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terça-feira, 4 de setembro de 2012

PREPARAÇÃO PARA AS BODAS


Jer.61:10 – “Regozijar-me-ei muito no Senhor, minha alma se alegra no meu Deus, porque me vestiu com vestidos de salvação, e me cobriu com o manto de justiça, como o noivo que se adorna com atavios e como a noiva que se enfeita com suas joias.”
Sabemos que a Igreja é a noiva de Cristo, e que haverá uma grande festa para as Bodas do Cordeiro. A cidade santa, a Nova Jerusalém, está sendo preparada para o grande dia, mas os convidados a participar deste evento também precisam se preparar.
Ap.22:14 – “Bem-aventurados aqueles que lavam suas vestiduras no sangue do Cordeiro, para que tenham direito à arvore da vida e possam entrar pela porta.”
Estas vestiduras são lavadas através da fé na obra redentora de Jesus.
Jer.2:32 – “Porventura esqueceu-se a virgem dos seus enfeites, ou a esposa de seus sendais?”
Nas celebrações de casamento há sempre uma grande preparação, mas o alvo principal é a noiva, e ela quer se apresentar bem vestida e adornada com suas joias e sendais, que são os véus que cobrem seu rosto, até se aproximar do noivo que lhe tira os véus.
Os convidados também precisam estar vestidos de acordo para o grande acontecimento.
Mt.22:2 – “O reino dos céus é semelhante a um certo rei que celebrou as bodas de seu filho.”
Para o evento acima mencionado, vemos que os convidados se escusaram de participar, e o Pai do noivo abriu as portas para que outros participassem da festa.
Mt.22:8 – “As bodas na verdade estão preparadas, mas os convidados não eram dignos.”
O convite foi extensivo a todos os que fossem encontrados no meio do caminho, mas mesmo assim, estes precisavam estar vestidos de acordo com o cerimonial.
Quando recebemos um convite para uma festa de gala, geralmente já vem especificado o tipo de traje, e temos o cuidado de nos apresentar bem vestidos.
Mt.22:11 – “O rei, entrando para ver os convidados, viu ali um homem que não estava trajando o vestido de núpcias.”
A seleção e a aceitação dos convidados é feita de acordo com o que se apresenta diante do Rei. É preciso que o convidado se mostre digno do banquete, para não ser surpreendido com este questionamento:
Mt.22:12 – “Amigo, como entraste aqui, não tendo vestido nupcial?”
Se você foi convidado a participar desta celebração, vista-se adequadamente; prepare-se para não correr o risco de ser retirado da festa e lançado para fora. As trevas exteriores são reservadas aos inimigos.


