quarta-feira, 13 de março de 2013

PRIMÍCIAS DE DEUS


Tg.1:13 – “Segundo a sua vontade, ele nos gerou pela palavra da verdade, para que fôssemos como primícias de suas criaturas.”
Apesar da ordem inversa, pois fizemos parte da última criação de Deus, somos suas primícias e nos foi delegado o poder de nomear todo tipo de animais.
Gn.2:20 – “E Adão pôs o nome a todo o gado, e às aves dos céus, e a todo o animal do campo.”
Tg.3:7 – “Porque toda a natureza, tanto de bestas-feras como de aves, tanto de répteis como de animais do mar, se amansa e foi domada pela natureza humana.”
O equilíbrio da natureza é mantido entre animais e insetos de todas as espécies, aves e plantas. Mas, atualmente, vemos por aí uma valorização extrema de animais em extinção, tentando eternizá-los em sua sequência biológica ou predatória, e, talvez querendo ressuscitar até os dinossauros, que por razões que somente o Senhor conhece, foram extintos da natureza.
Os animais, apesar de serem nossos predecessores, foram criados em uma segunda escala, para procriar, nutrir, espalhar sementes, com o propósito de serem úteis aos homens.
Mas vejo que a preservação da natureza apregoada por certas correntes ecologistas extrapola os limites. Há tanta gente se mobilizando e se sensibilizando com o sofrimento e a morte de animais, dinheiro sendo levantado para seu tratamento, bichos sendo tratados melhor que gente...
Pet shops em profusão, com as mais variadas formas de entretenimento e vestuário para cães e gatos, tratamento psiquiátrico, spas...Casais que preferem animais a filhos, pessoas que deixam como herdeiros os bichos. Tudo isto me leva a questionar: Será que estas pessoas ou estes movimentos se sensibilizam com os seres humanos?
Será que o Senhor está no controle e eles estão cumprindo o plano mais que perfeito de Deus?
Ou será que o homem, em sua rebelião, tenta agir completamente em oposição à programação estabelecida pelo Senhor?

quinta-feira, 7 de março de 2013

AS BODAS EM CANÁ


Jo.2:3 – “E, faltando vinho, a mãe de Jesus lhe disse: Não têm vinho. Disse-lhe Jesus: Mulher, que tenho eu contigo?”
Poderíamos traduzir essa indagação de Jesus por: 'E eu com isso?'
Sempre achamos que este tipo de resposta vem de quem não quer se envolver com o problema. Mas nem sempre é assim... A falta de envolvimento muitas vezes serve para um momento de reflexão ou de resolução, para uma tomada de uma posição, que precisa ser feita individualmente, pois temos que ser responsáveis por nossas atitudes, certas ou erradas.
Nas bodas em Caná, no momento em que sua mãe lhe disse que o vinho acabara, tem-se a impressão de que o Senhor não estava se importando com o que acontecia, mas, se visualizarmos a situação de forma correta, Ele apenas estava indicando que ainda não era tempo de ser revelado como o Filho de Deus. Mesmo assim, não se recusou de lançar mão do poder de Deus para transformar a água em vinho.
Necessitamos do poder de Deus para a transformação de nossas vidas, mas Deus só atua quando nossos cântaros estão vazios, e Cristo só é revelado em nossos corações quando os cântaros são esvaziados e limpos. A única forma de limpá-los é o arrependimento, através da confissão e da aceitação do perdão de Deus.
Os cântaros precisam estar vazios do vinho velho, do mosto acumulado em seu interior, lavados com a água pura dos mananciais de Deus. Se deixarmos nos cântaros os resquícios antigos, os odres podem estourar...
Para que Cristo seja revelado como Filho de Deus e encher-nos completamente com vinho novo e de melhor qualidade, precisamos deste processo de limpeza, para então sermos transformados.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

