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sábado, 13 de junho de 2015

QUERITE – LUGAR DE NOVAS REVELAÇÕES


I Re.17:3 – “Vai-te daqui, e vira-te para o Oriente e esconde-te junto ao Ribeiro de Querite, que está diante do Jordão.”
Depois que Elias anunciou um período de seca e de fome prolongada ao rei Acabe, o Senhor mandou que fosse para Querite e aguardasse...
O silêncio nos ensina a pensar, Querite era o lugar deste silêncio para tempo de reflexão e espera.
Querite tem algumas definições: desfiladeiro, lugar onde passa rios temporários e também significa ser cortado do tamanho certo. Se por algum motivo você teve que ser cortado, seja por doença, perda de emprego, para sair do cenário por algum tempo pelo seu ativismo, não se preocupe, pois os resultados podem ser surpreendentes.
Se abrigar no esconderijo do Altíssimo é sempre reconfortante, é tempo de espera, de silêncio e de descanso para receber novas instruções e o Senhor pode enviar até os corvos para te alimentar.
Sl.91:1 – “Aquele que habita no esconderijo do Altíssimo, à sombra do Onipotente descansará.”
Sair do cenário pode ser no primeiro momento um castigo cruel, mas Deus não erra. Talvez seja uma lição dura e solitária, mas é mais um aprendizado de sobrevivência.
I Re.17:4 – “Beberás da torrente e ordenei aos corvos que te sustentem.”
I Re.17:7 – “Mas passados dias, a torrente secou, porque não chovia sobre a terra.”
O decreto de que não choveria foi lançado pela própria boca de Elias:
I Re:17:1 – “Vive o Senhor, Deus de Israel, perante cuja face estou, que nestes anos nem orvalho nem chuva haverá, senão segundo a minha palavra.”
Ao secar o ribeiro, Deus estava proporcionando a Elias novas experiência de sobrevivência, tirando-o desta zona de conforto, levando-o para Sarepta, onde uma viúva o sustentaria e onde aconteceu o primeiro palco de ressurreição: o filho desta mulher faleceu, e pela intercessão do profeta, o Senhor restituiu-lhe a vida.
De acordo com os parâmetros de Deus Elias precisava aprender:
1 – ser maleável nas mãos de Deus.
2 – ser sustentado por Deus.
3 – confiar em Deus em qualquer circunstância.
4 – desfrutar de um aprofundamento especial em seu relacionamento com Deus.
5 – ter expectativa de grandes milagres.
Deus nunca nos abandona!
Is. 49:16 – “Eis que nas palmas das minhas mãos de tenho gravado, teus muros estão continuamente perante mim.”

segunda-feira, 9 de junho de 2014

A PROMESSA DO MESSIAS


Jo.5:39 – “Examinai as Escrituras, porque vós cuidais ter nelas a vida eterna, e são elas que de mim testificam.”
Desde a criação do homem, após seu pecado original, temos a promessa de um descendente que viria para afrontar o poder que foi entregue nas mãos do opositor.
Abraão foi chamado para sair de sua terra e o Senhor lhe disse que através de sua linhagem todos seriam abençoados. Se fizermos um passeio pelas páginas da Bíblia veremos que “o descendente” foi anunciado muito antes da sua vinda!
O Messias esperado despertava grandes expectativas, mesmo entre os incrédulos.
Miq.5:2 – “E tu, Belém Efrata, posto que pequena entre milhares de Judá, de ti sairá o que será Senhor em Israel, e cujas saídas são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade.”
É importante lembrar que a existência do Filho de Deus não teve início com o nascimento de Jesus em Belém. João nos declara:
Jo.1-2,3 – “Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez.”
O ato de sua encarnação foi cumprido através de Maria, escolhida entre as mulheres para este propósito.
Quando Jesus se declarou como o Filho de Deus disse:
Jo.5:46 – “Porque, se vós crêsseis em Moisés, creríeis em mim, porque de mim escreveu ele.”
Moisés declarou:
Deut.18:15 – “O Senhor teu Deus te despertará um profeta no meio de ti, de teus irmãos como eu; a ele ouvireis.”
Importantes passagens indicam que o Messias nasceria de uma virgem:
Is.7:14 – “Portanto o mesmo Senhor vos dará um sinal: Eis que uma virgem conceberá, e dará a luz um filho, e será seu nome Emanuel.”
O profeta Isaías teve a clareza de visão distinguindo a vinda do Messias:
Is.9:6 – “Um menino nos nasceu, um filho se nos deu; e o principado está sobre os seus ombros, e o seu nome será: Maravilhoso, Conselheiro, Deus forte, Pai da eternidade, Príncipe da paz.”
Também está escrito que ele não seria aceito por seu povo:
Jo.5:43 – “Eu vim em nome de meu Pai, e não me aceitais, se outro vier em seu próprio nome, a esse aceitareis.”
Que seria descendente da casa de Davi:
II Sam.7:12 – "Farei levantar depois de ti a tua semente, que sair de tuas entranhas, e estabelecerei o teu reino.”
Morreria entre os pecadores e seria traído por um amigo:
Sl.41:9 – “Até meu próprio amigo íntimo, em que eu tanto confiava, que comia comigo do meu pão, levantou contra mim seu calcanhar.”
Sabemos que Jesus foi crucificado entre dois ladrões e que Judas, o traidor, foi aquele em quem o Senhor colocou um bocado de pão na boca.
Seu espírito foi entregue a Deus Pai:
Sl.31:5 – “Nas tuas mãos encomendo o meu espírito, tu me remiste Senhor Deus da verdade.”
Que Ele foi ressuscitado dentre os mortos:
Sl.16:10 – “Pois não deixarás a minha alma no inferno, nem permitirás que o teu santo veja a corrupção.”
E que está assentado a direita do Pai:
Sl.110:1 – “Disse o Senhor ao meu Senhor: Assenta-te a minha direita, até que ponha o inimigo por escabelo dos teus pés.”
Portanto, diante de todas as evidências, podemos declarar que, sem sombra de dúvidas, Jesus é o Senhor, Filho do Deus Todo Poderoso. Viveu entre nós, foi morto e ressuscitou, e está assentado à direita de Deus Pai.



