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segunda-feira, 9 de junho de 2014

A PROMESSA DO MESSIAS


Jo.5:39 – “Examinai as Escrituras, porque vós cuidais ter nelas a vida eterna, e são elas que de mim testificam.”
Desde a criação do homem, após seu pecado original, temos a promessa de um descendente que viria para afrontar o poder que foi entregue nas mãos do opositor.
Abraão foi chamado para sair de sua terra e o Senhor lhe disse que através de sua linhagem todos seriam abençoados. Se fizermos um passeio pelas páginas da Bíblia veremos que “o descendente” foi anunciado muito antes da sua vinda!
O Messias esperado despertava grandes expectativas, mesmo entre os incrédulos.
Miq.5:2 – “E tu, Belém Efrata, posto que pequena entre milhares de Judá, de ti sairá o que será Senhor em Israel, e cujas saídas são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade.”
É importante lembrar que a existência do Filho de Deus não teve início com o nascimento de Jesus em Belém. João nos declara:
Jo.1-2,3 – “Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez.”
O ato de sua encarnação foi cumprido através de Maria, escolhida entre as mulheres para este propósito.
Quando Jesus se declarou como o Filho de Deus disse:
Jo.5:46 – “Porque, se vós crêsseis em Moisés, creríeis em mim, porque de mim escreveu ele.”
Moisés declarou:
Deut.18:15 – “O Senhor teu Deus te despertará um profeta no meio de ti, de teus irmãos como eu; a ele ouvireis.”
Importantes passagens indicam que o Messias nasceria de uma virgem:
Is.7:14 – “Portanto o mesmo Senhor vos dará um sinal: Eis que uma virgem conceberá, e dará a luz um filho, e será seu nome Emanuel.”
O profeta Isaías teve a clareza de visão distinguindo a vinda do Messias:
Is.9:6 – “Um menino nos nasceu, um filho se nos deu; e o principado está sobre os seus ombros, e o seu nome será: Maravilhoso, Conselheiro, Deus forte, Pai da eternidade, Príncipe da paz.”
Também está escrito que ele não seria aceito por seu povo:
Jo.5:43 – “Eu vim em nome de meu Pai, e não me aceitais, se outro vier em seu próprio nome, a esse aceitareis.”
Que seria descendente da casa de Davi:
II Sam.7:12 – "Farei levantar depois de ti a tua semente, que sair de tuas entranhas, e estabelecerei o teu reino.”
Morreria entre os pecadores e seria traído por um amigo:
Sl.41:9 – “Até meu próprio amigo íntimo, em que eu tanto confiava, que comia comigo do meu pão, levantou contra mim seu calcanhar.”
Sabemos que Jesus foi crucificado entre dois ladrões e que Judas, o traidor, foi aquele em quem o Senhor colocou um bocado de pão na boca.
Seu espírito foi entregue a Deus Pai:
Sl.31:5 – “Nas tuas mãos encomendo o meu espírito, tu me remiste Senhor Deus da verdade.”
Que Ele foi ressuscitado dentre os mortos:
Sl.16:10 – “Pois não deixarás a minha alma no inferno, nem permitirás que o teu santo veja a corrupção.”
E que está assentado a direita do Pai:
Sl.110:1 – “Disse o Senhor ao meu Senhor: Assenta-te a minha direita, até que ponha o inimigo por escabelo dos teus pés.”
Portanto, diante de todas as evidências, podemos declarar que, sem sombra de dúvidas, Jesus é o Senhor, Filho do Deus Todo Poderoso. Viveu entre nós, foi morto e ressuscitou, e está assentado à direita de Deus Pai.



sábado, 17 de maio de 2014

A FÉ DE ABRAÃO


Rom.4:20 – “E não duvidou da promessa de Deus por incredulidade, mas foi fortificado na fé, dando glórias a Deus.”
Podemos afirmar, sem sombra de dúvida, que a fé de Abraão representa e fé perfeita.
Rom.4:18 – “O qual, em esperança creu contra a esperança que seria feito pai de muitas nações, conforme lhe fora dito: Assim será a tua descendência.”
Crer contra a esperança torna a fé visível e palpável, porque é a esperança de ver concretizado aquilo que no momento ainda está obscuro aos nossos olhos carnais.
Para se transformá-lo em ‘pai de nações’, Deus esperou que Abraão e Sara tivessem seus corpos amortecidos, sem possibilidade alguma de procriarem.
Rom.4:17 – “Deus, o qual vivifica os mortos, chama as coisas que não são como já fossem.”
Mantenha a sua fé viva, mesmo que diante de seus olhos se apresentem apenas impossibilidades. O Deus do impossível torna em realidade aquilo que ainda não está no mundo visível.
Mc.5:22 – “Jairo prostrou-se aos pés de Jesus pedindo que curasse sua filha. Seus servidores lhe disseram: Não importunes o Mestre, pois tua filha está morta.”
A resposta dada por Jesus a Jairo foi:
“Não temas, crê somente.”
Isto é crer contra a esperança!
Ainda que com um relatório desfavorável, abre-se uma nova perspectiva de vida.
Rom.4:21 – “E estando certíssimo de que Deus tinha prometido, também era poderoso para o fazer.”
Diante da promessa do Todo Poderoso, somos fortificados na fé. Os desafios provocados pela Palavra de Deus muitas vezes causam tribulações, como a prova que foi apresentada a Abraão para imolar seu filho Isaque. Mas a certeza de fé de Abraão não foi abalada, pois estava firmada na promessa de Deus de que seria pai de nações, e creu contra a esperança.
I Tim.1:19 – “Conservando a fé e a boa consciência, rejeitando a qual, alguns se fizeram naufrágos na  fé.”
Mantenha-se firme, mesmo enfrentando aflições.
Sl.34:19 – “Muitas são as aflições dos justos, mas o Senhor os livra de todas.”
Não se deixe levar por relatórios malignos, nem se ofenda facilmente, e não deixe que a incredulidade ou seu temperamento explosivo destrua a sua fé.


terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

SINCERIDADE DE CORAÇÃO

Dt.28:1,2 – “O Senhor teu Deus te exaltará sobre todas as terras. E todas estas bênção virão sobre ti e te alcançarão, quando ouvirdes a voz do senhor vosso Deus.”
Se servirmos ao Senhor com sinceridade de coração, seremos exaltados, mas nossa vida precisa estar embasada em sua palavra. Nossa vida espiritual é constantemente confrontada entre o bem e o mal, por isso precisamos estar sempre com o coração voltado para seus ensinamentos.
Pv.10:22 – “A bênção do Senhor enriquece e não acrescenta dores.”
Somos enriquecidos não apenas financeiramente, mas também espiritualmente.
Então pare! Ouça a sua voz.
Se o Senhor ajudar o fraco, o forte será vencido.
Gen.13:9 – “Não está toda a terra diante de ti? Eia, pois, afasta-te de mim e não haja contenda entre mim e ti.”
Quando se separaram, Abraão deixou seu sobrinho Ló escolher o lado para que queria ir. Deus não nos chamou para vivermos em guerra, mas em paz; mas muitas vezes assumimos responsabilidades que não nos cabem, e este foi o caso de Abraão. Ló era apenas um sobrinho que havia ficado órfão, e seu avô, Terá, pai de Abraão, tinha-o posto sob seus cuidados.
O Senhor só começou a abençoar grandemente a Abraão quando se separou de Ló, mesmo tendo ele escolhido as melhores campinas do Jordão.
Gen.13:15 – “E disse o Senhor a Abraão depois que Ló se apartou dele: Levanta agora os teus olhos, e olha desde o lugar onde estás, para a banda do norte e do sul e do oriente e do ocidente, porque toda esta terra que vês hei de dar a ti e a tua semente, para sempre.”
A família que queremos ter faz parte de nossa escolha. As escolhas de hoje interferem no dia de amanhã; por isso, diante de grandes decisões, é importante ouvirmos a voz de Deus.
Is.511 – “Ouvi-me vós, os que seguis a justiça, os que buscais ao Senhor. Olhai para a rocha que fostes cortados. Olhai para Abraão e para Sara.”
Deus é justiça, paz e amor, e quando nos chama, se ouvirmos a sua voz, certamente prosperaremos.