MENTES ENTORPECIDAS


Lc.24:5b,6a – “Por que buscai o vivente entre os mortos? Não está aqui, mas ressuscitou. Lembrai-vos como vos falou, estando ainda na Galiléia.”
Apesar de Jesus haver falado aos discípulos que iria para o Pai e marcado  encontro com eles após a ressurreição, estes ficaram entorpecidos de mente diante do evento da Crucificação. Nossa mente nos trai, temos um branco e coisas importantes caem no esquecimento.
As promessas de Deus são cumpridas literalmente e Jesus já os havia alertado de que ressuscitaria ao terceiro dia. Precisamos estar firmados na Palavra para não cairmos em desânimo.
Lc.24:9 – “E voltando do sepulcro, anunciavam todas estas coisas aos onze e aos demais.”
Quando as mulheres chegaram, avisando aos discípulos que o Senhor Jesus havia ressuscitado, os discípulos não se empolgaram da mesma forma, achando que elas estavam desvairadas.
Lc.24:11 – “E as suas palavras lhes pareciam como desvario e não creram.”
A palavra dada por Deus não deve ser desprezada.
Pedro foi o único que correu até o sepulcro para confirmar o fato, mas, mesmo diante da evidência, estava perplexo e desanimado (Lc.24:12).
O mesmo aconteceu com os discípulos que seguiram para Emaús. Perplexos diante dos acontecimentos, seguiram para Emaús, pois haviam desistido de ficar com os demais discípulos, mas Jesus os acompanhou nesta caminhada de desistência...
Lc.24:13 – “Os discípulos caminhavam para Emaús; foram abordados por Jesus que lhes perguntou: Por que estais tristes?”
Espantados pela falta de conhecimento do ocorrido, Cléopas, um deles, lhe falou:
Lc.24:18 – “És tu só peregrino em Jerusalém? E não sabes as coisas que nela tem sucedido nestes dias?”
Discorrendo sobre todos os acontecimentos, estes discípulos só se calaram ao receber uma repreensão de Jesus:
Lc.24:25 – “E ele lhes disse: Ó néscios e tardos de coração para crerdes em tudo o que os profetas disseram! Porventura não convinha que Cristo padecesse todas estas coisas e entrasse em sua glória?”
A obstrução do entendimento e as suas mentes totalmente entorpecidas só foram aclaradas após o Senhor Jesus partir e abençoar o pão; então creram que quem estava no meio deles era Jesus.
Retornaram a Jerusalém para se congregar com os demais discípulos, que lhes disseram:
Lc.22:34 – “Ressuscitou verdadeiramente o Senhor e já apareceu a Simão.”
Este entorpecimento espiritual só acontece pela incredulidade...
O inferno tem que se curvar diante dos que creem.


  

sábado, 16 de fevereiro de 2013

DILIGÊNCIA


Diligência é um dos principais princípios da prosperidade.
Pv.21:5 – "Os pensamentos do diligente tendem à abundância, mas todo apressado tende tão somente à pobreza."
Quando somos determinados a seguir nossos objetivos, seremos sempre abençoados. A busca incessante para alcançá-los nos dá firmeza de caráter, esperança e acrescenta-nos fé.
Dt.6:17 – “Diligentemente guardarás os mandamentos do Senhor teu Deus, como também os seus testemunhos, e seus estatutos que nos tem mandado."
Esta busca contínua para conhecer o que o Senhor reserva ao diligente que usa todo seu empenho para o entendimento da palavra de Deus promove uma qualificação altamente compensadora.
Lc.15:8 – “Qual a mulher que tendo 10 dracmas e perdê-las não vai procurá-las?”
Esta passagem nos ilustra que a busca constante traz como resultado uma alegria indizível, pois ao achar a moeda perdida esta mulher chamou suas amigas para participarem de sua alegria.
Pv.12:27 – “O preguiçoso não assará a sua caça, mas o bem precioso do homem é ser diligente.”
A determinação para alcançarmos os propósitos de Deus para nossas vidas também nos traz grande alegria.
Lc.15:10 – “Há alegria nos céus diante de um pecador que se arrepende.”
Num jogo de futebol, a alegria dos torcedores é o gol feito contra o time adversário e que garante a vitória. Imagine a festa dos anjos por um pecador arrependido.
Na segunda carta de Pedro, lemos a seguinte admoestação:
II Pe.1:5,9 – “E vós também ponde nisto mesmo toda a diligência, acrescentai à vossa fé a virtude, e à virtude a ciência, à ciência a temperança e à temperança a paciência, e à paciência piedade e à piedade o amor fraternal, e ao amor fraternal, a caridade. Porque se em vós abundarem todas estas coisas, não vos deixarão ociosos nem estéreis no conhecimento do nosso Senhor Jesus Cristo.”
Este é o segredo de uma vida próspera: diligência – esta é a palavra de ordem.