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quinta-feira, 2 de abril de 2015

PÁSCOA – O NOVO E VIVO CAMINHO


Hb.19,20 – “Tendo pois irmãos, ousadia para entrar no santuário, pelo sangue de Jesus, pelo novo e vivo caminho que ele nos consagrou, pelo véu, isto é, pela sua carne.”
O significado da Páscoa vai muito além do que possamos imaginar!
Precisamos entender a obra redentora de Jesus. Os acontecimentos da Semana Santa não podem ser esquecidos, eles trouxeram uma abrangência mundial, porque foi através da morte vicária de Jesus que a salvação e a reconciliação com Deus chegou até nós e este é o motivo de termos acesso direto ao trono do Pai, sem ter que apresentar sacrifícios ou holocaustos.
O Cordeiro de Deus foi imolado de uma vez para sempre, ele se fez maldição por nós:
Gl.3:13 – “Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós: porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado no madeiro.”
Sua crucificação representa o marco de nossa vida com Deus. Desde Adão, todo ser humano nasceu como pecador, mas com este novo e vivo caminho não precisamos mais de sacrifícios ou sacerdotes.
Rm.3:23 – “Todos pecaram, e destituídos estão da glória de Deus.”
Adão perdeu o revestimento da glória de Deus, mas a capa da misericórdia, através de Jesus nos cobriu.
Jo.14:6 – “Eu sou o caminho, a verdade e a vida.”
Páscoa é este novo caminho, é tempo de mudança, transformação e renovação. É tempo de anunciarmos a Jesus e falarmos de sua obra redentora!
A obra de Jesus na cruz não pode ser interditada, pois só através dela podemos restabelecer o elo perdido de nossa comunhão com o Pai.
Jz.21:25 – “Naquele dia não havia rei em Israel, porém cada um fazia o que lhe parecia reto aos seus olhos.”
Viver por conta própria sem a direção de Deus é correr riscos desnecessários. Precisamos de alguém que nos governe, não podemos ficar sem a direção de Deus, e Jesus, o Rei dos Reis veio ao mundo para reinar sobre nós.
Não hesite em entregar sua vida aos seus cuidados. Deixe que Ele reine.

quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

EMBAIXADORES DE CRISTO


Ag.1:13 – “Então Ageu, o embaixador do Senhor, falou ao povo, conforme a mensagem do Senhor: Eu sou convosco, diz o Senhor.”
Após o exílio, os judeus retornaram do cativeiro babilônico para a cidade de Jerusalém, no tempo de Ciro, rei da Pérsia. A cidade encontrava-se em ruínas e Ageu e o profeta Zacarias foram levantados para convocar o povo, estimulando-os à reconstrução do Templo: assim estariam também contribuindo para que a prosperidade de suas vidas fosse restaurada. A ordem expressa era:
Ag.1:8 – “Subi ao monte, e trazei madeira, e edificai a casa, e dela me agradarei; e eu serei glorificado, diz o Senhor.”
Fazendo uma comparação com nossa vida secular, para termos uma vida abundante também precisamos reconstruir nosso templo; isto é, restaurarmos nossa comunhão com Deus, porque também estávamos cativos e destruídos e à medida que tomamos esta atitude, os lugares assolados vão tomando nova forma. Não podemos deixar que o tempo de deserto ou de cativeiro influa na reconstrução.
A mensagem para subir ao monte é para orar e receber instruções e a direção de Deus, não só para nós, mas talvez para atingir até uma multidão, com o propósito de uma grande restauração.
O Senhor nos convocou para sermos embaixadores, o embaixador representa seu povo, seu país, para que Ele seja exaltado e manifesta seja a sua glória!
II Co.5:17 – “Assim se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas se passaram, eis que tudo se fez novo.”
A promessa de Deus desde o tempo de Ageu é:
Ag.2:9 – “A glória desta última casa será maior do que a da primeira, diz o Senhor dos Exércitos, e neste lugar darei a paz, diz o Senhor dos Exércitos.”
Em provérbios está escrito:
“Um mau mensageiro cai no mal, mas o embaixador fiel é saúde.”
Podemos trazer saúde a muitas pessoas, através da aplicação da Palavra, como embaixadores de Cristo.
II Co.5:20 – “De sorte que somos embaixadores de Cristo, como se Deus rogasse por nós. Rogamo-vos pois da parte de Cristo, que vos reconcilieis com Deus.”
Vemos sempre uma co-relação entre o antigo e o novo Testamento: a reconstrução de nosso templo interior é a reconciliação com Deus, em Cristo Jesus.
Temos que ter sempre a consciência despertada para o amor de Deus na entrega de seu Filho:
II Co.5:21 – “Aquele que não conheceu o pecado, o fez pecado por nós; para que nele fossemos feitos justiça de Deus.”

