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terça-feira, 19 de maio de 2015

PRINCÍPIOS DE FIDELIDADE


Dt.7:9 – “Saberás pois que o Senhor teu Deus é Deus, o Deus fiel, que guarda o concerto e a misericórdia até mil gerações aos que o amam e guardam os seus mandamentos.”
Por ser um Deus de justiça e de fidelidade, Deus exige de nós esta qualidade, e o único meio de mostrar nossa fidelidade é através da fé. Cada vez que tentamos nos justificar sem a intervenção do Espírito Santo, manifestamos a sua fidelidade e expomos nossas injustiças ou nossos trapos de imundícia.
Rm.3:3 – “Pois quê? Se alguns foram incrédulos, a sua incredulidade aniquilará a fidelidade de Deus"
A veracidade de Deus faz resplandecer sua glória diante de nossa mediocridade e de nossa pequenez. Não há como nos justificar: não há um justo sequer.
Rom.1:17 – “Porque nele se descobre a justiça de Deus de fé em fé, como está escrito: Mas o justo viverá da fé.
É a bondade e a fidelidade de Deus que nos permite nos aproximarmos dele através da fé, portanto, somos justificados pela fé. Mas o que é fé? – Fé é crer, sem ver.
I Sam.26:23 – “O Senhor porém recompensará a cada um segundo a sua justiça e fidelidade,  pois o Senhor te tinha dado hoje em minha mão, porém não quis estender minha mão contra o ungido do Senhor.”
Davi era um homem fiel e guardava em seu coração todos os mandamentos de Deus, portanto, mesmo quando se apresentou uma situação propícia para vingar-se de toda a perseguição de morte do rei Saul, não intentou contra sua vida, porque na palavra estava escrito:
I Cr.16:22 – “Não toqueis nos meus ungidos, e aos meus profetas não façais mal.”
Quando permanecemos dentro de todos os preceitos de Deus, não temos que temer, porque mesmo não sendo perfeitos, somos justificados através de nossa fé.

domingo, 28 de dezembro de 2014

ARREPENDIMENTO


Arrependimento significa mudança de atitude e de mentalidade. A palavra metanoia, no grego: meta – depois, noia – compreender, quer dizer que depois que compreendemos e temos convicção de nossos pecados precisamos mudar para recebermos a graça do perdão e retornarmos à casa do Pai.
O verdadeiro arrependimento nos leva à reflexão de que deixamos as coisas que já passaram e nos tornamos novas criaturas.
II Co.5:17 – “Assim é que, se alguém está em Cristo nova criatura é, as coisas velhas se passaram; eis que tudo se fez novo.”
João Batista teve como tônica de sua pregação o arrependimento, para que o anúncio da vinda de Jesus pudesse se concretizar e o reino dos céus fosse anunciado. Sua mensagem foi simples e direta.
Mt.3:2 – “Arrependei-vos, porque é chegado o reino dos céus.”
Mt.3:8 – “Produzi, pois, frutos dignos de arrependimento.”
Mt.3:11 – “Eu, na verdade vos batizo na água para o arrependimento; mas aquele que vem após mim é mais poderoso que eu; cujas sandálias não sou digno de levar, ele vos batizará com o Espírito Santo, e com fogo.”
Podemos dizer que o arrependimento é um ato de fé no desejo de adentrarmos num novo nível espiritual de santidade e intimidade com Jesus.
Existe uma grande diferença entre o arrependimento sincero e o remorso.
Remorso é reconhecer o erro e não mudar de atitude. O exemplo mais cruciante foi de Judas Iscariotes quando reconheceu que havia traído o Mestre e se suicidou em vez de pedir perdão e mudar a sua vida.
Todo pecador realmente arrependido sente uma dor profunda, fato acontecido com Pedro, que depois de negar o Senhor por três vezes, foi invadido por uma tristeza imensa.
II Co.7:10 – “Porque a tristeza segundo Deus, opera arrependimento para a salvação, da qual ninguém se arrepende; mas a tristeza do mundo opera a morte.”
Spurgeon falava que o arrependimento é irmão gêmeo da fé.
Pelo arrependimento nos afastamos do pecado, e pela fé voltamos para Deus e aceitamos Jesus Cristo como nosso salvador.
O capítulo de Isaías 58 é um convite ao arrependimento!

A convicção de que somos pecadores nos leva a tomar as seguintes decisões:
1º passo – admitir que erramos.
2ºpasso – confessar o erro.
3ºpasso – abandonar o pecado.

