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sábado, 18 de julho de 2015

A VERDADE QUE NOS LIBERTA


Jo.8:32 – “Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará.”
A palavra de Deus é a verdade, e somente através dela podemos nos sentir totalmente livres, porque, ao conhecê-la, podemos reconhecer nossos pecados e por meio do arrependimento, da confissão e da aceitação do perdão seremos libertos de qualquer acusação que o inimigo possa tentar nos impingir.
O Senhor não nos liberta para sermos escravizados por religião, igreja ou pastor; pertencer a Jesus é ser livre.
Gl.2:4 – “E isto por causa dos falsos irmãos que se intrometeram, e secretamente entraram a nos espiar a nossa liberdade que temos em Cristo Jesus, para nos por em escravidão.”
Pedro foi escolhido para pregar as boas novas aos judeus, e Paulo aos gentios, porém os tradicionalistas da época não admitiam inovações e tentavam paralisar a liberdade que fora revelada a fim de colocar em servidão os novos convertidos (pela falta da circuncisão).
Não podemos nos sujeitar às ordens de outros crentes que querem interferir em nossa liberdade.
Gl.2:7 – “E, quanto aqueles que pareciam alguma coisa (quais tenham sido noutro tempo, não se me dá, Deus não aceita aparência de homens). Esses, digo, pois, que pareciam alguma coisa, nada me comunicaram; destes, pelo contrário, quando viram o evangelho da incircuncisão me havia sido confiado, como a Pedro o da circuncisão.”
Se Jesus nos libertou, escolhendo-nos para sermos úteis ao ministério, e se estamos verdadeiramente firmados na sua palavra, não podemos nos sujeitar a palavras vindas de outros homens que se presumem homens de Deus. “Provai os espíritos”, adverte-nos Paulo.
O capítulo 13 do I Livro de Reis narra a história de um profeta que levava uma palavra ao rei Jeroboão, mas tinha ordens expressas de Deus para dar o seu recado e não comer pão, não beber água e nem voltar pelo mesmo caminho. Cercado pelo velho profeta da cidade, este insistiu para que se alimentasse e pousasse em sua casa, dizendo que o Senhor lhe havia dado esta nova ordem. Ao retornar ao seu destino, o novo profeta foi morto por um leão. Se tivesse tido a precaução de consultar ao Senhor não teria tido este fim trágico, mas se submeteu ao espírito de engano do velho profeta e se afastou da presença de Deus.
Jo.8:36 – “Se pois o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres.”

segunda-feira, 11 de abril de 2011

PEREGRINAÇÃO A JERUSALÉM

Desde a saída do Egito, os judeus comemoravam a Páscoa indo a Jerusalém. Esta era e continua sendo uma das principais festas judaicas. Peregrinos judeus espalhados por todo Império Romano convergiam a Jerusalém para relembrar a libertação do cativeiro faraônico. Sua caminhada era feita com grande alegria e com cânticos de louvores a Deus. Mas houve um ano especial: o ano em que Jesus estava entre eles!
Quando Jesus atravessou Jerusalém montado naquele jumentinho, a população aclamava: “Bendito o que vem em nome do Senhor” (Sl.118:26.
Esta era uma expressão comumente usada entre os peregrinos. O povo se aglomerava ao longo da estrada, louvando a Deus, balançando ramos e estendendo suas capas no chão para que Jesus passasse! Uma aclamação típica de um Rei. O povo esperava um líder político que pudesse livrá-los de toda opressão e reinar sobre eles.
Incomodados com todo este prestígio, os líderes políticos tentavam calar a voz da multidão, pois reconheciam o simbolismo deste acontecimento.
Realmente, por um breve tempo, conseguiram calá-lo: Jesus foi crucificado!
Mas foi através de sua morte e ressurreição que a libertação chegou: Ele vive!
Sua missão era a nossa libertação espiritual, para que o reino de Deus fosse restabelecido e solidificado na terra.
Jo 1:11,12 "Veio para o que era seu, e os seus não o receberam. Mas, a todos que o receberam, deu-lhes o poder de serem feito filhos de Deus, aos que crêem em seu nome.”
Lc.19:10 – “Porque o Filho do homem veio para buscar e salvar o que se havia perdido.”
Sofrer toda a humilhação da cruz nos leva a uma profunda meditação do seu grande amor por nós.
Jô 3;16 – “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu Filho unigênito para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.”
O valor de nosso resgate foi pago através de seu sofrimento. Será que estamos dispostos a aceitá-lo como nosso Salvador?
É uma decisão pessoal. Esta é uma mensagem poderosa para os que crêem.

