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sábado, 26 de janeiro de 2013

CORAÇÃO CONTAMINADO


Mt.15:10 – “Ouvi e entendei: o que sai da boca, procede do coração, e  isso contamina o homem.”
Através do coração, conhece-se a essência do homem. A aparência exterior não chama a atenção do Senhor: Ele quer te conhecer interiormente.
Vemos como exemplo a escolha de Davi, quando Samuel foi ungir o novo rei para o lugar de Saul. Ao ver Eliabe, o filho mais velho de Jessé, achou que este, devido ao seu porte físico, fosse o próximo rei, mas o Senhor chamou a sua atenção:
I Sam.16:7 – “Porém o Senhor disse a Samuel: Não atentes para a sua aparência, nem para a sua altura, porque o tenho rejeitado, porque o Senhor não vê como o homem vê, pois o homem vê o que está diante de seus olhos, porém o Senhor olha para o coração.”
Pv.4:23,24 – “Sobretudo o que se deve guardar, guarde o teu coração, porque dele procedem as saídas da vida.”
Precisamos nos resguardar da tortuosidade de nossa boca para que o nosso coração não seja contaminado. Pensamentos contrários e língua ferina procedem de um coração contaminado (Mt.15:18,19). E, quando nosso coração está contaminado, não conseguimos entender a vontade de Deus, porque o orgulho, a presunção, a arrogância e a soberba nos dominam, e estes sintomas, guardados em nosso interior, formam raízes de amargura, que incrustadas, não permitem que o coração seja purificado e lavado pelo sangue de Jesus. E sem Jesus, somos pó, reduzidos a nada.
HB.12:15 – “Tendo o cuidado de que ninguém se prive da graça de Deus, e de que nenhuma raiz de amargura, brotando, vos perturbe, e por ela muitos se contaminem.”
Ex.4:6 – “E disse-lhe mais o Senhor: Mete agora a tua mão perto do teu coração. E tirando-a, eis que sua mão estava leprosa, branca como a neve.”
Moisés ainda duvidava de seu chamado para conduzir o povo à Canaã e precisou desta prova visível para retirar a contaminação de seu coração aqui representada pela lepra. Ao colocar novamente a mão sobre o peito, foi purificado e habilitado para servir a Deus.
Jesus foi colocado à prova na tentação do deserto, porque Satanás tentava contaminar seu coração:
1 – A transformação de pedra em pães – Para matar a fome. Somos tentados em nossas necessidades, em nossas carências.
2 – Distorção da Palavra de Deus – Ele dará ordens aos anjos a seu respeito (Sl.91). Desacreditar no que “está escrito” é pôr em dúvida a Palavra de Deus.
3 – Desejo de poder – O deslumbre com a glória, com a fama e o poder leva muitos a se perder.
Pv.27:21 – “O crisol é para a prata e o forno é para o ouro, e o homem é provado pelos seus louvores.”
Ser elogiado é maravilhoso, mas precisamos estar com as mãos limpas e o coração puro, livre de qualquer contaminação.

