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terça-feira, 30 de junho de 2015

COLOCANDO A CASA EM ORDEM


Is.38:1 – “Naqueles dias, Ezequias adoeceu duma enfermidade mortal: e veio a ele Isaías, filho de Amós, o profeta, e lhe disse : Assim diz o Senhor: Põe a tua casa em ordem, porque morrerás e não viverás.”
A dor física dói, mas a enfermidade espiritual corrói.
Diante desta profecia devastadora, Ezequias se atemorizou, chorou e clamou ao Senhor pedindo que sua misericórdia prevalecesse. Vendo a sinceridade de seu coração, Deus ouviu-o adiou sua sentença de morte. O Senhor lhe acrescentou mais quinze anos de vida, com saúde, paz e tranquilidade.
Ezequias conhecia o Senhor, e este alerta serviu para que ele que se voltasse a Deus.
Sl.103:1,3 – “Bendize a minha alma ao Senhor, e tudo que há em mim bendiga seu santo nome. Bendize minha alma ao Senhor, e não esqueça nenhum dos seus benefícios, É ele que perdoa todas as nossas faltas, e cura de todos os males. É ele quem te redime da cova, e te coroa de amor e de compaixão.”
A cada dia que nossa fé é provada, nosso conhecimento cresce, e mais fé nos é acrescentada. Quanto mais o conhecemos e depositamos nossa confiança em sua palavra, reconhecemos que ele é poderoso para nos livrar de qualquer mal.
Deus está dentro de sua Palavra, que é o seu cerne, e seu desejo é que todos se salvem e cheguem ao pleno conhecimento da verdade.
III Jo:4 – “Não tenho maior orgulho do que este, o de ouvir que meus filhos andam na verdade.”
Tudo o que o inimigo deseja é nos manter aprisionados através de uma enfermidade ou tribulação, mas temos um recurso infalível e inesgotável, que é o conhecimento de Deus.
Os.4:6 – "O povo é destruído pela falta de conhecimento de Deus."
Conhecimento de Deus é saber que ele tem sempre o melhor reservado para nós.
II Pe:.1,2 “Graças vos sejam multiplicadas pelo conhecimento de Deus."
O desejo de Deus é este:
III Jo. 2 – “Desejo que te vá bem em todas as coisas, e que tenhas saúde, assim como vai bem a tua alma.”

quinta-feira, 3 de julho de 2014

FUGINDO DA TENTAÇÃO


Tg.1:13 –“Ninguém, sendo tentado, diga: de Deus sou tentado; porque Deus não pode ser tentado pelo mal, e a ninguém tenta.”
Tentação (no hebraico, massah; no grego, peiramós) significa ser atraído para o erro. Pode ser também um teste de nossa resistência, para recebermos aprovação. Deus pode nos provar, mas nunca nos tentar para o mal.
A oração do Pai-Nosso traz este apelo:
Não nos deixe cair em tentação, mas livra-nos do mal. (Mc.6:9)
A provação sempre nos leva a uma mudança de nível da fé, quando suplantamos a tentação. Somos vulneráveis, pois temos áreas de fraqueza, e é geralmente nestas áreas que somos tentados.
Sempre existe um paralelo entre nossa vida espiritual e nossa vida secular. Nosso adversário está sempre ao derredor, para nos induzir ao erro, por isso precisamos ser sóbrios.
I Pe.5:8 –“Sede sóbrios, vigiai; porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como um leão, buscando a quem possa tragar.”
Não podemos flertar com o pecado!
Entre  grandes homens de Deus, vemos que muitos caíram em tentação:
Davi foi atraído pela beleza de Bate-Sebá. Sansão, pela beleza de Dalila.
Estes dois homens escolhidos de Deus tinham como ponto fraco as mulheres.
Moisés e Pedro foram tentados por seu temperamento, e Judas, atraído pela ganância e por amor ao dinheiro.
A tentação sempre está ligada ao nosso desejo carnal.
I Co.10:12 – “Aquele pois que cuida estar em pé: olhe que não caia.”
Este é um alerta para não cair, e a forma correta para evitarmos esta queda é confessarmos os nossos pecados, para sermos perdoados.
Mt.4:1 – “Então foi conduzido Jesus pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo diabo.”
Jesus, mesmo sendo tentado pelo diabo, permaneceu incólume, rebatendo o adversário através da palavra de Deus.
Precisamos estar alinhados com a palavra de Deus para obtermos resultados positivos quando formos tentados, pois o pecado é o passo para que o inimigo possa prevalecer.
II Co.2:10,11 –“E a quem perdoardes alguma coisa, também eu; porque eu também perdoei, se é que tenho perdoado, por amor de vós o fiz, na presença de Cristo; para que não sejamos vencidos por Satanás, porque não ignoramos seus ardis.”
Precisamos resistir às tentações:
Tg.4:7 – “Sujeitai-vos a Deus e resisti ao diabo e ele fugirá de vós.”
   