quinta-feira, 17 de novembro de 2011

JERUSALÉM, A CIDADE ETERNA


Ed. 1:3 – “Quem há entre vós, de todo o seu povo, seja seu Deus com ele, e suba a Jerusalém, que é em Judá, e edifique a casa do Senhor, Deus de Israel; ele é o Deus que habita em Jerusalém.”
Deus escolheu Israel como nação e a cidade de Jerusalém como “a cidade de seu coração”.
Desde Abraão, quando o Senhor determinou sua saída de Ur, a promessa desta nação já se constituía numa realidade para Deus.
Gn.12:1,2a – “Sai da tua terra e de tua parentela e da casa de teu pai, para a terra que te mostrarei. E far-te-ei uma grande nação.”
No capítulo 13, de Gênesis, o local escolhido é mostrado a Abraão:
Gn.13:14,15 – “E disse o Senhor a Abraão: Levanta agora os teus olhos e olha desde o lugar onde estás, para a banda do Norte e do Sul, e do Oriente e do Ocidente; porque esta terra que vês, te hei de dar a ti, e a tua semente, para sempre.”
Depois, a posse da Terra Prometida foi transferida para Isaque, filho de Abraão.
Gn.26:3b – “Porque a ti e a tua descendência darei todas estas terras e confirmarei o juramento que tenho jurado a Abraão, seu pai.”
Novamente esta terra foi transferida, desta vez para Jacó (Israel).
Gn:28:13 – Eu sou o Senhor Deus de Abraão e de Isaque, esta terra que estás deitado, darei a ti e a tua descendência.”
Todas as promessas de Deus são irrevogáveis, eternas e transferíveis aos herdeiros desta promessa, portanto é um direito inquestionável: Jerusalém é a cidade constituída por Deus e pertencente aos filhos de Deus.
Jerusalém tem sido palco constante de disputas, não há nenhuma cidade que se lhe assemelhe, sua beleza, seu clima e atualmente uma força industrial. Esta é a cidade que Deus escolheu para sua habitação.
II Cr.6:6 – “Porém escolhi a Jerusalém para que ali estivesse o meu nome, porei o meu nome para sempre.”
Cantada em verso e prosa por Davi, o homem segundo o coração de Deus, que conquistou esta cidade expulsando os jebuseus que lá habitavam, ali reinou, e deixou assim escrito:
Sl.137:5,6 – “Se eu me esquecer de ti, ó Jerusalém, esqueça a minha direita de sua destreza. Se eu me esquecer de ti, apegue-se a minha língua ao meu paladar, se eu não preferir a Jerusalém à minha maior alegria.”
Os filhos de Corá, também deixaram seu registro de louvor:
Sl.48:1,2 – “Grande é o Senhor mui digno de louvor, da cidade de nosso Deus, seu santo monte, a alegria de toda a terra.”
Sabemos que Jerusalém ainda será motivo de grandes controvérsias e haverá conflitos para dominá-la, será o epicentro desta disputa.
Jerusalém foi conquistada e reconquistada por 48 vezes. Em 1948, durante a Guerra dos Seis Dias foi retomada pelas forças israelenses; mesmo assim continua sendo disputada entre judeus, árabes, católicos e muçulmanos. Citada 811 vezes na Bíblia, foi lamentada por Jesus, quando não foi reconhecido como o Filho de Deus.
Lc.13:34 – “Jerusalém, Jerusalém, que mata os profetas e apedrejas os que te são enviados.”
Além disso, Jesus tem um encontro marcado para sua volta à Jerusalém, quando todos disserem: Bendito é aquele que vem em nome do Senhor.
Jerusalém também será o Centro Universal, no milênio.
Zac.14:16 – “Todos os que restarem, de todas as nações que vieram contra Jerusalém, subirão de ano em ano para adorar o Rei, o Senhor dos Exércitos e para celebrarem a Festa dos Tabernáculos.”
E ainda nos resta uma promessa maior, se não conseguirmos visitá-la durante nossa peregrinação terrestre, pois certamente conheceremos a Jerusalém Celestial.
Hb.12:12 – “Mas chegastes ao Monte Sião, a cidade do Deus vivo, à Jerusalém Celestial.”
João tem uma visão panorâmica desta cidade:
Ap.21:2,3 – “E eu João vi a santa cidade, a nova Jerusalém, que de Deus descia dos céus, adornada como uma esposa para o seu marido, e ouvi uma grande voz que dizia: Eis aqui o tabernáculo de Deus com os homens, pois com eles habitará, eles serão o seu povo e o mesmo Deus estará com eles e será seu Deus.”
Nesta nova cidade não haverá nem lágrimas nem dor; as coisas velhas já se passaram; não haverá necessidade do sol ou da lua, pois a nossa iluminação virá da glória e do resplendor do nosso Deus, do nosso Criador, o Alfa e do Ômega, o Princípio e o Fim.
Ap.21:7 – “Quem vencer herdará todas estas coisas;e eu serei o seu Deus, e ele será meu filho.”