domingo, 9 de setembro de 2012

NUNCA DESISTA


I Re.19:14 – “E disse: Eu tenho sido em extremo zeloso pelo Senhor Deus dos Exércitos, porque os filhos de Israel deixaram o teu concerto, derribaram os teus altares e mataram os teus profetas à espada e só eu fiquei e buscam a minha vida para tirá-la.”
Elias estava temeroso das ameaças de Jezabel depois que os profetas de Baal foram destruídos, e se ocultou numa caverna, temendo pela sua vida.
Não use o negativismo para deixar a obra de Deus incompleta. Somos imperfeitos, mas, se houver disponibilidade de agir para cumprirmos o propósito de Deus, tudo pode ser mudado!
Depois que Elias fez esta queixa ao Senhor, Ele lhe respondeu:
I Re.19:18 – “Também eu fiz ficar em Israel sete mil, todos os joelhos que não se dobraram a Baal e toda a boca que não o beijou.”
Lembre-se de que toda vez que você quiser desistir, Deus sempre achará alguém disponível para servi-Lo.
Eliseu foi o profeta substituto de Elias em seu ministério, e a primeira manifestação do poder de Deus foi a transformação das águas de um rio que atravessava Jericó.
II Re.2:19 – “Eis que é boa a situação desta cidade, porém as águas são más e a terra estéril.”
Ao ouvir este relato, Eliseu falou:
II Re:2:20 – “Trazei-me uma salva nova, e ponde nela sal.”
Ao lançar o sal sobre as águas, estas ficaram limpas, conforme a palavra do profeta.
Por mais estranha que pareça uma ordem dada por um profeta, ao cumpri-la vemos a manifestação da presença de Deus. A nascente ficou completamente purificada e preparada para o consumo.
Mt.5:13 – “Vós sois o sal da terra.”
Deus nos criou para sermos o sal da terra, que é um elemento purificador e preservador, e como tal precisamos também lançá-lo e espalhá-lo para que muitas vidas possam ser curadas e preservadas. Por isso, não podemos desistir nem deixar que as impressões de nossa impotência influam e reflitam em nossas vidas, tornando-nos infrutíferos para as obras de Deus.
Mt.5:16 – “Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem ao nosso Pai, que está nos céus.”
Nunca desista, porque Deus nunca desiste de você!


terça-feira, 4 de setembro de 2012

PREPARAÇÃO PARA AS BODAS


Jer.61:10 – “Regozijar-me-ei muito no Senhor, minha alma se alegra no meu Deus, porque me vestiu com vestidos de salvação, e me cobriu com o manto de justiça, como o noivo que se adorna com atavios e como a noiva que se enfeita com suas joias.”
Sabemos que a Igreja é a noiva de Cristo, e que haverá uma grande festa para as Bodas do Cordeiro. A cidade santa, a Nova Jerusalém, está sendo preparada para o grande dia, mas os convidados a participar deste evento também precisam se preparar.
Ap.22:14 – “Bem-aventurados aqueles que lavam suas vestiduras no sangue do Cordeiro, para que tenham direito à arvore da vida e possam entrar pela porta.”
Estas vestiduras são lavadas através da fé na obra redentora de Jesus.
Jer.2:32 – “Porventura esqueceu-se a virgem dos seus enfeites, ou a esposa de seus sendais?”
Nas celebrações de casamento há sempre uma grande preparação, mas o alvo principal é a noiva, e ela quer se apresentar bem vestida e adornada com suas joias e sendais, que são os véus que cobrem seu rosto, até se aproximar do noivo que lhe tira os véus.
Os convidados também precisam estar vestidos de acordo para o grande acontecimento.
Mt.22:2 – “O reino dos céus é semelhante a um certo rei que celebrou as bodas de seu filho.”
Para o evento acima mencionado, vemos que os convidados se escusaram de participar, e o Pai do noivo abriu as portas para que outros participassem da festa.
Mt.22:8 – “As bodas na verdade estão preparadas, mas os convidados não eram dignos.”
O convite foi extensivo a todos os que fossem encontrados no meio do caminho, mas mesmo assim, estes precisavam estar vestidos de acordo com o cerimonial.
Quando recebemos um convite para uma festa de gala, geralmente já vem especificado o tipo de traje, e temos o cuidado de nos apresentar bem vestidos.
Mt.22:11 – “O rei, entrando para ver os convidados, viu ali um homem que não estava trajando o vestido de núpcias.”
A seleção e a aceitação dos convidados é feita de acordo com o que se apresenta diante do Rei. É preciso que o convidado se mostre digno do banquete, para não ser surpreendido com este questionamento:
Mt.22:12 – “Amigo, como entraste aqui, não tendo vestido nupcial?”
Se você foi convidado a participar desta celebração, vista-se adequadamente; prepare-se para não correr o risco de ser retirado da festa e lançado para fora. As trevas exteriores são reservadas aos inimigos.


