sábado, 26 de setembro de 2009

O TEMPO DE DEUS

Ecl.3:1 – “Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu.’
Salomão, filho de Davi, considerado o mais sábio dos homens, ao fazer esta reflexão, nos aponta que não precisamos viver numa expectativa de preocupação e de angústia, pois nossas vidas estão intrinsicamente ligada ao tempo e ao modo de Deus.
Ecl.4:6 – “Melhor é uma mão cheia com descanso do que ambas as mãos cheias com trabalho e aflição de espírito.”
Se as sementes lançadas durante a nossa existência forem de boa qualidade, certamente reproduzirá, mesmo fora do nosso tempo.
Na palavra está escrito que “pelos frutos os conhecereis” (Mt.7:10).
Quais os frutos que temos produzido?
Quando a palavra de vida é genuinamente plantada e germinada, certamente os frutos produzidos serão de justiça, paz e alegria, frutos do Espírito Santo em nós.
II Tim.4:2 – “Que pregues a palavra, instes a tempo e fora do tempo, redargüias, repreendas, exortes, com toda a longanimidade e doutrina.”
Muitas vezes nos sentimos incapazes e despreparados para semearmos a palavra de Deus, mas precisamos nos lembrar que temos a essência divina dentro de nós para produzirmos mesmo fora do tempo.
O nosso tempo tem que estar acertado com o “kairós”, isto é, o tempo de Deus.
O nosso relógio espiritual precisa estar ajustado apenas com o relógio de Deus, no mesmo compasso.
Temos um exemplo, no evangelho, quando Maria recebeu a visita do anjo Gabriel anunciando que ela seria o receptáculo do Filho de Deus e ela argüiu:
Lc.1:34 – “ E disse Maria ao anjo: Como se fará isto, visto que não conheço varão?”
Em seu pensamento Maria achava-se incapaz de ser a mãe de Jesus, mas era o tempo de “sua vinda”, e como somos vasos na mão do Oleiro, ela foi escolhida e preparada para isto: receber o fruto bendito...
Lc.1:42 – “E exclamou com grande voz, e disse: Bendita tu entre as mulheres e bendito o fruto do teu ventre.”
Quem nos prepara é o Senhor e devemos nos deixar amoldar ao seu tempo e ao seu modo.
Ecl.8:5, 6a. – “Quem guardar o mandamento não experimentará nenhum mal; e o coração do sábio discernirá o tempo e o modo. Porque para todo o propósito há um tempo e modo.”

