sábado, 18 de dezembro de 2010

A MANEIRA SINGULAR DE DEUS AMAR

Mt.3:16 – “E, sendo Jesus batizado saiu logo da água, e eis que se lhe abriram os céus, e viu o Espírito de Deus descendo como uma pomba, e indo sobre ele. E eis que uma voz dos céus dizia: Este é meu filho amado, em quem me comprazo.”
Deus nos ama de maneira singular. Ao declarar seu amor por seu filho Jesus, o conduziu para o deserto, onde foi tentado por quarenta dias, para torná-lo resistente aos ataques do maligno. Ao ser submetido a este teste, talvez você possa questionar a qualidade deste amor, mas podemos comprovar, sem sombra de duvidas, que isto aconteceu para evidenciar à Satanás que ele já era um inimigo derrotado!
Jo.3:16 – “E Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu filho único, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.”
Não podemos banalizar o amor de Deus, podemos compará-lo, de modo restrito, ao amor de um pai por seu filho, restrito porque qual o pai que daria seu filho para o resgate de outros?
Esta é a forma indistinta de Deus amar, não pode ser medida, ela é irrestrita e eterna e isto é irreversível.
Ef.2:4 – Mas Deus, que é riquíssimo em misericórdia, pelo muito amor que nos amou, nos fez assentar em lugares celestiais.”
Não podemos mensurar o amor de Deus pelo que passamos, nem duvidar de seu amor... O fato é que Deus existe e levamos sua assinatura em nossas digitais...
O certo é que Ele nos ama e não podemos ignorar sua existência, mesmo quando pensamos que não somos por Ele reconhecidos. Esta é a história relatada na parábola do filho pródigo (Lucas: cap.15).
Esta parábola nos traz uma mensagem do grande amor de um pai, embora o filho que se manteve ao seu lado tenha duvidado de seu amor por ele, pois se indignou quando soube que seu pai estava dando uma grande festa para recepcionar seu outro filho (seu irmão), que havia saído de casa e gasto sua fortuna loucamente.
Lc.15:28,29 –“Mas ele se indignou e não queria entrar. E saindo o pai instava com ele, mas respondendo ele disse: Eis que te sirvo há tantos anos, sem nunca transgredir seus mandamentos, e nunca me deste um cabrito para alegrar-me com meus amigos.”
Os bens daquele homem sempre estiveram disponíveis para seus dois filhos. Para um pai, basta o amor que ele dá igualmente aos seus filhos, o que importa é que eles estejam bem, mas muitas vezes este amor é demonstrado de forma diferenciada, porém com a mesma qualidade.
A alegria de receber de volta o filho que se achava perdido no mundo é incomparável, significava resgate, salvação.
A reclamação do outro filho era totalmente injusta; pois este pai havia dividido sua fortuna aos seus filhos, o que para época era um fato inusitado, porque não era costume a divisão de bens antes da morte do patriarca, e este filho, por ser o primogênito, tinha sua herança em porção dobrada.
Além disso, duvidou do amor de seu pai por achar que ele não reconhecia todo o seu trabalho. Não é pelo muito fazer que Deus nos ama, mas seu amor é incondicional; e esta é a maneira incomum de Deus nos amar.

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