domingo, 31 de outubro de 2010

DOSAGEM CERTA

Pv.25:16 – “Achaste mel? Come o que te baste, para que porventura não te fartes dele e venha a vomitar.”
Sabemos que o mel é um alimento saudável, bactericida, com propriedades curativas, mas também sabemos que, em excesso, produz enjôo.
Pv.24:13 – “Come mel, meu filho, porque é bom, e favo de mel, que é doce ao paladar.”
Equilíbrio é bom em qualquer situação, até na dosagem do mel.
O mesmo remédio que cura, em dosagem errada pode matar.
Jo.13:4,5 – “Levantou-se da ceia, tirou os vestidos, e, tomando uma toalha, cingiu-se. Depois, deitou água numa bacia e começou a lavar os pés dos discípulos, e a enxugar-lhes com a toalha de que estava cingido.”
Na lavagem dos pés dos discípulos, Pedro recusou-se a ter seus pés limpos por Jesus, considerando o gesto indigno do Filho de Deus. O Senhor, então, lhe falou que aquilo era necessário para que tivesse parte com Ele:
Jo:13:9 – “Disse-lhe Pedro: Senhor, não só os pés, mas também as mãos e a cabeça.”
Naquele momento, apenas a lavagem dos pés era suficiente. Não havia necessidade de ir além...
Antes de participar da ceia pascal, os judeus se banhavam duas vezes, e a lavagem dos pés era apenas para limpar a poeira acumulada durante o caminho.
Se raciocinarmos segundo as explicações bíblicas, sempre teremos uma informação precisa para mantermos uma vida equilibrada.
Pv.25:27 – “Comer muito mel não é bom, assim como a investigação da própria glória não é glória.”
Ao mesmo tempo em que a Bíblia nos incentiva a comer o mel, ela também nos alerta de que o excesso pode ser prejudicial. Podemos comer, mas em dose certa!
Sl.19:8 e 10 "Os preceitos do Senhor são retos, e alegram o coração, os mandamentos do Senhor são puros, e alumiam os olhos. São mais desejáveis que o ouro fino, e mais doces do que o mel e o licor dos favos.”