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

REGENERAÇÃO


II Co 5:17 – “Assim que se alguém está em Cristo nova criatura é, as coisas velhas se passaram; eis que tudo se fez novo.”
Antes de sermos regenerados precisamos ser convertidos. A conversão é apenas o primeiro passo. Temos que nos despir do velho homem, abandonando os velhos hábitos...
Nosso alvo tem que ser o verdadeiro arrependimento de nossos pecados, a aceitação da salvação e do senhorio de Cristo em nossas vidas, sentir que fomos perdoados por Deus e pelos homens, e a convicção de que as coisas velhas se passaram e que nada poderá nos separar do amor de Cristo.
Atualmente recorremos à ajuda de psicólogos e psiquiatras para nos livrar de lembranças que nos perseguem e que impedem nosso crescimento, nossa maturidade, nossa liberdade de ação e que atravanca nosso desejo de nos amar e de amar ao próximo. Todos esses impedimentos são provocados pela insatisfação e pela castração que sofremos quando ficamos cativos em nossas dores.
Rom.3:23 – “Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus.”
Temos que ter consciência que somos pecadores e que necessitamos do perdão e do amor de Deus.
À medida que tivermos esta consciência e reconhecermos nossa condição de pecadores ainda estaremos vivos para Deus.
Ef.2:1 – “E vos vivificou estando vós mortos em ofensas e pecados.
Nossas mentes cauterizadas pelos pecados nos distanciam dos padrões de Deus, mas este mesmo Deus, que é riquíssimo em misericórdia, pelo muito amor que nos amou, nos vivificou, juntamente com Cristo, e nos fez assentar nos lugares celestiais. (Ef.2:4.6)”
Mensagens mornas sem a convicção de nossa condição como pecadores, levam muitos a uma conversão de fachada. Neste tipo de conversão não existe um arrependimento real. Apenas levam as pessoas a se enganar achando que são verdadeiros filhos de Deus, quando não passam simplesmente de criaturas de Deus.
Sem arrependimento verdadeiro não existe mudança. Deus nos aceita como estamos, mas não quer que permaneçamos do mesmo jeito, seu desejo é que nos moldemos e sigamos seus padrões, em justiça, santidade e amor.
Se continuarmos militando na carne, continuaremos vivos para o pecado mas mortos para Deus. O que em nós tem que operar é a lei da vida e do espírito para podermos desfrutar da presença de Deus.
Rom.8:1,2 – “Portanto, agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o espírito. Porque a lei do espírito de vida, em Cristo Jesus, me livrou do pecado e da morte.”





