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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

ABALANDO OS CÉUS


At.4:31 – “E, tendo orado moveu-se o lugar onde estavam reunidos, e todos ficaram cheios do Espírito Santo, e anunciavam com ousadia a palavra de Deus.”
Quando a igreja primitiva se reunia para orar, o chão tremia e os céus eram abalados, tamanha era a unção derramada naquele lugar. Porque será que nos dias atuais vemos muito pouco tais manifestações?
Segundo a carta à igreja de Éfeso, em Apocalipse (Ap.2:4), é devido ao abandono do primeiro amor. O Senhor quer as nossas primícias: “Buscai primeiro o reino de Deus e a sua justiça e a demais coisas vos serão acrescentadas (Mt.6:33).”
Nos envolvemos com tantas coisas que esquecemos de Deus; e o Senhor está em busca dos verdadeiros adoradores, que o adorem em espírito e em verdade (Jo.4:23).
Mt.18:1 – “Naquela mesma hora chegaram os discípulos ao pé de Jesus dizendo: Qual é o maior no reino de Deus?”
A competição começava a tomar conta do coração dos discípulos, mas Jesus lhes deu uma grande lição de humildade e pureza de espírito:
Mat.18:3 – “E disse: Em verdade vos digo que se não vos converterdes e não fizerdes como meninos, de modo nenhum entrareis no reino dos céus.”
A competição, a inveja, o medo, a arrogância impedem nosso crescimento espiritual e tiram a principal qualidade que nos direciona para o céu: a simplicidade de coração.
Mt.10:16 – “Sede prudentes como as serpentes e símplices como as pombas.”
Prudência,  simplicidade, perseverança, oração e união eram qualidades inerentes da primeira igreja:
At.2:42,43 – “E perseveravam na doutrina dos apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão e nas orações. E em toda alma havia temor e muitas maravilhas e sinais se faziam pelos apóstolos.”
I Pe.2:1,2 – “Deixando todas as malícias, desejai o leite racional, não falsificado.”
Quando recebemos a palavra de Deus com o coração puro, estamos nos preparando para recebermos o alimento sólido, que é dado para os experimentados.
Hb.5:14 – “Mas o mantimento sólido é para os perfeitos, os quais, em razão dos costumes, tem os sentidos exercitados, para discernir tanto o bem como o mal.”
Portanto, precisamos abandonar o que é mau: malícia, engano, fingimento, inveja, críticas maldosas, murmurações, não fazem parte do plano de Deus!
Cuidado com a murmuração, porque é um vírus facilmente transmissível. Não devemos dar ouvidos aos murmuradores: as más conversações corrompem os bons costumes (I Co.15:33).
Se quisermos ver os céus serem abalados através de nossa oração, precisamos de um coração puro e submisso à vontade de Deus.

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

CONTABILIZANDO OS GANHOS


A própria vida nos ensina que à medida que crescemos, tanto espiritualmente como fisicamente e monetariamente, sofremos perdas, mas não temos que nos deter nas perdas, mas sim nos ganhos.
Nascemos totalmente dependentes de nossas mães, para sermos nutridos, limpos e tratados. À medida de nosso crescimento, vamos aprendendo a nos libertar desta dependência a aos poucos perdendo o excesso dos cuidados maternais: vestimos, nos alimentamos e caminhamos sozinhos. Uma nova fase se anuncia: pois começamos a dialogar, ter certas vontades pessoais e a discernir qual é a nossa melhor opção. Nesta etapa do crescimento é  que mais necessitamos de orientação, pois é aí que se inicia a verdadeira formação do caráter é quando começamos a contabilizar os ganhos.
Pv.22:6 – “Ensina a criança o caminho que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele.”
A rebelião da adolescência tem como sentido o aprimoramento das escolhas. Bons amigos é o resultado de uma boa orientação.
Mais tarde vem a escolha da profissão e, quando estamos focados não só pelos sonhos, às vezes impossíveis, mas buscando primeiramente a direção de Deus, certamente creditaremos ganhos.
Mt. 6:33 – “Mas buscai primeiro o reino de Deus e a sua justiça, e todas as coisas vos serão acrescentadas.”
A escolha do cônjuge também precisa de uma resposta vinda do coração de Deus, porque nem sempre aquele que desperta uma paixão avassaladora é a pessoa certa. Perde-se na paixão, mas ganha-se no amor.
Todas as dificuldades que enfrentamos nos traz uma lição de que nossas lutas não foram vãs, pois nos levaram a valorizar o que temos, e mais uma vez, saímos ganhando. 