sexta-feira, 24 de julho de 2009

A HISTÓRIA DE ESTER

Assuero reinava desde a Índia até a Etiópia e resolveu dar um banquete aos príncipes e servos e dignitários de todas as províncias para exibir as glórias de seu reino. Esta festa estendeu-se por 180 dias. Ao final deste tempo, quis também mostrar ao povo a rainha Vasti, sua mulher, para que fosse admirada sua beleza. A rainha, contudo, recusou comparecer a esta festa e foi destituída de seu posto, ficando aberta a vaga para a próxima candidata ao cargo. Foram convocadas todas as belas virgens do reino; entre elas, a judia Ester.
O preparo para apresentar-se diante do rei foi de doze meses:
Est.2:12 – "E, chegando já a vez de cada moça para vir a Assuero, depois de que fora feito a cada uma segundo a lei das mulheres, por doze meses (porque assim se cumpriam os dias de suas purificações, seis meses com óleo de mirra e seis meses com especiarias, e com as cousas para a purificação das mulheres)."
O preparo para ser apresentada ao rei pode ser comparado com a apresentação da Igreja (noiva) ao Rei Jesus.
Os seis meses com mirra simbolizam a purificação dos pecados. A mirra serve como esfoliante e emoliente da pele.
Os seis meses com óleos aromáticos simbolizam a unção do Espírito Santo. A noiva a Igreja deve recender ao bom perfume de Cristo.
Pv.27:9 – “O óleo e o perfume alegram o coração.”
II Co.2:15a. “Porque para Deus, somos o bom perfume de Cristo.”
Finalmente, Ester foi escolhida por Assuero:
Est.2:17 – “E o rei amou Ester mais do que a todas as mulheres, e ela alcançou perante ele graça e benevolência mais do que todas as virgens; e pôs a coroa sobre a sua cabeça, e a fez rainha no lugar de Vasti."
Depois de escolhida, Ester foi submetida a uma grande provação: teria que expor ao Rei o edito de seu principal assessor, Hamã, que pretendia exterminar o povo judeu de todo o reino persa.
Est.2:10 – “Ester, porém, não declarou o seu povo e a sua parentela; porque Mardoqueu lhe tinha declarado que não o fizesse.”
Mardoqueu, seu tutor, havia lhe instruído que não informasse sua origem, para evitar os preconceitos. Diante da ameaça de Hamã, porém, Mardoqueu foi procurar Ester para que defendesse seu povo.
Ester precisava se apresentar ao rei para que pudesse defender seu povo, mas, para isso, o rei tinha que aceitar recebê-la. Para se aproximar do trono e ser identificada, o cetro do rei era baixado sobre a cabeça do requerente em sinal de aprovação, e a coroa então era colocada sobre sua cabeça. Se o rei não executasse esses gestos rituais, o requerente seria condenado à morte por sua insolência.
Est.4:11 – “Todos os servos do rei e o povo das províncias do rei sabem que a todo homem ou mulher que entrar ao rei, no pátio interior, sem ser chamado, não há senão uma sentença, a de morte, salvo se o rei estender para ele o cetro de ouro para que viva, e eu nestes trinta dias não sou chamada para entrar ao rei.”
Este argumento de Ester não satisfez a Mardoqueu:
Est.4:14 – “Porque se de todo te calares neste tempo, socorro e livramento doutra parte virão para os judeus, porém tu e a tua casa perecerão, e quem sabe se para tal tempo não chegaste a este reino?”
Ester percebeu que tinha uma missão, um propósito a cumprir, mesmo com risco à sua vida. 
No desfecho da história, Assuero atendeu ao pedido de Ester, Hamã foi castigado, Mardoqueu foi exaltado e o povo hebreu, liberto.
Hester, a forma hebraica do nome de Ester, significa o que está oculto, escondido. Neste livro, o nome de Deus não é mencionado uma só vez; também está oculto. Reconhecemos a presença do Senhor através da atitude desta rainha que se submeteu a um jejum total de três dias e colocou em risco a própria vida em favor de seu povo. A humildade diante da autoridade real, o período de purificação, a oração e o jejum preparatórios, o apreço pela verdade, o amor ao próximo em detrimento do amor-próprio são comportamentos de Ester que servem de exemplo a qualquer cristão.
Pela libertação obtida pela rainha Ester, os judeus celebram até o dia de hoje a Festa do Purim, uma das principais festividades judaicas.
Est.9:28 – “E que estes dias seriam lembrados e guardados por cada geração, família, província e cidade, e que estes dias de purim se celebrariam entre os judeus, e que a memória deles nunca teria fim entre os de sua semente."

