquezas, para que em mim habite o poder de Cristo. Pelo que sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias, por amor a Cristo. Porque quando estou fraco então sou forte.”
O apóstolo Paulo nos aponta o caminho a ser seguido, por isso prossigamos em buscar o conhecimento e a sabedoria através da Palavra de Deus!
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
REVERTENDO AMEAÇAS EM BENÇÃOS
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
A INTERVENÇÃO DE MOISÉS
Apesar de Deus ter usado Moisés poderosamente através de sinais e maravilhas diante de faraó, para mostrar ao povo que havia se compadecido de seu sofrimento e enviado um libertador para tirá-los da escravidão, a multidão formada por incrédulos escravizados pela idolatria e pluralidade de deuses estranhos instou a Aarão para confeccionar um bezerro de ouro para que pudesse adorá-lo.
Além disso, Aarão ergueu também um altar apregoando uma festa para oferecer sacrifícios e holocaustos, numa orgia demoníaca.
Ex.32:7 – “Então disse o Senhor à Moisés: Vai, desce, porque o teu povo, que fizeste subir do Egito, se tem corrompido.”
O Senhor, diante deste povo rebelde e obstinado, estava disposto a abandoná-lo à sua própria sorte e até a exterminá-lo, se não fosse a intervenção de Moisés, que lembrou ao Senhor as promessas feitas anteriormente a Abraão, Isaque e Jacó – que sua descendência seria tão numerosa quanto as estrelas do céu.
Deus é um Deus de promessas e vela pela sua palavra para cumpri-la (Jer.1:12). Seu Nome está acima de todo o nome. E esta foi uma das argumentações de Moisés:
Ex.32:12 – “Porque hão de falar os egípcios dizendo: Para o mal os tirou, para matá-los nos montes e para destruí-los da face da terra?”
Ao descer do Monte com as tábuas do testemunho, Moisés se assombrou ao deparar com tamanha orgia: o povo despido e dançando, numa bacanal para os deuses estranhos!
Moisés reuniu homens tementes a Deus, entre eles os filhos de Levi, passou à espada 3 mil homens para trazer o povo à realidade desta exposição vergonhosa e de pecado. Novamente, Moisés se prostrou diante de Deus, para que os perdoasse.
Ex.32:32 – “Agora pois, perdoa o seu pecado, se não, peço-te, risca-me do teu livro, que tens escrito.”
Apesar de Moisés ter-se identificado com o pecado do povo, sabemos que a responsabilidade é individual, pois o Senhor lhe respondeu:
Ex.32:33 – “Aquele que pecar contra mim, a este riscarei do livro.”
Diante de toda a insistência de Moisés o Senhor lhe avisou que enviaria um anjo adiante dele para caminhar com eles durante a travessia no deserto, mas que se retiraria de seu meio. Apenas sua presença o acompanharia, representada por uma coluna de nuvem durante o dia; e de noite uma coluna de fogo, para alumiar o caminho que haveria de percorrer (Nee.9:12).
Esta foi mais uma intervenção de Moisés, que falava com o Senhor face a face (Ex.33:11). E a presença do Senhor acompanhou todo o povo durante toda a travessia do deserto, porque Moisés também disse ao Senhor:
Ex.33:15 – “Se a sua presença não for conosco, não nos faça subir daqui.”
Fidelidade e compromisso com a sua palavra fizeram com que Deus, que não pode mentir, fez com levou este povo a completar a travessia no deserto.