segunda-feira, 24 de março de 2014

FILHOS AMADOS


Jo.11:3 – “Senhor, eis que está enfermo aquele que tu amas.”
Será que o Senhor tem filhos preferidos? Ao receber este recado das irmãs de Lázaro, Jesus não foi imediatamente para Betânia, pois sabia que o momento certo ainda não chegara.
A primeira idéia que temos quando não somos atendidos imediatamente  é que o Senhor nos abandonou e não nos ama o suficiente para nos responder com rapidez. Este sopro de Satanás é para que a tentação nos afaste de seu amor. Precisamos lembrar que o amor de Deus é incondicional, irrestrito e eterno.
 - Este é meu Filho Amado, em quem me comprazo!
Depois do batismo, Jesus ouviu dos céus esta declaração do Pai, mas teve que passar pela tentação no deserto.
Tudo é possível ao que crê. Somos desafiados diariamente a crer, mesmo sem a perspectiva de ver ou sentir. As emoções e os sentimentos não contam...
E nós, será que amamos a Deus?
Jo.14:21 – “Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, este é o que me ama, e aquele que me ama, é amado pelo Pai e eu o amarei e me manifestarei a ele.”
O que demonstra nosso amor por Deus é nossa maneira de nos relacionarmos com a sua palavra. Nosso coração é enganoso, e, para que a vida de Deus possa fluir abundantemente, temos que o conhecer, para sermos reconhecidos por Ele.
Lc.22:31 – “Mas eu roguei ao Pai por ti para que sua fé não desfaleça; e tu quando te converterdes, confirma teus irmãos.”
Jesus orou para que Pedro suportasse a tentação à qual seria submetido.
'Quando te converterdes'...Pedro andou com Jesus durante três anos e achava-se preparado para enfrentar qualquer tipo de batalha. Mas não era bem assim, tanto que negou seu Mestre por três vezes. Sua batalha era a nível pessoal, para que se conhecesse melhor.
Depois de ressurreto, Jesus lhe perguntou também por três vezes:
Jo.21:15 – "Amas-me?"
Somos também seus filhos amados, porque o Senhor não tem filhos preferidos. Mas precisamos nos esforçar para corresponder ao seu amor.


sábado, 1 de fevereiro de 2014

A MELHOR COMPANHIA


Sl.23:4a – “Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte, não temeria mal algum, porque tu estás comigo.”
O vale da sombra da morte era um dos caminhos para se chegar a Jerusalém. Por ser um acesso mais rápido, muitos o escolhiam como rota preferencial. Contudo, além de andarilhos, havia também ladrões e salteadores nessa rota, tanto que, na parábola do bom samaritano, o homem ferido fora vitimado por um desses bandoleiros. Nem mesmo o sacerdote que por ali passou tentou socorrê-lo, por medo.
Quando atravessamos situações-limite, não devemos duvidar se o Senhor está conosco. Ele é nossa melhor companhia.
Sl.23:1 – “O Senhor é meu pastor e nada me faltará.”
Mesmo quando estamos na fornalha ardente, Deus envia o quarto homem para nos livrar!
Is.43:2 – “Quando passares pelas águas, estarei contigo, e pelos rios, eles não te submergirão, quando passares pelo fogo, não te queimarás e nem a chama arderá em ti.”
Os caminhos podem parecer tortuosos e estreitos, mas, se o Senhor nos acompanha, chegaremos ao destino.
"Passará o céu e a terra, mas a minha palavra não passará.”
O melhor de Deus ainda está por vir, mesmo quando atravessamos o vale da sombra da morte e os inimigos tentam nos armar ciladas.
Ef.6:10 – “Sede fortalecidos no Senhor e na força de seu poder.”
Jesus foi levado para o deserto para ser tentado, mas estava alimentado pela palavra, mesmo com fome e sede física (Mc.4:4).
“Nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que procede da boca de Deus” – esta foi a resposta de Jesus.
Não podemos caminhar sozinhos, e se há muitas coisas que ainda não conquistamos é porque queremos tomar decisões de moto próprio. Quando reconhecemos a presença do Senhor e seu imenso amor, não devemos temer.
I Jo.4:18 – “No amor não existe medo e nós o amamos porque ele nos amou primeiro.”
Para vencermos o medo, renovando nossa mente, temos que mudar de atitude e ficarmos em posição de vitória, para quebrarmos todas as resistências do medo, pois o amor lança fora o medo.