quinta-feira, 7 de junho de 2012

SEGUINDO EM FRENTE

A historia de Ló nos é relatada em Gênesis, quando Deus ordena a Abraão que deixe sua terra e sua parentela (Gen.12:1) e siga para onde o Senhor determinara.
Abraão levou consigo o seu sobrinho Ló, que estava sob sua responsabilidade desde que ficara órfão.
Gen.12:5 – "E tomou Abrão a Sarai, sua mulher, e a Ló, filho de seu irmão, e toda a sua fazenda, que haviam adquirido, e as almas que lhe acresceram em Harã, e saíram para irem à terra de Canaã.”
Durante este trajeto, houve um desentendimento entre os pastores de Abrão e Ló, e estes resolveram separar-se (Gen.13:7). Mesmo caminhando em direções opostas, Abrão nunca deixou de zelar pelo bem-estar de seu sobrinho...
Quando Deus determinou a destruição da cidade de Gomorra, local da habitação de Ló, o Senhor, antes de executar seu projeto, avisou Abrão:
Gn.18:17 – “Ocultarei eu a Abraão o que faço, visto que certamente virá a ser uma grande e poderosa nação, e nele serão benditas todas as nações da terra”.
Deus nunca faz nada sem revelar seus propósitos aos seus escolhidos, e Abraão, reconhecendo a longanimidade e a misericórdia de Deus, o inquiriu até à exaustão:
Gen.18:32 – “Disse mais: Ora não se ire o Senhor que ainda só esta vez falo: Se porventura se acharem ali dez justos? E disse o Senhor: Não a destruirei por amor dos dez.”
Sabedor de que não havia nem dez justos na cidade, para avisar Ló do juízo já determinado, o Senhor mandou dois anjos com o seguinte recado:
Gen.19:15 – “Para que não pereças pela injustiça desta cidade.”
A ordem expressa era que saísse da cidade e não olhasse para trás (Gn.19:26).
Não parar e não olhar para trás é uma experiência que precisamos aprender. O passado não pode mover o presente; os fatos já vividos não nos levam a lugar nenhum. Ruins ou bons, não mudam o fluxo de nossas vidas, servem apenas como referência ou experiência para talvez não repetirmos os mesmos erros.
Is.43:18 – “Não vos lembreis das cousas passadas, nem considereis as antigas.”
Lc.17:32 – "Lembrai-vos da mulher de Ló".
Esta advertência nos lembra que a mulher de Ló, no episódio acima descrito, olhou para trás e transformou-se numa estátua de sal. Ao olhar para trás, ficou presa ao passado, temendo enfrentar o futuro.
Novidade de vida é para quem quer prosseguir desconsiderando o que já aconteceu. Temos que vencer os traumas, os medos, os ressentimentos, as dores... Tudo passa.
Sentimentos de injustiça não podem tomar conta de nossos corações, e Deus só pode fazer algo novo quando deixamos de olhar para trás.
Nossa vida tem que seguir em frente, não pode ficar paralisada.
Fil.3:13 – “Irmãos, quanto a mim, não o julgo que o tenha alcançado; mas uma coisa eu faço, e é que, esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim.”
O caminho proposto para seguirmos adiante é o seguinte: a corrida não acabou, não podemos parar, precisamos seguir em frente. Olhar para trás ou parar atrasam nossa corrida rumo ao prêmio celeste.
Ef.3:14 – “Prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus, em Cristo Jesus.”
Ainda não cruzamos a linha de chegada, e os planos e os propósitos de Deus não podem ser interrompidos.



terça-feira, 3 de abril de 2012

TESTE DE FIDELIDADE

Gn.22.2 – “E disse: Abraão, toma teu filho, filho único, Isaque, a quem amas, e vai-te à terra de Moriá, e oferece-o ali em holocausto, sobre uma das montanhas que te direi.”
Abraão era considerado um homem de fé por todas as atitudes que tomou diante das ordens recebidas de Deus, mas este pedido de entrega do filho único longamente esperado foi um momento crucial em sua vida.
Um dos atributos de Deus é a fidelidade: este requisito tem que fazer parte de nossa vida. A fidelidade é um caminho de duas mãos: Deus é fiel e exige de nossa parte a fidelidade.
Muitas vezes somos submetidos a um teste de fidelidade para o Senhor saber se estamos preparados para receber suas respostas. Aprendemos com a prática, vivendo experiências, geralmente individuais, pois nunca somos provados além do que podemos suportar.
Isaque perguntou então ao seu pai:
Gn.22:7 – “Meu pai, e ele disse: Eis-me aqui, meu filho! E ele disse: Eis aqui o fogo e a lenha, mas onde está o cordeiro para o holocausto?”
Isaque desconhecia o trato de seu pai com Deus, mas a resposta imediata de Abraão foi:
Gn.22.8 – “Deus proverá.” (Jeová Jiré)
A fidelidade de Abraão fez toda a diferença, e o Senhor enviou realmente a provisão!
A caminhada no deserto foi uma prova a que Deus submeteu seu povo, mas a rebelião não permitiu que saíssem aprovados e ficaram andando em círculos por quarenta anos. Quando não aprendemos logo, ficamos patinando no mesmo lugar.
A prova feita com Abraão era uma prova de fé.
Tg.1:13 – “Ninguém sendo tentado diga: de Deus fui tentado, porque Deus não tenta ninguém.”
Na tentação de Jesus, ele foi tentado pelo diabo, não por Deus.
Quando somos testados em nossa fé, é em vista do interesse de Deus em nossa total dependência.
I Pe.1:6,7 – "Em que grandemente vos alegrais, ainda que agora importa, sendo necessário que estejais um pouco contristados com várias tentações.”
O resultado positivo está na continuação deste versículo:
“Para que a prova de vossa fé, muito mais preciosa que o ouro que perece e é provado pelo fogo, se ache em louvor e honra e glória na revelação de Jesus Cristo.”
A conclusão está no versículo 9: “Alcançando o fim da vossa fé: a salvação das almas.”
O objetivo é este: a nossa salvação; este é o começo e o fim, o Alfa e o Ômega.
Quando somos testados, precisamos nos aproximar mais do trono de Deus. Não há motivos para perder as esperanças, principalmente quando sabemos que o Senhor está no controle. O tempo de espera nos aprimora e nos ensina a valorizar os ganhos