Sl.84:5,6 – “Bem-aventurado o homem cuja força está em ti, em cujo coração estão os caminhos aplainados, que passando pelo vale de Baca faz dele uma fonte.”
Quando foi a última vez que você olhou para o céu contemplando as estrelas, ou olhou para o mar perscrutando o infinito, ouviu os passarinhos cantando, ou o vento ciciando em seus ouvidos?
Quando foi que o silêncio interior proporcionou em ti uma paz que excede o conhecimento humano?
Estes momentos só são produzidos quando estamos em perfeita sintonia com o Criador.
Não permita que as tribulações silenciem o seu louvor e o reconhecimento da presença daquele que te criou.
O vale de Baca era o local de passagem para Jerusalém. Diversas plantas aromáticas ali floresciam, e, por ser um local desértico, as plantas se cristalizavam em formato de lágrimas. Este vale também era conhecido por vale das balsameiras, cujas plantas serviam para produzir bálsamos curativos.
Baca também significa 'terreno árido', mas no tempo do rei Josafá o vale de Baca teve seu nome mudado para vale de Beraca, que significa Vale das Bênçãos.
II Cr.20:26 – "E ao quarto dia se ajuntaram no vale de Beraca, porque ali louvaram ao Senhor; por isso chamaram o nome daquele lugar o vale de Beraca até o dia de hoje. Então voltaram todos os homens de Judá e de Jerusalém, e Josafá à frente deles, para virem a Jerusalém com alegria; porque o Senhor os alegrara acerca dos seus inimigos.”
Deus pode transformar um vale de lágrimas num vale de bênçãos, convertendo-o em um manancial donde fluem as águas da fonte eterna!
Sl.19:2 – "Um dia faz declaração a outro dia, e uma noite mostra a sabedoria à outra noite.”
Nem sempre as lágrimas precisam significar dor e sofrimento... As lágrimas podem ser águas curativas, fonte de alívio ou de alegria, e nunca devem ser desconsideradas.
Sl.30:5b – “O choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã.”
Que o romper de um novo dia possa trazer uma reflexão de louvor, de alegria e de agradecimento por tudo o que o Senhor nos tem feito. Um dia não haverá mais lágrimas nem dor, mas enquanto estivermos peregrinando por aqui, que estas lágrimas possam fluir, purificando nosso interior.
Ap.21:4 – “E Deus limpará todas as lágrimas de seus olhos; e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor: porque já as primeiras coisas passaram.”
terça-feira, 23 de junho de 2009
sexta-feira, 19 de junho de 2009
O OLHAR DE DEUS
I Sam.16:7 – “Porém, o Senhor disse a Samuel: Não atentes para a sua aparência, nem para a grandeza de sua altura, porque o tenho rejeitado; porque o Senhor não vê como o homem, pois o homem vê o que está diante dos olhos, mas o Senhor olha para o coração.”
Nossa visão é limitada: conseguimos enxergar apenas o que está diante de nossos olhos.
A visão do profeta para a unção do rei que deveria substituir Saul também estava limitada. Ao ver o filho mais velho de Jessé, de boa aparência e experimentado em guerras, já o havia aprovado antecipadamente. Precisou de um alerta de Deus para que fossem abertos seus olhos espirituais: as aparências podem enganar até os grandes homens de Deus.
Aparentemente, Eliabe tinha porte de rei, mas não era ele o escolhido, pois seu coração não correspondia à realidade de Deus: não tinha a autoridade espiritual necessária para reinar.
I Sam.16:11 – “Acabaram-se os moços? E disse o pai: Ainda falta o menor, que está apascentado as ovelhas. Disse pois Samuel a Jessé: Manda chamá-lo, porquanto não nos assentaremos até que ele venha aqui.”
Davi não estava incluído nem no rol da apresentação dos filhos de Jessé. Para seu pai, Davi não representava grande coisa. Diante de Deus, porém, Davi já havia sido eleito, pois o Senhor que sonda os corações sabia que Davi era um varão com o coração inclinado para as coisas do alto.
Jesus, quando censurou os escribas e fariseus, falou:
Mat.23:27 – “Ai de vós, escribas e fariseus hipócritas! Pois sois semelhantes aos sepulcros caiados, que por fora realmente parecem formosos, mas por dentro estão cheios de ossos mortos e de toda a imundícia. Assim também vós, exteriormente, parecem homem justos, mas interiormente estão cheios de hipocrisia e iniqüidade.”
Precisamos nos apresentar diante do Senhor com corações limpos para que possamos receber a mesma aprovação que recebeu Davi. Nossa aparência exterior não mostra se somos agradáveis aos seus olhos, que conhecem a predisposição de cada um.
At.13:22b – “Achei a Davi, filho de Jessé, homem conforme o meu coração, que executará toda a minha vontade.”
A justiça de Deus prevalece para quem é justo e verdadeiro diante de seus olhos.
II Cr.16:9a – “Porque, quanto ao Senhor, seus olhos percorrem toda a terra, para mostrar-se forte com aqueles cujo coração é perfeito para com ele.”