sábado, 8 de novembro de 2008

A VOLTA AO PRIMEIRO AMOR

Ap.2:4 – “Tenho, porém, contra ti que deixaste o primeiro amor”.
A rotina muitas vezes desgasta uma relação. O que antes era tão importante vai se tornando banal e esquecemos o que é mais vital para um bom entendimento. A atenção, a alegria, a dedicação e a vontade de satisfazer ao menor dos desejos da pessoa amada já não movem mais o coração. Isto também acontece em nosso relacionamento com Deus, e esta é a queixa registrada no versículo acima. Afastamo-nos daquele que nos ama acima de todas as coisas, ama-nos com amor incondicional, amor ágape.
Nunca abandone seu primeiro amor!
Pv.26:20 – “Sem lenha, o fogo se apagará e não havendo maldizente cessará a contenda.”
A fogueira da contenda, esta sim, precisa ser apagada.
Camões escreveu: “Amor é fogo que arde sem se ver“. Este fogo é que precisa ser alimentado para permanecer aceso. Manter acesa a chama de nosso amor por Deus é nossa responsabilidade. Assim como acontece com o passar do tempo em um casamento, precisamos também reacender o fogo de nossa intimidade em nossa vida com Cristo.
Mt.24:12 – “A iniqüidade se multiplicará e o amor de muitos esfriará.”
Nós podemos fazer a diferença! Muitos não quer dizer todos. Não podemos ser indiferentes à presença de Deus, pois o inimigo tenta extinguir o fogo do amor por Deus. A frieza de nosso coração nos leva à indiferença, e esta palavra é o antônimo do amor.
Na parábola das dez virgens, cinco não conseguiram manter acesas as suas candeias. Suas lâmpadas se apagaram e quando o noivo chegou não puderam recebê-lo. A reserva de combustível tem que estar sempre disponível para reacender o fogo.
No último capítulo de Atos, relata-se a chegada de Paulo à Ilha de Malta depois de um naufrágio. Paulo foi-se aquecer numa fogueira, e ao realimentar o fogo com alguns gravetos, foi picado por uma víbora:
At.28:3 – "E, havendo Paulo ajuntado uma quantidade de vides, pondo-as no fogo, uma víbora, fugindo do calor, lhe acometeu a mão.”
Quando tentamos reacender nosso amor por Deus, uma víbora pode tentar dar um bote para apagá-lo, mas Deus, que é um fogo consumidor, acabará destruindo esta víbora.
A reaproximação com Deus reaviva nossa chama de amor. O amor, sendo realimentado, consome o inimigo.
Como disse anteriormente, o amor de muitos esfriará, e está escrito que os mornos serão vomitados. Somos responsáveis pela chama continuar ardendo em nossos corações, mesmo que o inimigo tente apagar nossa fé para esfriar nosso amor.

