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segunda-feira, 16 de março de 2015

JONAS, O INCONFORMADO

Jn.1: 1,2 –“E veio a palavra de Deus a Jonas, filho de Amitai, dizendo: Levanta-te, vai  a grande cidade e Nínive, e clama contra ela.”
Nínive era uma cidade destinada à destruição, e antes que Deus exercesse juízo sobre ela, convocou o profeta Jonas para levar uma mensagem de salvação.
Por conhecer o Senhor, sabendo de suas eternas misericórdias, Jonas se recusou a obedecê-lo, e embarcou num navio que ia para Társis, direção totalmente oposta à Ninive.
Durante a viagem, formou-se uma grande tempestade, levando o navio a ponto de quebrar-se. Em desespero, os tripulantes clamavam aos seus deuses, querendo descobrir a causa deste castigo, e, lançando sorte, esta recaiu sobre Jonas, que se viu obrigado a confessar sua desobediência a Deus.
Jn.1:15 – “E,levantaram Jonas, e o lançaram ao mar, e cessou o mar a sua fúria.”
Ao ser jogado no mar a tempestade se acalmou, e Jonas foi engolido por um grande peixe (Jn.1:17). Três dias e três noites no interior de um peixe fez com que o profeta Jonas voltasse a razão, e enxergasse que quando o Senhor determina, e nos dá uma missão, temos que cumpri-la na íntegra!
O responsável tem que assumir o risco, e Jonas era o responsável tanto pela tripulação do navio como por toda a população de Nínive.
Ao ser vomitado pelo peixe, Jonas declarou:
Jn.2:9 – “Eu te oferecerei sacrifícios com voz de agradecimento; o que votei, pagarei. Do Senhor vem a salvação.”
Depois de toda esta luta, o Senhor torna a comissionar Jonas para levantar o clamor para esta cidade pecadora; e Jonas leva a mensagem de Deus, e foi tão contundente na sua pregação, que todos os homens foram levados ao arrependimento, desde o rei, ao mais simples servidor. Um jejum foi proclamado onde até os animais participaram, e o coração de Deus se compadeceu...
Jn.3:10 – “E Deus viu as obras deles, como se converteram de seu mau caminho; e Deus se arrependeu do mal que tinha dito e não fez.”
Diante de tal feito o profeta Jonas se ressentiu, porque em seu coração queria que o juízo de Deus fosse cumprido e ficou aguardando o que aconteceria com a cidade (Jn.4:5).
Jonas tinha uma certa dificuldade de aceitar que as misericórdias do Senhor sempre precedem ao seu juízo, e, quando estava assentado  sobre a sombra de uma aboboreira, esperando o juízo de Deus, o Senhor enviou um bicho para secá-la, e Jonas desejou a sua morte, diante deste fato.
Então o Senhor lhe falou:
Jn.4:10 – Tiveste compaixão de uma aboboreira, na qual não trabalhaste, nem a fizeste crescer; que numa noite cresceu, e numa noite pereceu, e não hei eu ter compaixão da grande cidade de Nínive, em que estão mais de cento e vinte mil homens, que não sabem discernir entre a sua mão direita e sua mão esquerda, e também muitos animais?”
Lam.3:22 “As misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos.”

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

O DIA DO JULGAMENTO


Sl.96:10 e 13 – “Adorai ao Senhor na beleza de sua santidade: tremei diante dele todos os povos da terra. Dizei entre as nações: O Senhor reina; o mundo também se firmará para que se não abale. Ele julgará o povo com retidão. Ante a face do Senhor, porque ele vem, ele vem a julgar a terra, julgará o mundo com justiça e os povos com a sua verdade.”
Estamos nos aproximando do dia do julgamento; e o Senhor irá julgar a terra e todos os seus habitantes. Diante destas expectativas temos a certeza que o Senhor e longânimo e que suas misericórdias precedem à sua justiça.
Em todas as dispensações, o homem criado à imagem e semelhança de Deus não correspondeu ao projeto de seu criador, sendo rebelde à sua palavra.
No livro do profeta Ezequiel está escrito:
Ez.14:3 – “Ainda que estivessem no meio dela estes três homens: Noé, Daniel e Jô, eles pela sua justiça, livrariam apenas a sua alma, diz o Senhor.”
Sabemos que a salvação é individual e que temos livre-arbítrio para escolhermos entre o bem e o mal. Estes homens, reconhecidos como intercessores, mesmo que estivessem vivos, nada poderiam fazer, porque a responsabilidade é individual.
Entre as qualidades destes homens de Deus podemos destacar:
Noé – o único crente de sua época que obedeceu ao comando do Senhor para construir a arca que livraria ele e sua família do grande dilúvio. Tinha retidão de caráter e era agradável aos olhos do Senhor.
Gen.6:8,9 – “Noé porém achou graça aos olhos do Senhor. Noé era varão justo e reto em suas gerações. Noé andava com Deus.”
Daniel – Grande estadista e sábio que enfrentou a oposição e a opressão babilônica, sendo resistente e fiel aos princípios de Deus, não se deixando contaminar pela idolatria, mesmo com a ameaça de ser lançado na cova dos leões, permaneceu firme no propósito de adorar a um só Deus, criador dos céus e da terra. Teve o privilégio de receber grandes revelações para os finais dos tempos.
Dn.6:4 – “Então os príncipes e os presidentes procuravam achar ocasião contra Daniel a respeito do reino; mas não podiam achar ocasião ou culpa alguma; porque ele era fiel, e não se achava nele vício nem culpa.”
– Podemos enfatizar que este homem, submetido à diversas provações como a perda de seus filhos, de seus bens, sua saúde e de quase todos os seus amigos, jamais deixou de crer e esperar em Deus, sem qualquer tipo de murmuração.
Jó:13:15 – “Ainda que ele me mate, nele esperarei.”
Jó:19:25 – “Porque eu sei que meu redentor vive, e que por fim se levantará sobre a terra. E depois de consumida a minha pele, ainda em minha carne, verei a Deus.”
A capacidade destes homens de crer naquilo que não viam, mas que esperavam, era a maior prova de seu reconhecimento da soberania de Deus sobre suas vidas, não importando quais seriam as conseqüências destes atos de fé. Obediência, esperança, fé e fidelidade são qualidades agradam ao nosso Deus até  o dia do julgamento.
 


