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sábado, 16 de maio de 2015

SEMELHANÇA COM DEUS


Gn.1:26 – “Façamos o homem conforme à nossa imagem, conforme a nossa semelhança.”
Apesar de nos ter feito à sua imagem e semelhança, Deus não se parece conosco, mas somos nós que temos que buscar nos assemelhar a Ele. Desde a mais tenra infância somos egoístas, querendo que o mundo e todos os que estão ao nosso redor nos dê atenção, carinho e amor, queremos sempre mais, sem nos importar com o ônus que isto pode acarretar e não gostamos de dividir o que temos.
Quando somos pais, relutamos em deixar que nossos filhos sigam o curso de suas vidas, prejudicando seu desenvolvimento, e, muitas vezes impedindo grandes oportunidades para suas vidas, seja no âmbito familiar ou em novos empreendimentos e novas conquistas.
Quando conhecemos a Deus e buscamos a Ele nos assemelhar, transformamos a nossa forma de pensar mudando as perspectivas. Não podemos enxergar Deus com nossos olhos humanos, precisamos ir além e enxergá-Lo com nossos olhos espirituais.
Crescer dói, mas o sofrimento é necessário para deixar de nos centrar em nós mesmos e sairmos em busca da solução: Deus.
Não há outra saída: é no caminho estreito que temos este encontro. Deus não nos coloca em encruzilhadas, mas está sempre disposto a nos mostrar o caminho que devemos seguir.
Jo.14:6 – “Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida.”
Os caminhos de Deus são diferentes do que nossa imaginação criou; a ação de Deus atinge o imponderável!
Se realmente buscarmos o conhecimento e a semelhança com Ele, usufruiremos do conforto de Sua Presença e, para isto não precisamos de grandes artifícios: basta crer!
Quando cremos verdadeiramente que podemos ser transformados veremos grandes fardos serem divididos.
Conhecer a Jesus é conhecer o caminho da justiça, porque Ele é a Verdade, é a realização da palavra, é o Verbo em ação.
Jo.8:32 – “Conhecereis a Verdade, e a Verdade vos libertará.”
Só nos assemelharemos com o Autor e Consumador de nossa fé se buscarmos o conhecimento da Verdade.


sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

REVELAÇÃO E CONHECIMENTO



Ef.1:17 – “Para que Deus de Nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai da Glória, vos dê em seu conhecimento o espírito de revelação e de sabedoria; tendo iluminados os olhos de vosso entendimento para que saibais qual seja a esperança da vossa vocação e quais as riquezas da glória da sua herança nos santos.”
Devemos buscar a sabedoria de Deus com persistência porque é ela que nos conduzirá a um novo nível de fé. A sabedoria e a revelação do conhecimento nos levam a agir corretamente, de acordo com a Palavra de Deus.
Com sabedoria se edifica a casa, e se somos templos de Deus, precisamos estar alicerçados em todo o conhecimento nela arrolado.
Não cesse de orar e clamar até conseguir e entender a verdadeira revelação. À luz da verdade, acharemos o motivo de nosso chamado, porque precisamos saber a nossa vocação, seja qual for.
Pv.2:3 – “E se clamares por entendimento e por sabedoria alçares a tua voz, se como prata a buscares, e como tesouros escondidos a procurares, então entenderás o temor do Senhor e acharás o conhecimento de Deus.”
Temos este tesouro escondido em vasos de barro, para que a excelência de Deus se sobressaia.
Espere em Deus até ter o entendimento completo, não se arvore sem ter a plena convicção do seu chamado, não se precipite. Saul não quis esperar a chegado do sacerdote Samuel para oferecer os holocaustos e o preço foi alto: perdeu o reinado.
I Pe.2:1,2 – “Deixando pois toda a malícia e engano, fingimento e invejas e todas as murmurações.”
Temos que desejar ardentemente o leite espiritual e sem mistura, porque o nosso entendimento e nosso crescimento só acontecerá se nos alimentarmos corretamente.
Hb.13:9 – “Não vos deixeis levar em redor de doutrinas várias e estranhas, porque bom é que o coração se fortifique com graça, e não com manjares que de nada aproveitaram aqueles que a eles se entregaram.”
O mundo está repleto de apelos e vozes estranhas e falso conhecimento das coisas de Deus: precisamos estar atentos para não vacilar nem cair.
Gal.1:3 – “Ó insensatos gálatas! Quem vos fascinou para não obedecerdes a verdade?”
Quando temos uma sensação estranha, precisamos pedir ao Espírito Santo a iluminação de nosso entendimento e de sabedoria, porque muitas vezes a aparência espiritual pode ser enganosa, e não podemos perder aquilo que já conquistamos em Cristo Jesus. Não podemos ser seduzidos pelo que nossos olhos veêm, mesmo que seja muito atraente.
O evangelho não pode ser mudado.