terça-feira, 22 de setembro de 2009

DEUS, O CONTROLADOR DE TODAS AS ÁGUAS

Sabemos que a água é a fonte vital para nossas vidas. Comprova-se cientificamente que sem água não poderia existir vida em nosso planeta. Através de muitas buscas interplanetárias, o homem tenta descobrir algum outro lugar que tenha água.
Sabemos que a água é um dos elementos da criação do mundo:
Gn.1:2 – “A terra era sem forma e vazia e o Espírito de Deus pairava sobre as águas.”
Gn.1:6,7 –“E disse Deus: Haja firmamento e a separação entre águas e águas. Fez Deus o firmamento, e fez a separação entre as águas que estavam debaixo do firmamento e as águas que estavam em cima do firmamento.”
Podemos dizer que as águas contidas acima do firmamento correspondem ao manancial de Deus que nos propiciam as chuvas em tempos próprios.
Gn.1:9,10 “E disse Deus: Ajuntem-se as águas que estão debaixo dos céus num só lugar, e apareça a porção seca. E assim foi. Chamou Deus a porção seca de terra, e ao ajuntamento das águas, mares.”
Atualmente, estamos assistindo e ouvindo seja pelo rádio, televisão ou quaisquer outros meios de comunicação, que precisamos ter muito cuidado economizando água, porque a água vai acabar.
Reconheço a veracidade disto, mas mesmo com todas estas previsões caóticas, não precisamos temer as calamidades, pois quem está no controle de todas as águas é o Senhor nosso Deus. Quando nos submetemos à soberania de Deus, não devemos ficar ansiosos com tais previsões.
Vemos nos versículos acima citados que quando aprouve a Deus, na reconstrução do mundo, ele mesmo separou as águas!
Através da história de Noé, observamos que Deus exerceu sua justiça contra o povo rebelde, que se opunha aos seus mandamentos, mesmo diante da perspectiva que seriam submersos nas águas que cairiam dos céus.
Gn.6:17a – “Porque eis que eu trago um dilúvio de águas sobre a terra, para desfazer toda a carne em que há espírito de vida debaixo dos céus.”
Até aquele momento nunca havia chovido, pois a terra era regada com um vapor, durante a noite.
Gn.2:6 – "Um vapor, porém, subia da terra, e regava toda a face da terra”
Mas Noé achou graça aos olhos do Senhor e obteve a promessa de salvação e restauração de seus familiares, como também a aliança de que Deus jamais destruiria novamente seu povo através das águas.
Gn:9:11, – “E eis que estabeleço o meu concerto convosco e com a vossa semente depois de vós, que não será mais destruída toda a carne pelas águas do dilúvio; e que não haverá mais dilúvio para destruir a terra.”
Agar, mãe de Ismael, quando foi despedida da casa de Abraão, vendo que seu odre de água estava vazio, achou que iria morrer de sede, mas o Senhor abriu-lhe os olhos para que visse o poço que iria dessedentar a ela e ao seu filho.
Gn.21:19 – “E, abrindo-lhe os olhos, e viu um poço de água e foi-se, e encheu o odre de água, e deu de beber ao moço.”
Mais uma vez vemos aqui a provisão de Deus para seus filhos!
Quando Abraão determinou ao seu servo que fosse buscar uma esposa para seu filho Isaque, Rebeca, sua futura esposa, foi encontrada à beira de um poço, dando água para seus animais e se ofereceu para dessedentar os animais do servo de Abraão.(Gn.24:13)
Jesus falou para a samaritana que quem bebesse de sua água, jamais teria sede.
Jo.7:37,38 – “Se alguém tem sede, venha a mim, e beba. Quem crê em mim, como diz as escrituras, rios de água viva correrão de seu ventre.”
Portanto, não devemos temer o que possa ocorrer no futuro, apenas devemos crer que do nosso manancial, Jesus, nunca faltará água para dessedentar aos que crêem.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

OS FILHOS CRESCEM

Os filhos crescem...Casam-se e saem de nossas casas deixando o ninho em que foram abrigados até então. Nós como mães, nos sentimos sem chão, como se parte de nosso corpo fosse arrancado. Aí nos damos conta que foi neste momento que verdadeiramente o cordão umbilical foi cortado.
Esquecemos que a matemática de Deus é diferente da nossa, que é preciso dividir para multiplicar!
A história da águia é muito interessante e cabe muito bem neste caso:
Ao construir o ninho para receber seus filhotes, a primeira camada é composta de espinhos, a segunda de pedras e a terceira de um material macio e quente para recebê-los. À medida que vão crescendo, os filhotes vão sendo tirados de sua zona de conforto e é eliminado primeiramente, o material macio, ficando as pedras e os espinhos para que se sintam incomodados a saírem do ninho.
Na primeira tentativa de alçar vôo, são empurrados pela mãe águia, que com vôos rasantes não permite que seus filhotes se firam.
Este é nosso papel de mãe, deixar que nossos filhos alcancem as alturas, na sua individualidade e no seu crescimento pessoal.
Resta-nos ficar disponíveis para acolhê-los em suas necessidades. Esta é a verdadeira sabedoria, baseada no seguinte versículo:
Pv.:9: 10 – “O temor do Senhor é o princípio da sabedoria.”