sábado, 8 de agosto de 2009

O SIGNIFICADO DOS QUATRO VENTOS

O poder de Deus atinge todas as áreas. Tudo está sujeito a Ele, pois foi quem criou os céus, os mares, a terra e tudo o que nela há.
Am.4:13 – “Porque é ele que formou os montes e cria o vento, e declara ao homem qual é o seu pensamento, o que faz da manhã trevas, e pisa os altos da terra, o Senhor, o Deus dos Exércitos é o seu nome.”
Nos tempos antigos, não eram conhecidas com a precisão de hoje todas as condições climáticas, mas eram reconhecidos os quatro ventos: o do oriente, ocidente, norte e sul.
Os ventos são os movimentos naturais do ar que indicam procedência, condições e variações do tempo.
O vento norte é conhecido pelos árabes como "simum”, cuja tradução significa “veneno”. Trata-se de ventos abrasadores que levantam grandes tempestades de areia e causam fortes dores de cabeça, febre e nevralgia.
Pv.25:23 – “O vento norte afugenta as chuvas.”
O vento oriental, que sopra do deserto, interfere nas plantações, chamuscando os grãos (Gn.41:6 e 23,24) e secando as vinhas (Ez.17:9). A praga dos gafanhotos trazida pelo vento oriental causou a destruição de toda a erva da terra.
Ex.10:13 – “Então estendeu Moisés sua vara sobre a terra do Egito, e o Senhor trouxe sobre a terra um vento oriental todo aquele dia e toda aquela noite; e aconteceu que, pela manhã, o vento oriental trouxe os gafanhotos.”
O vento leste é signo de devastação e da justiça divina. A ventania que assolou a casa de Jó e matou seus filhos proveio de um vento oriental. As naus de Társis foram destruídas pelo vento oriental. Foi o mesmo vento oriental que abriu o Mar Vermelho. As codornizes que saciaram o desejo de carne do povo hebreu foram trazidas também por forte vento do Oriente (Nm.11:31).
Sl:48:7 – “Tu quebras as naus de Társis com o vento oriental.”
Ex.14:21 – “Então Moisés estendeu a sua mão sobre o mar e o Senhor fez retirar o mar por um forte vento oriental toda aquela noite; e o mar tornou-se em seco e as águas foram partidas.”
Ez.19:12 – “Foi arrancada com furor, foi abatida até a terra, e o vento oriental secou o seu fruto, quebraram-se e secaram-se as suas fortes varas, e o fogo as consumiu.”
O vento leste aporta rajadas violentas e faz secar as fontes de água.
Os.13:15 – “Ainda que dê fruto entre os irmãos, virá o vento leste, vento do Senhor, subindo do deserto, e secar-se-á a sua nascente, e secar-se-á a sua fonte; ele saqueará o tesouro de todos os vasos desejáveis.”
O vento leste também é comparado a um grito de guerra e de justiça.
Is.27:8 – “Com medida contendeste com ela quando a rejeitaste, ele a tirou com o seu vento forte, no tempo do vento leste.”
O vento ocidental traz a umidade do mar. Foi ele o responsável pela retirada dos gafanhotos do Egito e pelo fim do longo período de estio profetizado por Elias. O vento do Ocidente indica livramento.
I Re.18:45 – “E sucedeu que, entretanto, os céus se enegreceram com nuvens e vento, e veio uma grande chuva.”
Os ventos provindos do sul, conhecidos pelos árabes como “siroco”, são ventos suaves e calmos que sopram na primavera.
Lc.12:55 – “E quando sopra o vento sul dizeis: Haverá calma, e assim sucede.”
Os ventos permeiam os juízos de Deus sobre a terra. Simbolicamente, os ventos significam o sopro da vida de Deus em nós. Pessoas de fé duvidosa são comparadas a quem é levado pelo vento de qualquer doutrina (Ef.4:4).