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

O GRANDE AMOR DE DEUS

Jó 7:16,17 – “Que é o homem para que tanto o estimes, e ponhas nele o teu cuidado, e a cada manhã o visites, e a cada momento o ponhas à prova?”
O principal foco de Deus ao nos criar era a nossa permanente comunhão com ele. Em seu projeto, fomos feitos à sua imagem e semelhança, para seu louvor e glória.
Sl.8:5,6 – “Fizeste-o, no entanto, um pouco menor do que os anjos, e de glória e honra o coroaste, dando-lhe domínio sobre toda a obra de tua criação, tudo puseste debaixo de seus pés”.
Apesar deste projeto, o Senhor nos criou com livre-arbítrio, isto é, podemos agir de acordo com nossa vontade própria. Este livre-arbítrio nos distanciou de Deus, pois enredados pelo desejo e pela desobediência, submetemo-nos à vontade de Satanás, entregando-lhe o domínio que nos havia sido outorgado.
Sl.115:16 – “Os céus são os céus do Senhor, mas a terra ele a deu aos filhos dos homens.”
O homem, por desobediência, perdeu seu direito de dominá-la. Para que houvesse reconciliação entre Deus e os homens, foi enviado Jesus, para que através dele fôssemos resgatados e purificados de todos os pecados.
Fil2:7,8 – “Esvaziou-se a si mesmo. Tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens. E, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até a morte, e morte de cruz.”

Jesus foi humilhado:
1 – pela nação
2 – pelos religiosos
3 pelos discípulos
4 – pelos gadarenos
5 – pelo povo de Nazaré
6 – pelos ricos e fazendeiros
7 – por seus familiares

Será que podemos avaliar a grandeza deste amor?
Jesus deixou seu trono de glória e magnitude e todos seus atributos celestiais para poder se identificar conosco em todos os sentidos, até mesmo nas nossas fraquezas.
Hb.2:5 – “Porque não foi aos anjos que sujeitou o mundo futuro.”
Os anjos não suportariam passar o que Jesus passou para a restauração do homem.
Hb.1.4,5 – “Feito tanto mais excelente que os anjos, quanto herdou um nome mais excelente que o deles. Porque, a qual dos anjos disse jamais: Tu és meu Filho, hoje te gerei. E outra vez: Eu lhe serei por pai e tu serás meu filho.”
Jesus também foi submetido à ação de Satanás:
Mt.4.2 – “E, tendo jejuado quarenta dias e quarenta noites, depois teve fome; e chegando-se a ele o tentador, disse: Se tu és o Filho de Deus, mande que estas pedras se transformem em pães. Ele, porém, respondeu-lhe: Nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que procede da boca de Deus.”
Jesus foi tentado em todas as áreas: corpo, alma e espírito, mas em todas foi vencedor!
Tg.1:12 – “Bem-aventurado o varão que sofre a tentação, porque quando for provado, receberá a coroa da vida, a qual o Senhor tem prometido aos que o amam.”
Na refinaria de Deus, só permanecem os provados e aprovados. Mas muitas vezes os homens preferem ser escravos de Satanás a servir ao Senhor.
Mc.10:45 – “Porque o Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a vida em resgate de muitos.”
Jesus enfrentou todos os níveis de guerra, pois era o Príncipe da Paz e seu projeto é o resgate em nível mundial.
Antes de retornar à Casa do Pai, deixou-nos exemplos:
Jo.13:4,5 – "Levantou-se da ceia, tirou os vestidos, e, tomando uma toalha, cingiu-se; depois deitou água numa bacia, e começou a lavar os pés aos discípulos."
Jo.13:16 – “Na verdade, na verdade vos digo que não é o servo maior do que o seu senhor, nem o enviado maior do que aquele que o enviou.”
Ao morrer na cruz, Jesus declarou: “Está consumado”... Tetelestai – esta palavra grega referia-se ao carimbo colocado no documento de compra de um escravo...
O escravo que tivesse este documento não poderia ser vendido novamente.
O preço de nosso resgate foi pago de uma vez para sempre!
Jo.3:15 – “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu Filho unigênito, para aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.”