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quarta-feira, 6 de maio de 2015

BOAS LEMBRANÇAS


Sl.43:25 – “Não vos lembreis, nem considereis as cousas antigas. Eis que farei uma cousa nova, e agora sairá a luz: porventura não o sabereis? Eis que porei um caminho no deserto, e rios no ermo.”
Nossa memória nos acusa e persiste em trazer sempre a lembrança de momentos difíceis e que ainda nos faz sofrer. O diabo tenta lançar em nosso rosto o nosso passado com suas culpas. Precisamos aprender a deixar na cruz o que nos causa dor e sofrimento. Não há virtude nem crescimento se você não esquece o que está magoando. A amargura é a reação de quem não perdoa e nem se perdoou.
Não podemos anular a obra da cruz que nos trouxe a redenção e a salvação.
Gen.41:50,52 – “E nasceram a José dois filhos: E chamou José o nome do primogênito Manassés: porque Deus me fez esquecer de todo o meu trabalho, e de toda a casa de meu pai. E o nome do segundo chamou de Efraim, porque disse: Deus me fez crescer na terra da minha aflição.”
Não há crescimento sem dor, mas só podemos crescer se a esquecermos. Temos que saber usufruir de todos os momentos, até mesmo quando estamos sofrendo e ainda está doendo.
Lam.3:12 – “Quero trazer à lembrança aquilo que me dá esperança.”
Não podemos desanimar!
I Cr.4:9 – “E foi Jabes mais ilustre que seus irmãos e sua mãe lhe deu o nome de Jabes, porquanto por dores deu a luz.”
Jabes significa aflição, e no antigo testamento os nomes tinham um grande significado, mas Jabes não aceitou o peso deste nome  sobre sua vida, não queria ser lembrado como um homem afligido por esta lembrança, portanto não arrume desculpas por suas origens, reaja e retire a aflição de sua vida e foi isto que Jabes fez: pediu a Deus:
Se me abençoares muitíssimo, e meus termos ampliares e a tua mão for comigo e fizeres que do mal não seja aflito... E Deus lhe concedeu o que havia pedido.
Lc.24:13 – “Dois discípulos foram para Emaús e iam falando entre si.”
A sua conversa era de desânimo, pois suas esperanças se desvaneceram diante do ocorrido, e a incredulidade havia tomado conta de seus corações e a presença de Jesus, que os acompanhava, não foi reconhecida.
Lc.24:17 – “Porque estais tristes?” Perguntou Jesus. Cleofás, um dos discípulos lhe disse:
- És peregrino em Jerusalém? E não sabes as coisas que nela tem sucedido nestes dias?"
Jesus já havia esquecido o seu sofrimento na cruz e estava anunciando uma nova vida e uma nova esperança a estes discípulos, que ao reconhecê-Lo retornaram a Jerusalém para congregar-se com os demais discípulos.
No mundo espiritual, todas as promessa de Jesus já estão cumpridas, pois já é uma sentença declarada nos céus.



quarta-feira, 19 de março de 2014

DOMÍNIO PRÓPRIO


Gn.4:5 – “Mas para Caim e para a sua oferta, não atentou. E irou-se Caim fortemente, e descaiu-lhe o semblante.”
Caim ficou frustrado diante da recusa do Senhor em aceitar sua oferta. Quando nos sentimos rejeitados, nossa primeira reação é de ira. Precisamos aprender a dominar nossos instintos e identificar qual foi a causa da rejeição. A ira e a revolta são sentimentos de quem sabe que agiu errado, e se nossos desejos não podem ser controlados, erramos feio. O pecado, à primeira vista, pode ser agradável e desejável, mas nossos erros nos afastam de Deus.
O Senhor falou amavelmente a Caim:
Gn.4:7 – “Se bem fizeres, não haverá aceitação para ti? E se não fizeres bem, o pecado jaz à sua porta, e para ti será o seu desejo, e sobre ele dominarás.”
Abel, oferecendo as primícias de seus animais, foi agradável a Deus, mas Caim lhe ofereceu aquilo de que dispunha no momento, e não aquilo que era o melhor.
As ofertas de primícias reservar o melhor para Deus são conhecidas como “terumã”.
Caim expressou sua ira contra Deus matando o irmão. Precisamos de domínio próprio para impedir que o desejo do inferno tome conta de nosso coração. Devemos deixar de lado o ciúme, a inveja, a mágoa e o rancor para poder receber o melhor de Deus.
I Re.19:3 – “E Acabe fez saber a Jezabel tudo o que Elias havia feito e como havia matado à espada os profetas.”
O cenário era o Monte Carmelo, e Elias esperava que Acabe se voltasse para o Deus verdadeiro. Mas Jezabel mandou seus mensageiros ameaçar de morte o profeta, e Elias fugiu para o deserto e pediu que o Senhor o matasse.
Temos que saber também dominar o desejo de desistir, não deixar que o desânimo tome conta de nosso coração. Mesmo quando tentamos fazer tudo certo, as coisas podem parecer dar errado, e ficamos frustrados nos indagando: Que mais posso fazer?
Mesmo que aparentemente sem êxito, não desista: revista-se com toda a armadura de Deus (Ef.6:13) e continue lutando. Não abandone o seu lugar de filho de Deus, jogue fora no lixo todos os desejos contrários à Sua vontade e receba a Sua força.
A vontade do Senhor é que você prevaleça contra todos os maus desígnios e vença através do domínio próprio.

