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quinta-feira, 21 de março de 2013

TEMPO DE PREPARAÇÃO


Sl.40.1 – "Esperei confiantemente no Senhor e Ele se inclinou para mim e ouviu o meu clamor.”
Deus nos dá três tipos de respostas: sim, não e espera!.
O Senhor nunca nos responde com um talvez. Muitas vezes não estamos ainda preparados para ouvir um sim do Senhor, porque é a espera que produz a preparação. Muitas coisas só aprendemos com a prática, na vivência do dia a dia.
I Sam.16:13 – “Então Samuel tomou o chifre de azeite e ungiu-o no meio de seus irmãos.”
Samuel ungiu a Davi muito antes de começar a reinar, pois Saul ainda estava reinando e Davi ainda era muito jovem e precisava adquirir experiência.
II Sam.2:1 – “E sucedeu que depois disto Davi consultou ao Senhor. Dizendo: Subirei a alguma das cidades de Judá? E disse-lhe o Senhor: Sobe. E disse Davi: Para onde subirei? E disse: Para Hebrom."
Conscientemente, Davi sabia que era o novo rei, mas soube esperar o tempo certo para assumir seu posto, depois da morte de Saul. Apesar ter recebido a unção de rei sobre Israel,  sabia que havia um tempo de espera para ser preparado e exerceu parte de seu reinado em Judá, uma das doze tribos.
II Sam.2:11 – “E foi o número dos dias que Davi reinou em Hebrom, sobre a casa de Judá, sete anos e seis meses.”
Durante todo este tempo, o restante das tribos também foi se adaptando para aceitar Davi como rei, a fim de que houvesse uma unidade absoluta em seu reinado.
II Sam.5:1 – “Então todas as tribos de Israel vieram a Davi, em Hebrom, e falaram, dizendo: Eis-nos aqui, teus ossos e tua carne somos.”
O tempo de treinamento foi determinante para que Davi recebesse a bênção completa. A aliança com todo o Israel foi confirmada em Hebrom depois dessa longa espera.
II Co.1:18 e 20 – “Antes, como Deus é fiel, a nossa palavra para convosco não foi sim e não, porque todas quantas  promessas há de Deus, são nele sim e por ele o Amém, para a glória de Deus por nós.”
Quando o Senhor promete, Ele cumpre. O Senhor não é Deus de confusão, apenas precisamos estar atentos ao tipo de resposta que ele nos dá. Quando sua resposta for não e insistirmos na desobediência, certamente teremos que arcar com as consequências. Se nossa vontade carnal é maior do que o desejo de servir à vontade de Deus, ele nos dá o livre arbítrio para seguir nossos anseios. Mas há coisas que nem precisam da resposta de Deus, pois bem sabemos o que é certo e o que é errado.
Quem realmente sabe o que é melhor para nós é Deus, mas viver o Pai-Nosso é difícil.
I Jo.5:14 – “E está é a confiança que temos nele, que se pedirmos alguma coisa, segundo a sua vontade, ele nos ouve.”

sábado, 20 de fevereiro de 2010

ZACARIAS, O PAI DE JOÃO BATISTA

Lc.1:5 – "Existiu no tempo de Herodes, rei da Judéia, um sacerdote chamado Zacarias, da ordem de Abias, e cuja mulher era das filhas de Aarão, e seu nome era Isabel.”
Zacarias era um sacerdote íntegro: na seqüência deste versículo de Lucas, Zacarias e Isabel são descritos assim:
- eram justos perante Deus,
- eram avançados em idade,
- não tinham filhos.
Mesmo não tendo a alegria completa, por não ter filhos, Zacarias nunca deixou o sacerdócio, cumprindo fielmente seu turno, no tempo que lhe era determinado. Mas no seu íntimo orava para que o Senhor lhe desse um filho, e nisto foi atendido.
Lc.1:13 – “Mas o anjo lhe disse: Não temas, porque sua oração foi ouvida, e Isabel, tua mulher, dará luz a um filho, e lhe porás o nome de João.”
O Senhor nos sonda e nos conhece (Sl.139:1), e no momento certo providenciou um filho a Zacarias, que lhe traria alegria e seria o precursor de Jesus.
Lc.1:14 – “E terás prazer e alegria, e muitos se alegrarão no seu nascimento.”
Nunca abandone seu ministério, seja pelo motivo que for, porque no tempo de Deus a promessa será cumprida.
Zacarias ainda interpelou o anjo do Senhor:
Lc.1:18 – “Como saberei isto? Pois já sou velho e minha mulher avançada em idade.”
Do período da anunciação, concepção e nascimento do seu filho, Zacarias ficou mudo, para que nenhuma palavra de incredulidade saísse de sua boca (Lc.1:20).
Quando recebemos uma palavra vinda diretamente do trono de Deus, para nos mantermos alinhados a ela, precisamos silenciar até que ela se cumpra. O silêncio é um recurso prudente para que nada possa interferir. Quando deixamos a cautela de lado, basta uma pequena brecha para que o inimigo venha tripudiar de nossa fé.
Sl.39:2 – “Com o silêncio fiquei como mudo, guardei-me acerca do bem.”
Mesmo diante da expectativa de grandes acontecimentos, devemos manter nossa boca fechada.
Ecl.10:4 – “Levantando-se contra ti o espírito de governador, não deixes o teu lugar.”
Nada que se levante contra os propósitos de Deus pode nos afastar da vitória. O inimigo não tem o poder para nos tirar da presença de Deus; ele até pode criar uma situação de risco, mas precisamos perseverar, insistir e permanecer em Deus até que suas promessas se cumpram.
Hab.2:3 – “Porque a visão é ainda para tempo determinado, e até ao fim falará, e não mentirá; se tardar, espera-o, porque certamente virá e não falhará.”