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quinta-feira, 14 de maio de 2015

JUÍZOS DE DEUS


Rom.11:33,34 – “Ó profundidade das riquezas, tanto da sabedoria como da ciência de Deus. Quão insondáveis são os teus juízos e quão inescrutáveis são os seus caminhos! Quem primeiro deu à Ele para depois receber? Porque D’Ele e para Ele são todas as coisas; glória pois a Ele eternamente. Amém”
Como podemos entender os critérios de Deus para nos justificar?
O Senhor não faz acepção de pessoas, portanto isto anula qualquer entendimento humano, porque as coisas de Deus se discernem espiritualmente.
O povo escolhido foi Israel, mas para que pudéssemos desfrutar das suas bênçãos, fomos enxertados através de sua queda.
Rom.11:11 – “Porventura tropeçaram, para que caíssem? Não, de modo nenhum, mas pela sua queda, veio a salvação dos gentios.”
Se Israel pecou e ainda peca, como estamos vendo nos tempos atuais, mesmo assim devemos honrar este povo que foi estabelecido e eleito por Deus.
Rom.11:15 – “Porque não quero irmãos que ignoreis este segredo (para que não presumais por vós mesmos), que o endurecimento veio em parte sobre Israel, até que a plenitude dos gentios haja entrado.”
Os judeus rejeitaram a justiça de Deus procurando estabelecer sua justiça própria, não se sujeitando às leis de Deus. A carta aos Romanos traz grandes revelações dos propósitos de Deus para toda a humanidade, porque engloba a salvação a todos os que crêem.
Rom.1:16ª – “Porque não me envergonho do evangelho de Cristo, pois é poder de Deus para salvação de todo aquele que crê, primeiro do judeu e também do grego, porque nele se descobre a justiça de Deus de fé em fé, como está escrito: Mas o justo viverá pela fé”
Paulo, o apóstolo dos gentios, confirma que é pela fé que podemos ser justificados, mas por que pela fé?
A fé é a esperança das coisas que não se vêem (Hb.11:1), não é palpável para que não haja suporte humano legal, sem mérito de grandes obras, sem distinção de pessoas com maior poder aquisitivo, sem política, sem direito de qualquer preferência ou primazia.
Rom.2:16 – “No dia que Deus há de julgar o segredo dos homens, por Jesus Cristo.”
Por mais transparente que seja nossa vida, temos segredos que estão guardados com Jesus, nosso confidente, autor e consumador da nossa fé (Hb.12:2). Nossa justificação também está sobre os cuidados de Jesus, através da palavra implantada em nossos corações.
Rom.10:8,10 – “A palavra está junto de ti, na tua boca e no teu coração: esta é a palavra de fé que pregamos, a saber: Se com tua boca confessares ao Senhor Jesus e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dos mortos serás salvo. Visto que com o coração se crê para a justiça e com a boca se faz a confissão para a salvação.”
Rom.10:17 – “De sorte que a fé e pelo ouvir e o ouvir pela palavra de Deus.”
Fé, esperança e amor é a essência da nossa salvação.
Nosso reconhecimento de que todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus (Rom.3:23) leva todos ao mesmo patamar para desfrutarmos da justiça de Deus.
Rom.1:14 – “Tanto gregos como bárbaros, tanto sábios como ignorantes.”
Salomão em toda sua sabedoria nos adverte no final do livro de Eclesiastes:
“Lembra-te do Senhor todos os dias de tua vida (Ecl.12:1a). Teme a Deus e guarda todos os seus mandamentos (Ecl.12:13a). Porque Deus há de trazer a juízo toda a obra, e até todas as coisas que estão ocultas, quer sejam boas ou más (Ecl.12:14).”





quinta-feira, 14 de novembro de 2013

QUEM GOVERNA SUA VIDA?


Existem várias formas de governo:
Monarquia – na qual tudo e todos estão sob o controle do rei.
República que significa coisa pública (res publica), na qual alguns homens governam sobre os demais (governo humano).
Ditadura – na qual todos estão sujeitos a um tirano, que tem poder para usurpar, destruir e matar a quem está sob o seu domínio.
Vamos transferir isto para nossa vida pessoal:
Você vive numa monarquia, numa república ou numa ditadura?
Se for numa monarquia, quem é o seu rei?
A Bíblia nos aponta Jesus como o Rei dos Reis, pois o Reino de Deus lhe foi transferido pelo Pai. Jesus não veio para dominar, mas para dar livre acesso ao trono de Deus. Veio para nos servir e nos transformar em reis e sacerdotes sobre toda a terra.
Ap.5:10 – “E para o nosso Deus os fizeste reis e sacerdotes; eles reinarão sobre a terra.”
Na monarquia, tudo pertence ao rei: as terras, o povo e seus descendentes. Nada pertence a uma só pessoa, e ninguém pode se sentir injustiçado por isso. Somos apenas mordomos daquilo que recebemos por encargo para cuidar. Nada nos pertence.
Como mordomos, precisamos zelar pelos bens que recebemos e dar todos os tributos ao Rei (louvores). Esta é a prática correta no reino de Deus!
Sl.47:6 – “Cantai louvores a Deus, cantai louvores; cantai louvores ao nosso  Rei, cantai louvores.”
Mt.5:10 – “Bem aventurados os que sofrem perseguição por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus.”
A justiça é determinada por Deus; o revide e a vingança lhe pertencem. A mulher pega em flagrante adultério foi perdoada: a justiça de Deus não pode ser questionada.
Mt.5:38 – “Ouviste o que foi dito: olho por olho, dente por dente.”
Jesus nos ensina que esta prática rege a lei do mundo (humana).
Mt.5:39 – “Eu, porém, vos digo: não resistais ao mal.”
Isto é uma questão de fé, de deixar que a justiça de Deus seja executada por Deus.
Olhe para Jesus!
Sendo Deus, esvaziou-se a si mesmo (Fil.2:7). Ele não precisava descer até nós. Isto foi justo?
As injustiças praticadas conosco não podem nos abalar; mas, para sermos capazes de dar a outra face, precisamos deixar que o Senhor reine sobre as nossas vidas.
Assim como existem várias formas de governo, também existem várias formas de praticar a justiça:
Natural –  dependente da força de seu próprio braço.
Carnal – dependente da justiça humana.
Espiritual – na total dependência de Deus, para que Ele seja a nossa justiça. Para que Ele reine!
Portanto, deixe o Senhor reinar sobre sua vida, pois Ele é o Rei dos Reis, o Senhor dos Senhores. 