quarta-feira, 16 de abril de 2014

PRINCÍPIOS BÁSICOS PARA COMEMORAR A PÁSCOA


A Páscoa no seu sentido original significa passagem e cobertura.
A Páscoa era a primeira das três grandes festas do povo israelita e celebrava o sacrifício do cordeiro para a saída do povo escravizado por Faraó, do Egito.
A ordem expressa de Deus era para que o sangue do animal abatido fosse colocado sobre os umbrais e as vergas das portas, que impediriam que o “anjo da morte” destruísse os primogênitos dos hebreus.
A saída rápida e a consequente cobertura pelo sangue do cordeiro assegurava a proteção de Deus sobre este povo. Ao sair apressadamente, aproveitariam uma brecha do faraó fragilizado pela perda de seu primogênito.
Sem deixar nenhum vestígio, não deixando sobras para trás: eram estes os princípios básicos para a libertação. Prontos para sair, abandonavam a antiga vida de escravidão.
Para nós, cristãos, esta festa é a celebração da ressurreição de Jesus. A crucificação de Cristo foi um marco de passagem da morte de Jesus à sua ressurreição.
Rom.8:2 “Porque a lei do espírito de vida, em Cristo Jesus, me livrou do pecado e da morte.”
Jesus foi crucificado na cidade de Jerusalém durante uma celebração de Páscoa, que era feita anualmente.
Os princípios básicos para a comemoração, paralelamente, pela fé cristã são:
- Comer a carne do Cordeiro: alimentar-se de Jesus, nosso Cordeiro imolado, através da Sua Palavra, fortalecendo nossa área espiritual. Fé viva precisa ser alimentada.
- Pães ázimos:
Lc.12:1 – “Acautelai-vos do fermento dos fariseus.”
Os fariseus eram cumpridores da lei, mas entre eles havia muita hipocrisia, dissimulando o que realmente sentiam.
I Co.5:7,8 – "Alimpai-vos pois do velho fermento, para que sejais uma nova massa.”
Para não macular nossa fé é necessário pureza e santidade, e não pode haver mistura, para que sejamos transformados em novas criaturas.
- Ervas amargas:
A vida sem Deus é amarga; e temos que estar cientes da obra redentora de Jesus. De onde ele nos tirou? Nunca podemos esquecer o que Jesus fez por nós.
I Tim.2:6 – “O qual se deu a si mesmo em preço de redenção por todos, para servir de testemunho a seu tempo.”
Semelhante ao sangue do cordeiro que trouxe livramento para o povo hebreu, o resultado do sacrifício pascal feito por Jesus trouxe o nosso resgate para a vida eterna.
II Co. 5:21 -  “Aquele que não conheceu o pecado, o fez por nós, para que nele fôssemos feitos justiça de Deus.”
Jesus tomou nosso lugar como pecadores, sendo crucificado por nós. Portanto, celebremos esta data com júbilo e alegria por estarmos mortos para o pecado, mas vivos para Deus.