sábado, 12 de setembro de 2009

SANSÃO, O SUPER-HERÓI

Sansão foi um homem nascido pela vontade de Deus. Seu nascimento foi anunciado pelo anjo do Senhor, pois sua mãe era estéril.
Para se manter dentro dos padrões exigidos por Deus para ser um nazireu, isto é, um homem dedicado aos propósitos divinos, não poderia beber vinho, bebidas fortes nem cortar os cabelos. No entanto, por conviver com seus vizinhos filisteus, foi atraído pelo pecado!
Casou-se primeiramente com uma filistéia, mesmo sabendo que isto era contrário ao que a lei determinava.
Era um homem de uma força surpreendente e seus feitos são comparados aos de um super-herói.
Depois de convencer seus pais a acertarem seu casamento, no caminho encontrou um leão, que matou com suas próprias mãos. Ao retornar a casa, notou que a carcaça do leão continha uma colméia e bebeu de seu mel.
Vaidoso, durante seu casamento propôs um enigma aos jovens participantes, para que decifrassem seu feito:
Jz.14:14 – “Do que come saiu comida, e do forte saiu açúcar.”
Sua esposa, instigada pelos filisteus, acabou convencendo-o a contar-lhe o segredo do enigma: Sansão perdeu a aposta, que consistia de trinta vestimentas. A fim de pagar a aposta, foi a uma cidade próxima e matou trinta filisteus, tomando-lhes as vestes. Assim pôde pagar sua dívida. Ao retornar à casa de sua esposa, com a qual ainda não coabitara, viu que seu pai a havia entregue a outro jovem. Isto provocou-lhe tamanha ira que capturou trezentas raposas, e, amarrando-as de duas em duas pelas caudas, ateou-lhes fogo e soltou-as nas plantações dos filisteus, destruindo trigais, olivais e vinhas.
Este incidente familiar acabou se transformando em uma guerra. Por habitarem na mesma terra, então sob o jugo dos filisteus, os filhos da tribo de Judá resolveram entregar Sansão a fim de aplacar a ira dos inimigos. Ataram-no e entregaram-no aos filisteus, mas Sansão, na força do Espírito do Senhor, desvencilhou-se, e com uma queixada de jumento feriu mil homens.
A partir daí, Sansão julgou Israel por vinte anos.
Indo para Gaza, os gazitas, conhecendo seu poder e sua força, tentaram colocar-lhe armadilhas para destruí-lo, empregando espias para vigiá-lo. Para termos noção da força descomunal deste super-herói, Sansão arrancou os portais de Gaza, carregando-os até o cume do monte, a cerca de setenta quilômetros de distância.
Depois disto, Sansão, novamente atraído pelo pecado, apaixonou-se por Dalila, uma prostituta de Gaza, persuadida por seus conterrâneos a descobrir a origem de sua força. Foi atraído e traído por Dalila, que descobriu seu segredo e entregou-o nas mãos dos filisteus, que lhe cegaram os olhos e o submeteram à escravidão.
Sansão foi transformado num crente deformado, não só fisicamente, como espiritualmente. Exposto à humilhação pública, foi levado ao templo de Dagon, onde fez sua última oração: pediu que o Senhor restaurasse sua força para que pudesse libertar seu povo da opressão inimiga.
Foi atendido, e o templo de Dagon, deus dos filisteus, foi destruído, caindo sobre os seus príncipes e todo o povo que nele havia.
Jz.16:29,30 – “Abraçou-se Sansão com as duas colunas do meio, em que se sustinha a casa, e arrimou-se sobre ela com sua mão direita em uma e com sua mão esquerda na outra. E disse Sansão, morra eu com os filisteus. E inclinou-se com força e a casa caiu sobre os príncipes e sobre todo o povo que nela havia; e foram mais os mortos que matou em sua morte do que os que matara em vida.”
Mesmo diante de tantos erros, o Senhor cumpriu o seu propósito na vida de Sansão, que teve a oportunidade de ser restaurado diante de Deus em seus últimos momentos de vida.