sábado, 17 de maio de 2014

A FÉ DE ABRAÃO


Rom.4:20 – “E não duvidou da promessa de Deus por incredulidade, mas foi fortificado na fé, dando glórias a Deus.”
Podemos afirmar, sem sombra de dúvida, que a fé de Abraão representa e fé perfeita.
Rom.4:18 – “O qual, em esperança creu contra a esperança que seria feito pai de muitas nações, conforme lhe fora dito: Assim será a tua descendência.”
Crer contra a esperança torna a fé visível e palpável, porque é a esperança de ver concretizado aquilo que no momento ainda está obscuro aos nossos olhos carnais.
Para se transformá-lo em ‘pai de nações’, Deus esperou que Abraão e Sara tivessem seus corpos amortecidos, sem possibilidade alguma de procriarem.
Rom.4:17 – “Deus, o qual vivifica os mortos, chama as coisas que não são como já fossem.”
Mantenha a sua fé viva, mesmo que diante de seus olhos se apresentem apenas impossibilidades. O Deus do impossível torna em realidade aquilo que ainda não está no mundo visível.
Mc.5:22 – “Jairo prostrou-se aos pés de Jesus pedindo que curasse sua filha. Seus servidores lhe disseram: Não importunes o Mestre, pois tua filha está morta.”
A resposta dada por Jesus a Jairo foi:
“Não temas, crê somente.”
Isto é crer contra a esperança!
Ainda que com um relatório desfavorável, abre-se uma nova perspectiva de vida.
Rom.4:21 – “E estando certíssimo de que Deus tinha prometido, também era poderoso para o fazer.”
Diante da promessa do Todo Poderoso, somos fortificados na fé. Os desafios provocados pela Palavra de Deus muitas vezes causam tribulações, como a prova que foi apresentada a Abraão para imolar seu filho Isaque. Mas a certeza de fé de Abraão não foi abalada, pois estava firmada na promessa de Deus de que seria pai de nações, e creu contra a esperança.
I Tim.1:19 – “Conservando a fé e a boa consciência, rejeitando a qual, alguns se fizeram naufrágos na  fé.”
Mantenha-se firme, mesmo enfrentando aflições.
Sl.34:19 – “Muitas são as aflições dos justos, mas o Senhor os livra de todas.”
Não se deixe levar por relatórios malignos, nem se ofenda facilmente, e não deixe que a incredulidade ou seu temperamento explosivo destrua a sua fé.


sábado, 3 de maio de 2014

A TRIUNIDADE


Lc.24:49 – “E eis que sobre vós envio a promessa de meu Pai: porém ficai na cidade de Jerusalém até que do alto sejais revestido de poder.”
Precisamos buscar compreender o Deus Trino ou a Triunidade de Deus.

I Jo. 5:7 – “Três testificam no céu: Pai, Filho e Espírito Santo, e estes três são um.”

A verdade é que em cada tempo vemos uma faceta da multiforme sabedoria do Senhor:

Deus – Jeová – apresentado em todo o Antigo Testamento.

Jesus – Filho – apresentado nos Evangelhos.

Espírito Santo – Após os Atos dos Apóstolos.

Jesus, antes de retornar ao Pai, nos deixou a promessa:

Jo.14:18 – “Não vos deixarei órfãos, voltarei para vós.”

Jesus, além de vir ao mundo para experimentar nossas dores e nos consolar, deixou a promessa de nos enviar um substituto: o Espírito Santo, para que, além de nos consolar, fizesse morada dentro de nós, ensinando-nos a viver de acordo com os princípios de Deus.

Jo.14:17 – “O Espírito da verdade, que o mundo não pode receber, porque não o vê nem o conhece; mas vós o conhecereis, porque habita convosco e estará em vós.”

Não podemos ficar sem quem nos console, sem o Espírito da Verdade.

Ser cheio do Espírito Santo é a consequência do batismo; a evidência de sermos cheios é o falar em línguas: isto significa conhecer o Deus verdadeiro que habita em nós. É compreender uma nova língua, com total fluência: compreender a linguagem do Espírito Santo.

Não existem clamores ou gritos vazios, quando conhecemos o autor e consumador de nossa fé. Não é conceito, é revelação; é tomar a verdade da encarnação de Jesus, mover-se nesta verdade, numa mesma batida de coração, no mesmo pulsar...

Temos plena autoridade sobre o Espírito Santo e, podemos limitar sua atuação, pois está sujeito a nós. Ele é Deus, mas temos o livre-arbítrio.

I Co.14:32 – “E os espíritos dos profetas, estão sujeitos aos profetas.”

Deus está sempre batendo à nossa porta, mas só entra em nossa habitação se abrirmos a porta e convidá-lo a entrar.

Ap.3:20 – “Eis que estou à porta, e bato: se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo.”

Precisamos conhecer melhor o Espírito Santo!

Jó, quando teve a revelação do Deus a quem servia, falou: “Eu O conhecia só de ouvir falar, mas agora meus olhos Te contemplam” (Jo.42:5).

