domingo, 12 de fevereiro de 2012

EXPERIÊNCIAS COM DEUS

Rom.5:3,5 – “E não somente isto, mas também nos gloriamos nas tribulações; sabendo que a tribulação produz paciência, e a paciência, experiência, e a experiência, esperança, e a esperança não traz confusão, porquanto o amor de Deus é derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado.”
Somente quando temos uma experiência real com Deus é que não perdemos a esperança, mesmo em circunstâncias desfavoráveis.
Firmarmo-nos nas promessas de Deus é a nossa base.
II Tim.1:12 – “Por cuja causa padeço também isto, mas não me envergonho; porque eu sei em quem tenho crido, e estou certo de que é poderoso para guardar o meu depósito até aquele dia.”
Sl.23:1 – “O Senhor é meu Pastor e nada me faltará.”
As experiências pessoais fazem com que nossa fé não vacile!
Muitas vezes retemos bênçãos quando não confiamos inteiramente naquele que é poderoso para fazer muito mais do que pedimos ou pensamos.
I Sam.17:33 – “Porém Saul disse a Davi: Contra este filisteu não poderás ir para pelejar com ele; pois tu és ainda moço, e ele homem de guerra desde a sua mocidade.”
Golias, mesmo sendo um gigante experimentado em guerras, não conseguiu amedrontar Davi, que havia tido experiências com Deus quando apascentava suas ovelhas, conseguindo prevalecer contra um urso e um leão que tentaram abater uma de suas ovelhas do rebanho.
A resposta de Davi ao rei Saul foi:
I Sam.17:37 – “Disse mais Davi: O Senhor me livrou da mão do leão e do urso; ele me livrará da mão deste filisteu. Então disse Saul a Davi: Vai-te embora, e o Senhor seja contigo.”
Sabemos qual foi o resultado: Davi confrontou Golias e o aniquilou completamente, e, antecipando sua vitória, falou ao filisteu gigante:
I Sam.17:47 – “E saberá toda esta congregação que o Senhor salva, não com espada, nem com lança; porque do Senhor é a guerra, e ele vos entregará na nossa mão.”
Quando somos provados, experimentamos o poder do livramento!
Nunca devemos desanimar nem olhar para as circunstâncias.
Jó:19:25 – “Eu sei que o meu Redentor vive.”
Foi num período de grande tribulação, o mais difícil de sua vida, que Jó se levantou dizendo que o Senhor poderia livrá-lo.
Como dissemos nos versículos de Romanos 5, a tribulação produz a paciência, e é confiando nesta experiência que veremos a manifestação do poder de Deus.
Hb.10:36 – “Porque necessitais de paciência, para que depois de haverdes feito a vontade de Deus, possais alcançar a promessa.”




segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

NO MOMENTO E NA HORA CERTA

At.2:1 “Estavam todos reunidos no mesmo lugar, e de repente veio do céu um som, como num vento impetuoso, e encheu toda a casa em que estavam reunidos.”
As respostas de Deus acontecem num de seus 'de repentes', e se estivermos no lugar e na hora certa, a nossa história pode ser mudada.
Jesus havia pedido aos seus discípulos:
Lc.24:49 – “Ficai na cidade de Jerusalém, até serdes revestidos de poder.”
Mesmo desanimados pela demora, sem vontade de fazer nada, os que estavam na expectativa de algo novo aguardaram no lugar determinado.
I.Co.15:6 – “Depois foi visto, uma vez por mais de quinhentos irmãos.”
Estas eram as pessoas presentes; os demais haviam se dispersado e perderam esta oportunidade.
A expectativa de mudança tem que ser nossa. A promessa foi dada, mas quem recebe são os que estão presentes. O imediatismo não faz parte dos planos de Deus.
Sl.42:1 – “Esperei confiantemente no Senhor, e ele se inclinou para mim.”
Muitas vezes, a espera pode trazer desânimo, mas se pretendemos atingir o alvo, não podemos desanimar, porque no momento e na hora certa receberemos uma bênção especial.
A história de Zaqueu ilustra muito bem este fato:
Lc.19:1 – “E tendo Jesus entrado em Jericó, ia passando...”
Jericó era local de passagem para Jesus chegar em Jerusalém. Zaqueu, sabendo que Ele iria passar por ali, vendo uma grande aglomeração, por ser de baixa estatura, subiu em uma árvore para poder vê-lo, porque não queria perder esta oportunidade. Através desta atitude, recebeu atenção especial do Senhor, que decidiu pousar em sua casa.
Lc.19:9 – “E disse-lhe Jesus: Hoje veio a salvação a esta casa; pois este é filho de Abraão.”
Não podemos perder a chance quando ela se nos apresenta; temos que agarrá-la com unhas e dentes porque este é o momento certo!
O lugar programado para Zaqueu era Jericó; para os discípulos, Jerusalém. Quando permanecemos no lugar e na hora certa, sempre receberemos atenção especial do Senhor.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