sábado, 3 de maio de 2014

A TRIUNIDADE


Lc.24:49 – “E eis que sobre vós envio a promessa de meu Pai: porém ficai na cidade de Jerusalém até que do alto sejais revestido de poder.”
Precisamos buscar compreender o Deus Trino ou a Triunidade de Deus.

I Jo. 5:7 – “Três testificam no céu: Pai, Filho e Espírito Santo, e estes três são um.”

A verdade é que em cada tempo vemos uma faceta da multiforme sabedoria do Senhor:

Deus – Jeová – apresentado em todo o Antigo Testamento.

Jesus – Filho – apresentado nos Evangelhos.

Espírito Santo – Após os Atos dos Apóstolos.

Jesus, antes de retornar ao Pai, nos deixou a promessa:

Jo.14:18 – “Não vos deixarei órfãos, voltarei para vós.”

Jesus, além de vir ao mundo para experimentar nossas dores e nos consolar, deixou a promessa de nos enviar um substituto: o Espírito Santo, para que, além de nos consolar, fizesse morada dentro de nós, ensinando-nos a viver de acordo com os princípios de Deus.

Jo.14:17 – “O Espírito da verdade, que o mundo não pode receber, porque não o vê nem o conhece; mas vós o conhecereis, porque habita convosco e estará em vós.”

Não podemos ficar sem quem nos console, sem o Espírito da Verdade.

Ser cheio do Espírito Santo é a consequência do batismo; a evidência de sermos cheios é o falar em línguas: isto significa conhecer o Deus verdadeiro que habita em nós. É compreender uma nova língua, com total fluência: compreender a linguagem do Espírito Santo.

Não existem clamores ou gritos vazios, quando conhecemos o autor e consumador de nossa fé. Não é conceito, é revelação; é tomar a verdade da encarnação de Jesus, mover-se nesta verdade, numa mesma batida de coração, no mesmo pulsar...

Temos plena autoridade sobre o Espírito Santo e, podemos limitar sua atuação, pois está sujeito a nós. Ele é Deus, mas temos o livre-arbítrio.

I Co.14:32 – “E os espíritos dos profetas, estão sujeitos aos profetas.”

Deus está sempre batendo à nossa porta, mas só entra em nossa habitação se abrirmos a porta e convidá-lo a entrar.

Ap.3:20 – “Eis que estou à porta, e bato: se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo.”

Precisamos conhecer melhor o Espírito Santo!

Jó, quando teve a revelação do Deus a quem servia, falou: “Eu O conhecia só de ouvir falar, mas agora meus olhos Te contemplam” (Jo.42:5).