sábado, 10 de outubro de 2009

RESPEITANDO OS LIMITES DE DEUS

Sl.104.9 – “Limites lhes traçastes que não ultrapassarão, para que não tornem a cobrir a terra.”
Deus nos criou à sua imagem e semelhança e, como tudo o que faz, nos criou em perfeição, mas por um átimo de tempo o homem foi envolvido por um defeito moral: o livre arbítrio permitiu que o homem fizesse a escolha errada...
Gn.6:13 – “Então disse Deus a Noé: O fim de toda a carne é vindo perante a minha face; porque a terra está cheia de violência; e eis que os desfarei com a terra.”
Não podemos ultrapassar os limites traçados por Deus para nossas vidas. Quando Deus determinou a Noé que construísse a arca, esperou pacientemente (mais de 200 anos) que o homem se convertesse de seu mau caminho. A espera, porém, foi em vão. O juízo veio, e o dilúvio levou de roldão quase toda a criação. Restaram apenas os animais separados em casais e Noé com sua família.
Este relato bíblico nos leva a pensar que se trata de uma história infantil, com a preservação das espécies e dos bons; mas o que realmente aconteceu foi a indignação de um Deus decepcionado com suas criaturas: os limites traçados por Deus haviam sido transgredidos.
Sl 104:30 – “Envias o teu Espírito, e são criados, e assim renovas a face da terra.”
Deus sempre está pronto para nos renovar. A história da salvação do homem recomeça com a aliança de Deus após o dilúvio.
Gn.9:9 – “E eis que estabeleço a minha aliança convosco e com a vossa descendência depois de vós.”
Este era o sinal desta aliança:
Gn.9:13 – “O meu arco tenho posto às nuvens: este será o sinal da aliança entre mim e a terra.”
O arco-íris que vemos nos céus após cada chuva que cai nos lembra quão fiel é o nosso Deus!
Os limites impostos por Deus devem ser respeitados. Precisamos aprender a viver dentro de seus limites, respeitando o tempo e o modo de Deus.
Deus pode ampliar seus termos dentro da motivação correta e segundo a nossa capacitação. Quando oramos certo, nossas tendas são ampliadas e a providência vinda do céu é plena.
Está escrito:
Is.54:2a. e 3a. – “Amplia o lugar da tua tenda e estendam as cortinas das tuas habitações, porque transbordarás para a direita e para a esquerda.”
O limite do Senhor é sempre abundante; vemos isto na pesca milagrosa, quando encheram-se dois barcos de peixes.
Lc.5:7 – “E fizeram sinal aos companheiros que estavam no outro barco, para que os fossem ajudar. E foram, e encheram ambos os barcos, de maneira tal que quase iam a pique.”
Podemos desfrutar de sua abundância se estivermos dispostos a consertar nossos defeitos. O arrependimento é o primeiro passo para a ampliação dos nossos limites.

sábado, 12 de setembro de 2009

SANSÃO, O SUPER-HERÓI

Sansão foi um homem nascido pela vontade de Deus. Seu nascimento foi anunciado pelo anjo do Senhor, pois sua mãe era estéril.
Para se manter dentro dos padrões exigidos por Deus para ser um nazireu, isto é, um homem dedicado aos propósitos divinos, não poderia beber vinho, bebidas fortes nem cortar os cabelos. No entanto, por conviver com seus vizinhos filisteus, foi atraído pelo pecado!
Casou-se primeiramente com uma filistéia, mesmo sabendo que isto era contrário ao que a lei determinava.
Era um homem de uma força surpreendente e seus feitos são comparados aos de um super-herói.
Depois de convencer seus pais a acertarem seu casamento, no caminho encontrou um leão, que matou com suas próprias mãos. Ao retornar a casa, notou que a carcaça do leão continha uma colméia e bebeu de seu mel.
Vaidoso, durante seu casamento propôs um enigma aos jovens participantes, para que decifrassem seu feito:
Jz.14:14 – “Do que come saiu comida, e do forte saiu açúcar.”
Sua esposa, instigada pelos filisteus, acabou convencendo-o a contar-lhe o segredo do enigma: Sansão perdeu a aposta, que consistia de trinta vestimentas. A fim de pagar a aposta, foi a uma cidade próxima e matou trinta filisteus, tomando-lhes as vestes. Assim pôde pagar sua dívida. Ao retornar à casa de sua esposa, com a qual ainda não coabitara, viu que seu pai a havia entregue a outro jovem. Isto provocou-lhe tamanha ira que capturou trezentas raposas, e, amarrando-as de duas em duas pelas caudas, ateou-lhes fogo e soltou-as nas plantações dos filisteus, destruindo trigais, olivais e vinhas.
Este incidente familiar acabou se transformando em uma guerra. Por habitarem na mesma terra, então sob o jugo dos filisteus, os filhos da tribo de Judá resolveram entregar Sansão a fim de aplacar a ira dos inimigos. Ataram-no e entregaram-no aos filisteus, mas Sansão, na força do Espírito do Senhor, desvencilhou-se, e com uma queixada de jumento feriu mil homens.
A partir daí, Sansão julgou Israel por vinte anos.
Indo para Gaza, os gazitas, conhecendo seu poder e sua força, tentaram colocar-lhe armadilhas para destruí-lo, empregando espias para vigiá-lo. Para termos noção da força descomunal deste super-herói, Sansão arrancou os portais de Gaza, carregando-os até o cume do monte, a cerca de setenta quilômetros de distância.
Depois disto, Sansão, novamente atraído pelo pecado, apaixonou-se por Dalila, uma prostituta de Gaza, persuadida por seus conterrâneos a descobrir a origem de sua força. Foi atraído e traído por Dalila, que descobriu seu segredo e entregou-o nas mãos dos filisteus, que lhe cegaram os olhos e o submeteram à escravidão.
Sansão foi transformado num crente deformado, não só fisicamente, como espiritualmente. Exposto à humilhação pública, foi levado ao templo de Dagon, onde fez sua última oração: pediu que o Senhor restaurasse sua força para que pudesse libertar seu povo da opressão inimiga.
Foi atendido, e o templo de Dagon, deus dos filisteus, foi destruído, caindo sobre os seus príncipes e todo o povo que nele havia.
Jz.16:29,30 – “Abraçou-se Sansão com as duas colunas do meio, em que se sustinha a casa, e arrimou-se sobre ela com sua mão direita em uma e com sua mão esquerda na outra. E disse Sansão, morra eu com os filisteus. E inclinou-se com força e a casa caiu sobre os príncipes e sobre todo o povo que nela havia; e foram mais os mortos que matou em sua morte do que os que matara em vida.”
Mesmo diante de tantos erros, o Senhor cumpriu o seu propósito na vida de Sansão, que teve a oportunidade de ser restaurado diante de Deus em seus últimos momentos de vida.

