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terça-feira, 13 de janeiro de 2015

O LIMITE DE NOSSA FÉ



Jo.11:40 – “Não te hei dito, que se creres verás ma gloria de Deus?
Quem é amado de Deus também enfrenta lutas e enfermidades, não porque o Senhor não esteja se importando, mas porque sua glória irá se manifestar.
A demora de quatro dias para Jesus chegar ao túmulo de Lázaro foi para que todos vissem o milagre da ressurreição acontecer. A ação do Senhor só é completa através da fé: ‘se creres’.
Somos desafiados a crer sem ver, quando a situação é crítica e todas as esperanças estão anuladas e as portas se fecham é para não interferir o agir de Deus.
Deus é o Deus do impossível, porque o possível nós mesmos podemos fazer.
Ex.33:18 – “Rogo-te que me mostres a tua glória.”
Moisés fez este pedido ousado a Deus, mesmo depois de ver grandes manifestações: o chamado na sarça ardente, a travessia do Mar Vermelho, as pragas do Egito e mesmo sendo um homem experimentado em todas estas maravilhas, queria se aproximar mais de Deus e conhecê-lo melhor.
Mt.21:22 – “E tudo o que pedirdes em oração, crendo o recebereis.”
Se você orar assim, Deus irá se revelar e mostrar a sua glória. Ele é poderoso para trazer de volta o que você perdeu, mas age no limite de sua fé; e, para isto acontecer os empecilhos precisam ser removidos.
- Tirai a pedra! Foi a ordem dada por Jesus diante do túmulo de Lázaro.
Para alcançar o objetivo, se sua fé é pequena, a pedra tem que ser removida.
Mc.5:21 – “E rogava-lhe muito, dizendo: minha filha está moribunda; rogo-te que venhas e lhe imponhas as mãos para que sare e viva.”
O clamor de Jairo manifestava a sua fé, mas seus assessores tentavam destruir sua fé através de  palavras de morte:
Mc.5:35 – “A tua filha está morta, não importunes o Mestre.”
Ouvindo isto, Jesus falou: Não temas, crê somente. A voz do inimigo precisa ser calada.
Quando temos uma aliança verdadeira com Deus, não podemos desistir ou desacreditar, mesmo que estejamos em desvantagem.
Gen.18:14 – “Haveria cousa alguma difícil ao Senhor? Ao tempo determinado tornarei a ti, por este tempo da vida, e Sara terá um filho.”
As evidências na vida de Sara eram claras, pois devido a sua idade avançada achou que aquilo era uma piada...Precisamos ter seriedade com nosso compromisso com Deus e crermos em suas promessas.


domingo, 27 de julho de 2014

EU SOU


Hb.4:7b – “Hoje, se ouvirdes a sua voz, não endureçais os vossos corações.”
O presente é o dia de hoje e precisamos viver com intensidade, pois não há como retroceder o tempo. Atitudes impensadas nos levam a perder os propósitos determinados por Deus, e a procrastinação nos afastam do que precisa ser feito.
“Não deixes para amanhã o que podes fazer hoje.”
Vemos através deste dito popular que é nosso dever fazer hoje, para que o amanhã seja resultado dos frutos obtidos hoje.
II Co.6:2b – “Eis agora o tempo aceitável, eis aqui e agora o tempo da salvação.”
Este tempo é “hoje”.
Jesus também se denomina: EU SOU – Ele não era, Ele é, e continua sendo.
“Ele é o mesmo de ontem, de hoje e eternamente”, mas o EU SOU garante-nos a salvação!
AVRIO, no grego, significa amanhã, e o amanhã é sempre incerto.
JÁ, dizem que é a linguagem do apressado, mas esta é uma das formas do nome do Senhor:
YAH ou JAH, no hebraico indicam que é o tempo da ação de Deus que é JÁ.
Sl.68:4 – “Cantai a Deus. Cantai louvores ao seu nome, louvai aquele que vai sobre os céus, pois o seu nome é JÁ; exultai diante dele.”
Sl.68:4 – “Eis que Deus é a minha salvação, eu confiarei nele e não temerei, porque o Senhor Jeová (JÀ)  é a minha força, o meu cântico e se tornou a minha salvação.”
JÁ é a forma reduzida do nome de Jeová, YHWH, este é o nome mais importante de Deus que os hebreus temiam até em pronunciá-lo, é a origem do nome de Deus, significando “ELE É’.
Encontramos em Êxodo 3:14 a resposta dada a Moisés por Aquele que lhe falava através da sarça ardente:
- EU SOU O QUE SOU.




