domingo, 8 de outubro de 2017

O QUE ESTÁ ACONTEC ENO COM NOSAS CRIANÇAS?



 No tempo de hoje é muito difícil ver uma criança com uma alegria plena.
Sabemos que a informação rápida e pronta as amadurecem antes do tempo. A inocência é perdida e a alegria e espontaneidade da criança também...
Por onde anda esta alegria?
Aquela alegria genuína, sem ser comprada em pacotes de play-centers, water-plays, disneylandias e outros que tais?
 A alegria da criança correndo, pulando corda, se escondendo, ou criando brincadeiras com pernas de pau, pular elástico, saquinhos de areia para jogar, bolas para jogar o sete em qualquer parede, estátua, pique esconde e outros jogos...
As crianças se tornaram exigentes, egoístas, tiranas e rebeldes. São tão cheias de compromissos que não lhes resta muito tempo para criar ou verdadeiramente brincar.
Horário para balé, tênis ou futebol. Inglês, aulas Kumon, informática...
Quando não, estão enclausuradas numa sala, vendo televisão, onde até os mais inocentes programas são de luta, horror e terror, ou então, diante de um computador com jogos que ensinam matar ou usurpar para vencer.
Instrui-se a criança para prevalecer em qualquer circunstância em detrimento às outras.
Os pais deixam-se manipular por seus filhos, talvez por conforto, preguiça ou falta de tempo. Despejam-nos em shoppings para não precisar pajeá-los, e com dinheiro sobrando, para aliviar suas consciências. Não dão limites, não disciplinam e nem os ensinam o que é respeito e obediência.
Pv.1:8 – “Filho meu, ouve o ensino de teu pai, e não deixes a instrução de tua mãe: porque serão diadema e graça para a tua cabeça e colares para teu pescoço.”
Pv.22.6 – “Ensina a criança no caminho em que deve andar, e ainda quando for velho, não se desviará dele.”
Os princípios da palavra de Deus para a família estão sendo esquecidos  e, em nome da modernidade, a insubmissão é uma das mais sérias conseqüências.
A psicologia nos alerta que podemos traumatizar nossos filhos se roubarmos o direito de serem eles mesmos!
Conclusão: Estão roubando a inocência delas e o que recebem em troca é opressão e falta de amor ao próximo.

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