Preparamo-nos para ter uma vida melhor, estudamos para ter uma formação melhor, mas somos negligentes quanto à vida eterna. Buscamos conhecimento em tantas outras áreas e esquecemos que precisamos conhecer o Deus Trino.




segunda-feira, 28 de abril de 2014

SENSAÇÃO DE NUDEZ


Gen.3:9 – “E chamou o Senhor Deus a Adão e disse-lhe: Onde estás? E ele disse: Ouvi o soar de tua voz no jardim, e temi, porque estava nu, e escondi-me.”
A autoconsciência de Adão foi despertada através da desobediência, e ele perdeu a inocência e a santidade que era comparável à santidade de Deus, pois o Senhor o havia criado à sua imagem e semelhança. Como se enxergasse diante do espelho, Adão viu sua nudez, e sentindo-se culpado pela sua desobediência, não só tentou se esconder como também encobrir seu corpo. Este sentimento de culpa foi transferido a todo homem desde então, e, geralmente, quando nos olhamos em um espelho, não nos agradamos do que vemos, e tentamos nos esconder...
Culpa é o resultado de nossos pecados, é um estado interior negativo; e o pecado é o caminho oposto ao da direção de Deus. Precisamos aprender através de nossos erros a nos aceitar e nos perdoar.
O pecado nos torna insensíveis às determinações da Palavra de Deus.
O Pai-Nosso nos apresenta a fórmula: perdoai os nossos pecados, assim como nós perdoamos aos pecadores.
Não podemos lidar com o pecado por nossos esforços pessoais; necessitamos da intervenção de nosso único mediador entre Deus e os homens, Jesus, para retomarmos a nossa antiga posição.
Rom. 3:23 – “Todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus.”
O sentimento de culpa tenta arraigar-se em nossos corações e muitas vezes queremos manter este peso extra em nossas vidas em vez de confessar nossos pecados, nos arrepender e nos desvencilhar desta carga. Isto é uma estratégia do inimigo para nos subjugar e assim nos distanciar cada vez mais de Deus.
Quando recebermos uma ordem expressa de Deus, precisamos nos apressar em atendê-lo, porque o Senhor só dá ordens especificas àqueles com quem tem intimidade, e se o seu grau de comunhão com Deus é este, não se recuse em responder, porque as consequências virão: isto se constitui em desobediência, que podemos chamar de síndrome de Adão.
Lc.12:47 – “E o servo que soube a vontade do seu Senhor, e não se aprontou e nem fez conforme a sua vontade será castigado com muitos açoites.”
Adão perdeu o conforto da vida no Éden, onde se encontrava com Deus todo fim de tarde, foi banido do paraíso e precisou trabalhar para obter seu sustento.

quarta-feira, 16 de abril de 2014

PRINCÍPIOS BÁSICOS PARA COMEMORAR A PÁSCOA


A Páscoa no seu sentido original significa passagem e cobertura.
A Páscoa era a primeira das três grandes festas do povo israelita e celebrava o sacrifício do cordeiro para a saída do povo escravizado por Faraó, do Egito.
A ordem expressa de Deus era para que o sangue do animal abatido fosse colocado sobre os umbrais e as vergas das portas, que impediriam que o “anjo da morte” destruísse os primogênitos dos hebreus.
A saída rápida e a consequente cobertura pelo sangue do cordeiro assegurava a proteção de Deus sobre este povo. Ao sair apressadamente, aproveitariam uma brecha do faraó fragilizado pela perda de seu primogênito.
Sem deixar nenhum vestígio, não deixando sobras para trás: eram estes os princípios básicos para a libertação. Prontos para sair, abandonavam a antiga vida de escravidão.
Para nós, cristãos, esta festa é a celebração da ressurreição de Jesus. A crucificação de Cristo foi um marco de passagem da morte de Jesus à sua ressurreição.
Rom.8:2 – “Porque a lei do espírito de vida, em Cristo Jesus, me livrou do pecado e da morte.”
Jesus foi crucificado na cidade de Jerusalém durante uma celebração de Páscoa, que era feita anualmente.
Os princípios básicos para a comemoração, paralelamente, pela fé cristã são:
- Comer a carne do Cordeiro: alimentar-se de Jesus, nosso Cordeiro imolado, através da Sua Palavra, fortalecendo nossa área espiritual. Fé viva precisa ser alimentada.
- Pães ázimos:
Lc.12:1 – “Acautelai-vos do fermento dos fariseus.”
Os fariseus eram cumpridores da lei, mas entre eles havia muita hipocrisia, dissimulando o que realmente sentiam.
I Co.5:7,8 – "Alimpai-vos pois do velho fermento, para que sejais uma nova massa.”
Para não macular nossa fé é necessário pureza e santidade, e não pode haver mistura, para que sejamos transformados em novas criaturas.
- Ervas amargas:
A vida sem Deus é amarga; e temos que estar cientes da obra redentora de Jesus. De onde ele nos tirou? Nunca podemos esquecer o que Jesus fez por nós.
I Tim.2:6 – “O qual se deu a si mesmo em preço de redenção por todos, para servir de testemunho a seu tempo.”
Semelhante ao sangue do cordeiro que trouxe livramento para o povo hebreu, o resultado do sacrifício pascal feito por Jesus trouxe o nosso resgate para a vida eterna.
II Co. 5:21 -  “Aquele que não conheceu o pecado, o fez por nós, para que nele fôssemos feitos justiça de Deus.”
Jesus tomou nosso lugar como pecadores, sendo crucificado por nós. Portanto, celebremos esta data com júbilo e alegria por estarmos mortos para o pecado, mas vivos para Deus.