quarta-feira, 7 de outubro de 2015

CONTENDO A IRA


Tg.3:2 – “Porque todos tropeçamos em muitas coisas. Se alguém não tropeça em palavra, o tal varão é perfeito e poderoso para refrear todo o corpo.”
Somos seres imperfeitos e estamos em processo de atingirmos o maior equilíbrio de todas as nossas emoções através de nossas ações. É muito difícil conter nossa ira quando somos assolados por afrontas imerecidas ou julgados injustamente, e, geralmente usamos nossa boca para proferir palavras que não estão de acordo com o que Deus nos ensina, através de sua Palavra.
Estas palavras de ira, proferidas nestes momentos, podem ser transformadas em uma reação maligna no mundo espiritual, pois Satanás vai tentar tirar proveito deste nosso momento de fraqueza.
Mas dentro da própria Palavra de Deus temos um grande recurso:
Ef.4:26 – “Irai-vos, e não pequeis, não se ponha o sol sobre a vossa ira.”
Isto significa que, caso isto ocorra, no momento seguinte ao nosso descontrole, voltemos para Deus pedindo perdão e a anulação do que falamos, não postergando, isto é, fazê-lo em outro dia, pois não podemos dar espaço de ação para o inimigo de nossas almas.
I Pe 5:8 – “Sede sóbrios, vigiai; porque o diabo, vosso adversário, anda ao derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar.”
Não podemos permitir que o inimigo venha a destruir nossa comunhão com Deus e a proteção dos anjos.
Sl.34:7 – “O anjo do Senhor acampa ao redor dos que o temem, e os livra.”
A amargura, o ressentimento e a falta de perdão promovem palavras insensatas que saem da nossa boca, mas se sabemos que o inimigo está ao derredor, mas que os anjos estão ao redor nos protegendo, ao confessarmos estaremos frustrando seus planos malignos de nos atingir, porque Deus é fiel e justo para nos perdoar.
A nossa confissão é uma ponte para voltarmos ao caminho de Deus.
Sl.32:1 – “Bem-aventurado aquele cuja transgressão é perdoada, e cujo pecado é coberto.”
Deus nos dá está cobertura quando confessamos nossas transgressões.
Sl.32:5 – “Confessei-te o meu pecado, e a minha maldade não encobri: Dizia eu: Confessarei ao Senhor as minhas transgressões; e tu perdoastes a maldade do meu pecado.”

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