sábado, 8 de agosto de 2009

O SIGNIFICADO DOS QUATRO VENTOS

O poder de Deus atinge todas as áreas. Tudo está sujeito a Ele, pois foi quem criou os céus, os mares, a terra e tudo o que nela há.
Am.4:13 – “Porque é ele que formou os montes e cria o vento, e declara ao homem qual é o seu pensamento, o que faz da manhã trevas, e pisa os altos da terra, o Senhor, o Deus dos Exércitos é o seu nome.”
Nos tempos antigos, não eram conhecidas com a precisão de hoje todas as condições climáticas, mas eram reconhecidos os quatro ventos: o do oriente, ocidente, norte e sul.
Os ventos são os movimentos naturais do ar que indicam procedência, condições e variações do tempo.
O vento norte é conhecido pelos árabes como "simum”, cuja tradução significa “veneno”. Trata-se de ventos abrasadores que levantam grandes tempestades de areia e causam fortes dores de cabeça, febre e nevralgia.
Pv.25:23 – “O vento norte afugenta as chuvas.”
O vento oriental, que sopra do deserto, interfere nas plantações, chamuscando os grãos (Gn.41:6 e 23,24) e secando as vinhas (Ez.17:9). A praga dos gafanhotos trazida pelo vento oriental causou a destruição de toda a erva da terra.
Ex.10:13 – “Então estendeu Moisés sua vara sobre a terra do Egito, e o Senhor trouxe sobre a terra um vento oriental todo aquele dia e toda aquela noite; e aconteceu que, pela manhã, o vento oriental trouxe os gafanhotos.”
O vento leste é signo de devastação e da justiça divina. A ventania que assolou a casa de Jó e matou seus filhos proveio de um vento oriental. As naus de Társis foram destruídas pelo vento oriental. Foi o mesmo vento oriental que abriu o Mar Vermelho. As codornizes que saciaram o desejo de carne do povo hebreu foram trazidas também por forte vento do Oriente (Nm.11:31).
Sl:48:7 – “Tu quebras as naus de Társis com o vento oriental.”
Ex.14:21 – “Então Moisés estendeu a sua mão sobre o mar e o Senhor fez retirar o mar por um forte vento oriental toda aquela noite; e o mar tornou-se em seco e as águas foram partidas.”
Ez.19:12 – “Foi arrancada com furor, foi abatida até a terra, e o vento oriental secou o seu fruto, quebraram-se e secaram-se as suas fortes varas, e o fogo as consumiu.”
O vento leste aporta rajadas violentas e faz secar as fontes de água.
Os.13:15 – “Ainda que dê fruto entre os irmãos, virá o vento leste, vento do Senhor, subindo do deserto, e secar-se-á a sua nascente, e secar-se-á a sua fonte; ele saqueará o tesouro de todos os vasos desejáveis.”
O vento leste também é comparado a um grito de guerra e de justiça.
Is.27:8 – “Com medida contendeste com ela quando a rejeitaste, ele a tirou com o seu vento forte, no tempo do vento leste.”
O vento ocidental traz a umidade do mar. Foi ele o responsável pela retirada dos gafanhotos do Egito e pelo fim do longo período de estio profetizado por Elias. O vento do Ocidente indica livramento.
I Re.18:45 – “E sucedeu que, entretanto, os céus se enegreceram com nuvens e vento, e veio uma grande chuva.”
Os ventos provindos do sul, conhecidos pelos árabes como “siroco”, são ventos suaves e calmos que sopram na primavera.
Lc.12:55 – “E quando sopra o vento sul dizeis: Haverá calma, e assim sucede.”
Os ventos permeiam os juízos de Deus sobre a terra. Simbolicamente, os ventos significam o sopro da vida de Deus em nós. Pessoas de fé duvidosa são comparadas a quem é levado pelo vento de qualquer doutrina (Ef.4:4).