sexta-feira, 31 de julho de 2009

RESGATE

A palavra ga’al (resgatador) ou padah (pagador), no hebraico, significa salvação de um refém mediante pagamento. No sentido geral, vemos equipes de resgate que buscam perdidos ou acidentados. Podemos também resgatar títulos de dívidas e ficarmos quites com nossos credores.
No Antigo Testamento, a palavra resgate refere-se a um ato legal praticado por um parente, 'o resgatador'.
Rute, nora de Noemi, conseguiu resgatar as terras de sua sogra ao casar-se com Boaz, o resgatador.
Rt.3.9 – “E disse ele: Quem és tu? E ela disse: sou Rute, tua serva; estende tua aba sobre mim, porque tu és o remidor.”
O conceito de resgate no Antigo Testamento, além de aplicado a propriedades, referia-se também a animais ou pessoas que, de alguma forma, encontravam-se aprisionados. Através de um pagamento, tornavam-se livres de seus opressores.
Dt.15:15 –“E lembrar-te-ás de que foste servo na terra do Egito, e de que o Senhor teu Deus te resgatou.”
A sunamita, cujo filho foi ressuscitado pela oração de Eliseu, recebeu suas terras de volta através da exposição deste milagre, levado ao conhecimento do rei de Israel por Geazi, ajudante do homem de Deus.
II Re.8:6 – “E o rei perguntou à mulher e ela lho contou: então o rei lhe deu um eunuco, dizendo: Faze-lhe restituir tudo quanto era seu, e todas as rendas da terra desde o dia que deixou a terra até o dia de hoje.”
Estas histórias são pequenas ilustrações do que Jesus, nosso resgatador, fez por nós. O Novo Testamento enfatiza o preço pago pela nossa libertação: o precioso sangue de Jesus.
I Pe 1:18,19 – “Sabendo que não foi com coisas corruptíveis como a prata e o ouro que fostes resgatados de vossa vã maneira de viver, que por tradição recebestes dos vossos pais, mas pelo precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro imaculado e incontaminado.”
O resultado deste resgate, além da remissão de nossos pecados, é a motivação de uma vida de santidade e a liberdade de servirmos ao Senhor dos Senhores: Jesus.
Jo.8:36 – ”Se pois o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres.”
Jesus, através da sua crucificação e morte, nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós. Ele veio para rasgar nossos títulos de dívida e comprar nossos direitos de salvação.
Gl.3:13 – “Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós: porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado no madeiro.”
Col.2:14 – “Havendo riscado a cédula que era contra nós nas suas ordenanças, a qual de alguma maneira nos era contrária, e a tirou do meio de nós, cravando-a na cruz.”
Podemos afirmar, usando as mesmas palavras de Jó: 'O meu Redentor vive!' (Jó:19:25).