quinta-feira, 7 de maio de 2009

TOMADA DE JERICÓ

Js.6:1 – “Ora, Jericó cerrou-se, e estava cerrada por causa dos filhos de Israel: nenhum saía ou entrava.”
A cidade de Jericó estava cercada: para conquistá-la, Josué dependia da direção de Deus. Primeiro, preparou o povo, circuncidando-o, pois nenhum dos filhos nascidos durante a peregrinação no deserto fora circuncidado. Depois disso, celebraram a Páscoa.
As estratégias dadas por Deus muitas vezes parecem loucura: em Jericó, determinou que a cidade fosse rodeada pelos homens de guerra durante seis dias. No sétimo dia, após rodearem a cidade, soariam as buzinas e gritariam...
Mesmo que as estratégias pareçam incomuns, o sobrenatural de Deus nos alcança!
Js.6:16 – “E sucedeu que, tocando os sacerdotes a sétima vez as buzinas, disse Josué ao povo: gritai porque o Senhor vos tem dado a cidade."
A ordem de Deus era para que somente Raabe e seus familiares fossem poupados, e dos despojos da cidade a prata, o ouro, o metal e o ferro fossem aproveitados e oferecidos a Deus, pois estes materiais não se destroem quando passados pelo fogo.
Assim se passará com nossos galardões: se forem feitos de ouro, prata ou bronze não serão destruídos pelo fogo. A vitória tem que nos estruturar para não perdermos o que já foi conquistado, porque a palha e o feno não se aproveitam. Ao passarmos pelo fogo de Deus, somos purificados, saem todas as escórias, e são lançadas fora todas as maldições.
Js.6:18 – “Tão somente guardai-vos do anátema, para que não vos metais em anátema tomando dela, e assim façais maldito o arraial de Israel, e o turveis.”
Js.7.1 – “Prevaricaram os filhos de Israel no anátema, porque Acã, filho de Carmi, filho de Zabdi, da tribo de Judá, tomou do anátema, e a ira do Senhor se acendeu contra os filhos de Israel.”
Anátema significa maldição; prevaricar significa omitir ou ultrapassar as ordens de Deus. Quando permitimos que maldições façam parte de nossas vidas, prevaricamos contra as ordens de Deus. Acã cobiçou e guardou a capa babilônica, duzentos siclos de prata, cunhas de ouro (Js.7:21). Este ato de desobediência interferiu na conquista da cidade de Aí.
– “Israel pecou": essa foi a resposta de Deus a Josué quando não entendeu o que estava ocorrendo!
Precisamos tirar de nosso meio todos os despojos ordenados por Deus, mesmo que sejam atraentes. Flertar com o pecado traz sérias conseqüências. Não esconda nenhum despojo. O inimigo tenta nos seduzir para nos distanciar da palavra de Deus. Qualquer coisa que ocupe lugar em nossa “tenda” que não seja direcionado por Deus é anátema!
Em I Samuel 15, é relatada a desobediência do rei Saul, que deveria destruir todos os amalequitas, desde o rei até crianças e o gado do rebanho. Mas Saul poupou o rei Agague e as melhores ovelhas e gado, e acabou perdendo seu mandato.
Não podemos nos deixar seduzir nem pelas capas babilônicas, nem pelas vacas gordas, para não atrair anátema para nossas vidas. Não podemos atropelar os planos de Deus. Se alguém recebe a direção de Deus e não a cumpre, torna-se responsável por sua atitude: a responsabilidade é individual.
Deus é um Deus de graça e misericórdia e os planos traçados por Ele, quando obedecidos, são concretizados e são para uma vida abundante!