A PLENITUDE DO ESPÍRITO SANTO

Mt.28:18,20 – “Jesus então se aproximou e lhes disse: Todo o poder me foi dado no céu e na terra. Ide, então, fazei discípulos, batizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a guardar tudo o que eu vos mandei. Eis que estarei convosco todos os dias, até a consumação dos séculos.”
A comissão dada aos discípulos não prevê limites de tempo nem de espaço. A regra dada é fazer com que todo homem chegue ao conhecimento de Deus e tenha um relacionamento pessoal com Jesus. A presença da Triunidade é feita através do Espírito Santo.
At.1:8 - “Mas recebereis o poder do Espírito Santo, que há de vir sobre vós e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém, como em toda a Judéia e Samaria, e até os confins da terra".
A promessa de Jesus foi para que não se ausentassem de Jerusalém antes de receberem o poder do alto (At.1:4).
Para fazermos o que Deus quer, precisamos estar plenos do Espírito Santo!  Não podemos fazer a obra de Deus atropeladamente, sem o preenchimento dado por Deus. É o Espírito Santo que nos habilita e nos capacita, porque sozinhos não somos capazes.
Jo.14:16 – “Eu rogarei ao Pai e ele vos dará outro Consolador, para que fique convosco para sempre.”
Quando o Espírito Santo habita em nós, somos convencidos da verdade, da justiça e do juízo e as práticas do passado perdem a sua essência. Receber a palavra de Deus em sua totalidade nos leva a cumprir a sua vontade, porque sua palavra é viva e eficaz. Não podemos cumpri-la pela metade ou mais ou menos; não podemos ser inconstantes. O Espírito Santo não funciona somente aos domingos, quando vamos à igreja: é para todos os dias – até a consumação dos séculos.
A autoridade já nos foi dada, mas quando pedimos mal, não recebemos, porque necessitamos do Espírito Santo para orarmos como convém, mesmo que seja com gemidos inexprimíveis. O Espírito Santo tem tudo a ver com o que você precisa: milagres, curas, solução de seus problemas. Nosso espaço vazio é o espaço garantido para sua ação: Ele habita em você – e sabe quais são suas reais necessidades.
Jesus, através do Espírito Santo, sabia da real necessidade da viúva de Naim (Lc.7), e por isso ressuscitou seu filho, que estava sendo levado para o túmulo.
Lc.11:13 – “Pois vós, sendo maus, sabeis dar boas dádivas aos seus filhos, quanto mais o vosso Pai Celestial dará o Espírito Santo aos que lho pedirem.”
A triunidade precisa estar presente em nossas vidas: Pai, Filho e Espírito Santo.
Ninguém tem melhores condições de nos ajudar.Precisamos buscar ardorosamente este batismo: este foi o último recado deixado por Jesus, quando peregrinava na terra. Por isso, priorize o Espírito Santo em sua vida.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

O DESPERTAR DA CONSCIÊNCIA

Gen.3:4 – “Então a serpente disse à mulher: Certamente não morrerás, porque Deus sabe, que no dia que dele comerdes se abrirão os olhos, e sereis como Deus, sabendo o bem e o mal.”
O despertar da consciência de Eva trouxe a condenação para a humanidade. Inoculada pela meia-verdade de Satanás, Eva teve seu conhecimento aberto para o bem e para o mal.
Deus conhece o mal sem a experiência, mas o homem conhece o mal pela prática.
A inclinação do homem após a queda foi sempre para o mal. A consciência aponta o erro sem impedir que o mal aconteça.
Rom.7:18 – “Mas vejo em meus membros outra lei que batalha contra o meu entendimento.”
Nossa batalha maior não é contra o inimigo, mas contra a nossa carne, o nosso eu. Nossos desejos e vontades tentam prevalecer contra a nossa permanência dentro da vontade de Deus.
Vemos os vícios dominando, mesmo reconhecendo o mal que fazem, sabendo que representam risco para nossas vidas. As emoções e sentimentos nos tornam cativos e são nossos maiores inimigos, batendo de frente contra nosso anseio de servir a Deus.
Gen.4:5 – “Mas para Caim e para a sua oferta não atentou. E irou-se Caim fortemente, e descaiu-lhe o semblante.”
A ira de Caim foi resultado de suas emoções, mas o Senhor deu-lhe oportunidade para oferecer uma melhor oferta.
Gen.4:7 – “Se bem fizeres, não haverá aceitação para ti? E se não fizeres o bem, o pecado jaz à sua porta, e para ti será o teu desejo, e sobre ele dominarás.”
Quando somos dominados pelas nossas vontades, desviamos da vontade de Deus.
Pv.4.:23 – “Guarda bem o teu coração, porque dele procede a vida.”
O maior pecado de Caim foi a incredulidade, e não a falta de conhecimento de Deus; ignorou a sua graça e a sua misericórdia e, em sua desobediência, transformou-se em homicida..
Quando nos transformamos em escravos do pecado, a vontade se torna mais forte que a razão. Somos prisioneiros condenados à morte espiritual.
Esta luta foi reconhecida por Paulo, e o transformou num exemplo de alguém que submeteu seu corpo ao senhorio de Cristo (Rom.8):
Gl.2.20 – “Já estou crucificado com Cristo e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim, e a vida que agora vivo na carne, vivo-a para Cristo, para a fé do filho de Deus, o qual me amou e se entregou a si mesmo por mim.”