Se realmente estivermos convencidos do nosso arrependimento, o Espírito Santo nos dará a certeza que estamos retornando ao Senhor.
O arrependimento atinge nosso intelecto, nossas emoções e nossa vontade.
O filho pródigo caiu em si, arrependeu-se e voltou para a casa do Pai.(Lc.15:18)
Davi, ao ser confrontado por Natã, também se arrependeu. (Sl.51:17)
Jó fala ao reconhecer o Senhor e a sua soberania:
Jó.42:5,6 – “Com o ouvir dos meus ouvidos ouvi, mas agora os meus olhos te vêem. Por isso me abomino e me arrependo no pó e na cinza.
A mensagem de Jesus também nos fala sobre o arrependimento:
Mt.9:13 – “Não vim chamar os justos, mas os pecadores ao arrependimento.”
Lc.13:5 – “ Se não vos arrependerdes, todos de igual modo perecereis.”
Depois de sua morte e ressurreição seus discípulos levaram adiante esta mensagem.
O arrependimento está ligado à fé, à oração, à conversão, ao batismo, sendo acompanhado da humildade e do desejo de nos reconciliar com Deus.
 Lc.15:10 – “Assim vos digo que há alegria diante dos anjos de Deus por um pecador que se arrepende”.
O banquete já está sendo preparado, portanto podemos alegrar de sermos  convidados  para participar desta grande festa!





segunda-feira, 24 de novembro de 2014

PARTICIPANTES DAS BÊNÇÃOS


I Sam.30:21 – “E chegando Davi aos duzentos homens que, de cansados que estavam não puderam seguir a Davi, e que deixaram ficar no ribeiro de Besor, estes saíram ao encontro de Davi e do povo que com  ele vinha: e, chegando-se Davi ao povo, os saudou em paz.”
Davi estava voltando de uma luta renhida contra os amalequitas, que haviam seqüestrado suas mulheres, filhos, criados e todos seus bens materiais, além de terem incendiado o seu arraial. Muitos dos seus homens de guerra que estavam extenuados pela batalha ficaram acampados no ribeiro de Besor, tomando conta das bagagens. Depois de vencer totalmente a batalha, Davi voltou ao local onde se encontravam, trazendo os despojos, toda sua família e seus bens de volta.
Quando foi repartir os despojos, houve uma discussão entre os participantes da última etapa da batalha, pois não queriam dividir estes despojos com os que ficaram acampados, ao que Davi não concordou.
I Sam.30:23,24 – “Porém disse Davi: Não fareis assim, irmãos meus, com  o que o Senhor nos deu, que nos guardou, entregou a tropa que contra nós vinha nas nossas mãos. E quem em tal vos daria ouvidos? Porque qual é a parte dos que desceram à peleja, tal também será a parte dos que ficaram com as bagagens, igualmente repartirão.”
Se você é um mero tomador de conta de malas, não se aflija nem se aborreça, seus méritos serão idênticos aos que enfrentaram a batalha na linha de frente. Deus não faz acepção de pessoas e seu o tempo e modo, são diferentes dos nossos. O tempo de espera nunca é inútil.
Cada membro tem importância vital para o bom funcionamento de todo o corpo. Os momentos de espera até o término da batalha nos motivam a orar e permanecer diante do trono de Deus.
Para que tudo dê certo em frente às câmeras, precisa de um bom contingente nos bastidores!
Moisés, Ur e Aarão permaneceram no topo da montanha, enquanto Josué lutava. Suas mãos erguidas aos céus até o por do sol determinaram o seguimento da vitória! Bastava que Moisés baixasse suas mãos para o inimigo prevalecer, Percebendo isto, Ur e Aarão sustentaram as mãos de Moisés até a vitória ser completada. (Ex.17)
Gideão, depois de recrutar imensa quantidade de homens para lutar contra os midianitas, Deus ordenou que esta tropa fosse reduzida para 300 homens. Os demais voltaram para suas casas. Creio que todos os que voltaram também estavam almejando que a vitória fosse alcançada, e permaneceram em comunhão com o Senhor, até a conquista ser concretizada.
Alguns têm função de maior relevância, mas todos são indispensáveis e têm o direito de serem participantes das bênçãos.