sábado, 13 de setembro de 2008

A SARÇA ARDENTE

Ex.3:2,3 – “E apareceu-lhe o anjo do Senhor do meio de uma sarça: e eis que olhou e a sarça ardia no fogo e não se consumia. E Moisés disse: Agora me virarei para lá e verei esta grande visão, porque a sarça não se queima.”
Depois de sua fuga para o deserto, durante quarenta anos Moisés viveu a expectativa de que algo de novo lhe aconteceria... Ao deparar com a sarça ardente, sentiu que estava recebendo uma visão de Deus, pois esta não se consumia.
Ao pisar neste território santo, Deus passou a dar-lhe instruções para tirar o povo que estava no cativeiro. A instrução e a autoridade dada a Moisés eram a única forma de vencer o império do Egito.
Ex.3:10 – “Vem agora, pois, e eu te enviarei a Faraó, para que tires o meu povo (os filhos de Israel) do Egito.”
Ao receber esta autoridade, Moisés estava tomando posse da Terra Prometida.
Somente o fogo ardente, que não pode ser apagado, é capaz de destruir o fogo estranho. O império das trevas não pode resistir ao fogo de Deus.
Eli, sacerdote do Senhor, tinha dois filhos que queimavam fogo estranho diante do altar de Deus e eram considerados filhos de Belial.
I Sam.2:12 – “Eram porém os filhos de Eli filhos de Belial, não conheciam ao Senhor.”
O reino das trevas tenta inutilmente imitar com fogo estranho o fogo eterno de Deus. Magos e feiticeiros, durante todo o processo das pragas do Egito, tentaram imitar as pragas enviadas por Deus para que Faraó se submetesse e libertasse o povo do cativeiro.
Ex.10:1 – “Os filhos de Aarão, Nadabe e Abiu, tomaram cada um seu incensário e puseram nele fogo, e colocaram incenso sobre ele e ofereceram fogo estranho perante o Senhor, o que não lhes ordenara.”
Deus não aceita ofertas impuras e não divide sua glória com ninguém. Apesar de os filhos de Aarão pertencerem à classe dos sacerdotes, desobedeceram aos preceitos e foram mortos diante do altar. Não foi sequer permitido a seu pai e irmãos lamentar suas mortes.
Ex.10:6 – “E Moisés disse a Aarão e seus filhos Eleazar e Itamar: não descobrireis as vossas cabeças, nem rasgareis as vossas vestes, para que não morrais nem venha grande indignação sobre toda a congregação; mas vossos irmãos e toda a casa de Israel, lamentem este incêndio que o Senhor acendeu.”
Uma das manifestações de luto era raspar a cabeça e rasgar as vestes. Este caso de grave desobediência mereceu punição severa: a proibição do luto público.
Ex.30:9 – “Não oferecereis sobre ele (o altar) incenso estranho, nem holocausto, nem oferta, nem derramarei sobre ele libações.”
Estas ordens eram dadas a Arão e seus filhos, pois eram sacerdotes da casa de Deus, e os que não cumprissem suas determinações estavam condenados a morte. A punição severa fazia parte da disciplina do povo de Deus, que tinha grande dificuldade com a obediência.
O reino de Deus não pode ser abalado por fogo estranho.
Hb.12:28 – “Por isso, tendo recebido um reino que não pode ser abalado, retenhamos a graça, pela qual servimos a Deus agradavelmente, com reverência e piedade.”
O santo e o profano não podem ser misturados. Diante de um Deus santo e puro, o impuro fica fora de seus arraiais.

domingo, 10 de fevereiro de 2008

BUSCANDO SANTIDADE

I Pe.1:16 "Porquanto está escrito: Sede santos porque eu sou santo."
A maneira pela qual nos tornarmos presa fácil do inimigo é nossa atração pelo pecado, fruto da falta de santificação.
No Antigo Testamento, para que o sumo sacerdote pudesse adentrar o Santo dos Santos, passava por um processo de santificação, pois tinha que se apresentar puro diante de Deus
(Lev.21).
A santidade é um dos elementos essenciais da natureza de Deus, e Ele exige santidade de seu povo; esta é sua maior expectativa. O processo de santificação é desenvolvido durante a peregrinação de nossa vida cristã.
Jesus foi a personificação da santidade de Deus e pediu ao Pai, intercedendo pelos discípulos:
Jo.17:17 "Santifica-os na verdade. A tua Palavra é a verdade."
Ser santo significa ser separados para sermos vasos de honra, aptos a servir a Deus. Quando estamos vivendo em santidade, conseguimos nos desvencilhar das armadilhas do inimigo, pois estamos resistindo às forças contrárias.
Lc.1:74,75 "Em conceder-nos que, libertados da mão de nossos inimigos, o sirvamos em temor, em santidade e justiça perante Ele, todos os dias de nossa vida."
Mesmo que a ira do inimigo se levante contra nós, podemos permanecer firmes, sem vacilar.
Este é o poder da santidade.