segunda-feira, 18 de abril de 2011

LAMENTAÇÃO SOBRE JERUSALÉM

Lc.19:42 – “Ah! Se tu conhecesses também, ao menos nesse dia, o que a tua paz pertence! Mas agora isto está encoberto aos teus olhos. Porque dias virão sobre ti, em que teus inimigos te cercarão de trincheiras, e te estreitarão de todas as bandas; e te derribarão a ti e aos teus filhos, que dentro de ti estiverem; e não deixarão sobre ti pedra sobre pedra, pois não reconheceram o dia de tua visitação.”
Esta lamentação feita por Jesus foi concretizada setenta anos depois, quando o Templo e os muros de Jerusalém foram totalmente destruídos. Dentro desta profecia, há também uma profecia messiânica, pois até hoje um véu encobre o entendimento dos judeus acerca de quem foi Jesus, e o quanto estamos próximos de sua segunda vinda.
O conflito existente entre judeus e palestinos, cercado de todo o desentendimento global, nos aponta para o “Armagedom”. O cenário está sendo montado e a decisão final está sendo levada a termo. Até quando estes corações endurecidos retardarão a volta de Jesus?
Não sabemos nem o dia nem a hora, mas toda a terra e todo o povo geme diante da expectativa destes acontecimentos.
Jesus chorou. Existem apenas duas passagens que apontam que Jesus chorou: na morte de Lázaro e ao entrar na cidade de Jerusalém.
Sua lamentação trouxe Lázaro de volta à vida, e, depois de liberto de todas as suas ataduras, Lázaro cumpriu seu tempo. Jerusalém foi lamentada pelo Senhor, que está aguardando sua completa rendição, que rasgue o véu de seu entendimento e confesse:
Sl.118:26,27 – “Bendito aquele que vem em nome do Senhor, nós bendizemos desde a casa do Senhor, Deus é o Senhor que nos mostrou a luz, atai o sacrifício da festa com cordas, até as pontas do altar.”
Sacrifícios atados com corda perante o altar significam confissão e arrependimento.
O véu só é tirado quando somos confrontados com a Verdade. Nada pode ficar oculto diante de Deus.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

PEREGRINAÇÃO A JERUSALÉM

Desde a saída do Egito, os judeus comemoravam a Páscoa indo a Jerusalém. Esta era e continua sendo uma das principais festas judaicas. Peregrinos judeus espalhados por todo Império Romano convergiam a Jerusalém para relembrar a libertação do cativeiro faraônico. Sua caminhada era feita com grande alegria e com cânticos de louvores a Deus. Mas houve um ano especial: o ano em que Jesus estava entre eles!
Quando Jesus atravessou Jerusalém montado naquele jumentinho, a população aclamava: “Bendito o que vem em nome do Senhor” (Sl.118:26.
Esta era uma expressão comumente usada entre os peregrinos. O povo se aglomerava ao longo da estrada, louvando a Deus, balançando ramos e estendendo suas capas no chão para que Jesus passasse! Uma aclamação típica de um Rei. O povo esperava um líder político que pudesse livrá-los de toda opressão e reinar sobre eles.
Incomodados com todo este prestígio, os líderes políticos tentavam calar a voz da multidão, pois reconheciam o simbolismo deste acontecimento.
Realmente, por um breve tempo, conseguiram calá-lo: Jesus foi crucificado!
Mas foi através de sua morte e ressurreição que a libertação chegou: Ele vive!
Sua missão era a nossa libertação espiritual, para que o reino de Deus fosse restabelecido e solidificado na terra.
Jo 1:11,12 "Veio para o que era seu, e os seus não o receberam. Mas, a todos que o receberam, deu-lhes o poder de serem feito filhos de Deus, aos que crêem em seu nome.”
Lc.19:10 – “Porque o Filho do homem veio para buscar e salvar o que se havia perdido.”
Sofrer toda a humilhação da cruz nos leva a uma profunda meditação do seu grande amor por nós.
Jô 3;16 – “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu Filho unigênito para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.”
O valor de nosso resgate foi pago através de seu sofrimento. Será que estamos dispostos a aceitá-lo como nosso Salvador?
É uma decisão pessoal. Esta é uma mensagem poderosa para os que crêem.