sábado, 13 de setembro de 2008

A SARÇA ARDENTE

Ex.3:2,3 – “E apareceu-lhe o anjo do Senhor do meio de uma sarça: e eis que olhou e a sarça ardia no fogo e não se consumia. E Moisés disse: Agora me virarei para lá e verei esta grande visão, porque a sarça não se queima.”
Depois de sua fuga para o deserto, durante quarenta anos Moisés viveu a expectativa de que algo de novo lhe aconteceria... Ao deparar com a sarça ardente, sentiu que estava recebendo uma visão de Deus, pois esta não se consumia.
Ao pisar neste território santo, Deus passou a dar-lhe instruções para tirar o povo que estava no cativeiro. A instrução e a autoridade dada a Moisés eram a única forma de vencer o império do Egito.
Ex.3:10 – “Vem agora, pois, e eu te enviarei a Faraó, para que tires o meu povo (os filhos de Israel) do Egito.”
Ao receber esta autoridade, Moisés estava tomando posse da Terra Prometida.
Somente o fogo ardente, que não pode ser apagado, é capaz de destruir o fogo estranho. O império das trevas não pode resistir ao fogo de Deus.
Eli, sacerdote do Senhor, tinha dois filhos que queimavam fogo estranho diante do altar de Deus e eram considerados filhos de Belial.
I Sam.2:12 – “Eram porém os filhos de Eli filhos de Belial, não conheciam ao Senhor.”
O reino das trevas tenta inutilmente imitar com fogo estranho o fogo eterno de Deus. Magos e feiticeiros, durante todo o processo das pragas do Egito, tentaram imitar as pragas enviadas por Deus para que Faraó se submetesse e libertasse o povo do cativeiro.
Ex.10:1 – “Os filhos de Aarão, Nadabe e Abiu, tomaram cada um seu incensário e puseram nele fogo, e colocaram incenso sobre ele e ofereceram fogo estranho perante o Senhor, o que não lhes ordenara.”
Deus não aceita ofertas impuras e não divide sua glória com ninguém. Apesar de os filhos de Aarão pertencerem à classe dos sacerdotes, desobedeceram aos preceitos e foram mortos diante do altar. Não foi sequer permitido a seu pai e irmãos lamentar suas mortes.
Ex.10:6 – “E Moisés disse a Aarão e seus filhos Eleazar e Itamar: não descobrireis as vossas cabeças, nem rasgareis as vossas vestes, para que não morrais nem venha grande indignação sobre toda a congregação; mas vossos irmãos e toda a casa de Israel, lamentem este incêndio que o Senhor acendeu.”
Uma das manifestações de luto era raspar a cabeça e rasgar as vestes. Este caso de grave desobediência mereceu punição severa: a proibição do luto público.
Ex.30:9 – “Não oferecereis sobre ele (o altar) incenso estranho, nem holocausto, nem oferta, nem derramarei sobre ele libações.”
Estas ordens eram dadas a Arão e seus filhos, pois eram sacerdotes da casa de Deus, e os que não cumprissem suas determinações estavam condenados a morte. A punição severa fazia parte da disciplina do povo de Deus, que tinha grande dificuldade com a obediência.
O reino de Deus não pode ser abalado por fogo estranho.
Hb.12:28 – “Por isso, tendo recebido um reino que não pode ser abalado, retenhamos a graça, pela qual servimos a Deus agradavelmente, com reverência e piedade.”
O santo e o profano não podem ser misturados. Diante de um Deus santo e puro, o impuro fica fora de seus arraiais.