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

CERTEZA DE FÉ


Hb.11:1 – “Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e é a prova das coisas que não se vêem.”
Certeza é a plena convicção de que tudo vai dar certo, e quem tem este tipo de fé espera na expectativa de que as coisas acontecerão de maneira positiva. Não é um sonho, mas sim a certeza de que tudo fluirá para a realização completa daquilo que nos propomos alcançar através de nossa fé, e nada pode nos intimidar.
Há uma só fé; é diante desta fé inabalável que o Senhor tem a liberdade de atuar.
Mas como alcançar este tipo de certeza?
Rom.10:17  - “De sorte que a fé vem pelo ouvir, e o ouvir pela Palavra de Deus.”
Quando agimos segundo nosso próprio entendimento, sem o respaldo da Palavra de Deus, corremos o risco de fracassar; porém, quando o Senhor nos fala através de sua Palavra (Rhema), podemos estar certos do êxito. Esta é a certeza de fé.
Fé é um dom recebido através do Espírito Santo!
Quando somos cheios do Espírito Santo, somos reorganizados em nossa fé, conquistamos uma fé superior, que se diferencia da fé simples. Esta é a fé de Deus, coerente com o que o Espírito Santo já fez em nós.
Na cura dos dez leprosos, somente um voltou para agradecer. Sua fé foi superior à dos demais, pois, além da cura, recebeu também a salvação. Este homem entendeu a prioridade de buscar a Deus e a sua justiça.
Os heróis da fé citados no capítulo 11 da Carta aos Hebreus mostram-nos que eles da fraqueza tiraram a força; foram açoitados e martirizados mas receberam a melhor recompensa...
Nossa fé não pode ser superficial; precisamos da certeza de fé, porque a fé simples é muito pouco para quem quer o melhor de Deus.
I Pe.1:7 – “Para que a prova de vossa fé, muito mais preciosa que o ouro que perece e é provado pelo fogo, se ache em louvor e honra  e glória na revelação de Jesus Cristo.”
Cristo nos gerou de novo mediante a fé e quando somos provados e refinados, podemos ter a certeza de que seremos aprovados e estaremos mais próximos do Senhor.

terça-feira, 3 de abril de 2012

TESTE DE FIDELIDADE

Gn.22.2 – “E disse: Abraão, toma teu filho, filho único, Isaque, a quem amas, e vai-te à terra de Moriá, e oferece-o ali em holocausto, sobre uma das montanhas que te direi.”
Abraão era considerado um homem de fé por todas as atitudes que tomou diante das ordens recebidas de Deus, mas este pedido de entrega do filho único longamente esperado foi um momento crucial em sua vida.
Um dos atributos de Deus é a fidelidade: este requisito tem que fazer parte de nossa vida. A fidelidade é um caminho de duas mãos: Deus é fiel e exige de nossa parte a fidelidade.
Muitas vezes somos submetidos a um teste de fidelidade para o Senhor saber se estamos preparados para receber suas respostas. Aprendemos com a prática, vivendo experiências, geralmente individuais, pois nunca somos provados além do que podemos suportar.
Isaque perguntou então ao seu pai:
Gn.22:7 – “Meu pai, e ele disse: Eis-me aqui, meu filho! E ele disse: Eis aqui o fogo e a lenha, mas onde está o cordeiro para o holocausto?”
Isaque desconhecia o trato de seu pai com Deus, mas a resposta imediata de Abraão foi:
Gn.22.8 – “Deus proverá.” (Jeová Jiré)
A fidelidade de Abraão fez toda a diferença, e o Senhor enviou realmente a provisão!
A caminhada no deserto foi uma prova a que Deus submeteu seu povo, mas a rebelião não permitiu que saíssem aprovados e ficaram andando em círculos por quarenta anos. Quando não aprendemos logo, ficamos patinando no mesmo lugar.
A prova feita com Abraão era uma prova de fé.
Tg.1:13 – “Ninguém sendo tentado diga: de Deus fui tentado, porque Deus não tenta ninguém.”
Na tentação de Jesus, ele foi tentado pelo diabo, não por Deus.
Quando somos testados em nossa fé, é em vista do interesse de Deus em nossa total dependência.
I Pe.1:6,7 – "Em que grandemente vos alegrais, ainda que agora importa, sendo necessário que estejais um pouco contristados com várias tentações.”
O resultado positivo está na continuação deste versículo:
“Para que a prova de vossa fé, muito mais preciosa que o ouro que perece e é provado pelo fogo, se ache em louvor e honra e glória na revelação de Jesus Cristo.”
A conclusão está no versículo 9: “Alcançando o fim da vossa fé: a salvação das almas.”
O objetivo é este: a nossa salvação; este é o começo e o fim, o Alfa e o Ômega.
Quando somos testados, precisamos nos aproximar mais do trono de Deus. Não há motivos para perder as esperanças, principalmente quando sabemos que o Senhor está no controle. O tempo de espera nos aprimora e nos ensina a valorizar os ganhos