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

PASSOS DE FÉ


Is.54:1 – “Canta alegremente, ó estéril, que não deste à luz. Exulta de prazer; mais são os filhos da solitária do que os filhos da casada.”
Nossa postura diante da adversidade indica nossa segurança em Deus. A palavra do Senhor é sempre oportuna. Nossa dificuldade em produzir e dar frutos resulta de alguma área da nossa vida que continua estéril, e o inimigo tenta usar nossas áreas fracas para nos desanimar. Esse é o momento para nos levantar em louvor e agradecimentos a Deus, mesmo que não haja motivos aparentes para isto.
Tenha bom ânimo! – Esta é a palavra que Deus tem para você.
A fé gera e produz seus frutos, e este é o grande desafio, o momento certo de colocar nossa fé em ação. O louvor quebra toda resistência do mal.
Sl.119:105 – “Lâmpada para os meus pés, luz para o meu caminho é a tua palavra.”
Deus, através de nossa fé e de sua palavra, vai gerar aquilo que você espera. Há sempre um propósito para sua vida, e temos que aprender a servir ao Senhor com gratidão e louvor.
Nosso louvor é o fruto de nosso amor por Jesus, e estes são os passos de fé que precisamos dar:
- ser de Deus
- servir a Deus
- ter bom ânimo
- crer em Deus.
Mt.5:25 e 27 – “E certa mulher, que havia doze anos tinha um fluxo de sangue, ouvindo falar de Jesus, veio por detrás, entre a multidão, e tocou no seu vestido.”
Jesus sentiu seu toque de fé e perguntou: Quem tocou em minhas vestes? E lhe disse: Tua fé te salvou.
Precisamos tocar em Jesus de uma forma diferente; é nosso passo de fé que faz a diferença. Se você quer tocar em Jesus, invista tudo o que você tem e receberá tudo de Deus, sem reservas.
O diabo não pode roubar seus sonhos, e a fé navega através de seus sonhos até chegar ao porto seguro.
Quando estamos impossibilitados, Deus pode realizar o milagre, sempre no momento certo.
Lázaro estava enfermo e morreu. Jesus se atrasou para chegar para que todos pudessem presenciar o milagre (Jo.4:11).
- “Tirai a pedra!" – a Ressurreição chegou!

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

MENTES ENTORPECIDAS


Lc.24:5b,6a – “Por que buscai o vivente entre os mortos? Não está aqui, mas ressuscitou. Lembrai-vos como vos falou, estando ainda na Galiléia.”
Apesar de Jesus haver falado aos discípulos que iria para o Pai e marcado  encontro com eles após a ressurreição, estes ficaram entorpecidos de mente diante do evento da Crucificação. Nossa mente nos trai, temos um branco e coisas importantes caem no esquecimento.
As promessas de Deus são cumpridas literalmente e Jesus já os havia alertado de que ressuscitaria ao terceiro dia. Precisamos estar firmados na Palavra para não cairmos em desânimo.
Lc.24:9 – “E voltando do sepulcro, anunciavam todas estas coisas aos onze e aos demais.”
Quando as mulheres chegaram, avisando aos discípulos que o Senhor Jesus havia ressuscitado, os discípulos não se empolgaram da mesma forma, achando que elas estavam desvairadas.
Lc.24:11 – “E as suas palavras lhes pareciam como desvario e não creram.”
A palavra dada por Deus não deve ser desprezada.
Pedro foi o único que correu até o sepulcro para confirmar o fato, mas, mesmo diante da evidência, estava perplexo e desanimado (Lc.24:12).
O mesmo aconteceu com os discípulos que seguiram para Emaús. Perplexos diante dos acontecimentos, seguiram para Emaús, pois haviam desistido de ficar com os demais discípulos, mas Jesus os acompanhou nesta caminhada de desistência...
Lc.24:13 – “Os discípulos caminhavam para Emaús; foram abordados por Jesus que lhes perguntou: Por que estais tristes?”
Espantados pela falta de conhecimento do ocorrido, Cléopas, um deles, lhe falou:
Lc.24:18 – “És tu só peregrino em Jerusalém? E não sabes as coisas que nela tem sucedido nestes dias?”
Discorrendo sobre todos os acontecimentos, estes discípulos só se calaram ao receber uma repreensão de Jesus:
Lc.24:25 – “E ele lhes disse: Ó néscios e tardos de coração para crerdes em tudo o que os profetas disseram! Porventura não convinha que Cristo padecesse todas estas coisas e entrasse em sua glória?”
A obstrução do entendimento e as suas mentes totalmente entorpecidas só foram aclaradas após o Senhor Jesus partir e abençoar o pão; então creram que quem estava no meio deles era Jesus.
Retornaram a Jerusalém para se congregar com os demais discípulos, que lhes disseram:
Lc.22:34 – “Ressuscitou verdadeiramente o Senhor e já apareceu a Simão.”
Este entorpecimento espiritual só acontece pela incredulidade...
O inferno tem que se curvar diante dos que creem.