Preparamo-nos para ter uma vida melhor, estudamos para ter uma formação melhor, mas somos negligentes quanto à vida eterna. Buscamos conhecimento em tantas outras áreas e esquecemos que precisamos conhecer o Deus Trino.




segunda-feira, 18 de abril de 2011

LAMENTAÇÃO SOBRE JERUSALÉM

Lc.19:42 – “Ah! Se tu conhecesses também, ao menos nesse dia, o que a tua paz pertence! Mas agora isto está encoberto aos teus olhos. Porque dias virão sobre ti, em que teus inimigos te cercarão de trincheiras, e te estreitarão de todas as bandas; e te derribarão a ti e aos teus filhos, que dentro de ti estiverem; e não deixarão sobre ti pedra sobre pedra, pois não reconheceram o dia de tua visitação.”
Esta lamentação feita por Jesus foi concretizada setenta anos depois, quando o Templo e os muros de Jerusalém foram totalmente destruídos. Dentro desta profecia, há também uma profecia messiânica, pois até hoje um véu encobre o entendimento dos judeus acerca de quem foi Jesus, e o quanto estamos próximos de sua segunda vinda.
O conflito existente entre judeus e palestinos, cercado de todo o desentendimento global, nos aponta para o “Armagedom”. O cenário está sendo montado e a decisão final está sendo levada a termo. Até quando estes corações endurecidos retardarão a volta de Jesus?
Não sabemos nem o dia nem a hora, mas toda a terra e todo o povo geme diante da expectativa destes acontecimentos.
Jesus chorou. Existem apenas duas passagens que apontam que Jesus chorou: na morte de Lázaro e ao entrar na cidade de Jerusalém.
Sua lamentação trouxe Lázaro de volta à vida, e, depois de liberto de todas as suas ataduras, Lázaro cumpriu seu tempo. Jerusalém foi lamentada pelo Senhor, que está aguardando sua completa rendição, que rasgue o véu de seu entendimento e confesse:
Sl.118:26,27 – “Bendito aquele que vem em nome do Senhor, nós bendizemos desde a casa do Senhor, Deus é o Senhor que nos mostrou a luz, atai o sacrifício da festa com cordas, até as pontas do altar.”
Sacrifícios atados com corda perante o altar significam confissão e arrependimento.
O véu só é tirado quando somos confrontados com a Verdade. Nada pode ficar oculto diante de Deus.

sexta-feira, 19 de junho de 2009

O OLHAR DE DEUS

I Sam.16:7 – “Porém, o Senhor disse a Samuel: Não atentes para a sua aparência, nem para a grandeza de sua altura, porque o tenho rejeitado; porque o Senhor não vê como o homem, pois o homem vê o que está diante dos olhos, mas o Senhor olha para o coração.”
Nossa visão é limitada: conseguimos enxergar apenas o que está diante de nossos olhos.
A visão do profeta para a unção do rei que deveria substituir Saul também estava limitada. Ao ver o filho mais velho de Jessé, de boa aparência e experimentado em guerras, já o havia aprovado antecipadamente. Precisou de um alerta de Deus para que fossem abertos seus olhos espirituais: as aparências podem enganar até os grandes homens de Deus.
Aparentemente, Eliabe tinha porte de rei, mas não era ele o escolhido, pois seu coração não correspondia à realidade de Deus: não tinha a autoridade espiritual necessária para reinar.
I Sam.16:11 – “Acabaram-se os moços? E disse o pai: Ainda falta o menor, que está apascentado as ovelhas. Disse pois Samuel a Jessé: Manda chamá-lo, porquanto não nos assentaremos até que ele venha aqui.”
Davi não estava incluído nem no rol da apresentação dos filhos de Jessé. Para seu pai, Davi não representava grande coisa. Diante de Deus, porém, Davi já havia sido eleito, pois o Senhor que sonda os corações sabia que Davi era um varão com o coração inclinado para as coisas do alto.
Jesus, quando censurou os escribas e fariseus, falou:
Mat.23:27 – “Ai de vós, escribas e fariseus hipócritas! Pois sois semelhantes aos sepulcros caiados, que por fora realmente parecem formosos, mas por dentro estão cheios de ossos mortos e de toda a imundícia. Assim também vós, exteriormente, parecem homem justos, mas interiormente estão cheios de hipocrisia e iniqüidade.”
Precisamos nos apresentar diante do Senhor com corações limpos para que possamos receber a mesma aprovação que recebeu Davi. Nossa aparência exterior não mostra se somos agradáveis aos seus olhos, que conhecem a predisposição de cada um.
At.13:22b – “Achei a Davi, filho de Jessé, homem conforme o meu coração, que executará toda a minha vontade.”
A justiça de Deus prevalece para quem é justo e verdadeiro diante de seus olhos.
II Cr.16:9a – “Porque, quanto ao Senhor, seus olhos percorrem toda a terra, para mostrar-se forte com aqueles cujo coração é perfeito para com ele.”