Nossa visão é limitada: conseguimos enxergar apenas o que está diante de nossos olhos.
A visão do profeta para a unção do rei que deveria substituir Saul também estava limitada. Ao ver o filho mais velho de Jessé, de boa aparência e experimentado em guerras, já o havia aprovado antecipadamente. Precisou de um alerta de Deus para que fossem abertos seus olhos espirituais: as aparências podem enganar até os grandes homens de Deus.
Aparentemente, Eliabe tinha porte de rei, mas não era ele o escolhido, pois seu coração não correspondia à realidade de Deus: não tinha a autoridade espiritual necessária para reinar.
I Sam.16:11 – “Acabaram-se os moços? E disse o pai: Ainda falta o menor, que está apascentado as ovelhas. Disse pois Samuel a Jessé: Manda chamá-lo, porquanto não nos assentaremos até que ele venha aqui.”
Davi não estava incluído nem no rol da apresentação dos filhos de Jessé. Para seu pai, Davi não representava grande coisa. Diante de Deus, porém, Davi já havia sido eleito, pois o Senhor que sonda os corações sabia que Davi era um varão com o coração inclinado para as coisas do alto.
Jesus, quando censurou os escribas e fariseus, falou:
Mat.23:27 – “Ai de vós, escribas e fariseus hipócritas! Pois sois semelhantes aos sepulcros caiados, que por fora realmente parecem formosos, mas por dentro estão cheios de ossos mortos e de toda a imundícia. Assim também vós, exteriormente, parecem homem justos, mas interiormente estão cheios de hipocrisia e iniqüidade.”
Precisamos nos apresentar diante do Senhor com corações limpos para que possamos receber a mesma aprovação que recebeu Davi. Nossa aparência exterior não mostra se somos agradáveis aos seus olhos, que conhecem a predisposição de cada um.
At.13:22b – “Achei a Davi, filho de Jessé, homem conforme o meu coração, que executará toda a minha vontade.”
A justiça de Deus prevalece para quem é justo e verdadeiro diante de seus olhos.
II Cr.16:9a – “Porque, quanto ao Senhor, seus olhos percorrem toda a terra, para mostrar-se forte com aqueles cujo coração é perfeito para com ele.”
quinta-feira, 11 de junho de 2009
OUSE CRER
Ouse crer!
Elias, um grande profeta declarou que haveria uma prolongada seca durante três anos e meio (I Re.17:1).
Passado esse tempo, Elias deu a seguinte instrução ao rei Acabe:
I Re.18:41 – “Sobe, come e bebe, porque ruído há de uma abundante chuva.”
Mesmo não havendo vestígios, num de repente, os céus podem derramar chuvas abundantes.
Depois de um longo período de esterilidade, temos dificuldade de acreditar que as chuvas estão se aproximando...
A maior tragédia de um cristão é perder a fé. Sem fé não podemos caminhar rumo a nossa pátria celestial. Precisamos primeiro crer, para depois ver. O ruído de grandes chuvas só é percebido pelos que crêem, através da palavra que já foi dada!
Rom.10:17 – “A fé vem pelo ouvir, e ouvir a palavra de Deus.”
O milagre acontece antes que nossos olhos alcancem, e tudo começa quando cremos.
A nossa ação de fé, através da oração, pode trazer a precipitação da chuva. Enquanto o rei subiu para comer e beber, Elias subiu ao monte para orar (I Re.18:42).
A nuvem pode ser do tamanho de um punho de homem, mas tenha a certeza que as águas serão abundantes. O sinal pode ser pequeno, mas não diminui a dimensão do milagre. A fé é o princípio para atingirmos o meio, é ela que abre o portal da salvação!
Hb.11:6 – “Ora, sem fé é impossível agradar a Deus; porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe, e que é galardoador daqueles que o buscam.”
Mesmo que alguns digam que a fé é subjetiva, abstrata, nossa vida espiritual só é concretizada através da fé.
Elias, um grande profeta declarou que haveria uma prolongada seca durante três anos e meio (I Re.17:1).
Passado esse tempo, Elias deu a seguinte instrução ao rei Acabe:
I Re.18:41 – “Sobe, come e bebe, porque ruído há de uma abundante chuva.”
Mesmo não havendo vestígios, num de repente, os céus podem derramar chuvas abundantes.
Depois de um longo período de esterilidade, temos dificuldade de acreditar que as chuvas estão se aproximando...
A maior tragédia de um cristão é perder a fé. Sem fé não podemos caminhar rumo a nossa pátria celestial. Precisamos primeiro crer, para depois ver. O ruído de grandes chuvas só é percebido pelos que crêem, através da palavra que já foi dada!
Rom.10:17 – “A fé vem pelo ouvir, e ouvir a palavra de Deus.”
O milagre acontece antes que nossos olhos alcancem, e tudo começa quando cremos.