quinta-feira, 8 de março de 2012

ENTENDENDO O SOFRIMENTO

II Co.12:7 – “E, para que não me exaltasse pelas excelências das revelações, foi-me dado um espinho na carne, a saber, um mensageiro de Satanás para me esbofetear, a fim de não me exaltar.”
Quem tem uma história com Deus, certamente será alvo de Satanás, que tentará enfraquecer ou destruir a sua fé.
Paulo foi arrebatado ao terceiro céu, onde ouviu palavras inefáveis (II Co.12:3,5); sua total dependência de Deus fez com que recebesse grandes revelações.
Otimismo no momento de grandes lutas nos ajuda a enfrentar qualquer situação, pois sabemos com quem contar, quem está conosco.
Embora Paulo tenha pedido para que este espinho lhe fosse retirado, a resposta de Deus foi:
II.Co.12:9 – “A minha graça te basta, o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza.”
Mesmo na medicina, está comprovado que as pessoas que enfrentam as doenças de um modo positivo têm maiores chances de ser curadas mais rapidamente.
Ef.6:10 – “Fortalecei-vos no Senhor e na força de seu poder.”
Quem está firmado em Deus, qualquer que seja a provação, a enfrentará com melhor disposição, pois as fraquezas que nos tentam tirar o prumo são substituídas pelo poder de Deus.
Jesus, o Filho de Deus, recebeu também esta revelação vinda do Pai.
Se Ele, o filho amado, não foi poupado do sofrimento, apesar de ter clamado que o Pai afastasse o cálice do sofrimento, por que questionamos quando enfrentamos dores semelhantes?
Por que eu? Por que isto está acontecendo comigo?
II Pe.1:17 – “Porquanto ele recebeu de Deus Pai a honra e a glória, quando da magnífica glória lhe foi dirigida a seguinte voz: Este é meu Filho Amado, em quem tenho me comprazido.”
Jesus foi testado em todo tipo de sofrimento desde sua tentação no deserto; e aí voltamos à mesma indagação: Por que o Filho Amado de Deus teve que passar por todos os tipos de provação?
A resposta é simples: para que o homem espiritual passasse pelas mesmas experiências do homem natural e assim as entendesse, para que expurgasse através deste sofrimento todos os nossos pecados.
Há três tipos básicos de sofrimento:
Físico – quando nosso corpo ou parte dele começa a funcionar mal.
Mental – quando somos angustiados por nossas circunstâncias.
Espiritual – quando provocados pelo inimigo, em sua tentativa de enfraquecer nossa fé.
Qualquer que seja o tipo de sofrimento, não devemos enxergá-lo como se Deus estivesse desistindo de nós ou nos abandonado. O Senhor nunca permite que sejamos provados ou que soframos além do que podemos suportar. Sempre, mesmo com o sofrimento, teremos um suporte. Fé não é sinônimo de imunidade, mas precisamos da fé para seguir em frente.
Tg. 1:2 – “Meus irmãos, tende grande gozo quando cairdes em várias tentações.”
Durante a provação, precisamos entender que o Senhor não é a fonte dela; precisamos entender que o amor de Deus é nosso recurso e nosso sustento.