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sexta-feira, 27 de março de 2015

SEMANA DA PAIXÃO


Zc.9:9 – “Alegra-te muito, ó filha de Sião, exulta. Ó filha de Jerusalém; eis que virá a ti , justo e Salvador, pobre e montado em um jumento, e sobre um jumentinho, filho da jumenta.”
Desde sua entrada triunfal em Jerusalém, Jesus montado num jumentinho, cumpria-se assim esta antiga profecia. A multidão o aclamava com alegria e como o enviado do Senhor, Rei de Israel, ao gritarem “Hosana”.
Mas tudo isto não comoveu os sacerdotes, que não aprovaram esta forma de exaltação, pois, de certa forma queriam justificar suas atitudes erradas, porque estavam sendo visivelmente apontadas por Jesus.
Na quinta-feira é preparado o banquete da despedida, que deu novo sentido à ceia pascal: o pão e o vinho seriam o marco para lembrança ou em memória de sua passagem entre nós. (Lc.22:19,20)
Mc.14:26 – “E, tendo cantado um hino, saíram para o Monte das Oliveiras.”
Um hino de louvor não foi esquecido. Depois disto, alguns discípulos se dispersaram e Ele foi orar, e em sua agonia derramou lágrimas de sangue.
Mc.16:36 – “E disse: Aba, Pai, todas as coisas te são possíveis, afasta de mim este cálice; não seja, porém, o que eu quero,  mas o que tu queres.”
Em sua total obediência, seguiu o seu destino: a cruz do Calvário, onde foi crucificado entre dois malfeitores.
Não precisamos falar sobre todas as fases de seu sofrimento e humilhação que são tão conhecidas, porque o propósito de toda esta dor era a nossa imolação, pois ele representava nossas dores e nossos pecados.
II Co.5:21 – “Aquele que não conheceu o pecado, o fez por nós, para que nele fôssemos feitos justiça de Deus.”
Foi sepultado antes das seis horas da tarde, antes do descanso sabático, para que não houvesse interrupção das tradições judaicas.
Chegado o domingo, às primeiras horas da manhã, as mulheres foram visitar seu túmulo, mas eis que estava vazio; completava-se assim o histórico da ressurreição.
Ele ressuscitou!
Este é o brado que precisamos dar!
Através de sua morte e ressurreição, Cristo redimiu toda a raça humana. A ressurreição de Jesus foi a vitória sobre o pecado e a morte, e esta é uma das verdades essenciais do evangelho.
I Co.15:54b,57 – “Tragada foi a morte na sua vitória. Ora o aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a lei. Mas graças a Deus que nos dá vitória por Nosso Senhor Jesus Cristo.”

quarta-feira, 16 de abril de 2014

PRINCÍPIOS BÁSICOS PARA COMEMORAR A PÁSCOA


A Páscoa no seu sentido original significa passagem e cobertura.
A Páscoa era a primeira das três grandes festas do povo israelita e celebrava o sacrifício do cordeiro para a saída do povo escravizado por Faraó, do Egito.
A ordem expressa de Deus era para que o sangue do animal abatido fosse colocado sobre os umbrais e as vergas das portas, que impediriam que o “anjo da morte” destruísse os primogênitos dos hebreus.
A saída rápida e a consequente cobertura pelo sangue do cordeiro assegurava a proteção de Deus sobre este povo. Ao sair apressadamente, aproveitariam uma brecha do faraó fragilizado pela perda de seu primogênito.
Sem deixar nenhum vestígio, não deixando sobras para trás: eram estes os princípios básicos para a libertação. Prontos para sair, abandonavam a antiga vida de escravidão.
Para nós, cristãos, esta festa é a celebração da ressurreição de Jesus. A crucificação de Cristo foi um marco de passagem da morte de Jesus à sua ressurreição.
Rom.8:2 “Porque a lei do espírito de vida, em Cristo Jesus, me livrou do pecado e da morte.”
Jesus foi crucificado na cidade de Jerusalém durante uma celebração de Páscoa, que era feita anualmente.
Os princípios básicos para a comemoração, paralelamente, pela fé cristã são:
- Comer a carne do Cordeiro: alimentar-se de Jesus, nosso Cordeiro imolado, através da Sua Palavra, fortalecendo nossa área espiritual. Fé viva precisa ser alimentada.
- Pães ázimos:
Lc.12:1 – “Acautelai-vos do fermento dos fariseus.”
Os fariseus eram cumpridores da lei, mas entre eles havia muita hipocrisia, dissimulando o que realmente sentiam.
I Co.5:7,8 – "Alimpai-vos pois do velho fermento, para que sejais uma nova massa.”
Para não macular nossa fé é necessário pureza e santidade, e não pode haver mistura, para que sejamos transformados em novas criaturas.
- Ervas amargas:
A vida sem Deus é amarga; e temos que estar cientes da obra redentora de Jesus. De onde ele nos tirou? Nunca podemos esquecer o que Jesus fez por nós.
I Tim.2:6 – “O qual se deu a si mesmo em preço de redenção por todos, para servir de testemunho a seu tempo.”
Semelhante ao sangue do cordeiro que trouxe livramento para o povo hebreu, o resultado do sacrifício pascal feito por Jesus trouxe o nosso resgate para a vida eterna.
II Co. 5:21 -  “Aquele que não conheceu o pecado, o fez por nós, para que nele fôssemos feitos justiça de Deus.”
Jesus tomou nosso lugar como pecadores, sendo crucificado por nós. Portanto, celebremos esta data com júbilo e alegria por estarmos mortos para o pecado, mas vivos para Deus.