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quarta-feira, 19 de março de 2014

DOMÍNIO PRÓPRIO


Gn.4:5 – “Mas para Caim e para a sua oferta, não atentou. E irou-se Caim fortemente, e descaiu-lhe o semblante.”
Caim ficou frustrado diante da recusa do Senhor em aceitar sua oferta. Quando nos sentimos rejeitados, nossa primeira reação é de ira. Precisamos aprender a dominar nossos instintos e identificar qual foi a causa da rejeição. A ira e a revolta são sentimentos de quem sabe que agiu errado, e se nossos desejos não podem ser controlados, erramos feio. O pecado, à primeira vista, pode ser agradável e desejável, mas nossos erros nos afastam de Deus.
O Senhor falou amavelmente a Caim:
Gn.4:7 – “Se bem fizeres, não haverá aceitação para ti? E se não fizeres bem, o pecado jaz à sua porta, e para ti será o seu desejo, e sobre ele dominarás.”
Abel, oferecendo as primícias de seus animais, foi agradável a Deus, mas Caim lhe ofereceu aquilo de que dispunha no momento, e não aquilo que era o melhor.
As ofertas de primícias reservar o melhor para Deus são conhecidas como “terumã”.
Caim expressou sua ira contra Deus matando o irmão. Precisamos de domínio próprio para impedir que o desejo do inferno tome conta de nosso coração. Devemos deixar de lado o ciúme, a inveja, a mágoa e o rancor para poder receber o melhor de Deus.
I Re.19:3 – “E Acabe fez saber a Jezabel tudo o que Elias havia feito e como havia matado à espada os profetas.”
O cenário era o Monte Carmelo, e Elias esperava que Acabe se voltasse para o Deus verdadeiro. Mas Jezabel mandou seus mensageiros ameaçar de morte o profeta, e Elias fugiu para o deserto e pediu que o Senhor o matasse.
Temos que saber também dominar o desejo de desistir, não deixar que o desânimo tome conta de nosso coração. Mesmo quando tentamos fazer tudo certo, as coisas podem parecer dar errado, e ficamos frustrados nos indagando: Que mais posso fazer?
Mesmo que aparentemente sem êxito, não desista: revista-se com toda a armadura de Deus (Ef.6:13) e continue lutando. Não abandone o seu lugar de filho de Deus, jogue fora no lixo todos os desejos contrários à Sua vontade e receba a Sua força.
A vontade do Senhor é que você prevaleça contra todos os maus desígnios e vença através do domínio próprio.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

O DESPERTAR DA CONSCIÊNCIA

Gen.3:4 – “Então a serpente disse à mulher: Certamente não morrerás, porque Deus sabe, que no dia que dele comerdes se abrirão os olhos, e sereis como Deus, sabendo o bem e o mal.”
O despertar da consciência de Eva trouxe a condenação para a humanidade. Inoculada pela meia-verdade de Satanás, Eva teve seu conhecimento aberto para o bem e para o mal.
Deus conhece o mal sem a experiência, mas o homem conhece o mal pela prática.
A inclinação do homem após a queda foi sempre para o mal. A consciência aponta o erro sem impedir que o mal aconteça.
Rom.7:18 – “Mas vejo em meus membros outra lei que batalha contra o meu entendimento.”
Nossa batalha maior não é contra o inimigo, mas contra a nossa carne, o nosso eu. Nossos desejos e vontades tentam prevalecer contra a nossa permanência dentro da vontade de Deus.
Vemos os vícios dominando, mesmo reconhecendo o mal que fazem, sabendo que representam risco para nossas vidas. As emoções e sentimentos nos tornam cativos e são nossos maiores inimigos, batendo de frente contra nosso anseio de servir a Deus.
Gen.4:5 – “Mas para Caim e para a sua oferta não atentou. E irou-se Caim fortemente, e descaiu-lhe o semblante.”
A ira de Caim foi resultado de suas emoções, mas o Senhor deu-lhe oportunidade para oferecer uma melhor oferta.
Gen.4:7 – “Se bem fizeres, não haverá aceitação para ti? E se não fizeres o bem, o pecado jaz à sua porta, e para ti será o teu desejo, e sobre ele dominarás.”
Quando somos dominados pelas nossas vontades, desviamos da vontade de Deus.
Pv.4.:23 – “Guarda bem o teu coração, porque dele procede a vida.”
O maior pecado de Caim foi a incredulidade, e não a falta de conhecimento de Deus; ignorou a sua graça e a sua misericórdia e, em sua desobediência, transformou-se em homicida..
Quando nos transformamos em escravos do pecado, a vontade se torna mais forte que a razão. Somos prisioneiros condenados à morte espiritual.
Esta luta foi reconhecida por Paulo, e o transformou num exemplo de alguém que submeteu seu corpo ao senhorio de Cristo (Rom.8):
Gl.2.20 – “Já estou crucificado com Cristo e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim, e a vida que agora vivo na carne, vivo-a para Cristo, para a fé do filho de Deus, o qual me amou e se entregou a si mesmo por mim.”