quinta-feira, 9 de abril de 2009

O SIGNIFICADO DA CRUCIFICAÇÃO

O filme bíblico de maior projeção nestas últimas décadas é Paixão de Cristo, dirigido por Mel Gibson. Este filme tenta retratar com fidelidade o sofrimento de Jesus. Alguns críticos disseram que o sofrimento retratado foi exagerado, que nenhum homem suportaria tal dor; mas se crermos no que relata a Palavra de Deus, veremos que foi exatamente assim.
Is.53:4 “Verdadeiramente, ele tomou sobre si as nossas enfermidades e nossas dores levou sobre si.”
Verdadeiramente – este advérbio de afirmação implica a certeza do que Jesus nos propiciou durante sua crucificação.
A crucificação não demonstra só um ato de sacrifício, mas um ato de amor ágape, isto é, amor de Deus, sem cobranças ou merecimento. A crucificação tem dois lados: a justificação e a reconciliação. A justificação foi o preço imputado pelo sacrifício e a reconciliação foi operada por amor.
Se levarmos em conta o significado deste gesto, poderemos avaliar a qualidade do verdadeiro amor.
Jo.3:16 – “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito para que todo aquele que nele crê, não pereça, mas tenha a vida eterna.”
Em Romanos, lemos que não há um justo sequer (Rm.3:10).
A única forma de sermos justificados é através da cruz.
Rm.3:4 –“Seja sempre Deus verdadeiro” – a verdade e a fidelidade de Deus não podem ser aniquiladas.
A missão de Jesus na terra foi o anúncio da nossa libertação. Em sua pregação na sinagoga de Nazaré, Jesus, abrindo as Escrituras em Isaías 61:1,2a, falou:
“O Espírito do Senhor Deus está sobre mim, porque o Senhor me ungiu para pregar as boas novas aos quebrantados, enviou-me para restaurar os contritos de coração, a proclamar liberdade aos cativos, pôr em liberdade os algemados e a apregoar o ano aceitável do Senhor.”
Lc.4:20,21 – "Tendo fechado o livro, devolveu-o ao assistente e sentou-se; e todos na sinagoga tinham os olhos fitos nele. Então passou Jesus a dizer-lhes: Hoje se cumpriu a Escritura que acabais de ouvir."
O cumprimento desta profecia feita por Isaías fazia parte de sua agenda terrena. Jesus é a provisão completa para nossa cura física e espiritual.
Jo.8:31,36 – “Se permanecerdes na minha palavra, verdadeiramente sereis meus discípulos; e conhecereis a verdade e a verdade os libertará."
Os judeus, mesmo os que criam em Jesus e o seguiam, indagavam-se: como seremos livres? Ao que Jesus lhes responde: 
"Aquele que comete o pecado é servo do pecado. Ora, o servo não fica sempre na casa; o filho fica para sempre. Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres.”
Que promessa magnífica! Deixar de sermos habitação do pecado para sermos habitação do Filho!
Jean-Jacques Rousseau, o filósofo francês, disse: ”O homem nasceu livre, mas por toda parte ele está preso em correntes”.
Sempre arrumamos formas de nos tornar prisioneiros, motivados não só por pecados, mas por preocupação, insegurança, temor e mesmo enfermidades. Isto sinaliza nossa falta de fé.
Precisamos crer na obra realizada por Jesus e tomarmos posse da palavra:
Is.53:5 – “Mas ele foi ferido pelas nossas transgressões. E moído pelas nossas iniqüidades. O castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados.”
Não podemos anular o que foi feito na cruz!