A nossa ação de fé, através da oração, pode trazer a precipitação da chuva. Enquanto o rei subiu para comer e beber, Elias subiu ao monte para orar (I Re.18:42).
A nuvem pode ser do tamanho de um punho de homem, mas tenha a certeza que as águas serão abundantes. O sinal pode ser pequeno, mas não diminui a dimensão do milagre. A fé é o princípio para atingirmos o meio, é ela que abre o portal da salvação!
Hb.11:6 – “Ora, sem fé é impossível agradar a Deus; porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe, e que é galardoador daqueles que o buscam.”
Mesmo que alguns digam que a fé é subjetiva, abstrata, nossa vida espiritual só é concretizada através da fé.
quarta-feira, 27 de maio de 2009
TRAZENDO DE VOLTA A ARCA DE DEUS
I Cr.13:2,3 – “E disse Davi a toda a congregação: Se bem vos parece, e que vem do Senhor nosso Deus, enviemos depressa mensageiros a todos os irmãos da terra de Israel e aos sacerdotes levitas com eles nas cidades e nos seus arrabaldes, para que se ajuntem conosco e tornemos a trazer a arca do nosso Deus, porque não a buscamos nos dias de Saul.”
Saul, o primeiro rei de Israel, esteve vinte anos no poder e não se preocupou com a presença de Deus, isto é, com a Arca. A arca representava a presença de Deus e estava então nas mãos dos filisteus.
I Sam.2:12 – "Eram porém os filhos de Eli filhos de Belial, não conheciam ao Senhor."
O principal sacerdote na época de Saul era Eli, o qual deveria ter insistido com o rei Saul para que a arca de Deus, levada pelos filisteus, retornasse para seu povo. Mas Eli não conseguia nem disciplinar seus filhos, como seria capaz de instruir ao rei?
I Sam.2:30 – "Portanto assim diz o Senhor Deus de Israel: Na verdade tinha dito eu que a tua casa e a casa de teu pai andariam diante de mim perpetuamente, porém agora, diz o Senhor, longe de mim tal coisa, porque aos que me honrarem, honrarei, mas aos que me desprezam serão envilecidos."
O trato de Deus com Eli era que ele e sua casa serviriam ao Senhor para sempre, mas este pacto foi rompido pelo pecado de seus filhos e pela complacência de Eli. O cumprimento das promessas de Deus depende de nossa fidelidade.
Tg.4:17 – "Aquele que sabe fazer o bem e não faz, comete pecado."
Não podemos jogar fora nossos compromissos com Deus.
I Sam.3:13 – "Porque já lhe fiz saber que julgarei sua casa para sempre, pela iniqüidade que ele bem conhecia, porque fazendo seus filhos execráveis, não os repreendeu."
Precisamos ensinar e corrigir nossos filhos para que não soframos dano e condenação, pois somos responsáveis diretos pelas suas vidas.
Quando não estamos disponíveis para os propósitos de Deus, ele levanta outra pessoa para atingir o alvo. E assim foi: Samuel foi o substituto de Eli para cumprir o que já estava predeterminado. E a arca retornou no reinado de Davi, que foi o substituto de Saul.
Saul, o primeiro rei de Israel, esteve vinte anos no poder e não se preocupou com a presença de Deus, isto é, com a Arca. A arca representava a presença de Deus e estava então nas mãos dos filisteus.
I Sam.2:12 – "Eram porém os filhos de Eli filhos de Belial, não conheciam ao Senhor."
O principal sacerdote na época de Saul era Eli, o qual deveria ter insistido com o rei Saul para que a arca de Deus, levada pelos filisteus, retornasse para seu povo. Mas Eli não conseguia nem disciplinar seus filhos, como seria capaz de instruir ao rei?
I Sam.2:30 – "Portanto assim diz o Senhor Deus de Israel: Na verdade tinha dito eu que a tua casa e a casa de teu pai andariam diante de mim perpetuamente, porém agora, diz o Senhor, longe de mim tal coisa, porque aos que me honrarem, honrarei, mas aos que me desprezam serão envilecidos."
O trato de Deus com Eli era que ele e sua casa serviriam ao Senhor para sempre, mas este pacto foi rompido pelo pecado de seus filhos e pela complacência de Eli. O cumprimento das promessas de Deus depende de nossa fidelidade.
Tg.4:17 – "Aquele que sabe fazer o bem e não faz, comete pecado."
Não podemos jogar fora nossos compromissos com Deus.
I Sam.3:13 – "Porque já lhe fiz saber que julgarei sua casa para sempre, pela iniqüidade que ele bem conhecia, porque fazendo seus filhos execráveis, não os repreendeu."
Precisamos ensinar e corrigir nossos filhos para que não soframos dano e condenação, pois somos responsáveis diretos pelas suas vidas.
Quando não estamos disponíveis para os propósitos de Deus, ele levanta outra pessoa para atingir o alvo. E assim foi: Samuel foi o substituto de Eli para cumprir o que já estava predeterminado. E a arca retornou no reinado de Davi, que foi o substituto de Saul.
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