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

PASSOS DE FÉ


Is.54:1 – “Canta alegremente, ó estéril, que não deste à luz. Exulta de prazer; mais são os filhos da solitária do que os filhos da casada.”
Nossa postura diante da adversidade indica nossa segurança em Deus. A palavra do Senhor é sempre oportuna. Nossa dificuldade em produzir e dar frutos resulta de alguma área da nossa vida que continua estéril, e o inimigo tenta usar nossas áreas fracas para nos desanimar. Esse é o momento para nos levantar em louvor e agradecimentos a Deus, mesmo que não haja motivos aparentes para isto.
Tenha bom ânimo! – Esta é a palavra que Deus tem para você.
A fé gera e produz seus frutos, e este é o grande desafio, o momento certo de colocar nossa fé em ação. O louvor quebra toda resistência do mal.
Sl.119:105 – “Lâmpada para os meus pés, luz para o meu caminho é a tua palavra.”
Deus, através de nossa fé e de sua palavra, vai gerar aquilo que você espera. Há sempre um propósito para sua vida, e temos que aprender a servir ao Senhor com gratidão e louvor.
Nosso louvor é o fruto de nosso amor por Jesus, e estes são os passos de fé que precisamos dar:
- ser de Deus
- servir a Deus
- ter bom ânimo
- crer em Deus.
Mt.5:25 e 27 – “E certa mulher, que havia doze anos tinha um fluxo de sangue, ouvindo falar de Jesus, veio por detrás, entre a multidão, e tocou no seu vestido.”
Jesus sentiu seu toque de fé e perguntou: Quem tocou em minhas vestes? E lhe disse: Tua fé te salvou.
Precisamos tocar em Jesus de uma forma diferente; é nosso passo de fé que faz a diferença. Se você quer tocar em Jesus, invista tudo o que você tem e receberá tudo de Deus, sem reservas.
O diabo não pode roubar seus sonhos, e a fé navega através de seus sonhos até chegar ao porto seguro.
Quando estamos impossibilitados, Deus pode realizar o milagre, sempre no momento certo.
Lázaro estava enfermo e morreu. Jesus se atrasou para chegar para que todos pudessem presenciar o milagre (Jo.4:11).
- “Tirai a pedra!" – a Ressurreição chegou!

segunda-feira, 13 de maio de 2013

DETERMINANDO A BÊNÇÃO DA CURA


Ef.1:3 – "Bendito seja Deus e Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo, o qual nos abençoou com todas as bênçãos espirituais, nos lugares celestiais, em Cristo.”
Nossas bênçãos já foram decretadas no céu, mas temos dificuldades para aceitá-las.
Ao ser pregado na cruz do Calvário, Jesus assumiu o nosso lugar na história.
Is.53:4,5 – “Verdadeiramente ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores. Pelas suas pisaduras fomos sarados.”
O decreto no mundo espiritual já está consumado: é nosso direito ser curados, porque a declaração dada por Jesus antes de seu último suspiro foi 'Tudo está consumado'.
Não importa que o inimigo tente te afastar desta realidade; o que o Senhor já fez não pode ser desfeito. Por isso, não desanime, apenas creia, porque a proposta do Senhor é verdadeira.
II Pe.1,3 – “Visto como o seu divino poder, tudo o que diz respeito à vida e piedade, pelo conhecimento da obra na cruz é perfeito, para a nossa liberdade.”
Precisamos tomar posse imediata daquilo que já nos pertence.
Quando nos aproximamos do trono da graça, tudo já está pronto.
O Senhor está esperando que entendamos e estendamos nossos braços em sua direção.
Não combata contra Deus. Nosso entendimento precisa ser claro: Deus só pode entrar em ação quando confiamos plenamente que a obra já foi consumada. Tudo é possível ao que crê.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

NO MOMENTO E NA HORA CERTA

At.2:1 “Estavam todos reunidos no mesmo lugar, e de repente veio do céu um som, como num vento impetuoso, e encheu toda a casa em que estavam reunidos.”
As respostas de Deus acontecem num de seus 'de repentes', e se estivermos no lugar e na hora certa, a nossa história pode ser mudada.
Jesus havia pedido aos seus discípulos:
Lc.24:49 – “Ficai na cidade de Jerusalém, até serdes revestidos de poder.”
Mesmo desanimados pela demora, sem vontade de fazer nada, os que estavam na expectativa de algo novo aguardaram no lugar determinado.
I.Co.15:6 – “Depois foi visto, uma vez por mais de quinhentos irmãos.”
Estas eram as pessoas presentes; os demais haviam se dispersado e perderam esta oportunidade.
A expectativa de mudança tem que ser nossa. A promessa foi dada, mas quem recebe são os que estão presentes. O imediatismo não faz parte dos planos de Deus.
Sl.42:1 – “Esperei confiantemente no Senhor, e ele se inclinou para mim.”
Muitas vezes, a espera pode trazer desânimo, mas se pretendemos atingir o alvo, não podemos desanimar, porque no momento e na hora certa receberemos uma bênção especial.
A história de Zaqueu ilustra muito bem este fato:
Lc.19:1 – “E tendo Jesus entrado em Jericó, ia passando...”
Jericó era local de passagem para Jesus chegar em Jerusalém. Zaqueu, sabendo que Ele iria passar por ali, vendo uma grande aglomeração, por ser de baixa estatura, subiu em uma árvore para poder vê-lo, porque não queria perder esta oportunidade. Através desta atitude, recebeu atenção especial do Senhor, que decidiu pousar em sua casa.
Lc.19:9 – “E disse-lhe Jesus: Hoje veio a salvação a esta casa; pois este é filho de Abraão.”
Não podemos perder a chance quando ela se nos apresenta; temos que agarrá-la com unhas e dentes porque este é o momento certo!
O lugar programado para Zaqueu era Jericó; para os discípulos, Jerusalém. Quando permanecemos no lugar e na hora certa, sempre receberemos atenção especial do Senhor.