sábado, 19 de julho de 2014

CONTRATOS SEM RESCISÃO


II Cr.21:7 – "Porém o Senhor não quis destruir a casa de Davi, em atenção a aliança que tinha feito com Davi; e porque também tinha falado que lhe daria por todos os dias uma lâmpada a ele e a seus filhos.”
Os concertos feitos com Deus não podem ser rescindidos e esta aliança feita com Davi era eterna, mas transferível à sua descendência.
Esta promessa foi confirmada por Deus quando Davi pretendeu construir um templo para o Senhor.
II Sam.7:12 – “Quando os teus dias forem completos e vieres a dormir com os teus pais, então farei levantar depois de ti a tua semente, que sair de tuas entranhas e estabelecerei o teu reino.”
O Senhor reafirma sua posição através de sua palavra que nunca volta vazia.
II Sam.7:16 – “Porém o teu reino e a tua casa serão firmados para sempre diante de ti, teu trono será firme para sempre.”
Este foi o mesmo tipo de aliança que Davi manteve com Jônatas, filho de Saul, quando buscou seu descendente para devolver-lhe as terras pertencentes ao seu pai.
II Sam.9:1 – “E disse Davi: Há ainda alguém que ficasse da casa de Saul para que lhe faça bem por amor a Jônatas?”
Realmente ainda havia um descendente, Mefibosete, filho de Jônatas, que vivia foragido, temendo ser punido pelas loucuras feitas por seu avô, Saul.
II Sam.9:7 – “E disse-lhe Davi, não temas porque usarei contigo de beneficência por amor ao teu pai, Jônatas, e te restituirei as terras de Saul, teu pai, e tu de contínuo comerás o pão à minha mesa.”
Assentar-se à mesa do rei significa posição de igualdade de condições; e esta é a posição dos filhos de Deus convidados a participar do grande banquete.
Desfrutamos desta mesma aliança com Jesus e podemos reivindicá-la aos nossos familiares.
Somos lâmpadas acesas para que nossos queridos possam desfrutar das bênçãos reservadas aos que crêem.
At.16:31 – “Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e a tua casa.”
Pv.10:22 – “A benção do Senhor enriquece e não acrescenta dores.”  

quinta-feira, 3 de julho de 2014

FUGINDO DA TENTAÇÃO


Tg.1:13 –“Ninguém, sendo tentado, diga: de Deus sou tentado; porque Deus não pode ser tentado pelo mal, e a ninguém tenta.”
Tentação (no hebraico, massah; no grego, peiramós) significa ser atraído para o erro. Pode ser também um teste de nossa resistência, para recebermos aprovação. Deus pode nos provar, mas nunca nos tentar para o mal.
A oração do Pai-Nosso traz este apelo:
Não nos deixe cair em tentação, mas livra-nos do mal. (Mc.6:9)
A provação sempre nos leva a uma mudança de nível da fé, quando suplantamos a tentação. Somos vulneráveis, pois temos áreas de fraqueza, e é geralmente nestas áreas que somos tentados.
Sempre existe um paralelo entre nossa vida espiritual e nossa vida secular. Nosso adversário está sempre ao derredor, para nos induzir ao erro, por isso precisamos ser sóbrios.
I Pe.5:8 –“Sede sóbrios, vigiai; porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como um leão, buscando a quem possa tragar.”
Não podemos flertar com o pecado!
Entre  grandes homens de Deus, vemos que muitos caíram em tentação:
Davi foi atraído pela beleza de Bate-Sebá. Sansão, pela beleza de Dalila.
Estes dois homens escolhidos de Deus tinham como ponto fraco as mulheres.
Moisés e Pedro foram tentados por seu temperamento, e Judas, atraído pela ganância e por amor ao dinheiro.
A tentação sempre está ligada ao nosso desejo carnal.
I Co.10:12 – “Aquele pois que cuida estar em pé: olhe que não caia.”
Este é um alerta para não cair, e a forma correta para evitarmos esta queda é confessarmos os nossos pecados, para sermos perdoados.
Mt.4:1 – “Então foi conduzido Jesus pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo diabo.”
Jesus, mesmo sendo tentado pelo diabo, permaneceu incólume, rebatendo o adversário através da palavra de Deus.
Precisamos estar alinhados com a palavra de Deus para obtermos resultados positivos quando formos tentados, pois o pecado é o passo para que o inimigo possa prevalecer.
II Co.2:10,11 –“E a quem perdoardes alguma coisa, também eu; porque eu também perdoei, se é que tenho perdoado, por amor de vós o fiz, na presença de Cristo; para que não sejamos vencidos por Satanás, porque não ignoramos seus ardis.”
Precisamos resistir às tentações:
Tg.4:7 – “Sujeitai-vos a Deus e resisti ao diabo e ele fugirá de vós.”