sexta-feira, 31 de julho de 2009

RESGATE

A palavra ga’al (resgatador) ou padah (pagador), no hebraico, significa salvação de um refém mediante pagamento. No sentido geral, vemos equipes de resgate que buscam perdidos ou acidentados. Podemos também resgatar títulos de dívidas e ficarmos quites com nossos credores.
No Antigo Testamento, a palavra resgate refere-se a um ato legal praticado por um parente, 'o resgatador'.
Rute, nora de Noemi, conseguiu resgatar as terras de sua sogra ao casar-se com Boaz, o resgatador.
Rt.3.9 – “E disse ele: Quem és tu? E ela disse: sou Rute, tua serva; estende tua aba sobre mim, porque tu és o remidor.”
O conceito de resgate no Antigo Testamento, além de aplicado a propriedades, referia-se também a animais ou pessoas que, de alguma forma, encontravam-se aprisionados. Através de um pagamento, tornavam-se livres de seus opressores.
Dt.15:15 –“E lembrar-te-ás de que foste servo na terra do Egito, e de que o Senhor teu Deus te resgatou.”
A sunamita, cujo filho foi ressuscitado pela oração de Eliseu, recebeu suas terras de volta através da exposição deste milagre, levado ao conhecimento do rei de Israel por Geazi, ajudante do homem de Deus.
II Re.8:6 – “E o rei perguntou à mulher e ela lho contou: então o rei lhe deu um eunuco, dizendo: Faze-lhe restituir tudo quanto era seu, e todas as rendas da terra desde o dia que deixou a terra até o dia de hoje.”
Estas histórias são pequenas ilustrações do que Jesus, nosso resgatador, fez por nós. O Novo Testamento enfatiza o preço pago pela nossa libertação: o precioso sangue de Jesus.
I Pe 1:18,19 – “Sabendo que não foi com coisas corruptíveis como a prata e o ouro que fostes resgatados de vossa vã maneira de viver, que por tradição recebestes dos vossos pais, mas pelo precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro imaculado e incontaminado.”
O resultado deste resgate, além da remissão de nossos pecados, é a motivação de uma vida de santidade e a liberdade de servirmos ao Senhor dos Senhores: Jesus.
Jo.8:36 – ”Se pois o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres.”
Jesus, através da sua crucificação e morte, nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós. Ele veio para rasgar nossos títulos de dívida e comprar nossos direitos de salvação.
Gl.3:13 – “Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós: porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado no madeiro.”
Col.2:14 – “Havendo riscado a cédula que era contra nós nas suas ordenanças, a qual de alguma maneira nos era contrária, e a tirou do meio de nós, cravando-a na cruz.”
Podemos afirmar, usando as mesmas palavras de Jó: 'O meu Redentor vive!' (Jó:19:25).

quinta-feira, 9 de abril de 2009

O SIGNIFICADO DA CRUCIFICAÇÃO

O filme bíblico de maior projeção nestas últimas décadas é Paixão de Cristo, dirigido por Mel Gibson. Este filme tenta retratar com fidelidade o sofrimento de Jesus. Alguns críticos disseram que o sofrimento retratado foi exagerado, que nenhum homem suportaria tal dor; mas se crermos no que relata a Palavra de Deus, veremos que foi exatamente assim.
Is.53:4 “Verdadeiramente, ele tomou sobre si as nossas enfermidades e nossas dores levou sobre si.”
Verdadeiramente – este advérbio de afirmação implica a certeza do que Jesus nos propiciou durante sua crucificação.
A crucificação não demonstra só um ato de sacrifício, mas um ato de amor ágape, isto é, amor de Deus, sem cobranças ou merecimento. A crucificação tem dois lados: a justificação e a reconciliação. A justificação foi o preço imputado pelo sacrifício e a reconciliação foi operada por amor.
Se levarmos em conta o significado deste gesto, poderemos avaliar a qualidade do verdadeiro amor.
Jo.3:16 – “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito para que todo aquele que nele crê, não pereça, mas tenha a vida eterna.”
Em Romanos, lemos que não há um justo sequer (Rm.3:10).
A única forma de sermos justificados é através da cruz.
Rm.3:4 –“Seja sempre Deus verdadeiro” – a verdade e a fidelidade de Deus não podem ser aniquiladas.
A missão de Jesus na terra foi o anúncio da nossa libertação. Em sua pregação na sinagoga de Nazaré, Jesus, abrindo as Escrituras em Isaías 61:1,2a, falou:
“O Espírito do Senhor Deus está sobre mim, porque o Senhor me ungiu para pregar as boas novas aos quebrantados, enviou-me para restaurar os contritos de coração, a proclamar liberdade aos cativos, pôr em liberdade os algemados e a apregoar o ano aceitável do Senhor.”
Lc.4:20,21 – "Tendo fechado o livro, devolveu-o ao assistente e sentou-se; e todos na sinagoga tinham os olhos fitos nele. Então passou Jesus a dizer-lhes: Hoje se cumpriu a Escritura que acabais de ouvir."
O cumprimento desta profecia feita por Isaías fazia parte de sua agenda terrena. Jesus é a provisão completa para nossa cura física e espiritual.
Jo.8:31,36 – “Se permanecerdes na minha palavra, verdadeiramente sereis meus discípulos; e conhecereis a verdade e a verdade os libertará."
Os judeus, mesmo os que criam em Jesus e o seguiam, indagavam-se: como seremos livres? Ao que Jesus lhes responde: 
"Aquele que comete o pecado é servo do pecado. Ora, o servo não fica sempre na casa; o filho fica para sempre. Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres.”
Que promessa magnífica! Deixar de sermos habitação do pecado para sermos habitação do Filho!
Jean-Jacques Rousseau, o filósofo francês, disse: ”O homem nasceu livre, mas por toda parte ele está preso em correntes”.
Sempre arrumamos formas de nos tornar prisioneiros, motivados não só por pecados, mas por preocupação, insegurança, temor e mesmo enfermidades. Isto sinaliza nossa falta de fé.
Precisamos crer na obra realizada por Jesus e tomarmos posse da palavra:
Is.53:5 – “Mas ele foi ferido pelas nossas transgressões. E moído pelas nossas iniqüidades. O castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados.”
Não podemos anular o que foi feito na cruz!